4 de junho de 2026

Novo vazamento da Lava Jato visando comprometer Vaccari

Estadão publicou novo depoimento que compromete o tesoureiro do PT. João Vaccari Neto nega as acusações

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Jornal GGN – O Jornal O Estado de S. Paulo publicou nesta segunda-feira (15) um depoimento acrescentado à Operação Lava Jato, comprometendo mais um pouco o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Júnior, nas investigações sobre corrupção na Petrobras.

Segundo o jornal, “O ex-gerente executivo de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco Filho disse em delação premiada à força-tarefa da Operação Lava Jato que fez uma ‘troca de propinas’ com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto.” O delator não citou valores.

Barusco afirmou aos procuradores que possuía um “crédito” da empreiteira Schahin Engenharia, mas estava encontrando dificuldades em receber o dinheiro. O contrato era relativo à reforma e ampliação do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro.

Ele afirmou recorrer a Vaccari porque o petista teria “uma boa relação com a Schahin”. Barusco e o tesoureiro do partido teriam feito, então, uma permuta.

Contatada, a Secretaria Nacional de Finanças do PT informou em nota que Vaccari “desconhece a suposta operação citada em delação premiada pelo sr. (Pedro) Barusco”. O partido reafirmou que “todas as doações recebidas pelo PT são feitas na forma da lei e declaradas aos órgãos competentes”.

Já a Schahin Engenharia refutou veementemente o que classificou de “fantasiosa afirmação” e destacou que “não tem qualquer vínculo com a Operação Lava Jato”.

O periódico entregou logo no primeiro parágrafo a fonte de sua notícia: a força-tarefa da Operação Lava Jato. O grupo, segundo informações do site do Ministério Público Federal, é formado por nove procuradores “com experiência no esclarecimento de crimes de lavagem de dinheiro” autorizados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a atuarem no caso Petrobras.

Como a delação de Barusco foi homologada pela Justiça Federal no Paraná há uma semana, o depoimento torna-se público.

A reportagem completa pode ser lida aqui.

 

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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30 Comentários
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  1. Ivan de Union

    15 de dezembro de 2014 4:24 pm

    Da pra vazar os nomes nas

    Da pra vazar os nomes nas contas internacionais primeiro?

     

    (Eh sim, eh exatamente o que voces estao pensando que os vazamentos estao escondendo.)

  2. Ivan de Union

    15 de dezembro de 2014 4:27 pm

    “O periódico entregou logo no

    “O periódico entregou logo no primeiro parágrafo a fonte de sua notícia: a força-tarefa da Operação Lava Jato”:

    Delegados de merda de novo?  Que surpresona.

    1. Ivan de Union

      15 de dezembro de 2014 5:00 pm

      “O periódico entregou logo no

      “O periódico entregou logo no primeiro parágrafo a fonte de sua notícia: a força-tarefa da Operação Lava Jato”:

      Retiro o que disse.  Ta facil demais pra ser verdade.

      Nao foi Moro que se recusou a dar detalhes pro PIG na semana passada, de acordo com o PIG?

  3. vera lucia venturini

    15 de dezembro de 2014 4:27 pm

    Só pra saber: nesta tal de

    Só pra saber: nesta tal de delação premiada exige-se um mínimo de prova ou qualquer acusação serve para livrar um corrupto da cadeia?

    Porque na República do Paraná o juiz já foi estagiário em governo do Psdb (e ninguém entra para ser estagiário em prefeitura se não for cabo eleitoral do partido), a esposa trabalha para o vice governador do Psdb e o escritório onde trabalha  tem contrato com a Shell, os delegados do Polícia Federal são militantes tucanos, o doleiro operava  para o Psdb e o Paulo Roberto era chegado no PSB, que é inimigo do PT. Sobrou aí só (se é que) o Ministério Público Federal.

     

    1. zanuja castelo branco

      15 de dezembro de 2014 5:26 pm

      Complementando seu item.
      A

      Complementando seu item.

      A advogada do Paulo Costa é mineira e prima do desembargador efetivado pelo PSDB-MG no TJ daquele estado..

      O advogado do Youssef trabalhou para o PSDB e tem vínculos estreitos com Beto Richa.

      1. OBS

        15 de dezembro de 2014 6:28 pm

        Zanuja. Irei complementar um

        Zanuja. Irei complementar um pouco mais …A mesma do Barusco.

  4. Toni

    15 de dezembro de 2014 4:52 pm

    .

    Havendo provas, que punam todos os culpados à luz da lei e da justiça, mas é estranho que um sistema corrompido há décadas, de tamanha dimensão, só possua envolvidos de um partido e tão somente de um único partido.

