
JULGAMENTO DE NUREMBERG – Em 20 de Novembro de 1945 se iniciavam os julgamentos do Tribunal Militar Internacional de Nuremberg contra 22 dirigentes nazistas. O Tribunal criou sua propria competencia e os juizes e promotores eram de 4 paises, EUA, URSS, Inglaterra e França, os advogados de defesa poderiam ser alemães ou de um dos paises organizadores do Tribunal.
Dos julgamentos resultaram 12 sentenças de morte na forca, 3 prisões perpetuas, 2 prisões por 20 anos, 1 prisão por 15 anos, 1 prisão por dez anos e 3 absolvições (Schahct, Fritsche e von Papen).
Tribunais Militares para personagens de menor estatura no poder nazista foram instalados , um em cada zona ocupada.
Um Tribunal similar foi instalado em Tokyo para os criminosos de guerra japoneses.
Historicamente o Tribunal sempre foi controvertido porque era uma justiça de vencedores contra vencidos, a maior alegação contra sua legitimidade era a aplicação retroativa de delitos que só foram definidos depois de cometidos.
Outra controversia foi a presença da União Sovietica como acusadora e julgadora, considerando ser uma ditadura tão brutal como a que estava no banco dos reus.
Uma novidade foi a condenação de corporações inteiras, como a SS e o Partido Nazista, todos seus membros estavam automaticamente condenados por pertencerem à oganização, independentemente de culpa individual.
A Wehrmacht, o Exercito Alemão, não foi condenada como corporação, tampouco a Kriegsmarine (Marinha).
rosenvald flavio barbosa
22 de novembro de 2014 11:58 amfora de pauta
Motta Araujo, sei do seu desamor com as coisas de Bolivia e Venezuela…………por isso te convido a ler este artigo:
Viagem a uma nova Bolívia
Por Ignacio Ramonet, no site Outras Palavras: Para o viajante que volta à Bolívia depois de alguns anos de ausência, e que caminha lentamente pelas ruas estreitas de La Paz – cidade marcada por ravinas escarpadas a quase quatro mil metros de altitude – as transformações saltam aos olhos: não se veem mais pedintes, nem vendedores informais que lotavam as calçadas. As pessoas se vestem melhor, têm um ar mais saudável. E a capital tem uma aparência mais bem tratada, mais limpa, com muitos espaços verdes. Ressalta também o surgimento de novas construções. Despontaram duas dezenas de grandes imóveis e multiplicaram-se os centros comerciais; um deles tem o maior complexo de cinemas (18 salas) da América do Sul.
Mas o mais espetacular são os teleféricos urbanos, de extraordinária tecnologia futurista [1], que mantêm, acima da cidade, um balé permanente de cabines coloridas, elegantes e etéreas como bolhas de sabão. Silenciosas e não poluentes. Duas linhas estão funcionando agora, a vermelha e a amarela; uma terceira, a verde, será inaugurada nas próximas semanas, permitindo assim a criação de uma rede interligada de transporte a cabo de 11 km, a maior do mundo. Isso possibilitará a dezenas de milhares de moradores de La Paz economizar em média duas horas de viagem por dia.
“A Bolívia muda. Evo cumpre suas promessas”, afirmam cartazes nas ruas. E pode-se constatar que o país é de fato outro. Muito diferente daquele que conheci há apenas uma década, quando foi considerado “o Estado mais pobre da América Latina depois do Haiti.” Corruptos e autoritários em sua maioria, seus governos passavam os anos a implorar empréstimos aos organismos financeiros internacionais, às principais potências ocidentais ou às organizações humanitárias. Enquanto isso, as grandes mineradoras estrangeiras pilhavam o subsolo, pagando ao Estado royalties de miséria e prolongando a espoliação colonial.
Relativamente pouco povoada (cerca de dez milhões de habitantes), a Bolívia tem superfície de mais de um milhão de quilômetros quadrados (duas Franças, ou Bahia e Minas Gerais somadas). Suas entranhas transbordam de riquezas: prata (faz lembrar Potosí …), ouro, estanho, ferro, cobre, zinco, tungstênio, manganês etc. O sal de Uyuni tem as maiores reservas no mundo de potássio e lítio – considerado a energia do futuro. Mas hoje, a principal fonte de renda é constituída pelo setor de hidrocarbonetos: gás natural (a segunda maior reserva da América do Sul), e petróleo (em menor quantidade, por volta de 16 milhões de barris ao ano).
