Discurso na Abertura da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas
Presidente Dilma Rousseff
Embaixador Sam Kutesa, Presidente da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas,
Senhor Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas,
Excelentíssimos Senhores e Senhoras Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e Senhores,
Para o Brasil – que tem a honra e o privilégio de abrir este debate – é grande a satisfação de ver na Presidência desta Sessão da Assembleia Geral um filho da África. Os brasileiros somos ligados por laços históricos, culturais e de amizade ao continente africano, cuja contribuição foi e é decisiva para a constituição da identidade nacional de meu país.
Senhor Presidente,
Abro este Debate Geral às vésperas de eleições, que vão escolher, no Brasil, o Presidente da República, os Governos estaduais e grande parte de nosso poder legislativo. Essas eleições são a celebração de uma democracia que conquistamos há quase trinta anos, depois de duas décadas de governos ditatoriais. Com ela muito avançamos na estabilização econômica do país.
Nos últimos doze anos, em particular, acrescentamos a essas conquistas a construção de uma sociedade inclusiva baseada na igualdade de oportunidades.
A Grande Transformação em que estamos empenhados produziu uma economia moderna e uma sociedade mais igualitária. Exigiu, ao mesmo tempo, forte participação popular, respeito aos Direitos Humanos e uma visão sustentável de nosso desenvolvimento.
Exigiu, finalmente, uma ação na cena global marcada pelo multilateralismo, pelo respeito ao Direito Internacional, pela busca da paz e pela prática da solidariedade.
Senhor Presidente,
Há poucos dias a FAO informou que oBrasil saiu do mapa da fome.
Essa mudança foi resultado de uma política econômica que criou 21 milhões empregos, valorizou o salário básico, aumentando em 71% seu poder de compra. Com isso, reduziu a desigualdade.
Trinta e seis milhões de brasileiros deixaram a miséria desde 2003; 22 milhões somente em meu governo. Para esse resultado contribuíram também políticas sociais e de transferência de renda reunidas no Plano Brasil Sem Miséria.
Na área da saúde, logramos atingir a meta de redução da mortalidade infantil,antes do prazo estabelecido pelas Metas do Milênio.
Universalizamos o acesso ao ensino fundamental. Perseguimos o mesmo objetivo no ensino médio. Estamos empenhados em aumentar sua qualidade, melhorando os currículos e valorizando o professor.
O ensino técnico avançou com a criação de centenas de novas escolas e a formação e qualificação tecno-profissional de 8 milhões de jovens, nos últimos 4 anos.
Houve uma expansão sem precedentes da educação superior: novas Universidades Públicas e mais de 3 milhões de alunos contemplados com bolsas e financiamentos que garantem acesso a universidades privadas.
Ações afirmativas permitiram o ingresso massivo de estudantes pobres, negros e indígenas na Universidade.
Finalmente, os desafios de construção de uma sociedade do conhecimento ensejaram a criação do Programa Ciência sem Fronteiras, pelo qual mais de 100 mil estudantes de graduação e pós-graduação são enviados às melhores universidades do mundo.
Por iniciativa presidencial, o Congresso Nacional aprovou lei que destina 75% dos royalties e 50% do fundo de recursos do PRÉ SAL para a educação e 25% para a saúde.
Vamos transformar recursos finitos – como o petróleo e o gás – em algo perene: educação, conhecimento científico e tecnológico e inovação. Esse será nosso passaporte para o futuro.
Senhor Presidente,
Não descuramos da solidez fiscal e da estabilidade monetária e protegemos o Brasil frente à volatilidade externa.
Assim, soubemos dar respostas à grande crise econômica mundial,deflagrada em 2008. Crise do sistema financeiro internacional, iniciada após a quebra do Lehman Brotehers e, em seguida, transformada em muitos países em crise de dívidas soberanas.
Resistimos às suas piores conseqüências: o desemprego, a redução de salários, a perda de direitos sociais e a paralisia do investimento.
Continuamos a distribuir renda, estimulando o crescimento e o emprego, mantendo investimentos em infraestrutura.
O Brasil saltou da 13ª para 7ª maior economia do mundo e a renda per capita mais que triplicou. A desigualdade caiu.
Se em 2002, mais da metade dos brasileiros era pobre ou muito pobre, hoje 3 em cada 4 brasileiros integram a classe média e os extratos superiores.
No período da crise, enquanto o mundo desempregava centena demilhões de trabalhadores, o Brasil gerou 12 milhões de empregos formais.
Além disso, nos consolidamos como um dos principais destinos de investimentos externos.
Retomamos o investimento em infraestrutura numa forte parceria com o setor privado.
Todos esses ganhos estão ocorrendoem ambiente de solidez fiscal. Reduzimosa dívida pública líquida de aproximadamente 60% para 35% do PIB.
