Nassiff: eu arriscaria dizer que não se trata de quem é quem, um começar onde o outro termina. Nada disto —é continuação ininterrupta. Aliás, o João já havia profetizado o destino do Diogo. É só conferir no “Espelho” ou no “Além do Espelho” —a imagem projetada, em tempo e local diferente. Não uma cópia vulgar, imitação do texto antigo. Filho e pai se entrelaçam na arte musical. A geração de João, como eu, ouve Diogo com nostalgia do grave na voz, mas sentindo sua presença. A do Diogo, é ouvir um João mais suave, um pouco mais rápido no conduzir a melodia, mas com a mesma cadência dos bambas. O espelho não se quebrou. Muito pelo contrário. Ou como disse João — “quando o espelho é bom ninguém jamais morreu”.
Luiz de Sousa Junior
17 de janeiro de 2015 1:50 pmDúvida nenhuma. João e Clara!
Dúvida nenhuma. João e Clara!
altamiro souza
17 de janeiro de 2015 1:59 pmé preciso pesquisar, mas
é preciso pesquisar, mas creio que joão nogueira foi um dos primeiros
ompositores a tirar um sarrinho da grande mídia na década de setenta.
uma música que fala do jb. parece-me.
morallis
17 de janeiro de 2015 2:08 pmNão senti dificuldade
Não senti dificuldade alguma.
João.
Miguel Zibboni
17 de janeiro de 2015 2:18 pmFácil
J-o-ã-o.
Miguel F
17 de janeiro de 2015 2:43 pmComparação rídicula. JOÃO sem
Comparação rídicula. JOÃO sem dúvida.
Diogo na minha opinião parece um peixe fora d’água em relação ao samba.
implacavel
17 de janeiro de 2015 3:13 pmSamba de Verão
Amanhã tem!!!
E com aquela vista maravilhosa da Baía de Guanabara!!!
Teresa Cristina na área…
janes salete
17 de janeiro de 2015 5:14 pmAmbos. Mas que o Diogo é um
Ambos. Mas que o Diogo é um gato, ah isso é. E tem a voz do pai.
jcordeiro
18 de janeiro de 2015 5:19 pmEspelhos
Nassiff: eu arriscaria dizer que não se trata de quem é quem, um começar onde o outro termina. Nada disto —é continuação ininterrupta. Aliás, o João já havia profetizado o destino do Diogo. É só conferir no “Espelho” ou no “Além do Espelho” —a imagem projetada, em tempo e local diferente. Não uma cópia vulgar, imitação do texto antigo. Filho e pai se entrelaçam na arte musical. A geração de João, como eu, ouve Diogo com nostalgia do grave na voz, mas sentindo sua presença. A do Diogo, é ouvir um João mais suave, um pouco mais rápido no conduzir a melodia, mas com a mesma cadência dos bambas. O espelho não se quebrou. Muito pelo contrário. Ou como disse João — “quando o espelho é bom ninguém jamais morreu”.