No decorrer dos últimos nove anos, após a chegada de Evo Morales ao poder, o crescimento econômico da Bolívia foi sensacional, com uma taxa média anual de 5%. Em 2013, o avanço do PIB atingiu 6,8% [2]; em 2014 e 2015, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), será igualmente superior a 5%… É o percentual mais elevado da América Latina [3]. E tudo isso com uma inflação moderada e controlada, inferior a 6%. Assim, o nível material de vida dobrou [4]. As contas públicas, embora com importantes investimentos sociais, são igualmente controladas, a tal ponto que a balança comercial oferece resultado positivo com excedente orçamentário de 2,6% (em 2014) [5]. Embora as exportações, principalmente de hidrocarburetos e de produtos de mineração, desempenhem papel importante nessa prosperidade econômica, é a demanda interna (+5,4%) que constitui o principal motor do crescimento. Finalmente, outro sucesso sem precedentes da gestão do ministro da economia, Luis Arce: as reservas monetárias internacionais da Bolívia agora equivalem a 47% do PIB [6], colocando pela primeira vez o país em primeiro lugar na América Latina, bem à frente de Brasil, México e Argentina. Evo Morales indicou que a Bolívia pode deixar de ser um país endividado em nível estrutural para tornar-se um país credor. Ele revelou que “quatro Estados da região”, sem especificar quais, já solicitaram crédito ao governo …
Num país onde mais de metade da população é de origem indígena, Evo Morales, eleito em janeiro de 2006, é o primeiro índio a tornar-se presidente no decorrer dos últimos cinco séculos. E, depois que assumiu o poder, esse presidente diverso rejeitou o “modelo neoliberal” e substituiu-o por um novo “modelo econômico social comunitário produtivo”. A partir de maio de 2006, nacionalizou os setores estratégicos (hidrocarburetos, indústria de mineração, eletricidade, recursos ambientais) geradores de excedentes, e investiu parte desse excedente nos setores geradores de emprego: indústria, produtos manufaturados, artesanato, transporte, agricultura e pecuária, habitação, comércio etc. Consagrou a outra parte do excedente à redução da pobreza por meio de políticas sociais (educação, saúde), aumentos salariais (para funcionários e trabalhadores do setor público), estímulos à integração (os bônus Juancito Pinto [7], a pensão “dignidade” [8], os bônus Juana Azurduy [9]) e subsídios.
Os resultados da aplicação desse modelo não se refletem apenas nas cifras acima, mas também num dado bem explícito: mais de um milhão de bolivianos (10% da população, portanto) saíram da pobreza. A dívida pública, que representava 80% do PIB, diminui e mal chega a 33%. A taxa de desemprego (3,2%) é a mais baixa da América Latina, a tal ponto que milhares de imigrantes bolivianos na Espanha, Argentina e Chile começam a voltar, atraídos pelo pleno emprego e notável aumento do padrão de vida.
Além disso, Evo Morales começou a tornar verdadeiro um Estado que até o presente não era senão virtual. É claro que a vasta e torturada geografia da Bolívia (um terço de altas montanhas andinas, dois terços de planícies tropicais e da Amazônia), assim como a divisão cultural (36 nações etnolinguísticas) nunca facilitaram a integração e a unificação. Mas o que não foi feito em quase dois séculos, o presidente Morales está determinado a colocar em prática, para dar fim ao desmembramento. Isso passa, antes de tudo, pela promulgação de uma nova Constituição, aprovada por referendo, que estabelece pela primeira vez um “Estado plurinacional” e reconhece os direitos de nações diversas que coabitam o território boliviano. Em seguida, passa pelo lançamento de uma série de ambiciosas obras públicas (estradas, pontes, túneis) com o objetivo de conectar, articular, servir áreas dispersas para que seus habitantes sintam que fazem parte de um mesmo conjunto: a Bolívia. Isso nunca havia sido feito. É a razão por que o país teve tantas tentativas de divisão, separatismo e fracionamento.
Hoje, com todos esses êxitos, os bolivianos sentem-se – talvez pela primeira vez – orgulhosos de si. Estão orgulhosos de sua cultura indígena e de suas línguas nativas. Estão orgulhosos de sua moeda, que a cada dia ganha um pouco mais de valor em relação ao dólar. Estão orgulhosos de ter o mais elevado crescimento econômico e as reservas monetárias mais importantes da América Latina. Orgulhosos de suas realizações tecnológicas como a rede de teleféricos de última geração, de seu satélite de telecomunicações Tupac Katari, de sua cadeia de televisão pública Bolivia TV [10]. Essa cadeia, dirigida por Gustavo Portocarrero, deu em 12 de outubro, dia das eleições presidenciais, uma demonstração notória de sua excelência tecnológica ao conectar-se diretamente – durante 24 horas ininterruptas – com seus enviados especiais em cerca de 40 cidades do mundo (Japão, China, Rússia, Índia, Egito, Irã, Espanha etc.), onde bolivianos que vivem no exterior votaram pela primeira vez. Proeza técnica e humana que poucos canais de TV do mundo seriam capazes de conseguir.
