10 de junho de 2026

Duas barragens rompem em Rondônia e deixam 100 famílias isoladas

As estruturas pertencem à Metalmig que alega que estavam inativas e os rejeitos não são tóxicos; Ministério Público de Rondônia abre inquérito para apurar os motivos e responsáveis pelos acidentes.

Jornal GGN – Duas barragens se romperam na sexta-feira (29), a pouco mais de 350 quilômetros de Porto Velho (Rondônia), no distrito de Oriente Novo, zona Rural de Ariquemes. As informações preliminares são de que uma tromba d’água atingiu uma das estruturas iniciando a série de rompimentos.

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Nenhuma morte foi confirmada. Por outro lado, e segundo a Polícia Ambiental de Rondônia, pelo menos 100 famílias ficaram isoladas, isso porque sete pontes caíram ou foram comprometidas pela água, areia e argilas das barragens rompidas.

“É importante ressaltar que o local atingido pela tromba d’água apresenta no seu entorno atividades de piscicultura e mineração de cassiterita, sendo necessária a presença da equipe técnica para identificar qual o tipo de barramento sofreu a ruptura”, escreveu o jornal de notícias local PortalP1 com base nas informações da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam). A entidade irá avaliar nos próximos dias o impacto do acidente nas atividades de piscicultura e mineração de cassiterita são desempenhadas na região.

O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) abriu um inquérito para apurar os motivos e responsáveis pelo rompimento das barragens.

O órgão informou à imprensa que agentes do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e das polícias Militar e Ambiental estiveram no local para avaliar os danos causados na região.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) foi notificada para fornecer os relatórios mais recentes do estado de segurança das barragens que se romperam. Além disso, o Ministério Público vai avaliar se as licenças ambientais e de operação estavam válidas.

A mineradora Metalmig, responsável pelas barragens, informou que as estruturas que se romperam estavam inativas e não têm relação com as barragens ativas e, ainda, que o material despejado na região não apresentava metais tóxicos.

*Com informações da Agência Brasil

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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1 Comentário
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  1. maria

    1 de abril de 2019 7:08 am

    E aí meu povo pobre e trabalhador, quero ver quem paga para o Brasil estar assim….isto é o resultado da direita capitalista…….o povo cria as riquezas para as Elites usufuírem,……. tiram os direitos do tralhador miserável,….corta-se os impostos das empresas e voce é quem pagará o Pato,……. e ainda para protegê-las tiram voce e sua família de sua humilde casa…… até que sua morte os separe

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