Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Motta Araujo
27 de setembro de 2014 3:16 amhttp://www.jb.com.br/economia
http://www.jb.com.br/economia/noticias/2014/09/25/antonio-oliveira-santos-e-reeleito-presidente-da-cnc/
Há 34 anos grudado na cadeira que não solta, Antonio de Oliveira Santos, foi reeleito pela 10ª vez na Confederação Nacional do Comercio. É impressionante como o Brasil aceita essas aberrações, talvez porque esse tipo de entidade não tem importancia alguma para aqueles que deveria defender, não fazem absolutamente nada porque tem 20% do imposto sindical patronal
sem que tenham que justificar sua existencia. O Presidente de um cargo que deveria ser rotativo passa a viver do cargo, vira pelego profissional, coyado do associado que precisar da entidade, cuja sede é em Brasilia mas o Presidente vive, mora e não sai do Rio, que coisa.
Notívago
27 de setembro de 2014 6:13 amViúva Porcina gravará programa para ajudar a Marina
E haja blá-blá-blá sobre o morto que estaria no céu torcendo pela Marina.
Acho que a mulher de Eduardo Campos prestaria um bom serviço ao Brasil se em vez de fazer propraganda eleitoral esclarecesse os brasileiros sobre o escândalo envolvendo o avião da família.
Ou o avião que matou o Campos não era da família? Se não era, de quem era?
NICKNAME
27 de setembro de 2014 9:14 amO BLOG PRECISA URGENTE RENOVAR-SE.
Sugiro convidar outros estudiosos e pesquisadores do ex-IUPERJ, ex alunos do prof. Wanderley, espalhados pelo país. Renovaria um pouco todo este Blog. E repito, repito: Sempre ter um aviso enorme pra esclarecer e convidar novos partici- pantes. Como está de um tempo pra cá, é uma voz só, uma unanimidade só, e não é apenas pela intensa disputa eleitoral de animos exaltados. (Posso usar de foraç deezxpresão, né). Em qq outro assunto, predominam comentários nem sempre de bom nível (eu tive que dançar conforme a música, mas no passo contrário, cutucando, provocando, ridicularizando a maioria). O BLOG PRECISA URGENTE RENOVAR-SE. Voltei e fui aceito pela 3. vez sob outros nicks, caí na tentação, mas percebo que vai de mal a pior, pelo menos nos posts recentes, por sinal devem ter letras coloridas ou muito negritadas e maiores.E outro aviso pra visitar o restante do Blog q somente de uns dias pra cá é que comecei a descobrir e curtir !…
Notívago
27 de setembro de 2014 10:36 amBand-News: a bagunça proposital na divulgação das pesquisas
O Band-News está anunciando o resultado de todas as pesquisas da semana, ao mesmo tempo.
Mas omite o resultado da última pesquisa Datafolha de ontem que mostra que a Dilma subiu 6% com relação a última pesquisa do mesmo instituto, e que agora 13% separa a Dilma da Marina. E quando aparece a pesquisa Datafolha é sobre São Paulo, mas não sobre a eleição presidencial. Com esta confusão proposital o eleitor não percebe que a Dilma vem crescendo nos últimos dias e que poderá ganhar a eleição ainda no PRIMEIRO turno.
O objetivo da bagunça proposital é, pois, exatamente este: esconder em um cipoal de números que a Dilma tem chance de ganhar a eleição ainda no PRIMEIRO turno.
Cláudio José
27 de setembro de 2014 10:54 amSALVE SÃO COSME E DAMIÃO
A verdadeira história de São Cosme e São Damião, mártires
SEXTA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2014, 7H00MODIFICADO: SEXTA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2014, 8H31Share on facebookShare on google_plusone_shareShare on twitterShare on emailShare on print
“Teus deuses não têm poder algum, nós adoramos o Criador do céu e da terra!”
Hoje, dia 26 de setembro, lembramos dois dos santos mais citados na Igreja: São Cosme e São Damião, irmãos gêmeos, médicos de profissão e santos na vocação da vida. Viveram no Oriente (Cilícia, Ásia Menor, entre os séculos III e IV), e, desde jovens, eram reconhecidos por sua habilidade como médicos. Com a conversão, passaram a ser também missionários, ou seja, ao unirem a ciência à confiança no poder da oração, levavam a muitos a saúde do corpo e da alma.