A dívida externa bruta em relação ao PIB caiu 42% para 14%.
As reservas internacionais foram multiplicadas por 10 e assim, nos tornamos credores internacionais.
A taxa de inflação anual tb tem se situado nos limites da banda de variação mínima e máxima fixada pelo sistema de metas em vigor no País.
Senhor Presidente,
Ainda que tenhamos conseguido resistir às consequências mais danosas da crise global, ela tb nos atingiu, de forma mais aguda, nos últimos ano.
Tal fato decorre da persistência, em todas as regiões do mundo, de consideráveis dificuldades econômicas, que impactam negativamente nossocrescimento.
Reitero o que disse, no ano passado na abertura do Debate Geral.
É indispensável e urgente retomar o dinamismo da economia global. Ela deve funcionar como instrumento de indução do investimento, do comércio internacional e da diminuição das desigualdades entre países.
No que se refere ao comércio internacional, impõe-se um compromisso de todos com um programa de trabalho para a conclusão da Rodada de Doha.
É imperioso também, Senhor Presidente, pôr fim ao descompasso entre a crescente importância dos países em desenvolvimento na economia mundial e sua insuficiente participação nos processos decisórios das instituições financeiras internacionais, como o FMI e o Banco Mundial. É inaceitável a demorana ampliação do poder de voto dos países em desenvolvimento nessas instituições.
O risco que estas instituições correm éperder sua legitimidade e eficiência.
Senhor Presidente,
Com grande satisfação o Brasil abrigou a VI Cúpula dos BRICS. Recebemos os líderes da China, da India, da Rússia e da África do Sul num encontro fraterno, proveitoso que aponta para importantes perspectivas para o futuro.
Assinamos os acordos de constituição do Novo Banco de Desenvolvimento e do Arranjo Contingente de Reservas.
O Banco atenderá às necessidades de financiamento de infraestrutura dos BRICS e dos países em desenvolvimento.
O Arranjo Contingente de Reservas protegerá os países de volatilidades financeiras.
Cada instrumento terá um aporte de US$ 100 bilhões.
A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar tb importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente.
Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças.
O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.
A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos.
Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar queessas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios.
Tampouco podemos ficar indiferentes ao alastramento do vírus Ebóla no oeste da África. Nesse sentido, apoiamos a proposta do Secretário-Geral de estabelecer a Missão das Nações Unidas de Resposta Emergencial ao Ebóla.
Senhor Presidente,
O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo.
Os 70 anos das Nações Unidas, em 2015, devem ser a ocasião propícia para o avanço que a situação requer. Estou certa de que todos entendemos os graves riscos da paralisia e da inação do CSNU.
Um Conselho mais representativo emais legítimo poderá ser também mais eficaz.
Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças.
Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à solução de dois Estados – Palestina e Israel – vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.
Em meio a tantas situações de conflito,a América Latina e o Caribe buscam enfrentar o principal problema que nos marcou, por séculos – a desigualdade social.
Fortalecem-se as raízes democráticas e firma-se a busca de um crescimento econômico mais justo, inclusivo e sustentável. Avançam os esforços de integração, por meio do Mercosul, da UNASUL e da CELAC.
Senhor Presidente,
A mudança do clima é um dos grandes desafios da atualidade. Necessitamos, para vencê-la, sentido de urgência, coragem política e o entendimento de que cada um deverá contribuir segundo os princípios da equidade e dasresponsabilidades comuns, porémdiferenciadas.
A Cúpula do Clima, convocada em boa hora pelo Secretário-Geral, fortalece asnegociações no âmbito da Convenção-Quadro.
O Governo brasileiro se empenhará para que o resultado das negociações leve a um novo acordo equilibrado, justo e eficaz.
O Brasil tem feito a sua parte para enfrentar a mudança do clima.
Comprometemo-nos, na Conferência de Copenhague, com uma redução voluntária das nossas emissões em 36% a 39%, na projeção até 2020.
Entre 2010 e 2013, deixamos de lançar na atmosfera, a cada ano, em média, 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono.
Alcançamos em todos esses anos as 4 menores taxas de desmatamento da nossa história.
Nos últimos 10 anos, reduzimos o desmatamento em 79%, sem renunciar ao desenvolvimento econômico nem à inclusão social.
Mostramos, que é possível crescer, incluir, conservar e proteger. Uma conquista como essa resulta do empenho – firme e contínuo – do Governo, da sociedade e de agentes públicos e privados.
Esperamos que os países desenvolvidos – que têm a obrigação não só legal, mas também política de liderar,pelo exemplo, demonstrem de modo inequívoco e concreto seu compromisso de combater esse mal que aflige a todos.
