Marcelo Bretas, o juiz que é honesto por temor, e não por amor, diz que as trocas mensagens trocadas por juiz e promotores e publicadas pelo Intercept for forjadas. Enquanto Isso, os próprios autores das mensagens reclamam de descontextualização.
Antes da eleição, Moro já sabia que ia ser Ministro
Greenwald enterra o que sobrou do Conge
Publicado em 10/06/2019 no Conversa Afiada
O jornalista norte-americano Glenn Greenwald afirmou que, em mensagens ainda não publicadas, o então juiz federal Sergio Moro relatou convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça, do qual Moro hoje é titular, antes mesmo de vencer a eleição.
Greenwald é um dos autores das reportagens do site The Intercept Brasil que divulgaram conversas de integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Paraná em um aplicativo de mensagens. Ele diz que ainda há mais conteúdo a ser divulgado.
“Temos conversas que ainda não reportamos sobre Moro estar pensando [antes da eleição] na possibilidade de aceitar uma oferta do Bolsonaro, caso ele ganhasse. Isso foi antes da eleição, acho que depois do primeiro turno”, afirmou Greenwald ao UOL, sem no entanto revelar a identidade do interlocutor de Moro.
No ano passado, ao aceitar o convite de Bolsonaro, em novembro, Moro disse que havia sido sondado por Paulo Guedes, agora ministro da Economia, em 23 de outubro –cinco dias antes do segundo turno.
Polêmica
O convite a Moro provocou divergências entre integrantes da Lava Jato em Curitiba. De acordo com o jornalista, mensagens no grupo dos procuradores mostra que alguns membros alertaram sobre as consequências negativas que a ida do ex-juiz para o Executivo poderia causar.
“E tem pessoas dentro da força-tarefa da Lava Jato, outros procuradores, falando que isso iria destruir a reputação da Lava Jato, porque iria criar uma percepção de que o tempo todo não foi uma apuração contra a corrupção, nem uma apuração do Judiciário. Mas uma apuração política para impedir a esquerda e empoderar a direita”, relata o jornalista.
Em 1º de outubro, a seis dias do primeiro turno, Moro tornou público um anexo da delação premiada de Antonio Palloci, homem forte dos governos de Lula e de Dilma Rousseff, com denúncias contra os governos petistas.
Em documento enviado ao CNJ, Moro negou ter agido para influir na disputa eleitoral.
“Todo mundo sabe que [Moro] fez isso para impedir o adversário principal do presidente de concorrer, e isso o ajudou a ganhar a eleição”, completou Greenwald.
Convém restabelecer a cronologia da manipulação da Vaza Jato para interferir na eleição:
– Pulhocci delata em 1/X;
– 1º turno em 7/X;
– Bolsonaro convida o Conge para ministro da Justissa;
ENQUANTO ISSO, A GLOBO, QUE APOIOU A DESTRUIÇÃO DO BRASIL, diz que a denúncia do Intercept não vai ser aceita pela justissa (assim mesmo) porque as gravações foram feitas sem autorização judicial. Vai ser engraçado a gente ver/ouvir um bocado de diálogos cabeludos entre Moro e o Urinol (Dallagnol poderia ser uma marca de urinol) e o restante dos procuradores da LJ, e o Bonner martelando do JN: “isso não vale nada, isso não vale nada!”
É como diria o Olavo de Carvalho: isso é uma grande putaria!
Não é, FHC?
Quem diria, até o Estadão defende que Moro renuncie e que Dallagnol se afaste do MPF até que tudo seja esclarecido e contextualizado.
Não saia, Moro, fique mais um bocadinho. Atrapalhe a agenda da Reforma da Previdência. Da mesma forma, eu não queria que o possível Estuprador e agressor Neymala tivesse se contundido.
