Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Maria Carvalho
16 de maio de 2015 4:29 amDenotação x Conotação
Notícia colhida do Google
https://news.google.com.br/nwshp?hl=pt-BR&tab=wn&ei=yLFWVezFGsLIsQTDpCgCw&ved=0CAUQqS4oBQ
Petrobrás “apresenta lucro” no 1º trimestre “após alta do combustível” (grifos meus)
Nos três primeiros meses do ano (?), a Petrobras teve lucro líquido de mais de R$ 5 bilhões, 1% a menos em relação ao mesmo período do ano passado. Flávia Jannuzzi Rio de Janeiro, RJ. Facebook · Twitter · Google+ · Pinterest. O aumento dos preços … (grifos meus)
– de que ano?
– “porém, é menor” do que a empresa teve no ano passado a qual, naquele momento, não se encontrava sob o “bombardeio” negativo da mídia…
Lembrei do post:
Ô, raça!, por Madrasta do Texto Ruim
https://jornalggn.com.br/luisnassif/
Maria Carvalho
16 de maio de 2015 4:35 amO PMDB nunca quis ser protagonista
da história política do país, agora “quer sair do submundo” onde sempre viveu.
http://primeiraedicao.com.br/noticia/2015/05/15/pmdb-quer-presidencia-em-2018-e-ja-discute-plataforma
Webster Franklin
16 de maio de 2015 6:11 amÉ um desrespeito alguém imaginar que pode me agredir em público
Do DCM
Padilha: “É um desrespeito alguém imaginar que pode me agredir em público e fazer uso dessa imagem”
CompartilharPostado em 15 mai 2015
por : Diario do Centro do Mundo
Padilha
Por Alexandre Padilha, em seu Facebook.
Toda vez que uma pessoa que nitidamente nunca passou pela dificuldade de não ter médico no seu bairro, comunidade ou família faz um gesto de ódio ao #MaisMédicos, fico mais orgulhoso do programa que criei e implantei e de toda luta contra a intolerância, arrogância e descompromisso com os que mais precisam que empreendi quando Ministro da Saúde do Brasil.
Hoje os jornais estamparam mais uma vitória do Mais Médicos. A nova etapa mobilizou apenas médicos brasileiros. Atingimos o universo de mais de 18mil médicos, atendendo mais de 63 milhões de brasileiros que não tinham médico. Isso foi possível por dois motivos. Diferente do desejo de alguns, dos cerca de 14 mil médicos recrutados a partir de 2013 a desistência foi ínfima até 2015. O segundo motivo é que o programa criado pela minha gestão no Ministério da Saúde em 2011 (PROVAB), que garante pontos para o concurso de residência (especialidade) para médicos brasileiros que atendem nas periferias revelou-se um sucesso e, agora, os inscritos em 2015 foram incorporados ao Mais Médicos.
Em junho de 2013, o governo brasileiro iniciou uma longa batalha para aprovar a implantar o programa Mais Médicos. Seu objetivo: levar à saúde para mais perto daqueles que, por não terem plano de saúde, por não poderem pagar por uma consulta particular, não tinham direito ao cuidado e ao acolhimento que só o atendimento médico pode oferecer em um momento de tanta fragilidade como o da dor, o da doença.
Na ânsia de afrontar os que mais precisam, a democracia é desrespeitada. A democracia deve ser exercida para a liberdade. Somos um país democrático também em suas ideias, em seus anseios. O respaldo do Mais Médicos não é dado por mim. É dado pelos brasileiros e brasileiras atendidos pelo programa, que antes ansiavam pela presença de um médico, e por mais de 80% de toda população brasileira.
O último ato de agressão foi inusitado. Hoje fui convidado para um almoço em um restaurante no Itaim Bibi (bairro de classe média alta paulistano) com amigos de infância. São pessoas com quem convivo há mais de 30 anos. Uma amizade que sobrevive a tudo: distâncias e diferenças futebolísticas e políticas. Os respeito, convivo, divirto-me com eles tanto como com as outras amizades, que conquistei ao longo da minha vida profissional em comunidades da periferia e da Amazônia brasileira e na militância política.
