Estou com o presidente Bolsonaro!
por Gilberto Maringoni
Um monte de petralha, comunista e gay está aí pelas redes destratando o presidente Bolsonaro, só porque ele disse que livros são “um montão, um amontoado… Muita coisa escrita”.
Porra, quero ver que maconheiro vai negar que livro não é isso, que não é um montão de coisa escrita! Caralho, livro é um montão de coisa escrita! Se não é um montão de coisa escrita, pode ser bola de futebol, xampu, 38, hambúrguer, rachadinha ou um caralhão de coisas, mas livro não é!
E é um desperdício que livro seje assim. Livro é um monte de letra, uma atrás da outra, em fila, numa balbúrdia geral. Não tem ordem. Botam um “M”, depois um “E”, mais adiante um “R, em seguida um “D” e no fim um “A” e fica uma merda. Uma merda, tá sabendo? Aí pegam essas mesmas letras, sem lavar e sem nada e escrevem sorvete, petê, queiroz e muito mais. Um montão de coisa. E aí chamam de livro.
Peguei outro dia a cópia digital de um livro daquele energúmeno que o presidente falou, o Paulo Freitas, sabe quem é, não? Aliás, não sei porque chama cópia digital. Digital é aquele troço que você faz na delegacia, quando toca piano. Suja todos os dedos. Livro digital devia ser livro tudo sujo de marca de dedo. Ah, não faz mais digital assim? Agora digital é tudo digitalizada? Sei lá, vai entender…
Mas aí eu peguei a cópia digital do livro do Paulo Energúmeno e contei as letra. Tava lá: 365.428 caracteres. Com espaço. Sim senhor, 365.428! Já achei um desperdício desse quilombola desse Freitas. Aí fui ver, porque todo mundo fala que o Paulo Freitas isso, o Paulo Freitas aquilo, que a ONU isso, que na Suécia aquilo. Fui ver, achando que tava certo ele ter 365.428 letra. Porra nenhuma. O livro é uma empulhação.
Ele vai repetindo letra página depois de página. Botei lá para contar. Só de “A” tinha 21.627, de “B” tinha 18.831, de “C” 14.539 e por aí vai. O cara é um enganador! O alfabeto só tem 26 letras e ele usa 364.428 para fazer campanha de kit-gay, de ideologia de gênero e do aborto!
Se só existe 26 letras, me digam!, pra que repetir tanto? Pra que colocar milhares de letras repetidas? Pra gastar tinta e papel, né? Pra empregar os vagabundos do petê? Pra superfaturar igual que nem esses petista fazem?
Tá certo o presidente Bolsonaro. Tem que mudar isso aí. Livro tem de ter na primeira página, assim ó, as 26 letras e uma figura. E pode ter no total 3 ou 4 páginas. Não precisa mais. Isso economiza dinheiro do país e tempo das pessoas. Mas o petê não quer isso, porque com tanta letra, eles vão poder roubar umas pra eles. Ninguém é bobo aqui não! Com menas letra e mais figura, a garotada vai ler.
Quequetem? A Bíblia? Se a Bíblia não é livro? Porra, tu é burro pra caralho. A Bíblia não tem letra. Tem palavra.
A palavra do Senhor…
Schell
6 de janeiro de 2020 1:43 pmCuidado, Maringoni, seu texto poderá ser entendido (epa!) como elogio, afinal, quem briga com as letras, repetidas ou não, sabem as antas, é ignorante total e a ignorância é isso: religiosamente afeita a enganar incautos anti-petistas. Uns merda, não?
André Rs T
6 de janeiro de 2020 4:30 pmProcure saber o significado de abecedariano, a aversão ao conhecimento
Nilson Moura Messias
6 de janeiro de 2020 4:34 pmÉ obrigação do Gilberto Maringoni, escrever todo o santo dia um texto?
Carlos Elisio
6 de janeiro de 2020 4:43 pmVoces precisam dar desconto para a anta do bozo pois sifreu um trauma recente.
Dizem que durante uma de suas internações, seu acervo literário foi atingido por um incêndio (talvez provocado pelos malditos brigadistas do alter do chao) que destruiu seus 8 (oito) livros, dos quais 3 (tres) ele ainda não havia terminado de colorir.
Então, dêem um desconto, publiquem “menas” coisas ruins sobre este literato tão incompreendido.
AMORAIZA
6 de janeiro de 2020 8:24 pmkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!
Marcos Videira
6 de janeiro de 2020 5:20 pmViva o líder escolhido por 57 milhões de brasileiros. O maior pensador q a humanidade já produziu.
Alguma identidade deve existir entre líder e liderados. Ou não ?
Marco A.
6 de janeiro de 2020 8:48 pmA ilustração me lembra o conto “O homem que perdeu as letras do livro”, do Ignácio de Loyola Brandão, publicado na 2ª edição do livro “Cadeiras proibidas”, em 1979 (p. 41-42, Ed. Codecri).
No último parágrafo lê-se: “E ela deu um tapa, atirou tudo no chão. Buscou uma vassoura, jogou as letras sobre uma pá, enfiou num saco plástico, colocou no tubo de lixo.”
Aliás, este livro tornou-se atualíssimo. Parabéns, Brandão!
Jus Ad Rem
6 de janeiro de 2020 10:55 pmQuero ver o Bozo explicar a Teoria da Relatividade com “menas letra” e mais figurinha.
Alias, o Bozo não explica nem o que ele fala. Se o Paulo Freitas é energúmeno, o Bozo seria o que? Uma ameba aleijada?
Paulo F.
7 de janeiro de 2020 8:50 amFahrenheit 451. A profissão de “bombeiro” ainda vai ser redescoberta na Terra de Bozo!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fahrenheit_451