ESTADÃO ABANDONA MORO E DEFENDE, EM EDITORIAL, SUA RENÚNCIA IMEDIATA
Lula Marques/Agência PT
“Não foram poucas as vezes em que as suspeitas levantadas pela Lava Jato custaram o cargo a ministros de Estado, incapazes de se explicar. Se Sergio Moro continuar a dizer que é normal o que evidentemente não é, sua permanência no governo vai se tornar insustentável. Fariam bem o ministro e os procuradores envolvidos nesse escândalo, o primeiro, se renunciasse e, os outros, se se afastassem da força-tarefa, até que tudo se elucidasse”, diz o jornal Estado de S. Paulo, que foi uma das principais correias de transmissão da Lava Jato nos últimos anos
Se eu fosse amigo do Greenwald, eu iria pedir duas coisas a ele:
Uma: que tenha cuidado com sua vida.
Duas: que libere as podridões do Moro e do Dallagnol a conta-gotas, para não saturar a sociedade. Quando eles tiverem se restabelecendo, divulga mais alguma podridão.
Beware, Greenwald!
“PARA LER DE MANHÃ E À NOITE
Aquele que amo
Disse-me
Que precisa de mim.
Por isso
Cuido de mim
Olho meu caminho
E receio ser morto
Por uma só gota de chuva”
Marcio Sotelo, Patrick Mariano e Giane Álvares: A conspiração criminosa que destruiu o Estado de Direito no Brasil
11/06/2019 – 08h42
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A conspiração que destruiu o Estado de Direito no Brasil
por Marcio Sotelo Felippe, Patrick Mariano e Giane Álvares*, na Cult
A matéria publicada pelo The Intercept traz elementos suficientes para, em tese, fundamentar a convicção de que procuradores da Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro teriam praticado o crime previsto no artigo 288 do Código Penal, antes denominado de quadrilha ou bando, agora “associação criminosa”: associação de três ou mais pessoas para o fim específico de cometer crimes.
Para a caracterização desse delito não importa se os crimes se consumaram ou se a condenação era tecnicamente possível. Basta a chamada volunta celeris.
Assim, em princípio, aparecem prevaricação, a prática de ato de ofício contra expressa disposição legal, fraude processual, inovar artificiosamente na pendência de processo o estado de lugar, coisa ou pessoa, e abuso de autoridade.
A plena caracterização desses delitos é questão técnica e certamente será alegada pelos supostos responsáveis a doutrina do fruto da árvore contaminada, a possível origem ilícita da prova.
Mas a técnica do Direito Penal não se confunde com ética e política e estes são os aspectos devastadores que emergiram. Não nos interessa o furor punitivo penal que turva neste momento a racionalidade de parte da sociedade.
Importa-nos notar as evidências a respeito de uma associação entre agentes do estado para, no lugar de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os direitos individuais dos investigados e acusados, colocar as instituições – Ministério Público e Justiça – a serviço de interesses políticos.
Articularam-se para manipular dados da investigação contra o ex-presidente Lula e outros acusados. Uniram-se para, mediante artifícios, burlar a evidente ausência probatória e influenciar a sociedade a favor de seus anseios particulares.
Violaram, assim, de modo incontroverso, princípios relativos à imparcialidade do juiz, ao juiz natural, ao devido processo, à ampla defesa e ao contraditório.
Moviam-se os conspiradores para impedir a vitória de Haddad. Receavam que uma entrevista de Lula poderia favorecê-lo. Confabulavam sobre o “timing” da divulgação criminosa dos áudios de Lula e Dilma para interferir no processo político. Receavam a vitória do PT e utilizavam do poder que detinham como agentes públicos para que a direita, ou a extrema-direita, ganhassem as eleições.
Importam, pois, os aspectos políticos que mudaram a História do país.
Um grupo de agentes públicos, utilizando o poder que os cargos lhes conferiam, traindo de forma vergonhosa, abjeta, as obrigações mais elementares a que estavam sujeitos, agiram para interferir ilicitamente no processo político, criar as condições para o impedimento da presidenta que fora legitimamente eleita pelo voto de 54 milhões de cidadãos, condenar e prender um ex-presidente da República que por acaso era o candidato favorito às eleições, à frente em todas as pesquisas, e ao fim e ao cabo, criaram as condições para o caos político e institucional que vivemos.