Na Rio+20 tivemos a grande satisfação de definir uma nova agenda, baseada em Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicáveis tanto a países desenvolvidos, quanto aos em desenvolvimento.
Será crucial definirmos meios de implementação que correspondam à magnitude das dificuldades que nos comprometemos a superar. Precisamos ser ambiciosos em matéria de financiamento, cooperação, construção de capacidades nacionais e transferência de tecnologias, sobretudo em favor dos países menos desenvolvidos.
Destaco, nesse contexto, a necessidade de estabelecer um mecanismo para o desenvolvimento, a transferência e a disseminação de tecnologias limpas e ambientalmente sustentáveis.
Senhor Presidente,
Ao lado do desenvolvimento sustentável e da paz, a ordem internacional que buscamos construir funda-se em valores.
Entre eles, destacam-se o combate a todo o tipo de discrimnação e exclusão.
Temos um compromisso claro com a valorização da mulher no mundo do trabalho, nas profissões liberais, no empreendedorismo, na atividade política, no acesso à educação entre outros. O meu governo combate incansavelmente a violência contra a mulher em todas as suas formas. Consideramos o século 21, o século das mulheres.
Da mesma maneira, a promoção da igualdade racial é o resgate no Brasil dos séculos de escravidão a que foram submetidos os afro-brasileiros, hoje mais da metade de nossa população.
Devemos a eles um inestimável legado permanente de riquezas e valores culturais, religiosos e humanos. Para nós, a miscigenação é um fator de orgulho.
O racismo, mais que um crime inafiançável é uma mancha que não hesitamos em combater, punir e erradicar.
O mesmo empenho que temos em combater a violência contra as mulheres e os afrobrasileiros temos tb contra a homofobia. A suprema corte do meu Páisreconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, assegurando-lhes todos os direitos civis, daí decorrentes.
Acreditamos firmemente na dignidade de todo ser humano e na universalidade de seus direitos fundamentais. Estes devem ser protegidos de toda seletividade e de toda politização.
Outro valor fundamental é o respeito à coisa pública e o combate sem tréguas à corrupção .
A história mostra que só existe uma maneira correta e eficiente de combater a corrupção: o fim da impunidade com o fortalecimento das instituições que fiscalizam, investigam e punem atos de corrupção, lavagem de dinheiro e outroscrimes financeiros.
Essa é uma responsabilidade de cada governo. Responsabilidade que nós assumimos, ao fortalecer nossasinstituições.
Construímos o Portal Governamental da Transparência que assegura, ao cidadão, acessar os gastos governamentais, em 24 horas.
Aprovamos a lei de acesso à informação que permite ao cidadão brasileiro o acesso a qualquer informação do governo, exceto aquelas relativas àsoberania do País.
Fortalecemos e demos autonomia aos órgãos que investigam e também ao que faz o controle interno do governo.
Criamos leis que punem tanto o corrupto, como o corruptor.
O fortalecimento de tais instituições é essencial para o aprimoramento de umagovernança aberta e democrática.
A recente reeleição do Brasil para o Comitê Executivo da “Parceria para o Governo Aberto” vai nos permitir contribuir para governos + transparentesno plano mundial.
Senhor Presidente:
É indispensável tomar medidas que protejam eficazmente os direitos humanos tanto no mundo real como no mundo virtual, como preconiza resolução desta Assembleia sobre a privacidade na era digital.
O Brasil e a Alemanha provocaram essa importante discussão em 2013 e queremos aprofundá-la nesta Sessão.Servirá de base para a avaliação do tema o relatório elaborado pela Alta Comissária de Direitos Humanos.
Em setembro de 2013, propus aqui a criação de um marco civil para a governança e o uso da Internet com base nos princípios da liberdade de expressão, da privacidade, da neutralidade da rede e da diversidade cultural.
Noto, com satisfação, que a comunidade internacional tem se mobilizado, desde então, para aprimorar a atual arquitetura de governança da Internet.
Passo importante nesse processo foi a realização, por iniciativa do Brasil, da Reunião Multissetorial Global sobre o Futuro da Governança da Internet – a NETmundial – em São Paulo, em abril deste ano.
O evento reuniu representantes de várias regiões do mundo e de diversos setores. Foram discutidos os princípios a seguir e as ações a empreender para garantir que a Internet continue a evoluir de forma aberta, democrática, livre, multissetorial e multilateral.
Senhor Presidente,
Os Estados-membros e as Nações Unidas têm, hoje, diante de si desafios de grande magnitude.
Estas devem ser as prioridades desta Sessão da Assembleia Geral.
O ano de 2015 desponta como um verdadeiro ponto de inflexão.