Todas essas realizações – econômicas, sociais, tecnológicas – só explicam em parte a vitória esmagadora de Evo Morales e de seu partido (o Movimiento al Socialismo, MAS) nas eleições de 12 de outubro último [11]. Ícone da luta dos povos indígenas e autóctones de todo o mundo, graças a este novo triunfo, Evo conseguiu romper preconceitos importantes. Ele prova que a permanência no governo não causa, necessariamente, desgastes; e que, depois de nove anos no poder, é possível conseguir uma reeleição esmagadora. Prova também que, ao contrário do que afirmam os racistas e colonialistas, “os índios” sabem como governar e podem ser os melhores líderes que o país já teve. Prova que, sem corrupção, com honestidade e eficácia, o Estado poder ser um excelente administrador, e não uma calamidade sistemática, como pretendem os neoliberais. Finalmente, Evo prova que a esquerda no poder pode ser eficaz; que pode gerir políticas de integração e redistribuição de riquezas sem pôr em perigo a estabilidade da economia.
Mas essa grande vitória eleitoral explica-se também, e talvez sobretudo, por razões políticas. O presidente Evo Morales logrou vencer, ideologicamente, seus principais adversários, agrupados no seio da casta de empresários da província de Santa Cruz, principal motor econômico do país. Esse grupo conservador, que tentou tudo contra o presidente – desde o ensaio de divisão do país até o golpe de Estado –, acabou finalmente por submeter-se e render-se ao projeto presidencial, reconhecendo que o país está em plena fase de desenvolvimento.
É uma vitória considerável, que o vice-presidente Álvaro García Linera explica nestes termos: “Conseguimos integrar o leste da Bolívia e unificar o país, graças à derrota política e ideológica de um núcleo político de empresários ultraconservadores, racistas e fascistas, que conspiraram para dar um golpe de Estado e financiaram grupos armados para organizar uma divisão do território oriental. Além disso, esses nove anos têm mostrado às classes médias urbanas e aos setores populares de Santa Cruz, que estavam cautelosos, que temos melhorado suas condições de vida, que respeitamos o que foi construído em Santa Cruz e suas especificidades. Somos evidentemente um governo socialista, de esquerda, e dirigido por indígenas. Mas desejamos melhorar a vida de todos. Enfrentamos as empresas petrolíferas estrangeiras, da mesma forma que as empresas de energia elétrica, e as fizemos dar sua contribuição para depois, com esses recursos, dar poder ao país, principalmente aos mais pobres – mas sem afetar as posses das classes médias ou do setor empresarial. Esta é a razão por que foi possível um reencontro com o governo de Santa Cruz, e tão frutífero. Nós não mudamos de atitude, seguimos dizendo e fazendo as mesmas coisas que há nove anos. Eles é que mudaram de atitude diante de nós. Desde então, começa esta nova etapa do processo revolucionário boliviano, que é a da irradiação territorial e da hegemonia ideológica e política. Eles começam a compreender que não somos seus inimigos, que é do interesse deles praticar a economia sem entrar na política. Mas se, como empresários, tentarem ocupar as estruturas do Estado e quiserem combinar política e economia, eles não conseguirão. Da mesma forma, não pode ser que um militar assuma também o controle civil, político, uma vez que eles já têm o controle das armas.”
Em seu gabinete do Palacio Quemado (palácio presidencial) o ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, explica isso em uma frase: “Vencer e integrar”. “Não se trata – diz ele – de derrotar o adversário e abandoná-lo à sua sorte, correndo o risco de que comece a conspirar com o ressentimento do derrotado e embarque em novas tentativas de golpe. Uma vez vencido, é preciso incorporá-lo, dar-lhe oportunidade de juntar-se ao projeto nacional em que todos estão envolvidos, sob a condição de que admitam e se submetam ao fato de que a direção política, pela decisão democrática das urnas, é exercida por Evo e o MAS.”
E agora? O que fazer com uma vitória assim esmagadora? “Temos um programa [12] – afirma tranquilamente Juan Ramón Quintana – queremos erradicar a pobreza, dar acesso universal aos serviços públicos básicos, garantir uma saúde e uma educação de qualidade para todos, desenvolver a ciência, a tecnologia e a economia do conhecimento, estabelecer uma administração econômica responsável, ter uma gestão pública transparente e eficaz, diversificar nossa produção, industrializar o país, alcançar a soberania alimentar e agrícola, respeitar a mãe Terra, avançar em direção a uma maior integração latino-americana e com nosso parceiros do Sul, integrar-nos ao Mercosul e alcançar nosso objetivo histórico, fechar nossa ferida aberta: recuperar nossa soberania marítima e o acesso ao mar [13].”
Por sua vez, evou Morales exprimiu seu desejo de ver a Bolívia tornar-se o “coração energético da América do Sul”, graças ao enorme potencial em matéria de energias renováveis (hidroelétrica, eólica, solar, geotérmica, biomassa), ao invés dos hidrocarbonetos (petróleo e gás). Isso, com o complemento da energia atômica civil produzida por uma central nuclear cuja aquisição está próxima.