Viveram na Ásia Menor, até que, devido à perseguição de Diocleciano, no ano 300 da Era Cristã, foram presos por serem considerados inimigos dos deuses e acusados de usar feitiçarias e meios diabólicos para disfarçar as curas. Tendo em vista esta acusação, a resposta deles era sempre: “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo Seu poder!”
Diante da insistência dos perseguidores da fé cristã, com relação à adoração aos deuses, responderam: “Teus deuses não têm poder algum, nós adoramos o Criador do céu e da terra!”
Atenção para este recado:
Na Igreja muitos santos são estigmatizados pelo misticismo devido ao choque de culturas. Nada contra outras culturas, mas é sempre muito bom lembrar a verdadeira origem dos fatos. Muitos de nossos santos são cultuados também no candomblé e em outras religiões, mas a história é bem diferente. Na época da escravatura no Brasil, os escravos africanos criaram uma maneira criativa e inteligente de enganar os senhores de Engenho. Invocavam os seus deuses Orixá, Oxalá, Ogum como São Sebastião, São Jorge e Jesus, e os negros bantos identificaram Cosme e Damião como os orixás Ibejis em um sincretismo religioso. E fizeram o mesmo com outros santos também, como São Jorge, Santa Barbara, entre outros. O sincretismo religioso é um fenômeno que consiste na absorção de influências de um sistema de crenças por outro.
Os negros bantos identificaram Cosme e Damião como os Ibejis: são divindades gêmeas, sendo costumeiramente sincretizadas aos santos gêmeos católicos [Cosme e Damião]. A grande cerimônia dedicada a Ibeji acontece no dia 27 de setembro, quando comidas como caruru, vatapá, bolinhos, doces, balas (associadas às crianças, portanto) são oferecidas tanto a eles como aos frequentadores dos terreiros. Para nós, católicos, este é o dia de São Vicente de Paulo. Por isso, há o costume de distribuir doces e comidas às crianças no dia 27, que também foi um costume introduzido pelo candomblé.
São Cosme e São Damião jamais abandonaram a fé cristã e foram decapitados no ano de 303. São considerados os padroeiros dos farmacêuticos, médicos e das faculdades de medicina.
Senhor, dai-nos uma fé viva, livre de todas as misturas, uma fé nova, traduzida na vida e no amor aos irmãos. Por isso, proclamamos o Senhorio de Jesus em nossas vidas, pois os santos não precisam de alimentos, pois eles já contemplam o Alimento da Vida, que é o próprio Senhor.
Oração:
São Cosme e Damião, que, por amor a Deus e ao próximo, vos dedicastes à cura do corpo e da alma de vossos semelhantes. Abençoai os médicos e farmacêuticos, medicai o meu corpo na doença e fortalecei a minha alma contra a superstição e todas as práticas do mal. Que vossa inocência e simplicidade acompanhem e protejam todas as nossas crianças. Que a alegria da consciência tranquila, que sempre vos acompanhou, repouse também em meu coração. Que vossa proteção, São Cosme e Damião, conserve meu coração simples e sincero. Senhor nosso Deus, que dissipais as trevas da ignorância com a luz de Cristo, vossa Palavra, fortalecei a fé em nossos corações, para que nenhuma tentação apague a chama acesa por vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
São Cosme e São Damião, rogai por nós!
Minha bênção fraterna.
MiriamL
27 de setembro de 2014 12:17 pmRamonet: o bloqueio a Cuba
Ramonet: o bloqueio a Cuba próximo do fim?
Por Ignácio Ramonet
on 24/09/2014
Hillary Clinton reconhece que política norte-americana é erro histórico. População concorda, mostram pesquisas. Agora, só direita e Obama parecem sustentar embargo
Por Ignacio Ramonet | Tradução João Victor More Ramos
No livro que se acaba de publicar sobre suas experiências como secretária de Estado, durante o primeiro mandato (2008-2012) do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, intitulado Decisões difíceis (1), Hillary Clinton escreve, a propósito de Cuba, algo fundamental: “ao terminar meu mandato, pedi ao presidente Obama que reconsiderasse nosso embargo contra Cuba. Não cumpre nenhuma função e obstrui nossos projetos com toda America Latina”.