Em síntese: vimos agora as provas, diretas e irrefutáveis, de uma conspiração que destruiu o Estado de Direito no Brasil. Que fez do regime político em que estamos estado de exceção. Que manipulou a opinião pública para fraudar as eleições. Que, com essa manipulação, criou as condições para que tivéssemos na presidência da República um homem notoriamente despreparado que está destruindo o que podíamos ter de sociedade democrática e transformando o país em selvagem terra de ninguém, um faroeste sem lei e sem regras.
Importante, dizer, no entanto, que já havia provas suficientes deste imoral e ilegal conluio antes mesmo da revelação do já histórico trabalho jornalístico do The Intercept. As autoridades brasileiras preferiram, como se diz em linguagem da internet, “passar o pano”. O mérito das revelações é que isto, agora, é grande demais para as instituições abafarem, o rei está nu.
Disto tudo resultam questões políticas tremendas. A necessidade de imediata demissão de Sergio Moro, sob cujo comando serão efetuadas as investigações. A ilegitimidade do mandato presidencial e de mandatos do Congresso Nacional, eleitos em solares violações da ordem democrática, do turvamento da vontade popular, da manipulação dos grandes órgãos de imprensa, das máfias das poucas “famiglie” que controlam a comunicação no país e direcionam a opinião pública.
Os tresloucados da Lava Jato foram, na verdade, o braço armado, armado de letais, devastadoras canetas, de uma conspiração em que, de um modo ou de outro, grande parte da elite brasileira esteve envolvida.
Nada conseguiriam os rapazes se não houvesse um concerto de vontades, se não houvessem poderosos interesses que deveriam prevalecer a qualquer custo, ao preço da destruição da democracia, ao preço da violação sistemática da Constituição ao ponto de ser transformada em letra morta, ao preço da aniquilação de direitos dos trabalhadores e dos que estão na parte mais baixa da pirâmide social. Eles foram os que fizeram o trabalho sujo, que, usando uma palavra mais elegante, enfiaram a mão na lama.
O que há de sensato e racional nas esferas políticas e institucionais tem que reagir. Não se trata de esquerda ou direita. Trata-se de decência. De retirar o país das garras da delinquência política e da delinquência propriamente dita. O Brasil não pode continuar a ser conduzido pelo fruto de uma escancarada fraude jurídica e política, um governo fruto de uma conspiração, que alcançou o poder graças a uma infame associação criminosa.
Diante desses fatos, a permanência de Lula na prisão, com tudo que se sabe agora, é insustentável. O governo é ilegítimo e a operação lava jato está em ruínas.
Que se coloquem definitivamente na ordem do dia estas duas questões: liberdade para Lula, eleições gerais.
MARCIO SOTELO FELIPPE é advogado e foi procurador-geral do Estado de São Paulo. É mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP
PATRICK MARIANO é advogado criminalista, mestre em direito pela UnB e integrante da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RENAP
GIANE AMBRÓSIO ALVARES é advogada, membro da Rede Nacional de Advogados e Advogadas e mestre em Processo Penal pela PUC-SP
SENSACIONALISTA: MORO PODE TERMINAR CARREIRA EM LAVA JATO DE CARROS
O vazamento da troca de mensagens entre o ex-juiz Sérgio Moro e a força-tarefa da Operação Lava Jato, orientando a acusação contra o ex-presidente Lula e até buscando censurar uma entrevista dele antes da eleição vem causando um tsunami de críticas ao ministro da Justiça.
A OAB já pediu o afastamento do magistrado que pediu exoneração da carreira de juiz – ministros do STF já se manifestaram dizendo que as acusações de atropelo do devido processo legal são incompatíveis com o cargo. Moro perdeu o apoio dos grandes jornais e vem sendo destaque em toda a imprensa.
Sem poder voltar ao antigo emprego, um lava jato em Curitiba já ofereceu uma vaga ao ministro. “Ele passa pano muito bem para o Bolsonaro e para miliciano, deve polir carro muito bem”, disse o dono do estabelecimento.
Toffoli já pode ser chamado de “engavetador supremo da República”?
