
da Folha
Luiz Carlos Mendonça de Barros
Os mercados financeiros no Brasil refletem hoje, de forma quase neurótica, as expectativas eleitorais de investidores e especuladores. Como esta questão não faz parte da agenda em que a maioria dos analistas ganhou seus diplomas, o resultado é um vaivém desordenado de lucros e prejuízos. A figura do cientista político passou a ser endeusada, embora recentemente tenha perdido um pouco de seu brilho, dada a dificuldade de entender o eleitor brasileiro neste final de corrida eleitoral.
Não sou especialista em eleições, mas na missão de acompanhar a economia do Brasil tenho seguido a evolução de uma parte importante da sociedade, chamada de forma simplista pela mídia de a “nova classe média”, e que pode definir o resultado da eleição presidencial.
Esse grupo, que ao longo dos anos Lula passou a viver na economia formal, representa no universo confuso de eleitores de hoje uma parcela importante. Segundo meus cálculos, esses novos consumidores devem representar cerca de 20% da população e cerca de 12% do universo de pessoas que deverão votar em outubro e novembro.
Esse pessoal encontra-se hoje em uma encruzilhada entre o seu lado emocional e o seu bolso. De um lado tem consciência de que foi nos anos Lula que sua vida mudou de forma radical. Basta analisar os gráficos de dados de consumo naquele período de ouro para entender esse sentimento. De outro sente que, nos últimos quatro anos, sua ascensão social perdeu fôlego e problemas que não existiam antes em suas vidas apareceram no dia a dia da família. A inflação e o sufoco de fechar as contas no fim do mês são dois exemplos simbólicos dessa agenda negativa.
De certa forma é o futuro que os preocupa, e não as lembranças sobre o passado tão exitoso que vivenciaram. Em linguagem de economista, eles não questionam o estoque de bem-estar de hoje -embora reconheçam que ele existe-, mas as dúvidas sobre a continuidade dessa melhoria em suas vidas.
Este é um ponto fundamental -se verdadeiro como penso ser- e que tem criado problemas para as campanhas eleitorais dos principais candidatos. No grupo que critica a situação econômica atual, falta a visão de que, até agora, esses eleitores não estão sofrendo de forma direta o impacto da desaceleração econômica. O melhor exemplo disto é a situação do mercado de trabalho. O pleno emprego ainda existe, apesar de problemas pontuais, como é o caso do setor automobilístico principalmente.
Mesmo no quadro medíocre de hoje da economia, ainda estamos vivendo a criação de cerca de 500 mil empregos formais neste ano.
Mais uma vez a questão do estoque e do fluxo deve ser levada em consideração. A criação de vagas é menor do que a necessária para acomodar todos os jovens novos entrantes no mercado de trabalho, mas o número de pessoas sem colocação é ainda muito pequeno quando comparado com o estoque de empregados.
Não encontramos nos discursos dos três principais candidatos a presidente um tratamento correto dessa situação. A presidente Dilma, de certa forma, chove no molhado ao apresentar o passado de obras e sua continuidade no futuro. Não responde assim às angústias do eleitor assustado com a perda de velocidade de sua ascensão social.
O candidato do PSDB está fora do radar desse grupo na medida em que não reconhece formalmente os ganhos dos anos Lula. Além disto, responde aos anseios de continuidade no mundo da economia formal e da sociedade de consumo, com promessas de mudanças radicais em relação ao passado.
Foi o ex-governador Eduardo Campos, antes do terrível acidente que tirou sua vida, quem mais chegou perto do discurso que me parece adequado a esse grupo. Elogios ao período Lula e advertência de que o governo Dilma está destruindo o arcabouço econômico que gerou a sua ascensão e a entrada na sociedade do consumo.
Marina mudou o discurso e se aproximou da mensagem tucana, embora com uma história de vida diferente o que a aproxima dos novos consumidores.
Por isso, o voto desse número grande de eleitores ainda está bastante indefinido e no aguardo do discurso adequado.
Sergio SS
25 de setembro de 2014 3:54 pmA premissa para o raciocínio
A premissa para o raciocínio inicial do texto é ótima, mas o conteúdo crítico, opinativo e propositivo a partir dela é um desastre imbecilizante…
Gardenal
25 de setembro de 2014 3:59 pmA opinião dele fica sempre no
A opinião dele fica sempre no limite da irresponsabilidade. Puxando a brasa para a sardinha do Aócio, claro!