  5. Ugo

    15 de dezembro de 2014 5:03 pm

    o estadão ainda suspira?

    O estadão em estado comatoso não pode ser responsabilizados pelas aneiras ditas nos últimos suspiros.

  6. Jorge Rebolla

    15 de dezembro de 2014 5:09 pm

    Prezado Sr / Srª Redator(a)

    Por favor explique a contradição entre a manchete e o texto:

    Novo vazamento da Lava Jato visando comprometer Vaccari

    “Como a delação de Barusco foi homologada pela Justiça Federal no Paraná há uma semana, o depoimento torna-se público.”

    Como é possível vazar um depoimento tornado público? 

     

      

     

    1. ARH

      15 de dezembro de 2014 5:20 pm

      Também estava pensando nisso….

      Isso me parece que já aconteceu outras vezes, como no caso dos vídeos em que só aparecia o teto e, por isso mesmo, pareciam clandestino, quando na verdade, eram autorizados e, a pedido dos advogados, não foram filmados o(s) depoente(s)…

      Vazamento é daquilo que não foi autorizado, se já foi tornado público, não é mai vazamento, apenas divulgação.

      1. Ivan de Union

        15 de dezembro de 2014 6:06 pm

        E esses “vazamentos” durante

        E esses “vazamentos” durante a eleicao prejudicavam quem?

    2. Ivan de Union

      15 de dezembro de 2014 6:04 pm

      QUando o vazamento eh

      QUando o vazamento eh legalizado por atingir a reputacao DE UM PETISTA.  Ja viuvazamento atingindo tucanos ultimamente?

  7. luka

    15 de dezembro de 2014 5:22 pm

    Olha, a maior escola que o PT

    Olha, a maior escola que o PT poderia ter foi o mensalão. Não aprendeu nada. Estão de quatro. Deixam o barco correr achando que a verdade prevalece. 

    Chego a conclusão que merecem.

    Melhor começar a procurar alternativa menos traumática. 

  8. Ataíde Coutinho

    15 de dezembro de 2014 6:35 pm

    Troca de propinas é no minimo

    Troca de propinas é no minimo estranho ontm a rado CBN já dava destaque para a matéria antes da impressao do jornalao achei estranho .pois normalmente eles destacam esse tipo de coisa na ediçao de Domingo. 

  9. emerson57

    15 de dezembro de 2014 6:46 pm

    Cafuringa

    “Segundo o jornal, “O ex-gerente executivo de Engenharia da Petrobras Pedro”

    “Já a Schahin Engenharia refutou veementemente o que classificou de “fantasiosa afirmação” “

    “Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobrás, diz que procurou João Vaccari para que ele recebesse valores da Schahin; em troca ele ficaria com propina que petista tinha a receber de outra empresa”……………. e fez que ia e acabou…. fondo!!!! 

    Não acredito no Estadão, nem na câmara de compensação de propinas,.menos ainda em vazamento político sem comprovação com documentos.

  10. Luciano GM

    15 de dezembro de 2014 7:41 pm

    Provas.

    Delatou, então deve ter provas. E se não tiver? A delação é mera fofoca.

  11. lenita

    15 de dezembro de 2014 8:22 pm

    Pelo amor de Deus ! Outro

    Pelo amor de Deus ! Outro mensalão. Não aguento mais ! ” Vou-me embora prá Pasárgada”!

  12. evandro condé de lima

    15 de dezembro de 2014 8:34 pm

    Seria demais.

    Eu simplesmente me recso a acreditar, tendo em vista tudo que ocorreu no dito mensalão, que alguém do PT, ainda mais o tesoureiro, se envolveria em atitudes semelhantes. Seria um atestado de burrice registrado em cartório. Com testemunhas.

  13. Alex Sotto

    15 de dezembro de 2014 10:49 pm

    Tanto essa matéria quanto a

    Tanto essa matéria quanto a do jornal estão equivocadas.

    É muita confusão que se faz com o instituto da delação premiada, ou confissão delatória.

    Esse processo é totalmente sigiloso. A justiça não divulga sequer a existência de tal acordo para que se proteja a testemunha delatora e não se prejudique as investigações.

    Acordos de delação somente terão publicidade quendo, e se, o delator for indiciado.

    A homologação não dá publicidade a delação e nem poderia. A homologação é feita para que, com base nos depoimentos possa-se dar sequência as investigações com base naquilo que ele contém.

    A existência desses acordos são mera especulação da imprensa, como estava na resposta do PGR a solicitação absurda do governo para ter acesso ao conteúdo da delação de P R Costa, o MP sequer confirmaria a existência de tal acordo, porque a lei impõe sigilo sobre qualquer envolvido neste tipo de acordo.

