Esquerda cirandeira: O que é, qual o problema e por que abandonar o termo
A esquerda da performance pacífica, vazia e deslocada é um problema. É sintomática da desmobilização da última década, da falta de respaldo na base. É reflexo da falta de trabalho e de propostas reformistas
Anônimo
20 de novembro de 2019 10:47 amIsto que se chama esquerda pequeno-burguesa, perder tempo com discussões inúteis, já até dei uma proposta no YouTube, se querem trocar o nome passem para esquerda Nutella.
Anônimo
20 de novembro de 2019 12:10 pmÉ isso. Quando se discute o nada é porque não há nada o que se discutir; diversionismo.
Anônimo
20 de novembro de 2019 1:03 pmAi, ai… Então tá, então…
Não é o Sofismático
20 de novembro de 2019 9:24 pmMarx e Bergson assistem ao video, entreolham-se e começam a rir.
Por outro lado, ninguém se acha isso na hora de assistir a Angela Davis num telão… ou num radicalismo que cabe numa camiseta… ou aquele pessoal que leu Capricho na adolescência e, numa curiosa transmutação, permeia seus preconceitos de classe no interior da esquerda por meio de uma pseudomilitância e um patrulhamento (nada como vigiar o outro e esquecer que se é um pequeno-burguês e sempre será). Tudo isso é real (espero que não tenham vomitado vossos chás).
Calma, pessoal, sou working class (em inglês, soa mais “bonito” para vocês e a Maria da Conceição Tavares explicando História Econômica esclarece um bocado o motivo e o sentido do termo, aproveitem…).
Não é o Sofismático
20 de novembro de 2019 9:24 pmMarx e Bergson assistem ao video, entreolham-se e começam a rir.
Por outro lado, ninguém se acha isso na hora de assistir a Angela Davis num telão… ou num radicalismo que cabe numa camiseta… ou aquele pessoal que leu Capricho na adolescência e, numa curiosa transmutação, permeia seus preconceitos de classe no interior da esquerda por meio de uma pseudomilitância e um patrulhamento (nada como vigiar o outro e esquecer que se é um pequeno-burguês e sempre será). Tudo isso é real (espero que não tenham vomitado vossos chás).
Calma, pessoal, sou working class (em inglês, soa mais “bonito” para vocês e a Maria da Conceição Tavares explicando História Econômica esclarece um bocado o motivo e o sentido do termo, aproveitem…).