Jornal GGN – Deputados e senadores do campo progressista articularam uma reunião com o ministro do TST, Ives Gandra, relator do dissídio coletivo ligado à greve dos petroleiros. Participaram os petroleiros da FUP e da CUT. A reunião aconteceu nesta terça, dia 18.
Os petroleiros vêm, desde a semana passada, se reunindo com parlamentares e representantes da Justiça do Trabalho, em busca da abertura de um canal de negociação para resolver o conflito da greve da categoria.
Na reunião com Ives Gandra, os petroleiros reforçaram a importância de um canal de negociação com a estatal para solução do impasse gerado pela Petrobras e que levou à greve. Depois da reunião, a FUP protocolou uma petição nos autos do processo, formalizando o pedido de abertura de negociação para tratar dos pontos pleiteados, inclusive as demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen).
No documento, a FUP cita a decisão da desembargadora Rosalie Michaele Bacila, do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná, que suspendeu as demissões na Fafen até o dia 6 de março.
O ministro Ives Gandra publicou, à noite, a convocação de reunião de mediação com a FUP, na próxima sexta, dia 21, para que se discutam as matérias referentes à greve, ‘condicionando sua realização à imediata cessação do movimento paredista’, conforme cita no despacho.
As direções sindicais irão analisar e debater o documento do ministro do TST nesta quarta, dia 19, na reunião do Conselho Deliberativo da FUP, no Rio de Janeiro.
Com informações da FUP
Anônimo
19 de fevereiro de 2020 7:41 amIves Gandra é a miséria do direito trabalhista brasileiro.
Jackson da Viola
19 de fevereiro de 2020 8:56 amJusto quem vai negociar ?Gandra?A imparcialidade personificada?
Tem essa aqui:
Petrobras tenta conter maior greve desde 1995 com oferta de dinheiro para quem não aderir a paralisação
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51546231
JUAREZ CAMPOS
19 de fevereiro de 2020 9:24 amMinistro golpista e fascista.
Padre Brown
19 de fevereiro de 2020 10:02 amCondicionar a “reunião” à imediata paralisação do movimento ??? O que o TST quer? Mediar a bronca ou resolver o problema da Petrobrás??? Não é possível isso!
+almeida
19 de fevereiro de 2020 12:56 pmPenso que este senhor deveria de considerar suspeito para tratar de qualquer assunto que tenha como o atual governo federal, como uma das partes. A entrevista que ele deu ao Conjur (https://www.conjur.com.br/2019-jul-24/ives-gandra-intolerancia-quem-alegra-fracasso-pais), ao meu ver, o coloca em suspeição, quanto a sua isenção.