
Jornal GGN – A comunidade italiana em São Paulo é alvo de uma carta que pede votos para candidatos tucanos. O destaque é o ex-governador José Serra, filho de italiano apontado como o melhor nome para representar o segmento no Senado. Além de Serra, os candidatos a deputado Bruno Caetano (estadual) e João Paulo Papa (federal) também são indicados. No final, a carta ainda pede a continuidade do governo Geraldo Alckmin no Estado e uma chance para Aécio Neves no plano federal.
O GGN teve acesso à carta na terça-feira (23), enviada a um morador da Vila Mariana, que terá a identidade preservada. O material foi enviado por mala direta. O papel contém um símbolo da comunidade italiana e um carimbo dos correios, com o nome de José Serra. Na lateral do ofício consta o CNPJ da coligação Aqui é São Paulo (20.620.278/0001-79), responsável financeiro pelos 75 mil exemplares.
No texto (em anexo, abaixo), a Coligação recomenda o voto em Serra pincelando depois o histórico do economista. “Apesar de não ser médico, Serra é considerado o melhor ministro da Saúde que o Brasil já teve”, sustentam. Em seguida, afirmam que o tucano foi o prefeito da capital e governador do Estado “mais bem avaliado desde que o Instituto Datafolha começou a fazer estudos de avaliação de governo”.
O pai de Serra, segundo informam, é italiano da Calábria. O texto ainda lembra que durante o regime militar no Brasil, Serra viveu no fora do país “com seu passaporte italiano”. Na carta, a campanha de Serra promete defender a “permissão de que estrangeiros com mais de cinco anos de residência no Brasil possam votar nas eleições, assim como que os italianos residentes no Brasil tenham melhor acesso aos serviços assistenciais.”

Os currículos de Bruno Caetano, que comandou o Sebrae, e João Paulo Papa, ex-prefeito de Santos, também são reforçados. Bruno já foi alvo de reportagens do GGN por ter feito feito uso da estrutura do Sebrae na construção de sua candidatura.
Leia mais: A candidatura do Serrista que aparelhou o Sebrae-SP
Discretamente, na última linha da carta, há a recomendação de voto em “Alckmin” e “Aécio Neves” na presidência.
A carta é assinada pelo vereador paulistano Andrea Matarazzo (PSDB) e a deputada italo-brasileira Renata Bueno. O vereador tucano é apresentado ao eleitor como “ambasciatore”, embaixador do Brasil na Itália. Matarazzo exerceu tal função entre 2001 e 2002, por indicação de Fernando Henrique Cardoso. Na época, ele atuava como ministro-chefe da Secretaria de Comunicação do Governo tucano. Hoje, quem ocupa o cargo de embaixador é Ricardo Neiva Tavares, no posto desde o final de 2012.
Renata Bueno, por sua vez, apareceu na mídia tupiniquim ao tentar entrar no meio da investigação envolvendo Henrique Pizzolato. Ela e seu pai, Rubens Bueno, que foi líder do PPS na Câmara Federal, foram investigados pelo Supremo Tribunal Federal por crimes relacionados à falsidade ideológica e caixa 2 de campanha eleitoral.
KURK
26 de setembro de 2014 2:22 pmAgora o Chirico será
Agora o Chirico será utilizado.
Maria Luisa
26 de setembro de 2014 2:29 pmFratello
O PSDB realmente parou na época dos bondes. O Matarazzo deve pensar realmente que é conde e que vive na colônia d’Italia! Mas ele não esta(va) respondendo por umas bilhões desviados dos metrôs e trens de São Paulo ? Ahhhh!! Como é bom ser do PSDB, ainda mais de SP !
Alessandre de Argolo
26 de setembro de 2014 3:17 pmSão Paulo é um curral eleitoral
O Estado de São Paulo possui todas as características de um curral eleitoral, detendo, como se não bastasse, a mais provinciana e oligarca das metrópoles do mundo em termos políticos. Virou coisa de patota. Que coisa vergonhosa.