Estou certa de que não nos furtaremos a cumprir, com coragem e lucidez, nossas altas responsabilidades na construção de uma ordem internacional alicerçada na promoção da Paz, no desenvolvimento sustentável, na redução da pobreza e da desigualdade.
O Brasil está pronto e plenamente determinado a dar sua contribuição.
Muito obrigada.

Hansel
24 de setembro de 2014 2:53 pmExcelente discurso. Que
Excelente discurso. Que diferença do discurso entreguista e vira-lata dos tucanos e da Marina.
antonio f
24 de setembro de 2014 3:03 pmGostei. muito bem redigido,
Gostei. muito bem redigido, demonstra a posição de um país de nobres ideais, lutando pelo desenvovimento com justiça social. Deve ter sensibilizado quem parou para ouvir, dando um bom exemplo para os demais chefes de estado presentes.
Franbeze
24 de setembro de 2014 3:06 pmEssa é a minha Presidenta!!!
Cada vez mais admiro essa mulher. Estou com grande expectativa que ela ganhe já no primeiro turno. Se isso acontecer, ela começará o segundo mandato muito mais forte do que já é.
Parabéns Presidenta Dilma!!!
Assis Ribeiro
24 de setembro de 2014 3:17 pmEsse é o país que eu vejo e
Esse é o país que eu vejo e desejo.
hc.coelho
24 de setembro de 2014 3:31 pmPaixão.
Esta memina está me conquistando a cada hora. Tô com medo de virar paixão. Bravo!!! Viva você Dima! Obrigado. Devo-lhe mais esta. Fico orgulhoso de você. Fico emocionado.
Está empatando com o incrível Lula. Mais uma estrela política que brilha nos ceús do mundo.
Luiz C. Benevides
24 de setembro de 2014 3:51 pmMagnífico pronunciamento!
Magnífico pronunciamento! Sinto muito orgulho por podermos, através da nossa presidenta, falar de forma altiva, mostrando os nossos feitos e cobrando atitudes do mundo.
Considero finalmente sepultado o tempo do chô-rô-rô e do blá-blá-blá. Inimaginável, hoje, um chanceler brasileiro se submeter ao humilhante papel de ter que tirar os sapatos para entrar nos EUA.
veranis
24 de setembro de 2014 3:52 pmDILMA NA ONU
Em meio a uma conturbada campanha política aqui no Brasil, Dilma vai aos US e diz a eles que sua política de guerra não serve a ninguém. Parabéns Dilma!
hc.coelho
24 de setembro de 2014 3:52 pmObama said.
Obama na ONU. “Força é a unica linguagem que assassinos entendem”. Sábias palavras. Acho que está claro no mundo atual.
Cláudio José
24 de setembro de 2014 3:53 pmPROJETO: A HORA DO PLANETA CRIANÇA
Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2014 ONU: DireçãoPROJETO: A HORA DO PLANETA CRIANÇA Caros amigos (as) gosto de ajudar quem precisa de ajuda, por isso vou sugerir um projeto, que pode ajudar as crianças do mundo inteiro: A HORA DO PLANETA CRIANÇA, onde a ONU convocaria os empresários e trabalhadores do mundo inteiro, para uma vez por ano, doarem uma hora de trabalho (fazer uma hora extra) para ajudar Instituições de Caridade e ONGs que trabalham pelo futuro das crianças. Amigos (as) com um pouco de criatividade e boa vontade nós podemos tentar melhorar esse mundo em que vivemos. Atenciosamente:
Cláudio José, um amigo do povo e da paz.
[email protected]
24 de setembro de 2014 3:58 pmDilma na ONU
Simplesmente magnífica.
Sta Catarina
24 de setembro de 2014 3:59 pmDilma
Parabéns à nossa presidente. Que o Brasil continue trilhando este caminho e tornando-se uma referência internacional na busca pela justiça social e desenvolvimento. Não podemos deixar que irresponsáveis assumam a gestão deste país pondo em risco todo o progresso que conquistamos.
rosenvald flavio barbosa
24 de setembro de 2014 4:25 pmDilma a magnífica!!
esta é a nossa presidenta!!!
SILOÉ-RJ
24 de setembro de 2014 4:38 pmDIÁLOGOS NÃO VENDEM ARMAS
Num ambiente de quase subserviência, DILMA peitou os EUA, no que eles têm de mais proeminente.
A INDÚSTRIA DAS GUERRAS QUE FOMENTA O SEU SISTEMA BÉLICO.
Só faltou dizer para o Obama: diálogos nao vendem armas, daí o incentivo aos ATAQUES.
Nesse último, uma exelente vitrine para os novos equipamentos.
E aqui o WAACK, fica nervosinho com o não de DILMA, contra os MASSACRES.