A Bolívia muda. Avança. E sua metamorfose prodigiosa ainda não acabou de surpreender o mundo.
*****
Notas
[1] A fabricante é a empresa austríaca Doppelmayr Garaventa.
[2] Ler Economía Plural, La Paz, abril 2014.
[3] Ler Página Siete, La Paz, 12 outubro 2014.
[4] Entre 2005 e 2013, o PIB por habitante mais que dobrou(de 1.182 dólares para 2.757 dólares). A Bolívia não é mais um “país de baixa renda” e foi declarada “país de renda média”. Ler “Bolivia, una mirada a los logros más importantes del nuevo modelo econômico” em Economía Plural, La Paz, junho 2014.
[5] A boa gestão das finanças públicas possibilitou à Bolívia tornar-se o segundo país de maior superávit orçamentário da América Latina no curso dos últimos oito anos.
[6] Em cifras absolutas, as reservas internacionais da Bolívia são de aproximadamente 16 bilhões de dólares. Em 2013, o PIB foi cerca de 31 bilhões de dólares.
[7] Uma quantia de 200 bolivianos anuais (23 euros) é dada a cada aluno do ensino público fundamental e médio que acompanhou todas as aulas regularmente. O objetivo é lutar contra a evasão escolar.
[8] Uma pensão que todos os bolivianos recebem a partir de 60 anos, mesmo aqueles que jamais contribuíram com o sistema de Previdência.
[9] Uma ajuda econômica de 1.820 bolivianos (cerca de 215 euros) é fornecida às mulheres grávidas e por cada menino ou menina de menos de dois anos com o objetivo de reduzir a taxa de mortalidade infantil e materna.
[10] http://www.mixbolivia.com/2013/08/ver-en-vivo-canal-bolivia-tv.html
[11] Ler, de Atilio Borón, “Por que Evo Morales venceu outra vez?” Outras Palavras, 13/10/2014.
[12] “Agenda patriótica 2025: la ruta boliviana del vivir bien (Agenda patriótica 2025:o caminho boliviano do bem viver)”. Em 2025 será a festa do bicentenário da independência e da fundação da Bolívia.
[13] A Bolívia fez uma consulta à Corte internacional de justiça de Haia. Leia El libro del mar, ministério de assuntos estrangeiros, La Paz, 2014. Postado por Miro às 22:26
Motta Araujo
22 de novembro de 2014 10:31 pmJá dei minha opinião em um
Já dei minha opinião em um artigo de hoje sobre a Bolivia, não vou repetei-la.
A registrar as imensas filas de brasileiros na porta dos consulados pedindo visto para morar na Bolivia e na Venezuela.
Alex Sotto
22 de novembro de 2014 12:52 pmControvérsia ???
Afirmar que houve controvésia quanto a presença da gloriosa URSS no julgamento de Nuremberg, nos dá a dimensão da formação deste senhor.
É apenas um arauto da limitadíssima visão ocidental de mundo que é exalada pela putrefata sociedade norte-americana.
Na verdade, intelectualmente, um pobre coitado.
Motta Araujo
22 de novembro de 2014 1:12 pmMas que pobreza de intelecto,
Mas que pobreza de intelecto, eu NÃO ESTOU AFIRMANDO NADA, estou registrando que a presença da URSS, que vc diz gloriosa mas que acabou ingloriamente, foi NA EPOCA TIDA COMO UMA IRONIA pelas principais associações de advogados dos paises vencedores, o que em nada mudou o que ja estava decidido nos acordos de Yalta e Potsdam.
Uma das ironias era que o Procurador Geral da URSS, General Roman Rudenko, que funcionou em Nuremberg pela acusação, era o mesmo promotor dos expurgos de Stalin de 1938, quando 9 mil altos funcionarios e 90% dos oficiais do
Exercito Vermelho foram condenados à morte é executados com um tiro na nuca. O que se dizia era que em Nuremberg era uma DITADURA acusando outra.
O Tribunal foi controvertido por essa e outras questõs, eu ESTOU REGISTRANDO O QUE ACONTECEU, não é minha opinião e nem precisa ser, aprenda a distinguir contextos e conceitos, isso se chama INTELECÇÃO, entender o que está escrito.
http://www.youtube.com/watch?v=ML0xYYKgPgw
Alex Sotto
22 de novembro de 2014 2:07 pmElelê
Pobreza de intelecto seu. Estes contextos e conceitos que você alega estar citandoa, são meramente os contexto e conceito ocidentais.
Vá na Universidade de Moscou hoje, finda a sua alegada ditadura, e registre essa contestação da legitimida da atuação soviética no julgamento dos derrotados da Grande Guerra Patriótica prá ver se você consegue emplacar.
