
Jornal GGN – O PT já dá sinais de que não vai aprovar no Congresso a Medida Provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff no último dia 6, que cria um programa que permite que empresas, em comum acordo com os funcionários, reduzam a jornada de trabalho em até 30% e os salários, em 15%. O PSDB de Aécio Neves também não gostou da MP, mas por razões que divergem das do PT.
Segundo a coluna do Ilimar Franco (O Globo) nesta sexta-feira (24), o PT é contra o programa e pretende alterar a MP porque não concorda com a perda salarial. O senador Paulo Paim fez emenda “para que as empresas assumam o pagamento dos 15% que o governo não vai bancar.”
Já o PSDB acha que “trinta é pouco” e também quer alterar a MP. “Seu presidente, Aécio Neves, propõe que essa redução possa ser de até 50% da mão de obra. As empresas poderiam também reduzir em até 50% os salários dos trabalhadores.”
A MP foi assinada por Dilma com o objetivo de proteger os postos de trabalho em meio à crise, e já tem força de lei, mas ainda precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional. A medida prevê que a União complemente metade da perda salarial por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador. O programa valerá até o dia 31 de dezembro de 2016, e o período de adesão das empresas vai até o fim deste ano.
Para definir quais setores e empresas estarão aptos a participar do Programa de Proteção ao Emprego, o governo também criou um grupo interministerial que vai divulgar informações sobre os critérios, com base em indicadores econômicos e financeiros.
Para que as empresas possam implementar o programa, os trabalhadores terão que aceitar a proposta por meio de acordo coletivo firmado entre a categoria e as entidades patronais. A companhia não poderá demitir funcionários enquanto participar do projeto.
Fábio de Oliveira Ribeiro
24 de julho de 2015 5:48 pmAécio já devolveu 50% dos
O primeiro e mais importante princípio da liderança é dar o exemplo.
Aécio já devolveu aos cofres públicos 50% dos salários que recebeu do Estado nas duas últimas décadas?
Quando ele fizer isto ele terá mais credibilidade e o Estado poderá pagar mais alguns benefícios sociais.
gabi_lisboa
24 de julho de 2015 5:59 pmPor que reduzir só em 50%?
Vamos fazer assim: a gente trabalha só para pagar imposto e garantir a vida de luxo dos nossos bem-intencionados políticos, tá bom aécio? E, como já foi sugerido aqui, o Aécio poderia começar e dar o exemplo reduzindo seu salário, caixa 2, propinas e mesadas provenientes de furnas e afins.
Cunha
24 de julho de 2015 6:01 pmSó no Brasil um panaca como o
Só no Brasil um panaca como o Aécio teria chegado onde chegou.
João de Paiva
24 de julho de 2015 6:09 pmFaço minhas as palavras do
Faço minhas as palavras do Fábio de Oliveira Ribeiro. Se recebesse por produtividade Aécio seria obrigado a devolver mais do que os 50% que pretende retirar daqueles que trabalham. A propósito: ele quer tirar 50% do trabalhador, coisa que ele NUNCA foi; assim fazendo garante a mamata para vagabundos e bon vivants como ele.
Alexandre VI
24 de julho de 2015 6:20 pmMuito coerente
Se o PT está promovendo o arrocho, iria ser o PSDB que ia ter peninha?
naldo
24 de julho de 2015 6:34 pmRealmente são “jenios”, pra
Realmente são “jenios”, pra quem ganha 35 mil como ele e nem depende desse salario deve ser facil falar uma besteira descomunal dessas, mas digamos que o cidadão ganhe mil reais, vai ter que passar a conviver com menos de 500 assim que descontado o inss? E as contas do trabalhador virão pela metade? O aluguel? A conta de luz? de Agua? O transporte? Há tres anos comecei uma faculdade a mensalidade era 760 já está em 940,00, o convenio medico em 280 hoje está em 430, a luz era 80 hoje vem 220, a inflação só não existe na cabeça dessa turma e da presidente, e ainda esse politico quer que o trabalhador viva com metade do salario?
Gilson.Raslan
24 de julho de 2015 6:40 pmSe é para ferrar o
Se é para ferrar o trabalhador, aí está o PSDB capitaneado por seu presidente Aócio Never.
Caetano.