Narciso
24 de setembro de 2014 5:00 pm“Diálogos não vendem armas”
“Diálogos não vendem armas”
Manoel Ribeiro dos Santos
24 de setembro de 2014 5:10 pmPresidenta Dilma na Onu
Fiquei orgulhoso hoje por ser brasileiro. Vi naquele palco a distinção de uma senhora chamada Dilma, lembra-me ela com sua altoridade a minha professora adar aula de dissertação. Altiva com uma classe que se impõe e que não se vê em nenhum daqueles figurões. Por tudo Iisto viva o Brasil!!!
Maria Luisa
24 de setembro de 2014 5:24 pmExcelente discurso
So faço um adendo: denunciaria com mais intensidade o financismo desbragado, ao qual governos dos Estados Unidos e Europa protegem e alimentam em detrimento da crise de desenvolvimento mundial. Depois de 2008 nada efitivamente mudou nesse sentido. Banqueiros continuam dando a ordem no terreiro e governos abaixando a cabeça. E a população de leste à oeste, de norte à sul, sofrendo as consequências.
Marco A.
24 de setembro de 2014 5:36 pmMas quando foi pra votar na
Mas quando foi pra votar na moção contra o governo do sudão que não envolvia ataque militar por conta do genocidio em darfur, o brasil se absteve.
O grupo islamico em questão não é uma força ou nação reconhecida, comete assassinatos, invade paises e até o irã está apoiando os ataques que começam a ser feitos.
Qual o dialogo possivel com alguem que luta e mata debaixo de uma ideologia que priva pessoas de seus direitos fundamentais? A presidente poderia mostrar o caminho ao inves de simplesmente dizer que não apoiamos ataques de ambos os lados. Ora é claro que ninguem é contra a violência e apesar disso, estamos adquirindo aviçoes e equipamentos bélicos para o que senão responder a ações de força por parte de outros?
A turminha tem todo o direito de fazer claque da presidente, mas poderia fazer o debate do assunto sem tanto flaxflu porque as loas a presidente já conhecemos, mas o debate sério sobre o tema não.
A propósito, o presidente obama é o mesmo que foi recebido como o segundo advento do messias em relação ao anticristo bush que recebeu um nobel da paz pelo que viria a fazer. E é esse que autorizou os ataques com apoio dos dirigentes da onu e até do irã. Não me parece portanto uma situação tão fácil de resolver com dialogo não é mesmo?
A proposito, dialogo representa em parte ceder aos interesses do outro em um plano de ganha aqui e perde ali de ambos os lados na buaca de um consenso. Quais interesses devem ser cedidos aos terroristas? o territorio desejado pelo califado? a dissolução dos eua ou a aceitação do islamismo como religião e governo oficial?
J. Alberto
24 de setembro de 2014 8:33 pmAcho necessário um
Acho necessário um contraponto a essa visão de direita de que a Dilma quis passar a mão na cabeça dos radicais islâmicos. É certo que ela falou bobagem, mas sua proposta não-intervencionista tem uma certa base, senão vejamos a ótica comunista da questão:
PS: Deixo claro que não concordo integralmente com o texto abaixo.
LIT-QI: Não aos planos imperialistas de atacar a Síria
A um mês do início dos ataques aéreos “pontuais e limitados” dos EUA contra posições do Estado Islâmico (EI, antes denominado Estado Islâmico do Iraque e do Levante), o presidente Obama anunciou sua decisão não só de ampliar as operações militares a mais localidades do noroeste do Iraque[1], mas atacar zonas controladas pelo EI na Síria.
Nos últimos 30 dias, os EUA realizaram 154 bombardeios no Iraque. Do ponto de vista militar, isso contribuiu para frear o avanço do EI em direção ao Curdistão e recuperar a represa de Mosul, a partir da ação de tropas conjuntas de iraquianos e curdos, no dia 18 de agosto.
O EI, como se sabe, respondeu aos ataques aéreos norte-americanos e à ofensiva terrestre curda-iraquiana aumentando o número de crimes atrozes contra as minorias étnicas e religiosas nos territórios incluídos em seu autoproclamado “Califado” islâmico.
Neste marco, a ação “jihadista” que teve mais destaque midiático internacional foi a decapitação pública dos jornalistas norte-americanos James Foley e Steve Sotloff, pelas mãos de um carrasco de possível nacionalidade britânica. Estes crimes, que foram usados pelo EI como uma “ameaça” a Obama, na prática serviram para facilitar aos governos dos principais países imperialistas a tarefa de convencer a opinião pública “ocidental” sobre a necessidade de ampliar os ataques aéreos à Síria.
Assim, o EI, que há muito tempo atua na Síria como a “quinta coluna” da ditadura, pois se dedica a combater os rebeldes e não Al-Assad, agora também se transformou na “quinta coluna” do imperialismo. Não há dúvida de que estamos diante de uma criatura contrarrevolucionária em todos os sentidos.