Lamentável essa visão, essa mono visão de mundo de vocês yankees.
leonidas
22 de novembro de 2014 9:22 pmNossa Alex voce tem o ” mundo
Nossa Alex voce tem o ” mundo ocidental e Yankee ” em tao má consideraçao
Que eu até poderia jurar que voce se recusa a viver nele e deve estar postando de algum desses paraisos verdadeiramente honestos que certamente voce deve conhecer…rs
ruyacquaviva
22 de novembro de 2014 3:26 pmOutra ironia
Outra ironia era que Inglaterra e França agiam em suas colônias com os mesmos métodos e a mesma brutalidade das ditaduras sanguinárias que criticavam.
Motta Araujo
22 de novembro de 2014 5:52 pmInglaterra e França não
Inglaterra e França não exterminaram milhões, eram potencias coliniais dentro das regras do Congresso de Berlim de 1871, , exploraram os recursos desses paises que eram primitivos, não tinham nenhuma infra estrutura quando chegaram os colonizadores, ao lado da exploração DEIXARAM ENORME LEGADO, na India os ingleses deixaram a lingra franca oficial, o sistema juridico que se mantem até hojem 30 mil quilometros de ferrovias, portos, aeroportos, escolas, hospitais, fabricas, plantações, muitos paises REGREDIRAM como paises independentes, estavam melhor como colonias.
AS EX-COLONIAS ATÉ HOJE CONTINUAM ligadissimas às antigas metropole, Londres é a segunda capital da India e do Paquistão, a França continua a emitir a moeda de suas ex-colonias, cuja cabeça continua girando em Paris.
leonidas
22 de novembro de 2014 9:57 pmEu nao sei porque o Motta
Eu nao sei porque o Motta perde tempo com o Ruy e com alguns pelegos aqui do blog que matariam a mae se o ” partido ” pedisse.
O Ruy (como esses) sofre de um tipo de Autismo que lhes faz ver o mundo apenas do jeito que lhe seja favoravel.
Sendo assim não ha fatos que possam convence-los a rever suas lunaticas posiçoes, como esse material ” pornografico ” que o Ruy jogou no blog comparando França, Inglaterra e EUA no quesito a genocidio levado a cabo pelos nazistas…
rs
nosde
23 de novembro de 2014 12:57 amAbsolutamente, não somos
Absolutamente, não somos pelegos, e somos de Paz, tanto que quanto às mães, eu não mataria sequer a sua . . . . .
ruyacquaviva
23 de novembro de 2014 1:16 pmA História é escrita pelos vencedores…
Se os nazistas tivessem vencido a Segunda Guerra Mundial não saberíamos das atrocidades cometidas contra Judeus, Ciganos, Eslavos, Comunistas, Homossexuais, etc nos campos de concentração e nas brutais ocupações militares nazistas.
Não é por outro motivo que a nossa sociedade esconde as atrocidades e os genocídios cometidos tanto pelo colonialismo europeu do século XVI, da qual ainda se tem alguma informação por causa do distanciamento temporal, mas principalmente pelo neocolonialismo europeu na segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX.
Do colonialismo sabemos do genocídio indígena na América e da escravidão, dois dos mais vergonhosos eventos da História da Humanidade, infelizmente estudados “an passant” nas aulas de história, relegados a um segundo plano, como se fossem um efeito colateral do processo “civilizatório” da América.
Já o neocolonialisto é muito mais obscuro pois estende-se até o pós-guerra onde a chamada “descolonização” é apresentada como se fosse um processo tranquilo e natural sem as guerras, a violência, as torturas e outras atrocidades que os europeus cometeram na tentativa de preservar seus impérios coloniais.
O neocolonialismo europeu é uma das mais vergonhosas passagens da História da humanidade, mas foi cometido sobre pessoas consideradas inferiores, seja pela sua etnia, cultura ou nacionalidade. O genocídio que os alemães praticaram na Namíbia no início do século XX é desconhecido e não choca a ninguém pois não tem a publicidade do genocídio cometido pelos mesmos alemães e nem foi cometido em solo europeu.
Lamentavelmente é isso, as atrocidades nazistas chocam muito mais por causa da publicidade a elas dada em função de seu uso para enaltecer os vencedores, do que por questões verdadeiramente humanistas, por isso as atrocidades cometidas pelo neocolonialismo europeu não chocam nem revoltam a ninguém.
Não falo isso por causa da colocação do Leonidas, que é um fanático de extrema direita boçal da, cujas posições são tão previsíveis quanto desprezíveis, falo porque percebo o profundo desconhecimento que a grande maioria das pessoas tem em relação à História e como esse desconhecimento é fácilmente utilizado pelos sabujos do establisment como esse bosta que tentou me atacar.
leonidas
23 de novembro de 2014 6:43 pmNossa heim?Que revisão
Nossa heim?
Que revisão historica que voce fez agora…rs
Partindo desse principio podemos dizer entao que voce nao teria razão alguma para condenar os EUA pois debaixo do tapete sovietico ha ( e tem mesmo rs ) atrocidades infinitamente maiores que as feitas pelas potencias ocidentais.