Talvez para a repugnância de alguns e dos detratores da intolerância, sim, tenho amigos da elite econômica paulistana e outros tantos tucanos, neoliberais e neoconservadores. Parte disso, pois minha família com muito esforço me garantiu a oportunidade de convivermos mesmas escolas e estudar na USP e na Unicamp. Divergimos em opções de vida, profissionais e na política, mas essas amizades sobrevivem apesar do clima de agressão, desrespeito, ódio e intolerância que alguns buscam aquecer no país e na nossa cidade.
Tudo ocorria normalmente quando de súbito um senhor que já se retirava começou a fazer um discurso, sendo filmado em vídeo pelo seu colega de mesa. Embora tenha buscado chamar a atenção do salão, talvez imaginando que seria solenemente aplaudido, foi absolutamente ignorado pelas dezenas de pessoas durante o seu ato de agressão. Apenas seu colega de mesa o aplaudiu. Após sua retirada, os garçons, as pessoas de outras mesas e o proprietário do estabelecimento prestaram solidariedade a mim. Meus amigos, que divergem das minhas posições políticas, ficaram indignados e certamente terão posições de maior rechaço a qualquer postura de intolerância, falta de educação e agressividade que alguns oposicionistas do Mais Médicos ainda alimentam pelo país. Paradoxalmente, episódios como esse são capazes de despertar cada vez mais as pessoas para que a democracia possa conviver com a diversidade e a diferença.
Já é um desrespeito aos meus direitos individuais alguém imaginar que pode me agredir em público e fazer uso dessa imagem. É um desrespeito ainda maior quando isso envolve direitos individuais dos meus amigos, que ao contrário do que pode-se pensar, não possuem nenhuma vinculação partidária nem política comigo.
Essas agressões não me abalam. Enfrentei alguns colegas de profissão para defender o Mais Médicos. Pelas pessoas beneficiadas pelo programa, venci preconceitos e mentiras. Não é qualquer coisa que me deixa perder o rumo e o foco. Muito menos me faz levantar de uma mesa repleta de amigos. Tão pouco me impressionaria com um agressor e um aplauso solitários de quem não encara um debate democrático e prefere a agressão e a fuga.
No ano passado, percorri todas as regiões do Estado de São Paulo – o que possui a maior elite econômica, o mais rico do país e o que mais pediu por profissionais do Mais Médicos desde a primeira fase até hoje -. Não foram poucos os depoimentos de agradecimento pelo programa. Ter a certeza que o Mais Médicos mudou a vida de milhões de brasileiros é a confirmação de que estamos melhorando a vida das pessoas, principalmente das que mais precisam, cada vez mais. Ainda precisamos fazer muito para melhorar a saúde do país. O Mais Médicos é apenas o primeiro e corajoso passo, dado enquanto fui ministro da Saúde pela presidenta Dilma, para que a saúde brasileira seja universal.
Posso deixar alguns frustrados, mas saibam que agressões como essa não me inibem, não reduzem meu convívio com amigos, sobretudo os não petistas, nem farão com que eu deixe de frequentar qualquer lugar. Sou feliz por ter amigos no Itaim Bibi e no Itaim Paulista e gosto muito de cultivá-los. Tenho muito orgulho de ter criado o Mais Médicos e, como disse, já enfrentei muito mais do que agressor solitário para implantá-lo.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/padilha-e-um-desrespeito-alguem-imaginar-que-pode-me-agredir-em-publico-e-fazer-uso-dessa-imagem/
Webster Franklin
16 de maio de 2015 7:54 amEu te escuto, você me escuta. A PF do PR e a tragicomédia dos gr
Tijolaço
Eu te escuto, você me escuta. A PF do Paraná e a tragicomédia dos grampos
15 de maio de 2015 | 19:03 Autor: Fernando Brito
Os grandes sites deram a notícia sem detalhes, apenas de que tinha sido encontrado um “aparelho de escuta” prédio da superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.
Ponto, mais nada.
Só o repórter Diego Ribeiro, do paranaense Gazeta do Povo, foi um pouco além. E vejam que pérolas que grifei:
“Um grupo de policiais federais descobriu um grampo ilegal dentro da sede da PF em Curitiba. A descoberta foi feita por acaso, enquanto os policias conversavam no cafezinho da PF sobre outra escuta ilegal descoberta na carceragem do ano passado.