2ª TURMA DO STF DECIDE ENVIAR AÇÃO QUE PODERIA LIBERTAR LULA PARA O PLENÁRIO
Em sessão da 2ª Turma do STF, o ministro Ricardo Lewandowski, votou pela concessão de um habeas corpus coletivo que poderia libertar o ex-presidente Lula; no entanto, a relatora, ministra Cármen Lúcia, sugeriu que o tema seja apreciado pelo plenário, antes de qualquer efeito
Rui Ribeiro
11 de junho de 2019 3:53 amMarcelo Bretas, o juiz que é honesto por temor, e não por amor, diz que as trocas mensagens trocadas por juiz e promotores e publicadas pelo Intercept for forjadas. Enquanto Isso, os próprios autores das mensagens reclamam de descontextualização.
Marcelo Bretas está botando a barba de molho.
Jackson da Viola
11 de junho de 2019 5:18 amÊitcha diabo, danou-se……deu no nyt………
https://www.nytimes.com/2019/06/10/world/americas/brazil-car-wash-lava-jato.html
ou em español
https://www.nytimes.com/es/2019/06/10/sergio-moro-lava-jato/?
no guardião também
https://www.theguardian.com/world/2019/jun/10/brazil-lula-sergio-moro-judge-collaborated-with-prosecutors
Jackson da Viola
11 de junho de 2019 10:35 amEspero que Moro tenha a grandeza de um ministro de primeiro mundo….
Deu na BBC…..
‘Se acontece na Inglaterra, ministro renuncia’: a visão de observadores no exterior sobre conversas de Moro e Dallagnol
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48589572
João
11 de junho de 2019 7:20 amZONA TOTAL
Antes da eleição, Moro já sabia que ia ser Ministro
Greenwald enterra o que sobrou do Conge
Publicado em 10/06/2019 no Conversa Afiada
O jornalista norte-americano Glenn Greenwald afirmou que, em mensagens ainda não publicadas, o então juiz federal Sergio Moro relatou convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça, do qual Moro hoje é titular, antes mesmo de vencer a eleição.
Greenwald é um dos autores das reportagens do site The Intercept Brasil que divulgaram conversas de integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Paraná em um aplicativo de mensagens. Ele diz que ainda há mais conteúdo a ser divulgado.
“Temos conversas que ainda não reportamos sobre Moro estar pensando [antes da eleição] na possibilidade de aceitar uma oferta do Bolsonaro, caso ele ganhasse. Isso foi antes da eleição, acho que depois do primeiro turno”, afirmou Greenwald ao UOL, sem no entanto revelar a identidade do interlocutor de Moro.
No ano passado, ao aceitar o convite de Bolsonaro, em novembro, Moro disse que havia sido sondado por Paulo Guedes, agora ministro da Economia, em 23 de outubro –cinco dias antes do segundo turno.
Polêmica
O convite a Moro provocou divergências entre integrantes da Lava Jato em Curitiba. De acordo com o jornalista, mensagens no grupo dos procuradores mostra que alguns membros alertaram sobre as consequências negativas que a ida do ex-juiz para o Executivo poderia causar.
“E tem pessoas dentro da força-tarefa da Lava Jato, outros procuradores, falando que isso iria destruir a reputação da Lava Jato, porque iria criar uma percepção de que o tempo todo não foi uma apuração contra a corrupção, nem uma apuração do Judiciário. Mas uma apuração política para impedir a esquerda e empoderar a direita”, relata o jornalista.
Em 1º de outubro, a seis dias do primeiro turno, Moro tornou público um anexo da delação premiada de Antonio Palloci, homem forte dos governos de Lula e de Dilma Rousseff, com denúncias contra os governos petistas.
Em documento enviado ao CNJ, Moro negou ter agido para influir na disputa eleitoral.
“Todo mundo sabe que [Moro] fez isso para impedir o adversário principal do presidente de concorrer, e isso o ajudou a ganhar a eleição”, completou Greenwald.