Logo sua função seria ” apartidaria ” , voce seria um tipo de santo altruista alertando a humanidade sobre os perigos de sua natureza.
Mas sabemos que nao é isso, voce é um pelego, a serviço de sua ideologia fracassada que só causou morte , fome, ditaduras e destruiçoes por onde foi implatanda à pretexto de trazer iguladde de justiça social.
A experiencia empirica demonstra a nulidade e boçalidade das linhas de raciocinio defendidas por sua pessoa quando postas em açao.
As naçoes vitimadas por elas cairam de podre, ou estao estagnadas em verdadeiros museus idelogicos onde há igualdade porem na miseria como Cuba ou Coreia do Norte.
Ou como a China , resolveu ser mais pratica e resrvou o socialismo na esfera politica ( Ditadura Comunista ) e o estrupou na arena economica inclusive com força de trabalho em condiçoes pré capitalismo.
Entao Ruy, por gentileza nao tente vender a ideia que esteja ” denunciando ” a face oculta das naçoes ocidentais em prol da ” verdade ” ok?
rs
Obs: Não fui eu que o ataquei, foi a realidade dos fatos…rs
ruyacquaviva
23 de novembro de 2014 7:34 pmCOMO JÁ DISSE ACIMA…
E ele parece não querer entender, considero o Leonidas um fanático de extrema direita, boçal e irrelevante, cujas colocações são tão previsíveis quanto desprezíveis.
JigSawJr
23 de novembro de 2014 1:42 am“muitos paises REGREDIRAM
“muitos paises REGREDIRAM como paises independentes, estavam melhor como colonias.”
Isso explica aquela famosa frase ‘o que é bom para os EUA é bom para o Brasil’…
Realmente tem gente que acha que o Brasil regrediria como país independente, e o melhor seria virar uma neo-colônia mesmo…
Sobre construir isso-isso-e-aquilo, não entendo essa mania de achar que melhoraram a vida dos africanos apenas levando ferrovias e outras coisas…
Quem pediu ferrovias? Será mesmo que não estavam mais felizes sem elas?
Deixo essa imagem para reflexão:
ruyacquaviva
23 de novembro de 2014 1:57 pmImagens do “benéfico” neocolonialismo
CArtazes comuns em diversas repartições e estabelecimentos neocoloniais na “primitiva China”, Proibida a entrada de cães e chineses. Podemos ver como os colonizados eram bem tratados.
Não somente os chineses, mas todos os orientais eram igualmente bem tratados em seus países durante a colonização européia.
Já na África os negros tinham o status de macacos, abaixo do status dos cães.
Este foi o grande “legado” dos europeus para os povos colonizados
Aqui um trecho e o link para um texto sobre a ocupação belga no Congo, Sim a bucólica e “democrática” Belgica, que venera o rei Leopoldo II, cujos crimes no Congo são comparáveis aos de Hitler, mas permanecem acobertados por pessoas como o Sr. Araujo. A ocupação inglesa e francesa na África e ásia não utilizava métodos diferentes da belga, a única diferença é que o artigo refere-se a este episódio específico.
“O castigo Belga – mãos cortadas
Para se ter uma idéia de tanta desumanidade, basta observar o que disse um oficial, conhecido por Fiévez, tentando justificar a chacina de cem pessoas, quando estas não conseguiram fornecer aos seus soldados o peixe e a mandioca exigidos: “Eu fazia guerra contra eles. Um exemplo bastava: cem cabeças cortadas fora e a estação voltava a ser abastecida com fartura. Meu objetivo final é humanitário. Eu mato cem pessoas […] mas isso permite que outras quinhentas vivam”. Como afirmou Edmund Morel, uma das maiores vozes que ecoaram contra o trabalho escravo dos africanos, “o Congo é uma sociedade secreta de assassinos, tendo um rei como cabeça”.
São muitas as atrocidades, impossíveis de serem descritas em apenas um artigo. Mas, para quem pensava que no ranking dos monstros da humanidade, Hitler fosse imbatível, uma novidade: o pódio é também ocupado pelo rei Leopoldo II, da Bélgica, que traz em seu currículo 8 milhões de africanos dizimados, contra 6 milhões de judeus mortos, inseridos no histórico do austríaco.
A diferença entre os dois é que Hitler gostava de fazer propaganda de suas bestialidades e suas vítimas foram um povo branco, enquanto o belga, que optou pelos negros, como todo psicopata que se preze, matava com discrição, com um inevitável sorriso nos lábios, além de passar uma imagem de bonzinho para o resto do mundo. No mais, foram monstros paridos pela escória, embora nascidos em épocas e circunstâncias diferentes.”
http://www.rededemocratica.org/index.php?option=com_k2&view=item&id=3896:o-holocausto-negro-no-congo
ruyacquaviva
23 de novembro de 2014 1:32 pmNão me espanta
Não me espanta que o Sr. se coloque em defesa do neocolonialismo. Afinal este é uma expressão do imperialismo capitalista que o Sr. defende. O enorme legado que o Sr. fala é o legado de milhões que morreram de fome, doenças e por brutalidades cometidas pelos colonizadores.