O grampo a que eles se referiam foi descoberto na cela de Alberto Youssef. Na semana passada, um agente da PF admitiu que foi ele quem colocou a escuta. E disse que o fez a mando de três delegados que participam da Operação Lava Jato.
Na conversa informal, no cafezinho, os policiais se tocaram de que sempre os agente usam aquele lugar para conversar. E pensaram se não poderia ter alguém ouvindo aquilo ilegalmente. Começaram a procurar e acharam em seguida. A escuta estava em uma caixa de lâmpada de emergência.
Imediatamente, os policiais fizeram o registro da descoberta. Nos depoimentos que prestaram, consta que foi descoberto um aparelho “envolto em fita adesiva”, “aparentemente para captação de sinais sonoros” e “aparentando ter microfones nas pontas”. Curiosamente, um adesivo indicava o número “6”.
A história fica entre a comédia e a tragédia.
Quem entraria na sede da Polícia Federal para colocar um “grampo”? O Ed Mort, do Veríssimo? O detetive de infidelidade conjugal? Os repórteres-grampeadores da Veja?
A escuta na cela de Youssef era para escutar ele falando com as paredes? Ou para saber se ele falava dormindo?
Este policial foi preso? Os delegados que teriam mandado fazer a escuta estão afastados e respondendo a inquérito?
E os agentes, assim, casualmente, enquanto comentam o jogo do Barcelona no cafezinho, têm um estalo de Vieira e saem metendo a chave de fenda nas luminárias, com o “palpite” de que ouviam suas conversas amenas no lanche?
As imundícies da Lava-Jato não se resume, todos estão vendo, aos corruptos. Quando a sede da Polícia Federal vira palco de bandidagem desta natureza e a imprensa se cala está claro que lá, entre as araucárias, está implantado o vale-tudo.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=26765
Peroba
16 de maio de 2015 7:59 amPetrobras desmoraliza as urubólogas da Globo
Publicado em 15/05/2015 no Conversa Afiada
Balanço da Petrobras
é es-pe-ta-cu-lar
Resultado operacional é 50% maior
Matéria Completa: http://www.conversaafiada.com.br/economia/2015/05/15/balanco-da-petrobras-e-es-pe-ta-cu-lar/
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A Petrobras divulgou o balanço do primeiro trimestre do ano.
O Ebitda aumentou 50%, ou seja, o resultado operacional da empresa, que é o que interessa, foi es-pe-ta-cu-lar.
O resultado operacional se explica:
– Aumento da produção de petroleo;
– Aumento da produção do pré-sal, cuja produtividade é espetacular;
– Aumento das margens na venda de combustíveis com a liberação dos preços.
O lucro de R$ 5,3 bilhões é o dobro do que se esperava.
O Bendine já tinha livrado a Petrobras das garras do Moro e das garras da Globo.
Agora, é céu de brigadeiro e pau no PiG!
Em tempo: no “after market”, na Bolsa de NY, as ADRs da Petrobras subiram 4%.
As ADRs são aquelas ações que o FHC vendeu a preço de Vale, para tentar privatizar a Petrobras.
Quer dizer que ninguém vendeu as ações da Petrobras que comprou.
A essa altura, só quem vendeu ação da Petrobras deve ter sido a Urubóloga.
Paulo Henrique Amorim
Gilberto Cruvinel
16 de maio de 2015 1:41 pmOs apátridas da língua que nos governam
Entre as reações absolutamente destemperadas ao Acordo Ortográfico em Portugal, cuja vigência começou esta semana, o Jornal Público é um dos órgãos que declarou que não seguirá a nova norma. Os argumentos de José Pacheco Pereira chegam ao extremo de falar em perda da conexão do português com o latim, com o mundo romano, com o mundo grego. E que as palavras não têm apenas som, mas também imagem e, refinamento da destemperança, é esta imagem que mantém os portugueses atados ao mundo clássico. Em que mundo vive este senhor?
OPINIÃO
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Os apátridas da língua que nos governam
JOSÉ PACHECO PEREIRA
Público – 16/05/2015
Uma geração de apátridas da língua, todos muito destros em declamar que a “a nossa pátria é a língua portuguesa”, minimizam a nossa identidade e a nossa liberdade. É como se estivéssemos condenados a escrever como se urrássemos em vez de falar.