24 de julho de 2015 6:44 pmUé, se a jornada for reduzida
Ué, se a jornada for reduzida em 30%, o salário também deveria ser reduzido na mesma proporção, nada mais lógico. Estão propondo reduzir o salário apenas em 15% e ainda tem gente reclamando? Talvez prefiram perder o emprego de vez…
Weser
24 de julho de 2015 9:24 pmCinismo util
Com um pequeno pitaco o PSDB tenta fazer crer que o PPE seria parte de sua cartilha neoliberaloide.
Luciano GM
24 de julho de 2015 9:56 pmAécim não tomou tarja preta hoje.
Sabem de nada. Mal assessorados esses políticos.
Pior é que alguns deles se acham capazes de serem presidentes.
É so dar uma olhada na CLT:
“Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a vinte e cinco horas semanais.
§ 1o O salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral.
§ 2o Para os atuais empregados, a adoção do regime de tempo parcial será feita mediante opção manifestada perante a empresa, na forma prevista em instrumento decorrente de negociação coletiva.”
Isso é do tempo de FHC, uma MP de 2001 que alterou a CLT.
Já existe a modalidade de contrato de emprego especial a tempo parcial.
Limite máximo de horas semanais de 25 horas (56% da jornada semanal), com a possibilidade de redução de pagamento de salários proporcionais às horas trabalhadas. Bastaria ter negociação coletiva e adesão do trabalhador ao programa. Isso na lei antiga.
O que o Governo quer é permitir uma redução para 70% da jornada semanal mas com garnatia de emprego.
O interessante desta lei é a proibição de demitir trabalhadores para as empresas que aderirem.
altamirano
24 de julho de 2015 10:57 pmsomente uma pessoa desprovida
somente uma pessoa desprovida de bom senso pode imaginar que um político, que nem governando está, iria propor uma medida mais dura que a medida proposta pela presidente…
Felipe Souza
25 de julho de 2015 1:40 amTaí mais uma daquelas
Taí mais uma daquelas realidades que capturam ou copiam a fábula.
Se já não bastasse o executivo querer empurrar goela baixo uma medida tão estapafúrdia e matreira como essa, eis que vem o paladino da justiça, o herói das varandas gourmet, completar o trabalho.
Segundo a mídia técnica, o governo é “socialista” e a oposição é “social democracia”…
Por aqui, a emenda sai pior que o soneto…e é toda hora!
É pra chorar…
Monier.,.,.,.,
25 de julho de 2015 4:02 amA diferença entre PT e PSDB
A diferença entre PT e PSDB está em 35%, portanto. Um bom estatístico pode calcular o desvio-padrão, considerando os princípios e estatutos de cada um desses partidos?
Já em relação aos servidores públicos do Judiciário federal, a conta que publicaram é:
– FHC neoliberal: 8 anos e 2 PCS*.
Lula-Dilma “trabalhista”: 16 anos e 01 (um!) PCS.
Tá melhor votar em fascista do quem em trabalhista, do ponto de vista do Arrocho.
* Plano de Carreiras e Salários. Os servidores tem direito a revisão anual, nos termos da CF e das leis regulamentadoras que já existem e são desrespeitadas.
Ainda vou me dedicar a compilar as manifestações da nossa cara CUT chapa branca pelega sobre o respeito à data-base das diversas categorias que ela representou nesse período.
Paulo F.
25 de julho de 2015 3:10 pmChama o analista de Bagé.
Esta MP é suicidio político.
E o PT esta certo em recusa-la, pois se não o fizer pode pedir o chapeu fechar as portas.
Alo Dilma lembre-se de quem a colocou no Palácio da Alvorada! E que és apenas inquilina!
Paulo F.
25 de julho de 2015 3:11 pmChama o analista de Bagé.
Esta MP é suicidio político.
E o PT esta certo em recusa-la, pois se não o fizer pode pedir o chapeu fechar as portas.
Alo Dilma lembre-se de quem a colocou no Palácio da Alvorada! E que és apenas inquilina!
Chuck
26 de julho de 2015 12:44 amDeixa como está. A empresa em
Deixa como está. A empresa em crise, demite, o cara fica no seguro desemprego 5 meses com o governo pagando 1.400,00 de seguro desemprego, a empresa fechada, e o governo sem arrecadar nada!
Carolina Santos
1 de agosto de 2015 12:28 pmPegar é mole, quero ver devolver.
Faço minhas as palavras do Fábio de Oliveira Ribeiro.
Disse tudo!
Nem preciso dizer mais nada! #.#