JAIR ORICHIO JUNIOR
25 de setembro de 2014 4:02 pmEscrevendo para Cego, Surdo e Analfabeto
Se o sr, Mendonça de Barros, (aquele que deu no apagar das Luzes da Virada do Dólar em 1999, 1,3 Bilhões de Dólares para Cacciola, o ex Genro do Serra e o sr. Fernando Oliveira, queram donos do Banco Fonte Marka & Cindam… e em menos de 24 horas o dólar saltou de 12 meses estáveis (sic) a 1,00 Real para invríveis 3,75 Reais….) acha que eu sou um imbecil e que ele não consegue *Precificar* a infraestrutura em construção: Ferrovias Norte-Sul, Transnordestina, Leste-Oeste, Porto de Suape, Refinaria Abreu e Lima, Estaleiro do Rio Grande, reativação de todos os estaleiros do País, passando de 1500 empregados em 2003, para 80 mil trabalhadores em 2013, Inclusão de 8 milhões de Jovens no PRONATEC, 1,0 Milhão de Vagas no PROUNI, 82 mil universitários no Ciência Sem Fronteiras, Inflação estável nos últimos 10 anos em 6,0%, desemprego de 5,0%, 99% de lares iluminados, 30 milhões de pessoas alimentadas, ….. Então ele colava muito na escola…
Essa infraestrutura que a Corja do PSDB gostaria de pegar agora e reduzir o custo Brasil e propagar com a Mídia Nazista que eles tinham resolvido tudo….
JAIR ORICHIO JUNIOR
25 de setembro de 2014 4:02 pmEscrevendo para Cego, Surdo e Analfabeto
Se o sr, Mendonça de Barros, (aquele que deu no apagar das Luzes da Virada do Dólar em 1999, 1,3 Bilhões de Dólares para Cacciola, o ex Genro do Serra e o sr. Fernando Oliveira, queram donos do Banco Fonte Marka & Cindam… e em menos de 24 horas o dólar saltou de 12 meses estáveis (sic) a 1,00 Real para invríveis 3,75 Reais….) acha que eu sou um imbecil e que ele não consegue *Precificar* a infraestrutura em construção: Ferrovias Norte-Sul, Transnordestina, Leste-Oeste, Porto de Suape, Refinaria Abreu e Lima, Estaleiro do Rio Grande, reativação de todos os estaleiros do País, passando de 1500 empregados em 2003, para 80 mil trabalhadores em 2013, Inclusão de 8 milhões de Jovens no PRONATEC, 1,0 Milhão de Vagas no PROUNI, 82 mil universitários no Ciência Sem Fronteiras, Inflação estável nos últimos 10 anos em 6,0%, desemprego de 5,0%, 99% de lares iluminados, 30 milhões de pessoas alimentadas, ….. Então ele colava muito na escola…
Essa infraestrutura que a Corja do PSDB gostaria de pegar agora e reduzir o custo Brasil e propagar com a Mídia Nazista que eles tinham resolvido tudo….
Eduardo BH
25 de setembro de 2014 4:04 pmComo assim “não existiam antes?
“De outro sente que, nos últimos quatro anos, sua ascensão social perdeu fôlego e problemas que não existiam antes em suas vidas apareceram no dia a dia da família. A inflação e o sufoco de fechar as contas no fim do mês são dois exemplos simbólicos dessa agenda negativa.”
Como assim, “problemas que não existiam antes”? Esses eram problemas comuns no Brasil até 2002. É por isso que lá em casa a gente não aperta 45 nem no microondas!
carlos afonso quintela da silva
25 de setembro de 2014 4:08 pmEngana-se o tucano. Está mal
Engana-se o tucano. Está mal informado, como aliás estão sempre os de seu partido. De janeiro a agosto de 2014 foram criadas 751 mil vagas e espera-se até o fim do ano um número superior a 1 milhão de novos empregados. Ademais sua análise do governo Dilma esquece que estamos vivendo uma crise internacional muito maior do que as que quebraram nosso País por diversas vezes no reinado do grão-tucano FHC. Apesar da gravidade da situação mundial estamos levando o barco com segurança e sem o sacrifício exagerado de nosso povão. Louve-se seu reconhecimento dos avanços conquistados no governo Lula. Realmente nem tudo está perdido.
wendel
25 de setembro de 2014 4:11 pmSomente comparar………………
Não gosto e nunca gostei dos argumentos do Mendona de Barros, mas a principio, vejo que suas colocações neste artigo, procede!
