13 de junho de 2026

Carlos Ghosn está proibido de deixar o Líbano

Decisão foi tomada após interrogatório de executivo pela Procuradoria-Geral do país
Foto: Reprodução

Jornal GGN – A Justiça do Líbano proibiu o executivo Carlos Ghosn de sair do país. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (09), após interrogatório realizado pela Procuradoria-Geral libanesa por conta de uma ordem de prisão da Interpol.

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Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, a Procuradoria-Geral do Líbano também solicitou ao Japão um dossiê a respeito do processo movido contra o ex-presidente da Renault-Nissan, acusado de desfalque financeiro.

Ghosn vai permanecer proibido de viajar até que os procuradores libaneses recebam o processo judicial japonês. Após o recebimento dos documentos é que será decidido se o executivo deverá ou não responder judicialmente no Líbano.

Detentor das nacionalidades libanesa, francesa e brasileira, o executivo é alvo de quatro acusações no Japão, sendo duas por sonegação e duas por abuso de confiança agravado.

Na última quarta-feira (08/01), Ghosn disse ser vítima de um “golpe” orquestrado, e que está determinado a “lavar sua honra”. O pronunciamento foi feito em Beirute, em sua primeira aparição pública desde que fugiu do Japão.

Redação

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3 Comentários
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  1. claudio marcos

    10 de janeiro de 2020 8:29 am

    Para ele é ótimo pois se deixar o Líbano a Interpol bota a mão em cima dele.

  2. Anônimo

    10 de janeiro de 2020 12:39 pm

    Como já comentei anteriormente, e o Itamaraty, não deveria agir como qualquer país, isto é, oferecer condições de apoio para um brasileiro? Ou será que só serve para pagar o salário daquela turma toda, os aluguéis impressionantemente caros $$ para embaixadores no exterior e outras despesas nunca devidamente explicadas?
    USA que tanto amo rsrsrs nunca deixará um americano à deriva, haja vista o caso dos dois pilotos do Legacy, ou seja, o brasilsil parece ter imenso orgulho em ser país sem vergonha, quando o assunto é a defesa de um dos seus.
    Carlos Ghosn, considerado um extra-classe por qualquer empresário de grande porte, deveria ficar onde está, porque aqui ele se tornará presa fácil do ernesto e do chefe miliciano, e logo será devidamente arremessado para o Japão.
    Não é possível acreditar no país do carnaval.

  3. Marvado

    11 de janeiro de 2020 2:22 pm

    Prezado Alfredo Machado, porque você acha que a diplomacia brasileira deveria tomar as dores desse milionário, que juntou uma incontável fortuna no exterior, e nem de perto se pode atribuir a ele a condição de “injustiçado”… faça-me o favor! Dê uma passadinha aqui o Paraguai e conte (tente) o numero de brasileiros abandonados a propria sorte….

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