E ainda abrem a boca para falar do Nordeste. Vão vendo…
Sta Catarina
26 de setembro de 2014 3:46 pmSP
É Alessandre, creio que chegaremos ao ponto em que diremos “o sudeste virou nordeste e o nordeste virou sudeste”. Enquanto lá os projetos vão de vento em popa, aqui essa elitezinha mal amada continua votando em retrógrados irresponsáveis como o Alckim e Serra. Toma São Paulo que tu merece.
Sinceramente
26 de setembro de 2014 6:54 pmNossa, Alessandre… que
Nossa, Alessandre… que difícil você está hoje, hein?
“como se não bastasse, a mais provinciana e oligarca das metrópoles do mundo em termos políticos. Virou coisa de patota. Que coisa vergonhosa.
E ainda abrem a boca para falar do Nordeste. Vão vendo…”
Ainda bem que isso aí em cima não é preconceito, nem uma ‘coisa vergonhosa’…
ljunior
26 de setembro de 2014 2:39 pmOrgulho de ser “italiano”…
Em qualquer posto de gasolina, praça, bar em que o sobrenome italiano aparece, isso vira motivo de orgulho pro portador do sobrenome. Como se isso o colocasse em um pedestal superior aos “Silvas” e “Marques” da vida.
E logo depois de se orgulhar do sobrenome, vem a frase: “Precisamos tirar aquela mulher do poder!”.
Está um nojo viver em São Paulo.
Sinceramente
26 de setembro de 2014 6:52 pmPuxa, as pessoas não podem
Puxa, as pessoas não podem mais ter orgulho do que são? Vamos trocar por ‘negros’, ‘nordestinos’, ‘mulher’, ou qualquer outro termo e veja o tipo de racismo que você prega.
E manifestar as suas opiniões? Também não pode?
“Está um nojo viver em São Paulo”… concordo… intolerância demais de ambos os lados…
jura
26 de setembro de 2014 2:45 pmMatarazzo é o ambasciatore da Italia em SP
“O GGN teve acesso à carta na terça-feira (23), enviada a um morador da Vila Mariana, que terá a identidade preservada. O material foi enviado por mala direta.”
Eu também recebi e não foi a primeira vez. O mailing é fornecido pelo consulado italiano, o único que detém a relação dos nomes e endereços dos cidadãos italianos em São Paulo. Isso é muito mais comum e antigo do que vocês pensam. Floriano Pesaro é outro velho usuário.
Matarazzo é denominado de “ambasciatore”. Resta saber se quando era embaixador em Roma as embaixada brasileira podia ocupar as calçadas da praça Navona como faz o consulado italiano na avenida Paulista desde que o “ambasciatore” era administrador regional da [Santa] Sé!!!
As semelhanças entre a política italiana e a brasileira não são mera coincidência!
Foi usando seu passaporte italiano que Serra tentou fugir do Chile, mas foi detido dentro do avião na cabeceira da pista de decolagem.
Ataíde Coutinho
26 de setembro de 2014 3:11 pmAlguem poderia me informar se esse “trekho” está longe ?
Alessandre de Argolo
26 de setembro de 2014 3:26 pm“Comunidade italiana”? É sério isso?
É sério que existem pessoas nascidas no Brasil, descendentes de imigrantes italianos, que se declaram pertencentes a uma “comunidade italiana” (sic)?
E de onde saiu a expressão “ítalo-brasileiro”? Ela é corrente no Brasil desde quando??
Aí já é piada hahaha
Comunidade italiana só faz sentido se as pessoas mantém os costumes italianos num nível muito diferente do restante da sociedade brasileira. Seria algo como falar italiano no cotidiano, manter tradições tipicamente italianas para além de coisas superficiais como comer massas em família (o que qualquer família do mundo faz hehehe) etc. Isso nunca existiu no Brasil. Absolutamente. O Brasil não é como nos EUA, onde as diferenças culturais se fazem mais presentes, inclusive com autonomia cultural e de costumes. No Brasil, o que há é a hegemonia cultural unificada pela monumental língua portuguesa, sendo o Brasil o único país continental do mundo onde essa coesão existe de forma amplamente majoritária, em todo o território da nação. Esse tipo de iniciativa é uma distorção da sociedade brasileira e me causa profunda repugnância.