Convém restabelecer a cronologia da manipulação da Vaza Jato para interferir na eleição:
– Pulhocci delata em 1/X;
– 1º turno em 7/X;
– Bolsonaro convida o Conge para ministro da Justissa;
2º turno: 28/X.
Precisa desenhar?
PHA
https://www.conversaafiada.com.br/politica/antes-da-eleicao-moro-ja-sabia-que-ia-ser-ministro1
ENQUANTO ISSO, A GLOBO, QUE APOIOU A DESTRUIÇÃO DO BRASIL, diz que a denúncia do Intercept não vai ser aceita pela justissa (assim mesmo) porque as gravações foram feitas sem autorização judicial. Vai ser engraçado a gente ver/ouvir um bocado de diálogos cabeludos entre Moro e o Urinol (Dallagnol poderia ser uma marca de urinol) e o restante dos procuradores da LJ, e o Bonner martelando do JN: “isso não vale nada, isso não vale nada!”
É como diria o Olavo de Carvalho: isso é uma grande putaria!
Não é, FHC?
Rui Ribeiro
11 de junho de 2019 7:32 amQuem diria, até o Estadão defende que Moro renuncie e que Dallagnol se afaste do MPF até que tudo seja esclarecido e contextualizado.
Não saia, Moro, fique mais um bocadinho. Atrapalhe a agenda da Reforma da Previdência. Da mesma forma, eu não queria que o possível Estuprador e agressor Neymala tivesse se contundido.
Thiago
11 de junho de 2019 7:33 amESTADÃO ABANDONA MORO E DEFENDE, EM EDITORIAL, SUA RENÚNCIA IMEDIATA
Lula Marques/Agência PT
“Não foram poucas as vezes em que as suspeitas levantadas pela Lava Jato custaram o cargo a ministros de Estado, incapazes de se explicar. Se Sergio Moro continuar a dizer que é normal o que evidentemente não é, sua permanência no governo vai se tornar insustentável. Fariam bem o ministro e os procuradores envolvidos nesse escândalo, o primeiro, se renunciasse e, os outros, se se afastassem da força-tarefa, até que tudo se elucidasse”, diz o jornal Estado de S. Paulo, que foi uma das principais correias de transmissão da Lava Jato nos últimos anos
https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/396283/Estad%C3%A3o-abandona-Moro-e-defende-em-editorial-sua-ren%C3%BAncia-imediata.htm
REFAZENDO A MANCHETE: ESTADÃO ESTÁ DE OLHO NA REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Aureliano
11 de junho de 2019 9:24 amM.O.R.O: PROVA E CONVICÇÃO, POR BEMVINDO SEQUEIRA
https://youtu.be/vC-6TO7grCE
Muito bom!
Rui Ribeiro
11 de junho de 2019 9:28 amSe eu fosse amigo do Greenwald, eu iria pedir duas coisas a ele:
Uma: que tenha cuidado com sua vida.
Duas: que libere as podridões do Moro e do Dallagnol a conta-gotas, para não saturar a sociedade. Quando eles tiverem se restabelecendo, divulga mais alguma podridão.
Beware, Greenwald!
“PARA LER DE MANHÃ E À NOITE
Aquele que amo
Disse-me
Que precisa de mim.
Por isso
Cuido de mim
Olho meu caminho
E receio ser morto
Por uma só gota de chuva”
Brecht
Jackson da Viola
11 de junho de 2019 9:35 amTio rei “pistola”……..: )))
https://youtu.be/aIl2soDT4QU
Anônimo
11 de junho de 2019 9:55 amrecomendo:
https://www.viomundo.com.br/politica/marcio-sotelo-patrick-mariano-e-giane-alvares-a-conspiracao-criminosa-que-destruiu-o-estado-de-direito-no-brasil.html
Marcio Sotelo, Patrick Mariano e Giane Álvares: A conspiração criminosa que destruiu o Estado de Direito no Brasil
11/06/2019 – 08h42
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A conspiração que destruiu o Estado de Direito no Brasil
por Marcio Sotelo Felippe, Patrick Mariano e Giane Álvares*, na Cult
A matéria publicada pelo The Intercept traz elementos suficientes para, em tese, fundamentar a convicção de que procuradores da Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro teriam praticado o crime previsto no artigo 288 do Código Penal, antes denominado de quadrilha ou bando, agora “associação criminosa”: associação de três ou mais pessoas para o fim específico de cometer crimes.