    Na reportagem do jornal mostram até uma folha de depoimento da PF. PF não faz acordo nem toma depoimento de delator com acordo, isso é função do Mnistério Público.

    Imagine que a polícia bata na sua porta e te prenda com alguma acusação e um mandato de prisão. Ela vai te interrogar. Então você propõe: Eu quero entregar todo mundo que estava comigo em troca de algum benefício. A políci tem que chamar o Ministério Público que irá negociar um acordo com você, ouvir o que você tem a dizer e, baseado na credibilidade de seu depoimento apresentá-lo ao juiz para a homologação. Depois disso, a polícia poderá usar seu depoimento para prosseguir com a investigação. Mas tudo em sigilo absoluto, para proteger você, testemunha, e a investigação.

  14. Zanchetta

    15 de dezembro de 2014 10:49 pm

    Pergunta? Pagou-se o IOF

    Pergunta? Pagou-se o IOF sobre a transação?

  15. IV AVATAR

    15 de dezembro de 2014 11:18 pm

    Que coisa heim gente: A familia Costa roubou unida

    Que coisa heim gente: A familia Costa roubou unida, delatou unida o PT e poupou o PSDB e, claro, será poupada, bom demais para quem gosta de roubar: Só fazer uma delaçãozinha contra algum petista que será premiado. Como não há indício de participação do tesoureiro do PT, inventaram mais essa farsa. Que ver é o conluio PF-MPF-Juiz Sérigo Moro levantar o bundão da cadeira e sair à cata de provas materiais dos crimes que possam ter praticados inclusive por tucanos, ao invés de usar a delação combinada(sic, premiada) como palco politico. Sobre a  imunidade da Familia Costa, segue link

    http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/163791/MPF-pede-suspens%C3%A3o-de-a%C3%A7%C3%A3o-penal-contra-parentes-de-Costa.htm

    1. Alex Sotto

      16 de dezembro de 2014 12:00 am

      Ele já foi indiciado.  
      Como

      Ele já foi indiciado.  

      Como primeiro delator do esquema, e como sua delação levou as autoridades a alcançar muito mais culpados, tem que ter seus benefícios.

      Senão, fica igual ao Mensalão.

      Mas do delator do Trensalão você gostou né ?

       

    2. nosde

      16 de dezembro de 2014 1:02 am

      É uma família de ladrões

      É uma família de ladrões profissinais, é uma tradição familiar . . . . . 

  16. IV AVATAR

    16 de dezembro de 2014 12:45 am

    Quem não está a serviço do PSDB neste processo?

    Quem não está a serviço do PSDB neste processo? Ninguém. Todos estão a serviço dos tucanos. É esta a República do Paraná. A delação combinada(sic, premiada) fica a cargo dos Catta Pretta que, é claro, se encarrega de orientar o cliente: Não vale delatar tucanos mas tão somente o PT. Moro age tal qual advogado de porta de cadeia ao trabalhar para que o advogado do réu seja descontiuido e, em seu lugar, nomeado os Catta Preta, tucanos até a alma:

    CONTA TUDO A criminalista Beatriz Catta Preta, especializada em delações premiadas (Foto: Reprodução)A criminalista Beatriz Catta Preta, especializada em delações premiadas (Foto: Reprodução) 

    Fernando Baiano procurou Catta Preta, por Felipe Patury, na Época

    Hoje é dia de crise entre os advogados de defesa que atuam na Operação Lava Jato. Três deles dizem que o empresário Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, fez contato com a advogada Beatriz Catta Preta, considerada uma das maiores especialistas no Brasil no instituto da delação premiada. Procurada, Beatriz Catta Preta não confirmou a informação.

     

     

    1. IV AVATAR

      16 de dezembro de 2014 12:52 am

      Não dona Época, não se trata de especialista em delação premiada

      Não dona Época, não se trata de uma das maiores especialistas em delação premiada e sim uma das poucas que acredita nisso como forma de incriminar uma pessoa. Claro que ela tem motivos de sobra para acreditar na delação combinada(sic, premiada), há razões econômicas, políticas. E atende aos objetivos da República do Paraná

      https://jornalggn.com.br/blog/iv-avatar/a-delacao-premiada-e-as-relacoes-entre-psdb-e-o-juiz-sergio-moro

  17. IV AVATAR

    16 de dezembro de 2014 12:58 am

    E viva a delação combinada, não é mesmo dona Catta Preta….

    E viva a delação combinada, não é mesmo dona Catta Preta….