A LIT-QI, como manifestamos anteriormente, se opõe aos atuais ataques aéreos no Iraque e, ao mesmo tempo, rechaça qualquer plano de intervenção militar (seja qual for sua forma) na Síria.
Os discursos “humanitários” e “democráticos” de Obama são intoleravelmente hipócritas, já que provêm do líder de uma potência imperialista que há décadas saqueia e promove genocídios em todo o mundo árabe.
A “luta contra o terror” que Obama defende, seguido pelos demais membros da quadrilha de bandidos imperialistas e pelas burguesias árabes títeres, não passa de uma cortina de fumaça para esconder sua real intenção de retomar o controle de uma região na qual, por um lado, sofreu uma derrota militar histórica (Iraque) e, por outro, no caso da Síria, está em curso a ponta de lança de um processo de revoluções que, com desigualdades, se desenvolve no Oriente Médio.
As atrocidades do EI servem ao imperialismo
Como dissemos, a partir das barbaridades que o EI comete nos territórios que ocupa no Iraque e Síria (execuções massivas de civis, decapitações, crucificações, mutilação genital e venda de mulheres como escravas sexuais), o imperialismo reforçou sua cínica campanha “humanitária” e “contra o terror”, agora executada em melhores condições.
O presidente Obama, cuja “falta de ação” estava sendo duramente criticada pelos falcões republicanos e até por ex-colaboradores democratas, como a anterior secretária de Estado Hillary Clinton, anunciou, às vésperas do décimo-terceiro aniversário dos ataques de 11 de setembro, uma ofensiva “para meses, talvez anos” contra o EI, embora esclarecendo que seu plano “será diferente das guerras do Iraque e Afeganistão”, sobretudo porque “não envolverá tropas de combate lutando em solo estrangeiro”.
Segundo Obama, o operativo militar não seria uma “guerra”, mas uma “campanha antiterrorista que será levada a cabo mediante um esforço firme e incansável para tirar o EI de onde quer que esteja, usando nosso poder aéreo e o apoio de forças aliadas no terreno”. Consistiria em bombardear posições do EI, “enquanto apoiamos nossos aliados nas linhas de frente”, expressou com cautela o presidente norte-americano.
Apesar de Obama se manter receoso de enviar soldados ao Oriente Médio, é notório que existe uma mudança quantitativa. A dinâmica dos crimes e provocações do “Califado” islâmico e da própria intervenção aérea dos EUA empurra Obama a envolver-se mais e mais no terreno militar. Embora, do ponto de vista político, esta não tenha sido sua intenção inicial.
O motivo deste “giro” a uma política exterior mais “agressiva” é dado por uma variação relativa na “opinião pública” norte-americana, altamente comovida com o assassinato dos jornalistas do país, fato que a imprensa e o governo de Obama souberam explorar habilmente.
Uma pesquisa dos jornais The Washington Post e ABC News, por exemplo, revela que 90% dos norte-americanos creem que o EI é uma ameaça “séria”; 60% a consideram “muito séria”. A mesma pesquisa mostra que, depois dos vídeos com imagens da morte dos jornalistas, 71% passaram a apoiar os bombardeios dos EUA sobre o Iraque e a Síria [2]. Há três semanas, essa cifra era de 54% e, pouco antes, de 45%[3].
Aproveitando esta conjuntura mais favorável, Obama, que há poucas semanas admitia “não ter uma estratégia” para enfrentar o EI, mudou de atitude e agora se mostra mais determinado a “degradar e finalmente destruir” o “câncer” que o novo “Califado” representa.
Contudo, isso não significa uma mudança qualitativa em relação à opinião do povo norte-americana sobre a intervenção militar de seu país em qualquer conflito. Expressa, no máximo, um momento de profundo impacto emocional. Não terminou a chamada “síndrome do Iraque”, provocada pela derrota de Bush na primeira década deste século.
Por esta razão, a tática do imperialismo, embora mais “agressiva”, segue sendo cautelosa. Não passa pela cabeça de nenhum líder imperialista enviar soldados de seus países para combater diretamente o EI. O plano, neste momento, é atacar “por ar” e “reforçar” as tropas dos países “aliados”.
Ao mesmo tempo, a palavra que mais ressoou no discurso de Obama foi “coalizão”. “A América liderará uma ampla coalizão para reduzir esta ameaça terrorista”, anunciou diante das câmeras.
Os EUA ainda não podem atuar “por sua conta” e trabalham para formar uma aliança internacional a “mais ampla possível”, nas palavras de John Kerry, que conte com a cobertura da OTAN e permita “estabilizar toda a região”. O artifício discursivo usado por Obama para esconder essa debilidade política foi que “os EUA não podem acabar com todo rastro de maldade no mundo”.