O receio de que os ganhos do governo Lula/Dilma venham a ser afetados, faz com que esta nova camada de ascendentes fiquem preocupados, muito embora, se atentarem para o fato de que com Aécio ou Marina a situação pode piorar ainda mais, darão seus créditos ao atual governo!
Pode não ser o ideal, como nunca será, pois como diz o ditado – ” você não pode agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo” -, mas a realidade está bem visivel, e o fato de nos governos Lula/Dilma terem sido criados esta enorme quantidade de empregos e a massa salarial ter crescido, em meio ao náufragio dos paises desenvolvidos, mostra que estamos no caminho certo!
Os descontentes,deveriam analisar com mais cuidadeo o que eram antes os Estados Unidos e Europa, e em que se transformaram a partir de 2008, e tirarrem suas conclusões!
Não precisa muito raciocinio, somente pesquisar e comparar!!!!!
W K
25 de setembro de 2014 4:26 pmQuem esse cidadão
representa, atuamente, afinal ?
Salvo engano, ele tem um passado de certa forma, ainda a ser muito bem explicado, pois parece ter participado das privatizações, e atualmente possa ser sócio de banqueiros.
Todos os banqueiros do mundo já deveriam começar a retornar a suas funções originais: intermediar poupanças paradas para a produção, e não ficar fazendo apostas indicadas (“vaivém desordenado de lucros e prejuízos.”), que nada mais é do que astrologia financeira bem fajuta.
Ricardo Santos
25 de setembro de 2014 4:35 pmÉ deletério as articulações
É deletério as articulações deste porco!
zé lima
25 de setembro de 2014 4:41 pmEsse é tucano…
Esse é tucano do bico grande, e ao que parece esqueceu do desgoverno em que foi figura proeminente.
Deveria pelo menos reconhecer que a ascensão social ocorrida nos dois governos petistas, seria algo impossível de ocorrer, se por infelicidade ele e os seus pares tucanos houvessem continuado no Poder Executivo Federal.
Ademais, escrever sobre a inflação e sufoco para fechar as contas no fim do mês, é atitude de um caradura, que se faz de olvidado sobre o índice de inflação apurado em 2002, que foi, simplesmente, o dobro da atual inflação anual acumulada.
Charles Leonel Bakalarczyk
25 de setembro de 2014 4:43 pmPura propaganda contra Dilma
O texto é panfletário. Segue a “balada” do falecido Eduardo Campos, tentando criar um divisor de águas entre os governos Lula e Dilma.
Notem que ao final do artigo, o articulista dá uma pista, ainda que indireta, de quem poderia apresentar a proposta adequada à nova classe média: Marina, desde que retome o discurso de Eduardo.
paulo s
25 de setembro de 2014 8:37 pmConcordo com sua análise,
Concordo com sua análise, Charles. Não sei se a base da análise dele é tão consistente, mas o texto é quase um apelo desesperado: ache-se um discurso que seduza essa parte do eleitorado, a nova “classe média”, que substitua a memória dos avanços, e enterre-se os últimos doze anos.Vamos ver. Por outro lado, é muito interessante ver uma figura dessas reconhecendo que houve avanços.
Manoel Ribeiro dos Santos
25 de setembro de 2014 4:47 pmMendonça de Barros
Salvo maior juízo e, se minha memória ñ falha, este Senhor participou ativamente do governo FHC. Recolhido ao ostracismo; pois há muito tempo ñ via seu nome na imprensa. Lembro-me q na época participou ativamente das privatizações, segundo noticiava os jornais. Vejo agora um bando de tucanos sobrevoando os noticiários.
paulomelito
25 de setembro de 2014 5:09 pmhummmm
Sobrevoando?
….seriam Urubus? Abutres? Tucanos? Qual a diferença?
Motta Araujo
25 de setembro de 2014 5:15 pmOstracismo? Mendonção é um
Ostracismo? Mendonção é um dos mais ativos economistas e grande operador do mercado de capitais, não tem ostracismo nenhum, é antipatico mas competente no que faz.
evandro condé de lima
25 de setembro de 2014 6:22 pmNão é bem ostracismo
Eu, em minha inocência acredito que ele submergiu por vontade própria. Para que ficar dando a cara a tapa, ainda mais quando filhos possuem empresa que atuam no mercado finenceiro.
Calvin
25 de setembro de 2014 7:03 pmParticipou sim!
Agora compare a Vale, a Embraer e o sistema Telebrás com a (ainda sob o tacão do Estado) Petrobrás….
