Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Jorge Rebolla
9 de maio de 2015 3:12 am9 de maio
[video:https://www.youtube.com/watch?v=jMx6FukVgnY%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=vZG6hF833SA%5D
Jair Fonseca
9 de maio de 2015 4:12 amLaiblues
Laibach, um dos melhores grupos musicais dos anos 80/90, e ainda na ativa, acaba de lançar novo álbum. Como em toda sua carreira, o grupo esloveno lança uma versão musical, para acabar com todas as versões: “Veja se minha sepultura é mantida limpa”, clássico dos blues, de Blind Lemon Jefferson. Mesmo com sua obsessão em lidar com o fim da Iugoslávia, ou por isso mesmo, o Laibach é sempre universal em seu mistério. O vídeo, abaixo, é excelente. Segue também a canção original.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=SKbcbxaD-Co%5D
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Odonir Oliveira
9 de maio de 2015 10:45 amA Paz
Hoje faz uma ano que meu sobrinho de 26 anos foi brutalmente morto em assalto no Méier, RJ.
TRIBUTO A SANDRO R. D. DE OLIVEIRA
Era um garotinho gordinho, de olhos acanhados e voz assustada, quase de língua presa.
Respirava ofegante, adenoides, certa ansiedade de afeto e atenção na opacidade da convivência. Cirurgia. Correção.
Carência de figuras emblematicamente masculinas.
Adoração por figuras emblematicamente masculinas.
Numa trincheira compartilhada por primos, avós, tias e amigos. Da vontade de crescer e voar, nasceu o culto ao corpo e ao espírito, tudo junto, como se tempo pouco ainda lhe restasse para unir as partes.
De gordinho que era passou a se exercitar, à academia, à dieta, à nutricionista e ao AMOR.
Conheceu seu único AMOR, aqui a mim revelado no café, na conversa da cozinha, dois meses antes. A primeira amada, a perda da amada. O conselho de quantas e quantas amadas ainda haveria de tê-las ali naquela tela de celular também. Uma dor no tom da voz, na comparação com o outro por quem fora substituído, a falta de entendimento, a dificuldade de aceitar os porquês. A vontade de sorrir de novo.
O espiritual, ora era tornado tão robusto quanto o corpo, estava repleto de todos os fundamentos kardecistas possíveis. “Tia, perdi o livro que eu estava lendo; não estou achando; deixa tia, vai ser útil pra quem o achar, deixa”. Trabalhos em grupos espíritas de solidariedade, compaixão quase budista.
Sem álcool, sem fumo, sem drogas. Agora sem glúten, sem açúcar, com proteínas e aminoácidos regrados pela nutricionista.
Vida nova. 26 anos.
A camiseta de Super Homem, numa alegoria do filho que rigorosamente se tornava agora , ao contrário do que a natureza previa, pai do pai. Um acordo de cooperação naquele momento imprescindível para tornar o pai pai de verdade.
E assim, companheiros, parceiros, brothers estavam, pelas primeiras vezes, fazendo caminhadas juntos, debochando um do outro juntos, rivalizando competências físicas; o pai, que sempre jogara futebol, saboreara praia etc. etc. agora … tudo compartilhado na salvação dos corpos de ambos, nas almas de ambos. A viagem ao exterior juntos, os jogos do Botafogo juntos, os shows de rock juntos. Uma revolução nos espelhos virados ao contrário. Ou não.
Fazendo planos: “voltar aqui; comprar um terreno aqui, construir uma casa aqui; viajar com meu pai; passar no concurso; pegar meu diploma que ainda não liberaram; ir a Londres com meu pai, ajudar meu pai a ficar inteiro a se manter inteiro; trazer minha mãe aqui…” 26 anos.
Carnaval aqui na praça, seguindo juntos com o bloco Recordar e Viver, a fonte, tudo, tudo fotografado em selfies, eternizado no Face, no Instagram, tudo certificado, comentado, compartilhado. 26 anos.
As fotos do churrasco enviadas pra tia com carinho depois.
O assalto.
A correntinha.
O celular.
O tiro.
“Mas eu não reagi, eu não reagi”, nos braços do anjo da professora que o acudira ao sair para ir trabalhar.
A morte.
Não deu tempo de fazer o que pretendera tanto.
Ou será que deu?
O jardim que fiz pra Sandro está mais no meu coração mais do que nas flores que enfeitam a placa com seu nome hoje.
Aquele garotinho gordinho !!!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=q6fokAoaBW4%5D
Anna Dutra
9 de maio de 2015 12:44 pmConexões
Querida Odonir,
A sintonia e a vibração das notas e acordes de cada ser os mantém conectados.
O que o Amor uniu, nada pode separar.
Fica em Paz!
[video:https://youtu.be/DbmNfvolyEU%5D
http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4209&stat=0
Odonir Oliveira
9 de maio de 2015 12:54 pmSandro adoraria, Anna
Obrigada por sua sintonia finíssima, querida.
Afonso Braga
9 de maio de 2015 1:39 pmGaleazzo Frudua – decompondo vocais
Conheçam o Galeazzo Frudua, depois que o descobri, tive que reescutar as músicas, especialmente os vocais que parecem simples, mas bem complexos do Beatles, vejam com atenção a decomposição dos vocais
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Ll1fAC6rEek%5D
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