Isso parece coisa de jeca que acha que ostentar um sobrenome de origem italiana o faz um italiano meramente nascido no Brasil. Não que eu seja muito solidário a quem pensa assim declarar-se brasileiro…
Para mim, não seria nenhum problema tratar quem pensa assim como estrangeiro. Seria, na verdade, um imperativo moral. Dar aos exógenos o tratamento devido, na forma da lei. A começar proibindo a candidatura a cargos eletivos. Se eles não se identificam como brasileiros, mas como italianos, devem ser considerados inelegíveis, já que a nacionalidade brasileira, nata ou adquirida, é requisito para poder se candidatar.
É no mínimo ridículo dar proeminência a uma pseudo-cidadania italiana em detrimento da cidadania brasileira. Mas é isso o que se esconde por trás dessa iniciativa. Para mim, não são brasileiros autênticos e a candidatura é ilegítima, na raiz. Seria o caso de se começar a pensar sobre a viabilidade de uma desnacionalização em massa. Eu apoio a proposta desde já. Criar meios legais para cancelar o status de brasileiro de quem pensa assim.
Murilo M.C.
26 de setembro de 2014 3:17 pm“Para mim, não seria nenhum
“Para mim, não seria nenhum problema tratar quem pensa assim como estrangeiro. Seria, na verdade, um imperativo moral. Dar aos exógenos o tratamento devido, na forma da lei. A começar proibindo a candidatura a cargos eletivos. Se eles não se identificam como brasileiros, mas como italianos, devem ser considerados inelegíveis, já que a nacionalidade brasileira, nata ou adquirida, é requisito para poder se candidatar.”
Olha a Xenofobia fresquinha saindo do forno…
E o Mantega, italiano nato, poderia ser Ministro da Fazenda?
Alessandre de Argolo
26 de setembro de 2014 8:53 pmEle também se considera pertencente a uma “comunidade italiana”?
Se se considera, se acha que é um “ítalo-brasileiro” (sic) ou coisa do tipo, é simples: cancela-se a cidadania brasileira desse povo. De preferência, despacha de volta para o país cujo maior grupo econômico é a Máfia.
Só merece ostentar a cidadania brasileira quem for brasileiro e se comporta como tal. O Brasil não precisa de gente que não se considera brasileiro. Gente assim tem que ser tratada como estrangeira, sem os direitos reservados aos cidadãos brasileiros. Ah, e sem qualquer chance para abocanhar algum pedaço de terra do Brasil. Aqui eles serão sempre meros convidados tardios. No máximo, serão tolerados enquanto tais, não enquanto brasileiros.
Sinceramente
26 de setembro de 2014 6:47 pmCaro Alessandre,
Sua resposta
Caro Alessandre,
Sua resposta foi tão desnecessariamente preconceituosa que eu nem saberia por onde começar a respondê-la. De qualquer forma vale tentar, porque a ignorância e o preconceito só se combatem com informação.
Se você estiver em dúvida se foi preconceituoso ou não, troque ‘ítalo-descendente’ por ‘afro-descendente’, ou por ‘índio’, ou mesmo por ‘nordestino’. Sim, você verá que foi bastante preconceituoso.
Antes que você pense qualquer coisa, encaixo-me na mesma definição do Serra, só que sou luso-brasileiro – COM MUITO ORGULHO.
1) O seu conceito de ‘comunidade’ é bastante equivocado. Uma leitura simples na wikipedia (veja, nem estou falando para você ir a compêndios de sociologia) te informaria que comunidade é um conjunto de pessoas que se organizam sob o mesmo conjunto de normas, geralmente vivem no mesmo local, sob o mesmo governo ou compartilham do mesmo legado cultural e histórico. Os estudantes que vivem no mesmo dormitório formam uma comunidade, assim como as pessoas que vivem no mesmo bairro, aldeia ou cidade. Assim, faz sentido o termo ‘comunidade italiana’ ou ‘comunidade de ítalo descendentes’.
2) Ítalo descendentes nos EUA falam italiano… agora quem contou uma piada (sem graça) foi você. Eles são integrados à sociedade americana, porém escolhem manter certos hábitos que lhes foram passados pelos pais, como ir à missa aos domingos, por exemplo. Dificilmente falam a língua, mas escolhem ficar perto de pessoas que dividem a mesma herança cultural. Nada muito diferente de um gaúcho que vá ao CTG tomar chimarrão com os coterrâneos ou um nordestino no CTN comer carne de sol.