Pela primeira vez, uma personalidade que aspira à presidência dos Estados Unidos afirma publicamente que o bloqueio imposto por Washington – desde mais de cinquenta anos! – à maior ilha do Caribe não cumpre “nenhuma função”. Isto é, não se tem permitido submeter esse pequeno país apesar. do grande sofrimento injusto que se tem causado a sua população. Nesse sentido, o fundamental, na constatação de Hillary Clinton, são dois aspectos:
Primeiro, rompe o tabu, dizendo em voz alta o que desde muito tempo todos já sabem em Washington: que o bloqueio não serve para nada. E segundo, de maior importância, é declarar isto no momento em que arranca na corrida à candidatura do Partido Democrata à Casa Branca. Isto quer dizer, não teme que essa afirmação – na contracorrente de toda a política de Washington diante de Cuba no ultimo meio século – constitua, para ela, um obstáculo, na larga batalha eleitoral que tem daqui até as eleições de 8 de novembro de 2016.
Se Hillary Clinton sustenta uma postura tão pouco convencional, em primeiro lugar, é porque assume o desafio de responder sem temor as duras criticas que não deixaram de formular seus adversários republicanos, ferozmente hostis a toda mudança de Washington com respeito a Cuba. E, em segundo lugar, porque não ignora que a opinião publica estadunidense tem evoluído sobre esse tema, sendo hoje majoritariamente favorável ao fim do bloqueio.
Do mesmo modo que Hillary Clinton, um grupo de cinquenta importantes empresários (2), ex-altos funcionários estadunidenses de distintas tendências políticas e intelectuais, acaba de pedir a Obama, em carta aberta (3), que utilize as prerrogativas do Poder Executivo para introduzir mudanças mais inteligentes com relação a Cuba e se aproxime mais de Havana. Seria uma forma de minimizar o impasse, sabendo que o presidente dos Estados Unidos não possui a faculdade de acabar com o embargo — o que depende de uma maioria qualificada de democratas e republicanos no Congresso. Assinalam que a sociedade apoiaria este primeiro passo.
Com efeito, uma pesquisa realizada em fevereiro desse ano pelo centro de investigação Atlantic Council afirma que 56% dos estadunidenses querem uma mudança na política de Washington com Havana. E, mais significativo, na Florida, o Estado com maior sensibilidade neste tema, 63% dos cidadãos (e 62% dos latinos) desejam o fim do bloqueio (4). Outra consulta mais recente, realizada pelo Instituto de Investigação Cubano da Universidade Internacional da Florida, demonstra que a maioria da própria comunidade cubana de Miami (5) pede pelo fim do bloqueio à ilha (71% dos consultados considera que o embargo “não tem funcionado”, e uns 81% votaria por um candidato que substituísse o bloqueio por uma estratégia que promovesse o reestabelecimento diplomático entre ambos os países) (6).
Ocorre que, contrariamente às esperanças que surgiram depois da eleição de Barack Obama em novembro de 2008, Washington manteve-se estacionado em suas relações com Cuba. Justamente depois de assumir seu cargo de presidente, Obama anunciou – na Cúpula das Américas, celebrada em Trindad e Tobago, abril de 2009 – que daria um novo rumo nas relações com Havana.
Todavia, limitou-se a gestos pouco mais que simbólicos: autorizou que os estadunidenses de origem cubana viajassem à ilha e enviassem quantidades restritas de dinheiro a suas famílias. Depois, em 2011, adotou novas medidas, mas também de pequeno alcance: permitiu que grupos religiosos e estudantes viajassem a Cuba, consentiu que aeroportos estadunidenses recebessem voos da ilha e ampliou o limite de remessas que os cubanos-estadunidenses poderiam transferir a seus parentes. Pouca coisa, diante do formidável bloqueio que separa os dois países.
Entre as divergências, está o caso dos Cinco Cubanos (7), que tem comovido a opinião publica internacional (8). Estes agentes da inteligência de Havana, detidos na Florida pelo FBI em setembro de 1998 quando realizavam missões de prevenção contra o terrorismo anticubano, foram condenados a altas penas de prisão, num julgamento político típico da Guerra Fria (autêntico linchamento jurídico).
Condenação ainda mais injusta porque “Os Cinco” não cometeram nenhum ato de violência, nem procuraram informação sobre a segurança dos Estados Unidos. O único que fizeram, correndo riscos mortais, foi prevenir atentados e salvar vidas humanas. Washington não é coerente quando diz combater o “terrorismo internacional” e segue abrigando, em seu próprio território, grupos terroristas anticubanos (9). Sem ir mais longe, em abril passado, as autoridades da ilha detiveram um novo grupo de quatro indivíduos, vinculados a Luis Posada Carriles (10), vindo mais uma vez da Florida com a intenção de cometer atentados.
Tampouco há coerência quando acusam “Os Cinco” de atividades antiestadunidenses que jamais existiram, enquanto Washington segue empenhado em imiscuir-se nos assuntos internos de Cuba e na fomentação de mudanças do sistema político.