Até o momento, os norte-americanos somaram à sua proposta a Inglaterra, França, Austrália, Canadá, Alemanha, Turquia, Itália, Polônia e Dinamarca. A última conferência da OTAN caminhou neste sentido, formando inclusive uma “força multinacional” com capacidade operativa e tecnológica capaz de intervir em “qualquer conflito”. Sem dúvida, uma tentativa de possibilitar futuras intervenções militares “escondendo a mão”.
No Oriente Médio, esta “coalizão internacional” orquestrada por Washington foi apoiada imediatamente pelo novo gabinete iraquiano, comandado pelo premiê Haider al Abadi e que tem, como um de seus três vice-presidentes, o seu antecessor, o polêmico Nuri Al Maliki. O novo governo iraquiano, depois de três meses de intensa crise, foi aprovado pelo parlamento há poucos dias.
A instabilidade, porém, continua longe de ser superada. Os curdos, que finalmente aceitaram integrar o “governo central”, deram a este um prazo de três meses para satisfazer suas demandas de exportar petróleo sem passar por Bagdá, aumentar sua cota no orçamento nacional, e realizar um referendo para aumentar sua autonomia e definir seus limites territoriais[4].
A Liga Árabe, como seria de se esperar de seus membros lacaios do imperialismo, respaldou uma resolução apresentada pelo Iraque, na qual se comprometem a “coordenar e cooperar com todos os esforços internacionais, regionais e nacionais para combater ao Estado Islâmico e outros grupos terroristas”. Sem deixar claro no que isto se traduz em sentido prático, a declaração pode servir de cobertura caso algum país decida se unir a uma possível ação bélica.
Não aos bombardeios imperialistas!
Pela derrota de Al Assad e do “Califado” islâmico!
Armas para os curdos iraquianos e para os rebeldes sírios!
Como manifestamos anteriormente, a derrota do EI é uma necessidade do povo iraquiano e da revolução síria.
O projeto do “Califado” islâmico, que aplica medidas de terror que nos retrocedem à Idade Média, é completamente contrarrevolucionário. Trata-se de uma terrível ditadura teocrática, que se move a partir de interesses petrolíferos e cuja consolidação pressupõe o esmagamento físico do movimento operário e de massas, começando pela resistência armada e os comitês locais na Síria, que lutam heroicamente para derrubar o genocida Bashar Al Assad.
A luta contra o EI é mais urgente agora que está comprovado que este “partido-exército” se fortaleceu nos últimos meses. Estudiosos contabilizam suas forças em 50.000 soldados em solo sírio, sendo 20.000 deles estrangeiros (dos quais 3.000 provêm de países europeus ou dos EUA). O EI tomou um terço do Iraque e controla quase todo o nordeste da Síria, sendo seus bastiões as cidades petroleiras de Raqqa e Deir ez-Zor. A isto se somam ao menos 5.000 “jihadistas” do EI no Líbano.
Contudo, apesar da extrema necessidade de derrotar ao EI, seria equivocado crer que o imperialismo norte-americano é uma alternativa positiva frente a suas hordas. Pensar assim, ainda que estejam enfrentados militarmente, seria um profundo erro. Inclusive porque se falamos de barbaridades e crimes contra a humanidade, ninguém supera aos EUA no Iraque e Oriente Médio.
Por isso, devemos dizer NÃO a qualquer tipo de intervenção imperialista tanto no Iraque como na Síria, ao mesmo tempo em que nos solidarizamos e nos colocamos na mesma trincheira dos combatentes curdos e sírios que lutam contra as tropas do “Califado” islâmico. No caso dos sírios, como sabemos, as milícias rebeldes se enfrentam também contra o Exército de Al Assad, muito superior militarmente.
Todas as forças democráticas e de esquerda devem rechaçar as bombas imperialistas e defender a soberania do Iraque e da Síria. Ao mesmo tempo, nós revolucionários não deixaremos de combater nem por um instante a sanguinária ditadura síria e às selvagens gangues do EI.
É inadmissível aceitar qualquer ditadura colonial, que é o que verdadeiramente está por trás dos discursos “humanitários” de Obama. Tampouco é aceitável a ditadura de Al Assad ou a ditadura religiosa que promove o Estado Islâmico.
É imperioso redobrar esforços para fortalecer a campanha de solidariedade internacional à causa da revolução síria, exigindo de todos os governos a ruptura de relações diplomáticas e comerciais com a ditadura de Al Assad, e o envio de armas pesadas, medicamentos e qualquer tipo de ajuda militar e humanitária ao povo sírio.
