
Advertência: penso que essa nova doença seja uma doença boba, similar a uma gripe, que não deveria assustar.
Dito isso, a primeira e mais óbvia estranheza sobre o coronavírus decorre da importância dada a ele comparativamente com outras doenças, especialmente a dengue, cuja letalidade é próxima à da nova doença.
Apenas nas 7 primeiras semanas do ano, 180 mil casos de dengue foram notificados no país, número alarmante, especialmente tendo-se em conta que não se trata do período de pico da doença, que ocorre agora em março, quando o número de casos provavelmente superará drasticamente esse valor.
Em contraste, menos da metade desse número de pessoas foi infectado pelo coronavírus no mundo inteiro, de novembro até hoje, com números atualíssimos – a atualização dos casos de dengue teria dobrado o seu valor que, aliás, é bastante sub notificado.
Em vista disso, os brasileiros – acostumados a flagelos como a dengue, encarados por nós como fatalidades –, deveríamos ver o coronavírus como algo banal.
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A segunda estranheza decorre da importância que o governo vem dando à nova doença, e da mobilização com vistas a sua contenção, em contraste com tudo o que se refere a ações do gênero por parte do governo, cujo mote é a eliminação de todos os avanços conseguido no país nas últimas décadas e o retorno a tempos anteriores, quando as doenças eram deixadas ao deus-dará.
A explicação de tal estranheza é bem óbvia, e elucida também a anterior. É a pressão internacional, especialmente dos EUA, que, nesse caso, obriga o governo subserviente a aderir aos protocolos vigentes no século XXI, mui contrariamente aos desejos do presidente.
Nesse sentido, uma lei já aprovada, com o propósito de conter o coronavírus, prevê direitos aos doentes como o de gratuidade no tratamento e de informação permanente sobre seu estado de saúde.
Mais surpreendente, nesses tempos estranhos em que vivemos, é a decretação de que toda ausência decorrente das medidas previstas na lei sancionada será considerada falta justificada, tanto para o serviço público como para o privado.
Conclui-se que a comunidade internacional impediu que o governo brasileiro compelisse-nos ao retorno a séculos anteriores, no que diz respeito ao coronavírus.
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Terceira estranheza: embora a doença provocada pelo coronavírus se assemelhe a uma gripe, a China parece ter conseguido conter a disseminação do vírus; lá o número de novos casos
vem diminuindo dia a dia, especialmente os transmitidos internamente, o que me impressiona muitíssimo.
Mesmo assim, o noticiário econômico vem dando enorme importância ao surto, transformando-o em justificativa para todo tipo de fracasso econômico, incluindo as quedas nas bolsas de valores. Ora, por que uma gripe derrubaria preços de ações?
A conexão disparatada entre uma doença assemelhada à gripe e uma crise econômica me causa espanto.

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Um parêntese
O leitor certamente se lembra da aterrorizante e letal gripe suína, H1N1. Entretanto, provavelmente não atentou para o fato de que a tal gripe suína continua entre nós e constitui apenas uma gripe comum, como sempre foi, não se tratando, portanto, da doença apavorante inventada durante a tal pandemia. Lembremos que antes da invenção dessa pandemia ninguém se preocupava com gripe, considerada, até então, uma doença boba. A Organização Mundial de Saúde acabou por reconhecer o super exagero criado por ela própria em decorrência da escolha de seus consultores; “as maiores autoridades do mundo”, tomadas como consultores pela OMS eram todas ligadas aos grandes laboratórios que embolsaram bilhões com o alarde, tendo sido essa a causa de todo o alarido.
Reitero: a gripe suína, H1N1, continua por aí, mas é só uma gripe, como sempre foi. Confira isso.
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Estranheza 4:
O surto tem originado ações específicas por parte de vários governos. Algumas dessas consistem em decretos impedindo o livre deslocamento de pessoas e seu confinamento forçado. O precedente é fortíssimo e só admitido em decorrência do terror gerado pela doença. O fato é bem grave.
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A quinta estranheza é bem incômoda. Surpreendentemente, tanto o vírus quanto a crise financeira de fevereiro haviam sido previstas em outubro, antes da eclosão da doença. Nesse link encontramos a previsão do vírus nCoV-2019, prestes a eclodir, além do que parece uma espécie de ensaio do enredo a ser seguido subsequentemente, apresentado no Event 201.
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A grande estranheza relativa ao coronavírus, no entanto, em consórcio com a anterior, sugere a possibilidade de que a doença tenha uma origem artificial.
De acordo com a história oficial, o coronavirus, 2019 nCoV, parece ter se originado no Mercado Atacadista de Frutos do Mar de Huanan em Wuhan.