Há meses, voltaram a demonstrar tais intenções, nas recentes revelações sobre o assunto “ZunZuneo” (11), uma falsa rede social que uma agência do Departamento de Estado (12), criou e financiou ocultamente entre 2010 e 2012 com a intenção de provocar na ilha protestos semelhantes ao das “Revoluções Coloridas” do ex-mundo soviético, da Primavera Árabe ou das “Guarimbas” venezuelanas, para exigir depois, a partir da Casa Branca ou do Capitólio, uma mudança política. Tudo isso demonstra que Washington segue tendo sobre Cuba uma atitude retrógrada, tipicamente da Guerra Fria, etapa que terminou a quase um quarto de século.
Semelhante arcaísmo choca com a postura de outras potências. Por exemplo, todos os Estados da América Latina e do Caribe, quaisquer que sejam suas orientações políticas, têm estreitado ultimamente seus laços com Cuba, denunciando o bloqueio.
Pode-se comprovar isto no inicio do ano, na Cúpula da Comunidade dos Estados Latino Americanos e do Caribe (CELAC) reunida precisamente em Havana. Washington sofreu um novo desprezo no há pouco, em Cochabamba (Bolivia), durante a Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), quando os países latino-americanos – numa nova mostra de solidariedade com Havana – não participar da próxima Cúpula das Américas, que terá lugar em 2015 no Panamá, se Cuba não for convidada a participar.
Por sua parte, a União Europeia (UE) decidiu, em fevereiro, abandonar a chamada “posição comum” com relação à ilha, imposta em 1996 por José Maria Aznar, então presidente do Governo da Espanha, para “castigar” Cuba rechaçando todo dialogo com as autoridades da ilha. Porém, o gesto resultou estéril e fracassado.
Bruxelas tem reconhecido e dado inicio agora a uma negociação com Havana para alcançar um acordo de cooperação política e econômica. A UE é o primeiro investidor estrangeiro em Cuba e seu segundo sócio comercial. Com este novo espírito, vários ministros europeus já visitaram a ilha. Entre estes, em abril, Laurent Fabius, – primeiro chanceler francês que realizou uma visita a nação caribenha em mais de trinta anos – declarou que buscava promover as alianças entre as empresas dos dois países, bem como apoiar as companhias francesas que desejassem desenvolver projetos ou se fixar em Cuba (13).
Contrastando com o imobilismo de Washington, muitas chancelarias europeias observam com interesse as mudanças que estão se produzindo em Cuba, impulsionadas sobretudo pelo presidente Raúl Castro, no marco da atualização do modelo econômico e na linha definida em 2011 no VI Congresso do Partido Comunista de Cuba (PCC). Representam transformações muito importantes na economia e na sociedade. Em particular, a recente criação da Zona Especial de Desenvolvimento em torno do porto de Mariel — assim como a aprovação, em março, de uma nova Lei de Investimento Estrangeiro — suscitam um grande interesse internacional.
As autoridades consideram que não existe contradição entre o socialismo e a iniciativa privada (14). E alguns responsáveis estimam que esta última (que incluiria as inversões estrangeiras) poderia abarcar até 40% da economia do país, enquanto o Estado e o setor público conservariam 60%. O objetivo é que a economia cubana seja cada vez mais compatível com a de seus principais sócios na região (Venezuela, Brasil, Argentina, Equador, Bolívia), onde coexistem setor publico e setor privado, Estado e mercado.
Todas estas transformações sublinham, por contraste, o impedimento do governo estadounidense, autobloqueado em uma posição ideológica de outra época. Inclusive, como temos visto, cada dia são mais numerosos aqueles que, em Washington, admitem que essa postura seja equivocada e que, em relação a Cuba, os EUA têm urgência em sair do isolamento internacional. O presidente Obama saberá escutá-los?
—
(1) Hillary Rodham Clinton, Hard Choices, Simon & Schuster, Nueva York, 2014.
(2) Entre los empresarios que figuran: J. Ricky Arriola, presidente del poderoso consorcio Inktel; los magnates del azúcar y del sector inmobiliario Andrés Fanjul y Jorge Pérez; el empresario Carlos Saladrigas, y el petrolero Enrique Sosa, además de otros emprendedores multimillonarios.
(3) Léase El Nuevo Herald, Miami, 20 de mayo de 2014.
