Jornal GGN – Investidores e agentes do mercado financeiro voltaram a ampliar seus prognósticos para a taxa oficial de inflação no ano: o prognóstico para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ao fim deste ano foi ajustado pela terceira semana consecutiva, passando de 6,31% para 6,32%, segundo dados do relatório Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central.
Os números seguem dentro da faixa de variação tolerada pelas autoridades federais – o centro da meta é de 4,50%, com dois pontos de variação para mais (6,50%) ou menos (2,50%).
Os dados mensais mostram que a variação estimada para o fechamento de setembro subiu pela terceira semana consecutiva, de 0,43% para 0,44%, e o total para outubro foi mantido em 0,50% pela segunda semana seguida.
A mediana suavizada para os próximos 12 meses avançou pela quarta semana consecutiva, de 6,33% para 6,38%, enquanto a estimativa para 2015 seguiu em 6,30%.
Por outro lado, os indicativos para os outros índices de preços apresentaram redução generalizada. No caso do IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna), a esitmativa para o fechamento em 2014 caiu pela quarta semana consecutiva, de 3,65% para 3,63%. A estimativa para o fechamento do índice em setembro também perdeu força, de 0,32% para 0,30%. O total estimado para outubro permaneceu estável em 0,50% pela segunda semana seguida.
A variação suavizada para os próximos 12 meses passou de 5,47% para 5,53%, e os dados para 2015 foram mantidos em 5,50% pela segunda semana consecutiva.
Para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), a variação estimada para o fim deste ano perdeu força pela segunda semana consecutiva, de 3,66% para 3,49%. Na avaliação mensal, o prognóstico para outubro foi mantido em 0,51%.
O total suavizado para os próximos 12 meses foi ampliado pela terceira semana consecutiva, de 5,65% para 5,66%, enquanto a variação para 2015 ficou estável em 5,50% pela terceira semana seguida.
Os agentes também reduziram os prognósticos para o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), com os dados passando de 5,50% para 5,38%. Na avaliação mensal, a estimativa para o fechamento de outubro seguiu em 0,45% pela oitava semana consecutiva.
Os dados suavizados para os próximos 12 meses subiram pela sexta semana consecutiva, de 5,54% para 5,56%. A estimativa para 2015 foi mantida em 5,59%.
O mercado financeiro também não alterou a perspectiva para taxa básica de juros (Selic), mantida em 11% ao ano pela décima oitava semana consecutiva, com a média do período seguindo em 10,91% pelo mesmo período de tempo. Contudo, os dados para 2015 foram ajustados: a estimativa para o fim do período subiu pela segunda semana, de 11,38% para 11,88%, com a média passando de 11,41% para 11,69%.
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