4 de junho de 2026

Paulinho da Força é condenado à perda dos direitos políticos por improbidade

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Foto: Jaélcio Santana/Força Sindical
 
Jornal GGN – O Tribunal Regional da 3º decidiu pela suspensão dos direitos políticos de Paulinho da Força, deputado federal pelo Solidariedade, pelo prazo mínimo de cinco anos. O parlamentar paulista é acusado de improbidade no uso de recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT). 
 
Denúncia do Ministério Público afirma que Paulo Pereira, enquanto presidente da Força Sindical, contratou a Fundação João Donini sem licitação para ministrar cursos profissionalizantes voltados para desempregados e pessoas de baixa renda com recursos do fundo. 
 
A decisão da desembargadora Consuelo Yoshida afirma que a  fundação “não possuía, nem possui, nem de longe, finalidade educacional específica e adequada aos propósitos do convênio firmado entre o Ministério do Trabalho e a entidade sindical ré”. 

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Paulinho e outros réus, como João Francisco Donini, responsável pela fundação, também foram condenados a pagar multa, proibidos de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente. 
 
A 6ª Turma do TRF3 apontou inconsistências nos cadastros de alunos com duplicidade de CPFs, o que demonstraria a “ausência de seriedade da instituição”. Além disso, as provas mostram o “prejuízo causado à efetiva e eficaz prestação de serviço público com dinheiro público por instituição absolutamente desqualificada para tanto”. 
 
O MPF afirma que a Força Sindical fez três convênios com om Ministério do Trabalho, entre 1999 e 2000, para qualificação e re-qualificação profissional de trabalhadores desempregados ou sob risco de desemprego e também para micor e pequenos empreendedores autônomos.
 
A central sindical de Paulinho teria contratada a Fundação Donini para ministrar os cursos por R$ 215 milhões. 
 
O TRF3 também afirmou que os réus tinham conhecimento da falta de capacidade técnica e da precariedade das instalações para a realização dos cursos profissionalizantes e “agiram, no mínimo, com culpa grave, porquanto não atuaram com a diligência esperada na contratação do convênio em questão”.
 
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12 Comentários
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  1. nilo filho

    12 de junho de 2017 5:24 pm

    Paulinho era um

    Paulinho era um mercenário. 

    Quem seria seu comprador ??? 

    Sua história, é preciso ser contada.

  2. Jorge Leite Pinto

    12 de junho de 2017 5:45 pm

    cabe recurso?

    cabe recurso?

    1. Antonio C.

      12 de junho de 2017 6:59 pm

      Comentário venenoso.

      Depende da origem, se lícita ou ilícita.

    2. Valmont Santos

      12 de junho de 2017 7:28 pm

      Não cabe recurso

      O máximo que ele pode tentar é alguma medida protelatória, mas a decisão em segunda instância é terminativa.

  3. Antonio C.

    12 de junho de 2017 6:04 pm

    Comentário

    1. stanilaw Calandreli II

      12 de junho de 2017 6:57 pm

      Il capo dei tutti capi!!!

      Il capo dei tutti capi!!!

      1. James Gresslerdd

        12 de junho de 2017 8:32 pm

        hh

        Ese bosta do baralho disse que “eles” tinham muuuito dinheiro pra derrubar a   D   I   L   M   A.    Agora sabemos muuuito

        de onde essa grana toda. vinha. Vai ter de explicar ao MP. Escanateado do núcleo dos golpista tem  tido uns chiliques.  

  4. Ninguém

    12 de junho de 2017 8:29 pm

    Quem é Paulinho da Força?

    Só reconheço o Peleguinho da Farsa. Sindicato de trabalhador criado pelo patronato (FIESP) não é sindicato de trabalhador nem visa benefiar estes. É sindicato pra lá de pelego que só visa atender aos interesses do patronato. Farsa Sindical golpista! Peleguinho da Farsa calhorda!

  5. Jus Ad Rem

    12 de junho de 2017 10:13 pm

    .

    Foi esse cretino pelego que falou publicamente que deveriam anistiar o Cunha pelo serviço de aceitar o impeachment de Dilma.

  6. Serjão

    13 de junho de 2017 12:22 am

    CANA

    Cadeia pra esse escroque, traidor dos trabalhadores.

     

  7. Joao Carlos Goncalves

    24 de dezembro de 2017 8:49 pm

    Absolvição

    Depois de um longo e rigoroso inquérito, STF reconhece a inocência de Paulinho da Força

    “Esperei quase 17 anos pela justiça, que chega agora depois de um inquérito longo e rigoroso”, afirmou Paulinho da Força.

    Nesta terça-feira, 19 de dezembro de 2017, foi publicada decisão do Exmo. Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal,  (STF) determinando o arquivamento do Inquérito 2905. Tratava-se de ação aberta em 2010, a partir de investigação iniciada em 2001, que cumpriu uma série de diligências para apuração de suposto ilícito do qual era acusado o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

    O caso remetia à aquisição da Fazenda Poço das Três Antas, localizada no município de Itararé (SP), em que a central Força Sindical atuou no treinamento das famílias assentadas no referido imóvel, em programa realizado pelo Banco do Povo.

    Cumprida a instrução do inquérito, não se verificou nenhuma ilegalidade na conduta do deputado. Dessa maneira, visto que não há como se imputar, na esfera penal, responsabilidade a Paulo Pereira da Silva por eventuais irregularidades ou desvios decorrentes da aquisição do imóvel, o Exmo. Ministro Relator Luiz Fux acatou o parecer ministerial, determinando o arquivamento do processo.

    Após a decisão o parlamentar afirmou que depois de um inquérito longo e rigoroso a justiça foi feita.”Fiquei muito feliz com o resultado, que repõe a verdade”, disse Paulinho nesta tarde.

    http://radiopeaobrasil.com.br/stf-atende-pgr-isenta-deputado-paulinho-da-forca-e-arquiva-inquerito-aberto-em-2010/

     

  8. Joao Carlos Goncalves

    24 de dezembro de 2017 8:49 pm

    Absolvição

    Depois de um longo e rigoroso inquérito, STF reconhece a inocência de Paulinho da Força

    “Esperei quase 17 anos pela justiça, que chega agora depois de um inquérito longo e rigoroso”, afirmou Paulinho da Força.

    Nesta terça-feira, 19 de dezembro de 2017, foi publicada decisão do Exmo. Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal,  (STF) determinando o arquivamento do Inquérito 2905. Tratava-se de ação aberta em 2010, a partir de investigação iniciada em 2001, que cumpriu uma série de diligências para apuração de suposto ilícito do qual era acusado o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

    O caso remetia à aquisição da Fazenda Poço das Três Antas, localizada no município de Itararé (SP), em que a central Força Sindical atuou no treinamento das famílias assentadas no referido imóvel, em programa realizado pelo Banco do Povo.

    Cumprida a instrução do inquérito, não se verificou nenhuma ilegalidade na conduta do deputado. Dessa maneira, visto que não há como se imputar, na esfera penal, responsabilidade a Paulo Pereira da Silva por eventuais irregularidades ou desvios decorrentes da aquisição do imóvel, o Exmo. Ministro Relator Luiz Fux acatou o parecer ministerial, determinando o arquivamento do processo.

    Após a decisão o parlamentar afirmou que depois de um inquérito longo e rigoroso a justiça foi feita.”Fiquei muito feliz com o resultado, que repõe a verdade”, disse Paulinho nesta tarde.

    http://radiopeaobrasil.com.br/stf-atende-pgr-isenta-deputado-paulinho-da-forca-e-arquiva-inquerito-aberto-em-2010/

     

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