(4) Léase Abraham Zembrano, “¿Se acerca el fin del embargo a Cuba?”, BBC Mundo, Londres, 20 de febrero de 2014. http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2014/02/140211_cuba_eeuu_embargo_az.shtml
(5) En Miami, principal ciudad de Florida, viven unos 650.000 expatriados cubanos.
(6) El País, Madrid, 17 de junio de 2014. http://internacional.elpais.com/internacional/2014/06/17/actualidad/1403022248_144582.html
(7) Los Cinco son: Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Gerardo Hernández, René González y Fernando González. Estos dos últimos han sido liberados y se hallan en Cuba.
(8) En Washington, del 4 al 10 de junio pasado, tuvo lugar el Tercer Encuentro “Cinco días por los Cinco” que reunió a participantes procedentes de decenas de países del mundo, los cuales se manifestaron delante de la Casa Blanca y del Capitolio exigiendo la liberación de “los Cinco”. http://www.answercoalition.org/national/news/5-days-forthe-Cuban-5.html
(9) Cuba es uno de los países del mundo que más ha padecido la lacra del terrorismo (3.500 personas asesinadas y más de 2.000 discapacitados de por vida).
(10) Jefe de diversos grupos terroristas anticubanos, Posada Carriles es en particular el responsable del atentado contra el avión de pasajeros de Cubana de Aviación cuya explosión en vuelo provocó, en 1976, 73 muertos. Reside en Florida, donde goza de la protección de las autoridades estadounidenses.
(11) Las revelaciones fueron realizadas por la agencia de prensa AP (Associated Press). http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2014/04/140403_zunzuneo_cuba_eeuu_msd.shtml
(12) La Agencia para el Desarrollo Internacional de Estados Unidos (USAID, por sus siglas en inglés), un organismo que opera bajo la dirección del Departamento de Estado.
(13) Alrededor de sesenta grandes empresas francesas están presentes en Cuba. Entre las principales, destacan el grupo Pernod Ricard, que comercializa el ron Havana Club en el mundo, los grupos Accor, Nouvelles frontières, FRAM voyages en el sector del turismo, Bouygues en obras públicas, Alcatel-Lucent en telecomunicaciones, Total y Alstom en energía, y Air France en transporte, entre otros.
(14) Se estima que ya hay unos 450.000 “cuentapropistas” (trabajadores por cuenta propia, comerciantes y pequeños empresarios) en Cuba.
http://outraspalavras.net/destaques/o-bloqueio-a-cuba-proximo-do-fim/
MiriamL
27 de setembro de 2014 12:29 pmÉ dever cívico lembrar que
É dever cívico lembrar que Sarney e amigos mantiveram o Maranhão na pobreza
Leonardo Sakamoto 26/09/2014 12:24
Nós, de São Paulo e do Rio de Janeiro, com nossos Felicianos e Bolsonaros, apenas para citar o que dói mais, não temos moral alguma para falar de candidatos de outras unidades da federação.
Mas creio que é dever cívico lembrar a todos e a todas que a holding Sarney está disputando novamente o governo do Maranhão.
E já que o IBGE foi jogado para o centro da campanha eleitoral com a papagaiada sobre a divulgação dos índices de desigualdade social, gostaria de compartilhar com vocês alguns dados desse estado gerados pelo instituto.
O Maranhão apresenta a menor expectativa de vida na média de homens e mulheres (68,6 anos). São oito anos a menos que Santa Catarina (76,8), que ocupa o primeiro lugar, e cinco abaixo da média nacional (73,76).
Possui a segunda pior taxa de mortalidade infantil do país, apenas atrás de Alagoas (terra de Collor), com 29 crianças com menos de um ano mortas para cada mil nascidas vivas. A média nacional é de 16,7 para 1000. A menor taxa está, novamente, em Santa Catarina (9,2/1000).
As três piores cidades em renda per capita pertencem ao Maranhão, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) – Marajá do Sena (R$ 96,25), Fernando Falcão (R$ 106,99) e Belágua (R$ 107,14). Na média dos municípios, o Estado possui o segundo pior IDHM do país, perdendo apenas para Alagoas.
Sem desmerecer todas as denúncias de corrupção, nepotismo, desvio de verbas públicas, entre outras, que recaem contra o ex-presidente da República e do Senado, a miséria em que se encontra boa parte do povo maranhense já era motivo suficiente para qualquer cidadão exigir não apenas a sua já anunciada aposentadoria, mas também a aposentadoria de sua influência.
