
Considerações preliminares
As notícias alarmistas sobre o coronavírus geraram uma onda de medo tão grande pelo mundo inteiro que nos compeliu não só a aceitar, mas a defender ativamente o confinamento geral das pessoas, sem que se questionasse se a dosagem do remédio pudesse ter sido excessiva, e seus efeitos colaterais piores que a doença.
A Organização Mundial de Saúde – que deveria tranquilizar a população e divulgar informações sobre a doença –, tratou de alarmar a população espalhando falsas estimativas sobre a letalidade do covid e, subsequentemente, omitindo os detalhes do plano de confinamento, quando não mentindo descaradamente sobre o prazo estimado para a manutenção do confinamento, induzindo as pessoas a acreditar tratar-se de medida para 2 ou 3 meses, embora o plano consista em manter a população confinada por um ano e meio, ou 2, acostumando as pessoas a um enorme conjunto de restrições hoje inaceitáveis que acabarão por se tornar obrigatórias, posteriormente ao surto. Sim, o plano existe e é inaceitável, razão pela qual nos tem sido omitido. (Note que houve tempo e dinheiro para a implantação de hospitais provisórios que possibilitariam o atendimento de todos os doentes sem a necessidade do confinamento, cujo preço acaba sendo muito maior).
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O pandemônio deu ensejo a que os EUA recorressem a sua galinha dos ovos de ouro, gerando trilhões de dólares, abrindo uma torneira que não mais poderá ser fechada dada a gula irrefreada que o dinheiro causa entre os poderosos. A inundação de dólares esboroará a moeda, apressando o desmoronamento dos EUA. Será como a queda do Império Romano, um evento catastróficos com trágicas consequências para o mundo inteiro, especialmente aos que estejam mais fortemente atados aos EUA.
Localmente, nos EUA, tentarão conter a turba ensandecida e irada decretando o toque de recolher e confinando as pessoas em suas casas, coisa que só conseguirão se elas já tiverem sido previamente adestradas a isso. Trata-se da explicação para a opção pelo confinamento.
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A crise sem precedentes – conheceremos agora, verdadeiramente, o significado da palavra “crise” –, varrerá todo o mundo, especialmente o ocidente, que não se recuperará dela.
A epidemia será usada como pretexto para impedir os distúrbios que espocarão por todo o planeta, em protesto contra as respostas apresentadas pelos governos, em especial contra as liberdades do cidadão.
Grassará o desemprego por todo o Ocidente.
A China recuperará Taiwan, levando o mundo ao temor de uma grande guerra não convencional, mais suja que todas as anteriores.
Uma esperança
Em meio aos distúrbios, à miséria, às ameaças de todos os tipos, a turbulência nos jogará em um momento ímpar da história da humanidade. As fortíssimas indefinições exigirão a remodelação de todo o nosso mundo. Teremos que construir um novo mundo, das ruínas de tudo o que hoje nos parece familiar. Mudaremos drasticamente nosso modo de ver o mundo, nossas ideias, narrativas, sonhos, desejos e tudo o mais, afastando-nos de um passado revelado insustentável. Estaremos construindo o futuro, determinando a nova direção em que a humanidade caminhará. A jornada será árdua, mas haverá esperança.
O que a vida exige é coragem.
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