Curiosamente, um laboratório de alto nível de biossegurança localiza-se a apenas 13 quilômetros de distância desse mercado. No laboratório estudam-se os patógenos da classe quatro (P4), que se referem aos vírus mais virulentos que apresentam um alto risco de infecções de pessoa para pessoa transmitidas por aerossol. O Laboratório Nacional de Biossegurança de Wuhan é o é o único na China onde vírus perigosos e altamente transmissíveis como Ebola, SARS, MERS e coronavírus diversos são manipulados.
“Origem e evolução do coronavírus patogênico” é o nome de um artigo científico publicado ano passado por Zhengli Shi, do laboratório de Wuhan. Em 2014, a Profa. Zhengli começou a ganhar somas particularmente grandes de financiamento com o objetivo expresso de pesquisar e experimentar com coronavírus. Surpreendentemente, grande parte desse financiamento se originou do governo dos EUA. Em 2014, a Profa. Zhengli recebeu uma concessão de US $ 665.000 do Instituto Nacional de Saúde dos EUA para um estudo chamado A Ecologia dos Coronavírus de Morcego e o Risco de Futuro Emergência de Coronavírus (NIAID R01 AI1 10964) e uma bolsa adicional de US $ 559.500 da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos para a pesquisa intitulada Ameaças Pandêmicas Emergentes.
Em 2008, baseados em artigo de Zhengli, já se concluíra que conhecendo a capacidade de diferentes CoVs de recombinar, tanto no laboratório quanto na natureza, a possibilidade de que os SL-CoVs pudessem adquirir a capacidade de infectar células humanas alterando sequências na proteína de ponta era facilmente prevista. A proteína de ponta funciona como uma chave para a entrada do vírus na célula hospedeira.
Na véspera da ocorrência do primeiro caso de infecção por coronavírus Zhengli publicou um artigo onde se lia: “A proteína na ponta do coronavírus medeia a entrada viral nas células, primeiro ligando-se a um receptor na superfície da célula hospedeira e depois fundindo as membranas viral e hospedeira.”
De acordo com o relatório dos chineses, o 2019-nCoV, o novo coronavírus, parece ser um vírus recombinante entre o coronavírus de morcego e um coronavírus de origem desconhecida. A recombinação altera a glicoproteína de ponta citada acima, que reconhece o receptor da superfície da célula hospedeira.
As informações acima, relativas ao laboratório chinês encontram-se muito bem fundamentadas em: Coronavirus Exposed, Part 1: Communist Coverup, or Pandemic Bioweapon of Mass Destruction?
A sugestão do artigo é que o coronavírus seja uma espécie de cavalo de Tróia plantado no laboratório de Wuhan, de onde teria escapado para causar toda a comoção mundial que vimos acompanhando.
A conjectura tem sido tratada como teoria da conspiração, sendo negada, por exemplo, no site da Wikipedia relativo a desinformações sobre o coronavírus.
A mim pareceu bem difícil, com base nesse artigo, estabelecer uma posição definitiva sobre a possibilidade de o vírus ter sido plantado no laboratório de Wuhan para posterior soltura. A quantidade de estranhezas muito bem documentadas no artigo, de qualquer modo, chama atenção.
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A estranheza final: – Não entre em pânico, só se aterrorize!
As notícias sobre o coronavírus vêm sendo bastante monitoradas, havendo uma preocupação com a disseminação de falsa informação sobre o assunto quase tão grande quanto a de conter o vírus. Apesar disso, a doença banal, comparável a uma gripe, foi transformada, nos meios de comunicação, em uma ameaça aterrorizante, o que parece agradar a todos. O viés de ameaça pavorosa consiste indubitavelmente na versão oficial da doença, divulgada em todos os meios. A cobertura dos meios de comunicação deixa claro que a doença é aterrorizante e mortal. Essa mentira oficial perpassa tudo o que se informa sobre o coronavírus, nunca se enfatizando que se trata de algo como uma gripe banal.
Teria sentido toda a mobilização que se tem visto se se tratasse apenas de uma gripe banal? Deve-se mesmo considerar o coronavírus uma doença mortal muito pior que uma gripe comum? Que a dengue?
Na Coreia do Sul, há 6.088 casos notificados e 41 mortes, mortalidade de 0,7%. Outros países registram taxas de mortalidade maiores que essa, em decorrência da sub notificação de casos leves e assintomáticos da doença. Como nas gripes, morrem os pacientes já previamente debilitados.
Estranhamente, no entanto, o noticiário vem seguindo o roteiro estabelecido na previsão do Event 201, ocorrido em outubro, e referido na quinta estranheza, acima.
A mim parece estranho que se permita, ou melhor, se induza, uma crise econômica mundial em decorrência de algo análogo a uma gripe.
O mundo anda estranho.
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