O Maranhão, sob o domínio dos Sarney e amigos por décadas, não só permaneceu nas piores posições nos indicadores sociais, mas também viu suas terras serem desmatadas e poluídas, latifúndios crescerem, trabalhadores serem escravizados e assassinados, comunidades tradicionais serem ameaçadas e expulsas, a educação ser sucateada, os meios de comunicação ficarem concentrados nas mãos de poucos políticos.
Isso é assustador, considerando que o Maranhão é um dos Estados mais ricos da federação. Possui jazidas minerais e gás natural. Água doce em abundância. Partes de seu território estão na Amazônia e no Cerrado. Tem localização privilegiada, com um porto mais próximo dos Estados Unidos e da União Europeia do que os do Sul e Sudeste.
A culpa é do povo que os elege, bradarão alguns.
Como já disse aqui antes, não é tão simples – Sarney teve que fugir e virar senador pelo Amapá para não ficar fora do jogo político em um determinado momento. E sua filha, Roseana, já perdeu uma eleição para o governo.
O Maranhão possui importantes movimentos sociais e uma sociedade civil atuante. O problema é o desalento de boa parte da população mais pobre, que já não acredita que a política possa fazer diferença em sua vida.
Mas, acreditem, ela faz.
http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/09/26/e-dever-civico-lembrar-que-sarney-e-amigos-mantiveram-o-maranhao-na-pobreza/
Cláudio José
27 de setembro de 2014 12:29 pmTODOS CONTRA O RACISMO
Aluno do 5º ano faz ‘protesto’ contra racismo em prova de escola em Nova Iguaçu
A professora Joice Oliveira Nunes teve uma surpresa ao receber a prova bimestral de um de seus alunos do 5º ano, da Escola Municipal Professora Irene da Silva Oliveira, no bairro Vila Cava, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Ao ver mais uma vez um desenho com personagens que não se pareciam com ele, a criança, identificada como Cleidison, resolveu fazer uma manifestação artística contra a falta de representatividade para as crianças negras e pintou todos os personagens.
Joice abraçou a causa do menino e compartilhou a imagem no Facebook. Na mensagem, ela dá a entender que vai procurar diversificar os desenhos.
“Todo bimestre tem votação na minha sala para escolher a capa da prova. A capa desta vez foi da Turma da Mônica. Meu aluno Cleidison me entrega a capa da prova me avisando: ‘Pintei da minha cor, tá? Cansei desses desenhos diferentes de mim’. Recado dado”, escreveu a professora no Facebook.
A história, claro, fez sucesso entre os usuários redes sociais. Alguns deles brincaram com a professora, torcendo por uma nota dez para o aluno engajado. A imagem já foi compartilhada mais de 1.200 vezes.
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/aluno-do-5-ano-faz-protesto-contra-racismo-em-prova-de-escola-em-nova-iguacu-14064008.html#ixzz3EWCu0E2D
MiriamL
27 de setembro de 2014 12:40 pmEleições na Bolívia:
Eleições na Bolívia: pesquisa mostra vitória de Evo Morales no primeiro turno
setembro 26, 2014 18:32
Presidente tem 40 pontos de vantagem para segundo colocado; se eleito, cumprirá seu terceiro mandato na Bolívia
Por Vanessa Martina Silva, em Opera Mundi
O presidente da Bolívia, Evo Morales, do MAS (Movimento ao Socialismo), que concorre a um terceiro mandato nas eleições de 12 de outubro, tem 54% das intenções de voto, contra 14% do principal opositor, Samuel Doria Medina, da UD (Unidade Democrata). A pesquisa foi realizada pela empresa Equipos Mori, encomendada pelo jornal El Deber, de Santa Cruz de la Sierra.
O mandatário lidera a corrida presidencial em todos os departamentos bolivianos, incluindo Santa Cruz – região mais desenvolvida economicamente e que em 2007 liderou um movimento separatista –, onde tem 47% dos votos, contra 24% de Medina, e em Beni, nicho eleitoral da oposição, onde tem 36% contra 27%.
O levantamento foi realizado entre os dias 1º e 13 de setembro com 2.410 pessoas maiores de 18 anos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. A Constituição boliviana diz que um candidato não precisa ter a maioria absoluta nas eleições para vencê-la no primeiro turno, sendo necessário somente ter 10 pontos de diferença sobre o segundo colocado.
Assim, o mandatário seria reeleito com folga no primeiro turno. Mais de seis milhões de eleitores deverão comparecer às urnas no dia 12 de outubro para escolher presidente, vice-presidente, 36 senadores e 130 deputados.