Para a caracterização desse delito não importa se os crimes se consumaram ou se a condenação era tecnicamente possível. Basta a chamada volunta celeris.
Assim, em princípio, aparecem prevaricação, a prática de ato de ofício contra expressa disposição legal, fraude processual, inovar artificiosamente na pendência de processo o estado de lugar, coisa ou pessoa, e abuso de autoridade.
A plena caracterização desses delitos é questão técnica e certamente será alegada pelos supostos responsáveis a doutrina do fruto da árvore contaminada, a possível origem ilícita da prova.
Mas a técnica do Direito Penal não se confunde com ética e política e estes são os aspectos devastadores que emergiram. Não nos interessa o furor punitivo penal que turva neste momento a racionalidade de parte da sociedade.
Importa-nos notar as evidências a respeito de uma associação entre agentes do estado para, no lugar de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os direitos individuais dos investigados e acusados, colocar as instituições – Ministério Público e Justiça – a serviço de interesses políticos.
Articularam-se para manipular dados da investigação contra o ex-presidente Lula e outros acusados. Uniram-se para, mediante artifícios, burlar a evidente ausência probatória e influenciar a sociedade a favor de seus anseios particulares.
Violaram, assim, de modo incontroverso, princípios relativos à imparcialidade do juiz, ao juiz natural, ao devido processo, à ampla defesa e ao contraditório.
Moviam-se os conspiradores para impedir a vitória de Haddad. Receavam que uma entrevista de Lula poderia favorecê-lo. Confabulavam sobre o “timing” da divulgação criminosa dos áudios de Lula e Dilma para interferir no processo político. Receavam a vitória do PT e utilizavam do poder que detinham como agentes públicos para que a direita, ou a extrema-direita, ganhassem as eleições.
Importam, pois, os aspectos políticos que mudaram a História do país.
Um grupo de agentes públicos, utilizando o poder que os cargos lhes conferiam, traindo de forma vergonhosa, abjeta, as obrigações mais elementares a que estavam sujeitos, agiram para interferir ilicitamente no processo político, criar as condições para o impedimento da presidenta que fora legitimamente eleita pelo voto de 54 milhões de cidadãos, condenar e prender um ex-presidente da República que por acaso era o candidato favorito às eleições, à frente em todas as pesquisas, e ao fim e ao cabo, criaram as condições para o caos político e institucional que vivemos.
Em síntese: vimos agora as provas, diretas e irrefutáveis, de uma conspiração que destruiu o Estado de Direito no Brasil. Que fez do regime político em que estamos estado de exceção. Que manipulou a opinião pública para fraudar as eleições. Que, com essa manipulação, criou as condições para que tivéssemos na presidência da República um homem notoriamente despreparado que está destruindo o que podíamos ter de sociedade democrática e transformando o país em selvagem terra de ninguém, um faroeste sem lei e sem regras.
Importante, dizer, no entanto, que já havia provas suficientes deste imoral e ilegal conluio antes mesmo da revelação do já histórico trabalho jornalístico do The Intercept. As autoridades brasileiras preferiram, como se diz em linguagem da internet, “passar o pano”. O mérito das revelações é que isto, agora, é grande demais para as instituições abafarem, o rei está nu.
Disto tudo resultam questões políticas tremendas. A necessidade de imediata demissão de Sergio Moro, sob cujo comando serão efetuadas as investigações. A ilegitimidade do mandato presidencial e de mandatos do Congresso Nacional, eleitos em solares violações da ordem democrática, do turvamento da vontade popular, da manipulação dos grandes órgãos de imprensa, das máfias das poucas “famiglie” que controlam a comunicação no país e direcionam a opinião pública.
Os tresloucados da Lava Jato foram, na verdade, o braço armado, armado de letais, devastadoras canetas, de uma conspiração em que, de um modo ou de outro, grande parte da elite brasileira esteve envolvida.