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À memória do Vasco Graça Moura
Não sei se são válidos ou não os argumentos jurídicos que discutem a data da aplicação efectiva do Acordo Ortográfico [AO], se nestes dias, ou em 2016. Isso não me interessa em particular, a não ser para registar a pressa suspeita em o aplicar contra tudo e contra todos. Mas uma coisa eu sei ao certo: é que o desprezo concreto do bem que ele pretende regular, a língua portuguesa, é evidente nessa mistura sinistra de inércia, indiferença e imposição burocrática com que se pretende obrigar os portugueses a escrever de uma forma cada vez mais abastardada.
Na sua intenção original, o Acordo pretendia ser um acto de política externa, uma forma de manter algum controlo sobre o português escrito pelo mundo todo, como forma de garantir uma réstia de influência portuguesa num conjunto de países que, cada vez mais, se afastam da centralidade portuguesa, em particular o Brasil. Se é um “acordo” é suposto que seja com alguém. No entanto, desse ponto de vista, o AO é um grande falhanço diplomático, visto que está neste momento em vigor apenas em Portugal, com promessas do Brasil e Cabo Verde, esquecimento em Moçambique, Guiné Bissau, S. Tomé e Timor-Leste, e recusa activa em Angola. Nalguns casos há protelamentos sucessivos, implementações adiadas e uma geral indiferença e má vontade. Para além disso, nenhuma implementação do AO, vagamente parecida com a pressão burocrática que tem sido feita em Portugal, existe em nenhum país, a começar por aquele que parecia ser o seu principal beneficiado, o Brasil. Ratificado ele foi, aplicado, não.
Mas com o mal ou a sorte (mais a sorte que o mal) dos outros podemos nós bem, mas ele revela o absurdo do zelo português num AO falhado e que nos isolará ainda mais. Onde os estragos serão mais significativos é em Portugal, para os portugueses, e para a sua língua. É que o Acordo Ortográfico não é matéria científica de linguistas nem, do meu ponto de vista, deve ser discutido nessa base, porque se trata de um acto cultural que não é técnico, e como acto cultural em que o Estado participa, é um acto político e as suas consequências são identitárias. Não me parece aliás que colha o historicismo habitual, como o daqueles que lembram que farmácia já se escreveu “pharmácia”, porque as circunstâncias políticas e nacionais da actualidade estão muito longe de ser comparáveis com as dos Acordos anteriores.
É um problema da nossa identidade como portugueses que está em causa, na forma como nos reconhecemos na nossa língua, na sua vida, na sua história e na sua proximidade das fontes vivas de onde nasceu: o latim. Não é irrelevante para o português e a sua pujança, a sua capacidade de manter laços com a sua origem no latim e assim comunicar com toda a riqueza do mundo romano e, por essa via, com o grego, ou seja, o mundo clássico onde nasceu a nossa cultura ocidental. Esta comunicação entre uma língua e a cultura que transporta é posta em causa quando a engenharia burocrática da língua a afasta da sua marca de origem, mesmo que essas marcas sejam “mudas” na fala, mas estão visíveis nas palavras. As palavras têm imagem e não apenas som, são vistas por nós e pela nossa cabeça, e essa imagem “antiga” puxa culturalmente para cima e não para baixo.
O AO é mais um passo no ataque generalizado que se faz hoje contra as humanidades, contra o saber clássico e dos clássicos, contra o melhor das nossas tradições. Não é por caso que ele colhe em políticos modernaços e ignorantes, neste e nos governos anteriores, que naturalmente são indiferentes a esse património que eles consideram caduco, ultrapassado e dispensável. Chegado aqui recordo-me sempre do “jovem” do Impulso Jovem aos saltos em cima do palco a dizer “ó meu isso não serve para nada”, sendo que o “isso” era a história. Esta é a gente do AO, e, como de costume, encontram sempre sábios professores ao seu lado, os mesmos que vêem as suas universidades a serem cortadas, em nome da “empregabilidade”, da investigação nas humanidades e em sectores como a física teórica e a matemática pura, teorias sem interesse para os negócios. “Ó meu, isso não interessa para nada!”.