     

    O crime que compensa…Por Fernando Brito, no Tijolaço

    prc

    Edificante narrativa para a moralização do país feita hoje em O Globo, sobre o destino de Paulo Roberto Costa, o grande operador da corrupção na Petrobras:

    ” o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa deverá ser condenado a, no máximo, 20 anos de prisão pelo conjunto dos crimes que vão de lavagem de dinheiro da administração pública, peculato, formação de organização criminosa a obstrução de investigação. (Mas) Costa não ficará na cadeia: cumprirá no máximo dois anos da pena que lhe for imposta em regime semiaberto, não será processado por todos os fatos novos que vier a denunciar e, se mantiver o compromisso de colaborar com a justiça e não cometer crime relativos ao escândalo poderá pedir a extinção da pena.

    ” os processos contra o ex-diretor da estatal serão trancados assim que as penas somarem 20 anos de reclusão, daí o compromisso de que, ao final do processo, ele cumpriria apenas dois anos em regime semiaberto”.

    ” Mulher, duas filhas e dois genros (do)ex-diretor receberam e pagaram propina, fizeram remessas ao exterior e ainda são acusados por tentar impedir a investigação da organização criminosa, ao serem flagrados retirando malas de documentos de seus escritórios durante a operação da Polícia Federal”. Um dos genros “operava com contratos (…) que ficavam fora do interesse do PT, PP e PMDB por serem considerados de “menor valor”.

    Todos, claro, faziam isso “enojados”.

    “Depois que cumprir a prisão domiciliar de um ano Costa poderá inclusive viajar para fora do Brasil, desde que autorizado pela Justiça. O acordo de Costa não é válido para toda a família. Cada integrante negociou o seu. Mas se Costa não cumprir o compromisso, os outros cinco acordos deixarão de vigorar e todos os processos são reativados. A quebra de acordo pela mulher, filhas e genros, porém, não terá força de romper o acerto do ex-diretor.”

    Convenhamos, não chega a ser um mau negócio, não é?

    Porque se um “auxiliar” do esquema, Pedro Barusco, teria amealhado US$ 100 milhões – segundo ele em propinas pagas espontaneamente – os US$ 25 milhões de Paulo Roberto Costa parecem muito, muito pouco.

    Afinal, num esquema que teria desviado bilhões, o chefe de todo o esquema ficaria com “tão pouco”?

    Se a corrupção na Petrobras, a esta altura, parece ser algo já fora de questão, confirmada até pelas sindicâncias internas da companhia, fica cada vez mais evidente que, mais importante que apurar e punir os responsáveis por ela continua sendo tentar fruir das consequências políticas.

    O “pacotão” de benefícios de Costa ultrapassa todas as fronteiras do equilíbrio, do razoável.

    É quase o reconhecimento de que ele roubou “enojado” durante anos, com o auxílio da família que, “com grande repunância”, movimentava fortunas.

    Pior, é uma chantagem sobre os tribunais que devem (devem?) aprovar este acordo, sob pena de invalidar tudo de informação que ele tenha produzido.

    Paulo Roberto Costa está comprando seu perdão, o de sua família e, quem sabe, a “lavagem” do que tenha sobrado dos desvios que cometeu, guardado em partes ou com pessoas que “não entraram na roda”.

    Youssef, que já havia escapado de penas numa falcatrua semelhante – acordo que, aliás, rompeu – parece que vai pelo mesmo caminho.

    Parece que, no Brasil, o crime passou a compensar. Quando não fica oculto, basta “dedurar” as pessoas certas (dedurar político de direita não conta), é perdoado.

    Ou, quem sabe, premiado.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=23758

     

     

  18. nem diga

    16 de dezembro de 2014 7:49 am

    estamos longe de ser o mais

    estamos longe de ser o mais corrupto, há muito espaço para tanto.

    ========

     

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/12/1562865-multas-cultura-e-corrupcao.shtm

  19. IV AVATAR

    16 de dezembro de 2014 9:05 am

    Vai ae um teste sobre o Tucanistão…

    http://josecarloslima80.blogspot.com.br/2014/12/coisas-da-republica-tucana-do-parana-o.html

  20. armandolo

    16 de dezembro de 2014 1:05 pm

    Como assim ? O depoimento é

    Como assim ? O depoimento é publico ? O Vaccari é impoluto e o jornal mente ?

     

  21. edson tadeu

    16 de dezembro de 2014 7:31 pm

    o  cdepoimento desse  sujeito

    o  cdepoimento desse  sujeito esta fora de sintonia,  nota=-se  que o objetivo  é  envolver  Vaccari,  O que éque tem  o tesoureiro do PT  com   atrazo de  pagamento  das empreiteira?  e  porque  seria   Vaccari  a  pessoa  para  resolver isso. 

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