Nada conseguiriam os rapazes se não houvesse um concerto de vontades, se não houvessem poderosos interesses que deveriam prevalecer a qualquer custo, ao preço da destruição da democracia, ao preço da violação sistemática da Constituição ao ponto de ser transformada em letra morta, ao preço da aniquilação de direitos dos trabalhadores e dos que estão na parte mais baixa da pirâmide social. Eles foram os que fizeram o trabalho sujo, que, usando uma palavra mais elegante, enfiaram a mão na lama.
O que há de sensato e racional nas esferas políticas e institucionais tem que reagir. Não se trata de esquerda ou direita. Trata-se de decência. De retirar o país das garras da delinquência política e da delinquência propriamente dita. O Brasil não pode continuar a ser conduzido pelo fruto de uma escancarada fraude jurídica e política, um governo fruto de uma conspiração, que alcançou o poder graças a uma infame associação criminosa.
Diante desses fatos, a permanência de Lula na prisão, com tudo que se sabe agora, é insustentável. O governo é ilegítimo e a operação lava jato está em ruínas.
Que se coloquem definitivamente na ordem do dia estas duas questões: liberdade para Lula, eleições gerais.
MARCIO SOTELO FELIPPE é advogado e foi procurador-geral do Estado de São Paulo. É mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP
PATRICK MARIANO é advogado criminalista, mestre em direito pela UnB e integrante da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RENAP
GIANE AMBRÓSIO ALVARES é advogada, membro da Rede Nacional de Advogados e Advogadas e mestre em Processo Penal pela PUC-SP
Flávio
11 de junho de 2019 12:37 pmSENSACIONALISTA: MORO PODE TERMINAR CARREIRA EM LAVA JATO DE CARROS
O vazamento da troca de mensagens entre o ex-juiz Sérgio Moro e a força-tarefa da Operação Lava Jato, orientando a acusação contra o ex-presidente Lula e até buscando censurar uma entrevista dele antes da eleição vem causando um tsunami de críticas ao ministro da Justiça.
A OAB já pediu o afastamento do magistrado que pediu exoneração da carreira de juiz – ministros do STF já se manifestaram dizendo que as acusações de atropelo do devido processo legal são incompatíveis com o cargo. Moro perdeu o apoio dos grandes jornais e vem sendo destaque em toda a imprensa.
Sem poder voltar ao antigo emprego, um lava jato em Curitiba já ofereceu uma vaga ao ministro. “Ele passa pano muito bem para o Bolsonaro e para miliciano, deve polir carro muito bem”, disse o dono do estabelecimento.
https://blogdacidadania.com.br/2019/06/sensacionalista-moro-pode-terminar-carreira-em-lava-jato-de-carros/
OBS: Ele tem dinheiro para colocar a sua própria lava jato de carros. Não fiquem com peninha.
Jackson da Viola
11 de junho de 2019 2:15 pmImprensa francesa: “Lava Jato gate” mancha ainda mais a imagem de Moro
http://br.rfi.fr/franca/20190611-imprensa-francesa-lava-jato-gate-mancha-ainda-mais-imagem-de-moro
Bruno Cabral
11 de junho de 2019 4:28 pmToffoli já pode ser chamado de “engavetador supremo da República”?
2ª TURMA DO STF DECIDE ENVIAR AÇÃO QUE PODERIA LIBERTAR LULA PARA O PLENÁRIO
Em sessão da 2ª Turma do STF, o ministro Ricardo Lewandowski, votou pela concessão de um habeas corpus coletivo que poderia libertar o ex-presidente Lula; no entanto, a relatora, ministra Cármen Lúcia, sugeriu que o tema seja apreciado pelo plenário, antes de qualquer efeito
Lúcio Vieira
11 de junho de 2019 7:57 pmAté o NYT está preocupado com a saída dos médicos cubanos do Mais Médicos.
https://www.nytimes.com/2019/06/11/world/americas/brazil-cuba-doctors-jair-bolsonaro.html?smid=nytcore-ios-share