É necessária a mais ampla unidade de ação (política e militar) para destruir o regime ditatorial sírio e acabar com o pretenso “Califado” islâmico, a partir da resistência armada e revolucionária do povo sírio, atuando estreitamente com o povo iraquiano, o curdo e todos os demais povos do Oriente Médio.
Nesse marco de ampla unidade democrática e antiimperialista, nós revolucionários seguiremos combatendo as direções burguesas e traidoras, na perspectiva de que a revolução avance rumo ao poder operário e ao socialismo em toda a região.
Secretariado Internacional
10 de setembro de 2014
http://www.pstu.org.br/node/21002
Alessandroaf
24 de setembro de 2014 5:53 pmBora, Dilma.
Bora, Presidenta.
Marly
24 de setembro de 2014 6:00 pmMaravilha!!!
Esta é a NOSSA altiva e brilhante Presidenta! Orgulho dos brasileiros que entendem e pensam o BRASIL !!!!!
Vanenilza Caldonazzo
24 de setembro de 2014 6:31 pmDiscurso
Todo brasileiro deveria ler e ouvir na íntegra o discurso da Presidente e gritar bem alto o orgulho de ser brasileiro.
Eu tenho orgulho do meu País e da minha Presidente.
Ozzy
25 de setembro de 2014 2:18 am…
Isso deve ter sido uma trollagem, só pode.
Mario Alex
24 de setembro de 2014 7:03 pmDIGA NÃO AO SEGUNDO TURNO,
DIGA NÃO AO SEGUNDO TURNO, DILMA 2014!
Mario Alex
24 de setembro de 2014 7:09 pmO mundo seria muito melhor se
O mundo seria muito melhor se os EUA fizesse a ocupação social dos paises não alinhados com sua democracia ditatorial. Sairia muito mais barato e sem o ranço que cresce cada vez mais no oriente contra os xerifes do mundo.
Bispo da Dama
24 de setembro de 2014 7:53 pmSuposta Piada
Você tá querendo fazer graça, não? Se tiver, já aviso, não teve graça nenhuma.
Mas se você falou sério, então, deixe-me lhe dar uma resposta à altura:
WuaHaAuahAahaHaahAha…UahaWaahAhaUha…WuaHaAuahAahaHaahAhaUahaWaahA…
ppalmx
24 de setembro de 2014 7:16 pmBem melhor que o discurso
Bem melhor que o discurso dela na última reunião de cúpula Brasil-UE (risos)
Dessa vez ela deve ter se recuperado do jet lag a tempo…
Raul Abreu Leite
24 de setembro de 2014 7:27 pmOrgulho
Bonito foi ver ela não fugindo de nenhum assunto, passou por Multilateralismo, Mercosul, BRICS, Rússia, dos massacres na Palestina, Sírira e Líbia, Ebola, inação da própria ONU, privacidade digital etc
[video:https://www.youtube.com/watch?v=teJugCECeEo%5D
Josemir
24 de setembro de 2014 8:25 pmParabéns minha
Parabéns minha presidenta!!!!
Tenho muito orgulho de ser brasileiro.
Ozzy
24 de setembro de 2014 11:59 pmOverdose
Não bastassem os 12 minutos diários, a Dilma resolveu repetir o besteirol da sua propaganda eleitoral na ONU.
Deve dar uma edição de imagens bacana na mão do João Santana.
Semana que vem ela desembarca no Iraque para iniciar o diálogo com o califado.
Dê
25 de setembro de 2014 2:17 amE em 3, 2, 1…o PSDB vai
E em 3, 2, 1…o PSDB vai entrar com representação no TSE contra a presidente Dilma por usar a ONU e o discurso de abertura, tradição que vem lá da decada de 40, como suposto discurso de caráter eleitoral !!
Eita Dilminha …essa é a minha presidenta!!!
Jofran Oliva
25 de setembro de 2014 2:36 amDiscurso digno de uma grande estadista. . .
Discurso digno de uma grande estadista que Dilma é. Alguém já imaginou Marina Silva ou Aécio fazendo um discurso diesses? Acho que só fariam elogios aos Estados Unidos e ao Obama, ou seja prestariam vassalagem ao tio Sam.
altamiro souza
25 de setembro de 2014 4:23 amé brasil…
é dilma.
com
é brasil…
é dilma.
com muito orgullho.
Evaldo P Santos
25 de setembro de 2014 11:05 amRidiculo
O pt transformou nossa politica externa em piada , realmente nos tornamos em anões politicos , a dignissima usa um espaço deste para fazer propaganda eleitoral e novamente se mostrar solidaria a grupos extremistas , lamentavel . Se ela se preocupa com morte de civis aqui no Brasil morre assasinado por dia q que morre lá em um mês .