Victor Mourão
25 de setembro de 2014 4:54 pmOs estratos fundamentais de
Os estratos fundamentais de votos já estão definidos. Entre 15 e 20% vota no Aécio, entre 30-40% vota na Dilma, e cerca de 25% vota na Marina. há uma disputa forte por cerca de 10-15% do eleitorado que não tem convicções políticas fortes e que oscila entre os principais candidatos. Esse “grande número de eleitores” é uma minoria, mas que no contexto atual pode decidir quem ganhará o 2o turno em uma disputa clivada.
Alexandre José Monnerat
25 de setembro de 2014 5:06 pmOpinião igual a esta qualquer um pode dar.
Esse cara não deu ou deu alguma opinião? …confuso, marinou!!!
H Menon Jr.
25 de setembro de 2014 5:27 pmTanto trololó (deve ter
Tanto trololó (deve ter aprendido com o Serra) para concluir com uma implicatura mais do que conveninete aos seus propósitos políticos e financeiros… A Marina vai ganhar!
Francisco Andrade
25 de setembro de 2014 5:35 pmpalpite de tucano,..
o histórico dele invalida qualquer especulação sobre a isenção do comentário…
Mário Mendonça
25 de setembro de 2014 5:52 pmNassif
Tu és “malvado”
Nassif
Tu és “malvado” heim……
Marcio Aurélio Cruzeiro
25 de setembro de 2014 5:58 pmEsse é o Mendonção ?????
Esse é o Mendonção ????? Aquele que nos idos do FHC, uma pequena corretora de “fundo de quintal”, que tinha um dos seus filhos como sócio, se tornou uma das maiores do Mercado………o Deus Mercado…….poderia ter se calado.
inken pfuetzenreiter
1 de novembro de 2014 12:49 pmCORRETORA DE “FUNDO DE QUINTAL”
Foi esse cara que ligou, na época do FHC para o coordenador da campanha dizendo: ” NÓS ESTAMOS AGINDO NO LIMITE DA IRRESPONSABILIDADE”. Hoje, tem a cara de pau de dar entrevista na Globo. Bom, tratando-se de Globo, o requisito básico ele tem: mau caráter.
Pelo que me lembre, os filhos dele, em 6 meses, ganharam 8 milhões de reais em apenas algumas transacões, pois tinham “informações privilegiadas”.
E agora eles vêm com essa de “corrupção”??
Gostei do seu comentário.
lenita
25 de setembro de 2014 6:19 pmEsse homi precisa é ir “catar
Esse homi precisa é ir “catar coquinho na ladeira”, assim como todos os que participaram do governo FHC, Não precisamos dos seus conselhos carcomidos , de gente que enricou nos anos do Liberalismo, onde os “grampos” realmente tinham voz e o que diziam não era nada bonito. “Estamos no limite da irresponsabilidade” por exemplo ou ainda “Oque é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”. Nem precisavam dizer estas 2 frases, irresponsabilidade não teve como esconder, e o que era ruim, a mídia tratou loguinho de esconder. Mas deu lula E ELES PASSARAM. Agora já estão querendo por o “bico” de fora novamente. Crescemos pouco? sim, mas esse pouco está sendo distribuido.
Athos
25 de setembro de 2014 6:35 pmBom artigo e
Bom artigo e diagnóstico.
Disse que o PSDB é carta fora do baralho enquanto nega Lula.
E que Marina errou ao se aproximar do PSDB.
Ficou todo mundo boiando no NOVO e o fator decisivo era e.sempre foi o velho Lula.
Parabéns ao Mendonça por ter percebido que o PSDB nunca teve chances e que sempre esteve perdido.
PS. artigo é bom para o PT. Não entendo as críticas do pessoal daqui. Leram?
Ruy Barbosa Maciel
25 de setembro de 2014 6:41 pmAcertou mas errou na conclusão.
Acertou mas errou na conclusão. O povão já percebeu que o discurso de Dilma é o mais adequado a ele. Os demais estão tentando é bater sua carteira.
JB Costa
25 de setembro de 2014 6:44 pmAgora há pouco meu Google
Agora há pouco meu Google deu aquele chatérimo “Ah, não….”. Ainda bem que tudo voltou ao normal.
Sou eu agora que exclamo: “Ah! Não…..” Por que essa repulsa toda, via falácia ” argumentum ad hominem” (aqui se diz “lasque o homem”), para um texto sóbrio e que efetivamente reflete uma realidade no atual pleito?
Só porque o autor foi um dos hierarcas egressos da Era FHC podemos, de chôfre, rejeitar suas percepções que de resto nada tem de animosas? Ao contrário, é bem simples e sem nenhum ranço partidário.