Além de Evo e Medina, outros três candidatos disputam a presidência: Jorge Quiroga, do Partido Democrata Cristão, com 7% das intenções de voto; Juan del Granado, do Movimento sem Medo, com 3%, e Fernando Vargas, do Partido Verde, com 1%.
A alta aprovação da gestão Morales é creditada pelo boliviano Katu Arkonada, da Rede de Intelectuais em Defesa da Humanidade, às obras realizadas no país, como construção de estradas, escolas, aeroportos, implantação de gás doméstico, “à melhora das condições materiais decorrentes da nacionalização dos hidrocarbonetos e a redistribuição da riqueza”, escreveu em artigo publicado pela Adital. Arkonada também menciona o aumento real do salário mínimo como política positiva que se reflete na popularidade do líder indígena.
O caráter “desenvolvimentista” de Evo, no entanto, provocou críticas de alguns setores indígenas que o acusam de querer acabar com o caráter autonomista outorgado aos povos originários pela Constituição do país.
Samuel Doria Medina
Economista e empresário do setor de cimento, o principal opositor de Evo Morales concorre à presidência pela terceira vez. Nas propostas de governo, a mais controversa defende a iniciativa privada e propõe uma repartição igualitária com o Estado dos lucros gerados pela exploração, utilização, transporte e comercialização de recursos naturais. De acordo com sua própria definição, é um candidato de centro-esquerda.
Medina é um dos empresários mais bem sucedidos da América Latina/Divulgação Facebook
Na adolescência, Medina militou no MIR (Movimento da Esquerda Revolucionária), de quem era o “ideólogo econômico”. Foi ministro de Planificação do governo de Jaime Paz Zamorra (1989-1993). Após a adoção de políticas para a abertura da economia ao mercado e privatizações, ocupou cargos no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Desenvolvimento.
O partido Unidade Democrata, criado por Medina, propõe a criação de uma frente ampla para derrotar o MAS nas urnas, por considerar o partido de Evo esgotado.
Outro aspecto controverso da campanha está o posicionamento de Medina sobre a folha de coca. Considerada sagrada e parte integrante da cultura andina, Medina propõe “aplicar uma estratégia antidroga desde a produção até o consumo, capaz de oferecer soluções (…), gerando alternativas à plantação de folha de coca”. Movimentos de cultivadores da planta temem que, com uma possível eleição de Medina, a Administração para o Controle de Drogas (DEA) volte a operar no país. Ela foi expulsa em 2013 por Morales.
Nos últimos três anos, o cultivo de coca na Bolívia se reduziu 26%, segundo relatório da agência das Nações Unidas contra as drogas e o delito, a UNODC.
Foto de Capa: Human Rights Foundation
http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/09/eleicoes-bolivia/
Cláudio José
27 de setembro de 2014 10:53 pmMelancólico fim da revista
Melancólico fim da revista “Veja”, de Mino a Barbosa
1 Comentário
Uma das histórias mais tristes e patéticas da história da imprensa brasileira está sendo protagonizada neste momento pela revista semanal “Veja”, carro-chefe da Editora Abril, que já foi uma das maiores publicações semanais do mundo.
Criada e comandada nos primeiros dos seus 47 anos de vida, pelo grande jornalista Mino Carta, hoje ela agoniza nas mãos de dois herdeiros de Victor Civita, que não são do ramo, e de um banqueiro incompetente, que vão acabar quebrando a “Veja” e a Editora Abril inteira do alto de sua onipotência, que é do tamanho de sua incompetência.
Para se ter uma ideia da política editorial que levou a esta derrocada, vou contar uma história que ouvi de Eduardo Campos, em 2012, quando ele foi convidado por Roberto Civita, então dono da Abril, para conhecer a editora.
Os dois nunca tinham se visto. Ao entrar no monumental gabinete de Civita no prédio idem da Marginal Pinheiros, Eduardo ficou perplexo com o que ouviu dele. “Você está vendo estas capas aqui? Esta é a única oposição de verdade que ainda existe ao PT no Brasil. O resto é bobagem. Só nós podemos acabar com esta gente e vamos até o fim”.
É bem provável que a Abril acabe antes de se realizar a profecia de Roberto Civita. O certo é que a editora, que já foi a maior e mais importante do país, conseguiu produzir uma “Veja” muito pior e mais irresponsável depois da morte dele, o que parecia impossível.