3) ‘Repugnância’, ‘jeca’ são palavras muito pesadas, e que não deveriam ser usadas de modo tão leviano. A pessoa deve ter orgulho de quem ela é sim, de suas origens. Qual é a diferença de ter um sobrenome terminado em ‘i’ e ter vindo trabalhar na lavoura cafeeira e ser um Silva, orgulhoso de ter vindo para São Paulo em um pau de arara e ter se tornado presidente da República? Absolutamente nenhuma. Temos de ter orgulho de quem somos, e de nossos antepassados. Temos de ter orgulho do lugar de onde viemos e do que poderemos nos tornar um dia.
4) Um ‘ítalo descendente’ é um italiano. Recomendo ler um pouco mais sobre Jus sanguinis e Jus solis. Para a lei, qualquer um com sangue italiano será italiano. O mesmo vale para espanhóis, portugueses, entre outros. O José Serra, assim, é tão italiano quanto a Torre de Pisa.
5) A despeito dele ser italiano, ou eu português, TAMBÉM SOMOS BRASILEIROS, aqui nascidos e com direitos que esta terra nos dá. Na embaixada, ou nos círculos culturais sou português, e o Serra italiano. Informo-lhe, ainda, que as embaixadas são territórios estrangeiros dentro de um país. Assim sendo, posso entrar na embaixada brasileiro, ficar lá sendo português e ao sair, volto a ser brasileiro. Contudo, eu JAMAIS vou deixar de ser quem eu sou.
6) Quem você é para dizer se algo é legítimo ou não? A Constituição do país diz que é legítimo (CF/88 – art 12 e 13).
RETIRAR direitos políticos e ‘desnacionalizar’ porque VOCÊ ACREDITA que as pessoas se sintam diferentes por terem nacionalidades diferentes é algo ‘jeca’, que me desperta ‘repugnância’.
Hitler começou assim na Alemanha, hein… cuidado!
Alessandre de Argolo
28 de setembro de 2014 9:26 pmTexto ruim do fake recalcitrante que chove no molhado
Prezado fake lugar comum, não existe “comunidade italiana” (sic) que se refira a descendentes de italianos que por aqui aportaram em algum momento da história recente brasileira. Inclusive dentro do conceito de comunidade que você citou, que eu já conhecia, não há comunidade italiana nenhuma. Nunca houve, nunca haverá.
A regra no Brasil é a integração cultural completa, como eu já havia explicado e não precisaria estar aqui repetindo se não fosse por causa da tua intervenção recalcitrante, que deu notórias provas de não saber ler. Somente faria sentido se se referisse a uma comunidade italiana formada por italianos natos e que mantivesse viva a cultura italiana.
Eu conheço comunidades italianas autênticas assim. Inclusive no Nordeste é onde elas mais atualmente se formam, caso você não saiba (e claro que não sabe rsrs). Não é em São Paulo que estão sendo formadas autênticas comunidades italianas, portanto, uma vez que os italianos que vêm ao Brasil não querem qualquer conversa com São Paulo rsrs, pois eles querem praias, querem a qualidade de vida oferecida pelas capitais do Nordeste, que não têm o caos de São Paulo, cuja vida é atualmente impraticável.
No entanto, evidentemente, no Brasil não existe uma comunidade italiana formada por descendentes de imigrantes italianos. Isso é invencionice de quem quer aparecer.
Não existe “ítalo-brasileiro” enquanto expressão corrente falada no Brasil. Isso é maneirismo de jornalista colonizado de São Paulo que quer implantar modas inexistentes. Ninguém fala “ítalo-brasileiro” neste país, como eu igualmente já havia dito antes e, se não fosse a tua intervenção recalcitrante e que quis distorcer, quando mudou, alopradamente, a outra expressão para “ítalo-descendente”, eu não estaria aqui repetindo o que eu já tinha dito antes.
