27 de junho de 2026

Virologista Átila Iamarino elogia medidas do Brasil contra coronavírus

"O melhor que a gente podia fazer até agora era parar o quanto antes, e paramos", afirmou

Jornal GGN – O virologista, biólogo e pesquisador Átila Iamarino elogiou, nesta quarta (1/4), as medidas adotadas por governos estaduais, prefeituras e pelo Ministério da Saúde no combate ao coronavírus.

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Apesar dos sinais trocados que partem do governo Jair Bolsonaro, que é pessoalmente a favor do isolamento parcial para poupar a economia, Átila afirmou que o Brasil agiu cedo e deve apresentar melhores resultados do que outros países que estão no centro da crise, como os Estados Unidos.

“O melhor que a gente podia fazer até agora era parar o quanto antes, e paramos”, afirmou em entrevista à Globo News.

Na visão de Átila, o Brasil foi “poupado” de experimentar a pandemia nos moldes que aconteceram na Europa, por exemplo, por causa da distância e por receber menos viagens da China. Isso conferiu às autoridades do País “um bom tempo de preparo”.

Para ele, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, parece bem preparado e tem um corpo técnico que está atuando no que é emergencial, como a compra de equipamentos de segurança para os profissionais da saúde e mais testes rápidos de COVID-19. Os itens podem demorar a chegar no Brasil, mas é preciso considerar que é um “problema de todos os países”, porque todos brigam ao mesmo tempo pelos mesmos insumos.

Átila afirmou que o fato de o Brasil ter um Sistema Único de Saúde unificado pode ser um diferencial. Apesar da rede ter seus problemas, ela “dá conta de uma população do nosso tamanho”, e nos dá uma vantagem. É diferente para os norte-americanos, por exemplo, que não têm SUS. Lá, muitas famílias podem ir à falência agora, caso um membro precise de atendimento hospitalar.

Ainda de acordo com Átila, sem testagem em massa, o Brasil vai saber se as medidas de mitigação estão funcionando em algumas semanas.

Questionado sobre quando o País poderá retornar à normalidade, a previsão é de que a rotina não será mais a mesmo por bastante tempo. Até que uma vacina ou remédio sejam produzidos em escala mundial, daqui há pelo menos 1 ano e meio ou 2 anos, os países, incluindo o Brasil, terão de aprender a afrouxar e apertar as regras do isolamento conforme forem oscilando os números de casos.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. Moacir

    1 de abril de 2020 5:09 pm

    A PF precisa encontrar e prender esse gringo maluco!

  2. Ugo

    1 de abril de 2020 5:14 pm

    O mundo da lua!

  3. Edivaldo Dias de Oliveira

    1 de abril de 2020 6:27 pm

    Yes, nós temos o SUS.
    Um dos poucos países do mundo capitalista onde a saúde é publica.
    Pode melhora? Muito, mas não podemos deixar que sucateiem, como querem os operadores de saúde privados.
    Em horas como essa é ele o SUS que nos socorre.

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