O triste é que sendo uma pessoa culta como é, tenho certeza que não por ignorância da brutalidade dos sistema colonial que o Sr. o defende, portanto é com conhecimento de causa que propaga uma versão palatável para um sistema cruel de exploração, responsável por muito mais mortes que o regime nazista não por ser mais cruel (embra também não o fosse menos) mas por ser mais amplo tanto no espaço quanto no tempo.
OS países que o Sr. chama de “primitivos” apenas tinham uma cultura diferente, assim como os “primitivos” indígenas americanos que foram exterminados em um dos maiores genocídios da História da Humanidade, com a mesma justificativa que o Sr. apresenta para o processo neocolonialista.
Países primitivos Sr. Araujo? Então a China, com mais de cinco mil anos de civilização e vanguarda científica e tecnológica da humanidade durante a maior parte desse período era um país “primitivo”? A Índia era “primitiva”? Uma pessoa culta como o Sr. deveria ter vergonha de declarar tal absurdo. Mesmo que a cegueira ideológica e o preconceito cultural lhe nublem os olhos, sua afirmação é vergonhosa para um homem da sua cultura porque não é fruto de ignorância inocente, então só pode ser má fé intencional.
ruyacquaviva
22 de novembro de 2014 3:24 pmNão tem bonzinho não
O que o autor não diz é que Inglaterra e França poderiam até serem consideradas democracias na metrópole, mas em suas colônias agiam exatamente como os nazistas. Promoviam perseguições, massacres e genocídios agindo exatamante como os nazistas que estavam julgando ou os soviéticos que tanto aterrorizam o autor do texto.
Os EUA não eram exceção, a democracia em seu território não era a mesma para os brancos e os índios (cujo genocídio não foi menos terrível que aquele provocado pelos nazistas sobre os judeus) ou os negros. mAs pior, suas empresas atuavam pelo mundo todo com práticas brutais, trabalho análogo à escravidão, maus tratos e violência. Os EUA não tinham colônias formais como os europeus, mas na prática sua atuação em países da América latina, Caribe, África e Ásia era tão brutal quanto a dos europeus, com a diferença de serem exercidas por grandes empresas em nome da livre iniciativa.
Não tem bonzinho não, a URSS não era menos brutal que os aliados, apenas tinha uma organização política diferente.
Marco St.
22 de novembro de 2014 2:02 pmSó lembrando que se não fosse
Só lembrando que se não fosse a União Soviética provavelmente nem existiria o Tribunal de Nuremberg. Ou talvez, fosse o contrário, com os nazistas no papel de julgadores…
Motta Araujo
22 de novembro de 2014 4:51 pmLENDA.
A URSS recebeu 16
LENDA.
A URSS recebeu 16 milhões de toneladas de material bélico dos EUA, TODOS os motores de tanques russos vinham dos EUA e a Alemanha foi bombardeada desde 2 de agosto de 1940 até 30 de abril de 1945 DIA (USAf) e NOITE (RAF), toda a infra estrutura de transporte e combustiveis do Rerceiro Reich foi destruida pelos bombardeios aereos, a URSS entrou com uma Alemanha previamente muito destruida, a guerra foi ganha pelo CONJUNTO das ações dos Aliados, nunca pela URSS sozinha, essa lenda foi cartilhada pelo COMINTERN de 1946 até a morte de Stalin em 1953.
Kruschev desmontou a lenda no seu celebre discurso de 1955, quando reconheceu que a guerra foi ganha pelos Aliados em conjunto.
O Terceiro Reich JAMAIS poderia ganhar a guerra contra os Estados Unidos, por uma questão de RECURSOS, mesmo que a URSS fosse neutra. O poderio da industria bélica americana era de tal magnitude que ao fim da guerra havia sobra de 10 mil aviões e 1.600 navios novos prontos para serem usados no conflito
Snaporaz
22 de novembro de 2014 11:49 pmPossivelmente ,foi por falta
Possivelmente ,foi por falta de oportunidade não terem incluído Stálin e o Exército Vermelho nos banco dos réus dividindo espaço e pena com os angelicais colaboradores de Adolfo.
Intriga-me a logística para entrega dos motores e equipamentos bélicos à URSS,distante e literalmente cercada militarmente e geograficamente quase inacessível.
A campanha para desqualificar a importância da URSS na vitória sobre os nazistas como fator de desiquilíbrio e antecipação do final do conflito faz parte da propaganda ocidental de reescrever a história a seu favor.
Curiosamente ,o que começou nos albores da “guerra fria”,foi ganhando vida e desenvolveu-se permanecendo
como um método de desconstrução da história,assim como, os chineses nos anos sessenta empreenderam o revisionismo.
