10 de junho de 2026

Bolsonaro ajuda companhias aéreas com dinheiro do brasileiro

Pela decisão, as companhias aéreas poderão atrasar o estorno aos consumidores por voos cancelados
Isac Nóbrega/PR

Jornal GGN – Na crise do coronavírus, o governo Bolsonaro decidiu ajudar o setor da aviação “com dinheiro alheio”. Um erro, na visão da jornalista Miriam Leitão.

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Nesta quinta (19), em O Globo, ela escreveu que a medida do Ministério da Infraestrutura chama atenção pelo descabimento.

“Uma coisa é o governo abrir mão de impostos temporariamente. Outra coisa, bem diferente, é o governo interferir no mercado e atrasar o dinheiro que será pago pelas aéreas aos consumidores.”

Pela decisão, as companhias aéreas poderão atrasar o estorno aos consumidores por voos cancelados. Não haverá também o pagamento de multas.

“Quem iria viajar, e não vai, só receberá depois. Tem muita gente que precisa do dinheiro agora. O governo não deve fazer ajuda com o dinheiro alheio. Isso não pode ser decidido pelo ministério da Infraestrutura”, escreveu.

Redação

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3 Comentários
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  1. peregrino

    19 de março de 2020 4:39 pm

    Além do mais, decisão de Bolsonaro é uma afronta direta ao Código de Defesa do Consumidor em vários dos seus Artigos…
    se nenhuma das duas partes diretamente envolvidas pode causar prejuízos, que dirá uma terceira que nada tem a ver com a transação

    se continuar a intromissão, não demora muito vão querer se livrar de todas as obrigações de pagar ou devolver

  2. Ugo

    19 de março de 2020 5:00 pm

    Miriam, agora embale o coiso que criastes.

  3. Anônimo

    19 de março de 2020 9:51 pm

    Se o miliciano imbecil quer ajudar as companhias aéreas, que certamente enfrentarão dificuldades $$$, então que adiante o numerário referente aos estornos, grana dos viajantes que pagaram para viajar.
    Este mongolóide tem uma virtude, chova ou faça sol ele erra, erra diariamente. É nisto que dá, vota-se num idiota completo cujo CV já estava ao alcance de qq um, e depois bate panela, não entendo. E quem votou no camarada ainda levou como brinde três conselheiros.

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