Sobre jus solis, jus sanguinis, eu conheço tudo isso. E é por conhecer o assunto que eu identifico na hora a impertinência de falar sobre isso na hora de comentar o que eu escrevi antes, como você fez. Eu não quero nem tenho o menor interesse de retirar o direito de quem quer ser italiano porque ostenta um sobrenome qualquer, agir para fazer isso. Eu conheço a Constituição italiana, conheço a legislação italiana sobre cidadania. Conheço todos os critérios, já prestei consultoria sobre isso. Sei de tudo isso, mas essa simplesmente não é a discussão.
Como eu disse, quem não se acha brasileiro e fica enaltecendo, toscamente, jecamente, uma origem italiana que somente conheceu o que era dignidade no Brasil, pois eram muito pobres e miseráveis na Itália e somente aqui foram tratadas com respeito, fique à vontade para assumir sua “origem” italiana. Eu dou a maior força. Inclusive sou favorável a que voltem para a Itália. Agora, no Brasil, só pode se candidatar quem for brasileiro. E quem se acha italiano em detrimento da nacionalidade brasileira, como perderá a nacionalidade brasileira, da forma com a qual eu concordo que aconteça, não poderá se candidatar.
Foi só isso o que eu disse mesmo.
Observadordepirata
29 de setembro de 2014 2:54 pmBobagem ao cubo.
Que besteirol. Pior que escrever isso é perder tempo lendo.
ruyacquaviva
26 de setembro de 2014 3:33 pmFARABUTO
Se eu receber alguma correspondência desse “mascalzone” vou tirar satisfações no consulado. Não podem ir passando meu endereço para qualquer um, principalmente um “schifoso” como esse.
jura
28 de setembro de 2014 7:52 pmIngerência estrangeira na política brasileira
Isso é assunto para denuúncia ao Ministério de Negócios Estrangeiros italiano…
Sem falar a ingerência na política interna brasielira, é invasão de privacidade dos cidaãos italianos no Brasil e corrupção de quem aprovou isso, como e por quanto.
Vocês acham que a corrupção no Brasil veio de onde?
ruyacquaviva
28 de setembro de 2014 8:45 pmTucanos safados é pleonasmo
Eu recebi a maldita cartinha ontem e vou proceder uma reclamação formal para o governo italiano. Trata-se de violação de privacidade. Estão passando meus dados pessoais para bandidos contra a minha vontade.
Eduardo CPQs
26 de setembro de 2014 4:21 pmTambém recebi
Caros amigos,
também recebemos, aqui em casa, eu e minha filha, que vive no exterior. Minha esposa, também cidadã itaaliana, foi discriminada! Dos outros dois filhos, não sei.
As argumentações e os valores exaltados na missiva são ridículos, a nosso ver.
Eta CEHA!
Abraços
Zanchetta
26 de setembro de 2014 4:50 pmPelo menos pagaram o
Pelo menos pagaram o Correio??? Tem gente por aí distribuindo sem pagar…
Edsonmarcon
26 de setembro de 2014 5:23 pmrecado
Para o Cerra, um recado: VAFFA !!!
emerson57
26 de setembro de 2014 5:24 pmExames
““Apesar de não ser médico, Serra é considerado o melhor ministro da Saúde que o Brasil já teve””
VERDADE!
ÇERRA45 mandava fazer tomografia em qualquer paciente atingido por mera bolinha de papel!
aliancaliberal
26 de setembro de 2014 6:20 pmPolitico mandando carta
Politico mandando carta pedindo voto onde já se viu uma coisa destas , o que mais vão inventar neste país, que horror.
O correto é mandar carta para as empresas pedindo “contribuição espontânea”.
Sinceramente
26 de setembro de 2014 6:56 pmPelos comentários eu vejo que
Pelos comentários eu vejo que o tópico ‘racisminho nosso de cada dia’ está de vento em popa…
jura
28 de setembro de 2014 7:54 pmQuem pariu Mateus que o embale!
“Serra é o mais italiano dos brasileiros e o mais brasileiro dos italianos”, segundo o senador italiano brasileiro Edoardo Pollastri.
Serra para o senado italiano também!!!!
Il più capace!!!!!!!
Quem pariu Mateus que o embale…