Snaporaz
22 de novembro de 2014 11:52 pmPossivelmente ,foi por falta
Possivelmente ,foi por falta de oportunidade não terem incluído Stálin e o Exército Vermelho nos banco dos réus dividindo espaço e pena com os angelicais colaboradores de Adolfo.
Intriga-me a logística para entrega dos motores e equipamentos bélicos à URSS,distante e literalmente cercada militarmente e geograficamente quase inacessível.
A campanha para desqualificar a importância da URSS na vitória sobre os nazistas como fator de desiquilíbrio e antecipação do final do conflito faz parte da propaganda ocidental de reescrever a história a seu favor.
Curiosamente ,o que começou nos albores da “guerra fria”,foi ganhando vida e desenvolveu-se permanecendo
como um método de desconstrução da história,assim como, os chineses nos anos sessenta empreenderam o revisionismo.
nosde
23 de novembro de 2014 12:53 amRussia distante ??? . . . .
Russia distante ??? . . . . voce nunca brincou com a bola Globo Terrestre e olhou por cima ??? . . . . olhando por cima do Polo Norte . . . . .
ruyacquaviva
23 de novembro de 2014 7:50 pmFala sério…
E quantas linhas de transporte de suprimentos militares passavam pelo Polo Norte na Segunda Guerra Mundial?
NENHUMA.
Por que será? Será porque era fácil transpor a calota polar com a tecnologia da época?Ou seria o oposto.
No afã de defender afirmações falsas as pessoas apelam para cada bobagem que dá até desgosto.
A União Soviética recebeu sim suprimentos bélicos dos EUA, não porque os americanos sejam bonzinhos como o Sr. Araújo quer fazer crer, mas porque era interesse deles que os nazistas fossem contidos pelos soviéticos. No entanto não foram as remessas americanas o fator decisivo para a vitória soviética sobre os nazistas. O fator decisivo foi a coragem e determinação do povo russo, o tamanho do país e o rigor do frio no inverno. Os suprimentos americanos e ingleses ajudaram, mas não foram em quantidade suficiente para serem determinantes para o resultado do conflito. Muito maior foi a influência do avanço soviético no front oriental para permitir o sucesso do desembarque na Normandia e o avanço dos aliados no front ocidental.
A forma como o Sr. Araújo distorce os fatos histórico atribuindo a condição de “mocinhos” e “bonzinhos” às potências ocidentais e de vilões aos demais participantes da Guerra é apenas uma amostra de como se usa a História para propagar a versão dos vencedores e apagar os fatos que não lhes são favoráveis.
Mario Siqueira
22 de novembro de 2014 4:15 pmNum sábado
Num sábado aguado, de feriado prolongado, por falta de assunto lá vem o Nassif com o arroz de festa Araujo Motta, só para provocar.
E tem patinho caindo na provocação
. O Araujo Motta é a versão “intelectual” (risos) do tal de Rocambole ou Rebola que, por falar nisso, sumiu daquí.
Acorda Rebola !
junior50
23 de novembro de 2014 12:16 amTribunal Militar ?
Caro Motta,
Independente das caracteristicas de “jurispridencia retroativa”, certos autores discordam desta tese, incluido Shawcross, que afirmam que “crimes contra a humanidade”, já estavam capitulados, em tese, nas discussões na Liga das Nações, referente as atrocidades cometidas pelos turcos contra o povo armênio.
Mas a importancia de Nuremberg, vai muito alem de um “julgamento militar”, o que em minha opinião não foi, mas a de que civis togados, possuem competencia para julgar, pela primeira vez na história, militares, não apenas condutas individuais, mas principalmente coletivas.
Alem do que, os juizes ocidentais ( USA, UK, França ) e os procuradores – chefes destes paises, não eram militares de carreira, mesmo o Pres. do Tribunal Sir Geoffrey Lawrence, apesar da patente de coronel, sempre foi um jurista de alta qualidade, até mesmo os militares soviéticos Nikitchenko (juiz) e Rudenko (procurador), apesar de militares de carreira, Rudenko foi da NKVD, eram advogados de sólida formação juridica, dentro do sistema soviético de justiça, pode-se concordar ou não com o sistema, mas era o vigente e legal a época na URSS.
Para mim, que não sou advogado, somente um interessado em assuntos referentes a II GM, um diletante, quem arrasa nos argumentos em Nuremberg, tanto nos interrogatórios, quanto nas disposições finais, foi o promotor assistente britanico Sir David Maxwell Fyfe, um jurista que posteriormente a Nuremberg, deu origem com seus escritos ao que hj. reconhecemos como “Direitos Humanos”, descreveu o crime de genocidio em 1946, dando origem a resolução 260 da 3a Assembléia da ONU, de 9/12/48, promulgada em 12/01/1951 – base ainda hj. do TPI de Haia.
Sou chato