A edição 2.393 da revista, que foi às bancas neste sábado, é uma prova do que estou dizendo. Sem coragem de dedicar a capa inteira à “bala de prata” que vinham preparando para acabar com a candidatura de Dilma Rousseff, a uma semana das eleições presidenciais, os herdeiros Civita, que não têm nome nem história próprios, e o banqueiro Barbosa, deram no alto apenas uma chamada: ” EXCLUSIVO – O NÚCLEO ATÔMICO DA DELAÇÃO _ Paulo Roberto Costa diz à Polícia Federal que em 2010 a campanha de Dilma Rousseff pediu dinheiro ao esquema de corrupção da Petrobras”. Parece coisa de boletim de grêmio estudantil.
O pedido teria sido feito pelo ex-ministro Antonio Palocci, um dos coordenadores da campanha da então candidata Dilma Rousseff, ao ex-diretor da Petrobras, para negociar uma ajuda de R$ 2 milhões junto a um doleiro que intermediaria negócios de empreiteiras fornecedoras da empresa.
A reportagem não informa se há provas deste pedido e se a verba foi ou não entregue à campanha de Dilma, mas isso não tem a menor importância para a revista, como se o ex-todo poderoso ministro de Lula e de Dilma precisasse de intermediários para pedir contribuições de grandes empresas. Faz tempo que o negócio da “Veja” não é informar, mas apenas jogar suspeitas contra os líderes e os governos do PT, os grandes inimigos da família.
E se os leitores quiserem saber a causa desta bronca, posso contar, porque fui testemunha: no início do primeiro governo Lula, o presidente resolveu redistribuir verbas de publicidade, antes apenas reservadas a meia dúzia de famílias da grande mídia, e a compra de livros didáticos comprados pelo governo federal para destinar a esc0las públicas.
Ambas as medidas abalaram os cofres da Editora Abril, de tal forma que Roberto Civita saiu dos seus cuidados de grande homem da imprensa para pedir uma audiência ao presidente Lula. Por razões que desconheço, o presidente se recusava a recebe-lo.
Depois do dono da Abril percorrer os mais altos escalões do poder, em busca de ajuda, certa vez, quando era Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República, encontrei Roberto Civita e outros donos da mídia na ante-sala do gabinete de Lula, no terceiro andar do Palácio do Planalto.”
“Agora vem até você me encher o saco por causa deste cara?”, reagiu o presidente, quando lhe transmiti o pedido de Civita para um encontro, que acabou acontecendo, num jantar privado dos dois no Palácio da Alvorada, mesmo contra a vontade de Lula.
No dia seguinte, na reunião das nove, o presidente queria me matar, junto com os outros ministros que tinham lhe feito o mesmo pedido para conversar com Civita. “Pô, o cara ficou o tempo todo me falando que o Brasil estava melhorando. Quando perguntei pra ele porque a “Veja” sempre dizia exatamente o contrário, esculhambando com tudo, ele me falou: `Não sei, presidente, vou ver com os meninos da redação o que está acontecendo´. É muita cara de pau. Nunca mais me peçam pra falar com este cara”.
A partir deste momento, como Roberto Civita contou a Eduardo Campos, a Abril passou a liderar a oposição midiática reunida no Instituto Millenium, que ele ajudou a criar junto com outros donos da imprensa familiar que controla os meios de comunicação do país.
Resolvi escrever este texto, no meio da minha folga de final de semana, sem consultar ninguém, nem a minha mulher, depois de ler um texto absolutamente asqueroso publicado na página 38 da revista que recebi neste final de semana, sob o título “Em busca do templo perdido”. Insatisfeitos com o trabalho dos seus pistoleiros de aluguel, os herdeiros e o banqueiro da “Veja” resolveram entregar a encomenda a um pseudônimo nominado “Agamenon Mendes Pedreira”.
Como os caros leitores sabem, trabalho faz mais de três anos aqui no portal R7 e no canal de notícias Record News, empresas do grupo Record. Nunca me pediram para escrever nem me proibiram de escrever nada. Tenho aqui plena autonomia editorial, garantida em contrato, e respeitada pelos acionistas da empresa.
Escrevi hoje apenas porque acho que os leitores, internautas e telespectadores, que formam o eleitorado brasileiro, têm o direito de saber neste momento com quem estão lidando quando acessam nossos meios de comunicação.
Aldo Cardoso
28 de setembro de 2014 2:04 amA Veja, não recebo nem de graça
Se eu fosse um jornalista/escritor/cientista político escreveria um livro de contos verídicos como esse retratando para a posteridade os maus odores que essa lixeira da Veja tem expelido no país