Pois concordo com ele e acho que a Dilma vai ganhar exatamente porque na undécia hora a maioria desse grupo vai seguir a velha máxima: “melhor um passarinho na mão que dois voando”. Ou, “se não tem tu, vai tu mesmo”.
Escrito isso, agora vou aguardar, sereno, a minha estrelinha solitária.
Nicolas Crabbé
25 de setembro de 2014 9:49 pmPerfeito
Antes de Eduardo Campos morrer em acidente aéreo e a Marina embaralhar as cartas por um tempo, que está se esgotando ao que parece, sempre comentei que acreditava na reeleição da Dilma por falta de oposição crível.
Ela não é simpática, tem perfil de gerente centralizador e com isso conseguiu travar monte de ações do governo e brigar com meio mundo. Mas as alternativas não oferecem nada que possa empolgar o eleitor.
Por isso concordo plenamente quando você diz que Dilma será reeleita na base do “Se não tem tu, vai tu mesmo”.
Marcelinho Silva
25 de setembro de 2014 6:55 pmA presidente Dilma chove no molhado
A chave para ler o artigo está na frase “A presidente Dilma, de certa forma, chove no molhado”, isto é, o Mendonça de Barros escamoteia toda a proposta da presidente de manter e lutar pela manutenção de emprego, nega a existência de uma crise financeira mundial e coloca, como também o fazem Miriam Leitão, Merval Pereira e outros. Acaba colocando a culpa nela, Dilma, por todos os males da situação econômica brasileira atual. Como se fôssemos uma ilha isolada do mundo. Aliás, a nossa imprensa e TVs não falam mais de Espanha, Grécia, Itália, Portugal, seus bancos, seus níveis de desemprego, da Alemanha e seu nível de sub-emprego, etc. “Esqueceram-se” do mundo real! Mas o deserto do real está aí e, se não nos cuidarmos, avança no território brasileiro.
altamiro souza
25 de setembro de 2014 6:56 pmconcordo com a avaliação
concordo com a avaliação política dele, embora
isso não o exima de ter sido um tucano que
se beneficioude todas os
“equívocos” (eufemismo) da era fernadenriquista.
acho que ele dilmou pra sair bem na foto.
Fabio.
25 de setembro de 2014 7:02 pmA Economia do Brasil esta tão
A Economia do Brasil esta tão dependente do comercio exterior, como os paulistanos só vão ter água na torneira se chover, precisamos combater a estiagem, porque se deixar para depois já era.
claudio bala
25 de setembro de 2014 7:34 pmnao acho que seja bem isso
nao acho que seja bem isso nao, acho que seja mais o uso das pesquisas para “manipular” efeito manada dos sardinhas,,,,
lembrando, derrubaram petro a menos de 12.00 hoe 20.00 mas ja esteve a quase 25,00,,,no caso da petro, tem o maior volume de opcoes, esse tipo de oscilacao costuma trocar de mao grandes fortunas,,,,
na epoca do mendonca, do fhc, esse jogo era feito na ttelemar,,,,
Gestora de Armínio Fraga vende ações na Bolsa; – InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/autometal/noticia/3597441/gestora-arminio-fraga-vende-acoes-bolsa-operacao-passa-180-milhoes
Marco Antonio L.
25 de setembro de 2014 7:36 pmEle está demonstrando que
Ele está demonstrando que está brabo com a reeleição de Dilma e que o PSDB está fraco na campanha. Não é isso ?
Renato Kern
25 de setembro de 2014 8:02 pmMendonça e a cegueira
Como a maioria dos economistas não tem a meinima idéia do que está acontecendo. A economia mundial da era Tahtcher/Reagan morreu, sumiu, os gênios da Wall Street acabaram com ela, não tem volta. O terceiro mundo não está mais disposto a finaciar os descalábros dos grandes. A índia comprou a Land Rover e a China a Volvo, dois sonhos do capitalismo mundial estão agora nas mãos de quem está subindo. Talvez no ano que vem a GM e a Ford também terão trocado de nacionalidade. Estão vendendo os aneis para não perderem os dedos, e tentando mais uma guerrinha contra o Oriente Médio para iludir suas populações. Brasil, China, Rússia, Índia, Indonésia e Filipinas tem juntos um potencial de 4 milhões de pessoas mais da metade apenas agora se tornando consumidores. Eu não tenho a mínima idéia do que vai acontecer na economia brasileira nos próximos anos, mas juro que o seu Mendonça de Barros também não sabe.