5 de junho de 2026

Brasil deve chegar a 175 mil mortes por Covid-19 em janeiro de 2021

Projeção da Universidade de Washington diz que a média móvel de mortes, hoje em 496, deve cair para 122 em janeiro, com variação de 85 a 161

Jornal GGN – O Brasil deve chegar a uma média de 175 mil mortes em virtude do novo coronavírus no começo de janeiro de 2021, segundo projeção feita em outubro pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos. É o que informa o jornal O Globo desta quinta-feira (15).

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De acordo com o estudo, o número pode variar entre 170 mil e 181 mil mortes. Hoje, a Covid-19 já fez quase 152 mil vítimas fatais no Brasil.

Considerando que o ritmo atual da pandemia será mantido, com ao menos dois terços da população usando máscara e praticando distanciamento social, a média móvel de mortes diárias, hoje em 496, deve cair para 122 em janeiro, com variação de 85 a 161.

No mundo, a estimativa é de que as mortes globais atinjam o patamar dos 2 milhões em 4 de janeiro.

Segundo dados da Universidade Washington, hoje 66% dos brasileiros usam máscaras. Caso o uso chegasse a 95%, mais de 7 mil vidas seriam poupadas, segundo a projeção.

A estimativa do instituto lembra as projeções feitas pela equipe do Ministério da Saúde quando o médico e deputado Luiz Henrique Mandetta comandava o setor.

Em entrevista à Folha, ele disse que apresentou ao presidente Jair Bolsonaro todos os números dramáticos da pandemia, incluindo o estudo que apontava para 180 mil mortes caso “nada fosse feito”. Mas Bolsonaro “tinha uma assessoria paralela que falava o que ele queria escutar”, e “ele embarcou” na onda da economia e ignorou a Saúde.

Quando Mandetta questionou o que o governo federal faria, já que descartava as medidas de isolamento social, Bolsonaro respondeu: “Fala que tem a cloroquina.”

Leia mais abaixo:

Bolsonaro sabia que 180 mil poderiam morrer de Covid, diz Mandetta

 

Redação

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  1. Li de Brusque

    15 de outubro de 2020 1:48 pm

    Poderia ser muito menor se o Brasil inteiro tivesse adotado o tratamento precoce.

    Dou como exemplo Itajaí. Adotou o tratamento precoce e profilático. Nesses primeiros 15 dias de outubro essa cidade, com 200 mil habitantes, teve apenas 3 mortes. Uma morte a cada 5 dias. Um resultado extraordinário se contar que em julho morriam na cidade 2 pessoas por dia.

    O Brasil e o mundo foram enganados pelos estudos fajutamente desenhados e executados, que testaram a cloroquina sempre em pacientes hospitalizados e demorando muito para ser iniciado, quando a sua maior eficácia está na fase precoce.

    Na verdade esses estudos não mostraram resultados porque foram modelados de forma contrária ao maior dogma da medicina que é QUANTO ANTES SE INICIAR O TRATAMENTO DE UMA DOENÇA, MAIORES AS CHANCES DA CURA.

    Médicos sempre batem nessa tecla. Temos de fazer exames preventivos e iniciar o tratamento das doenças o mais rapidamente possível.

    O mesmo com essa COVID. Mas esse tem o agravante de ser uma doença muito rápida. Ao apresentar os primeiros sintomas, não dá pra esperar o resultado dos exames, é necessário se atacar imediatamente.

    Por isso o tratamento precoce, para ser efetivo, tem de ser iniciado o mais rapidamente possível.

    Itajaí iniciou os protocolos de tratamento precoce e colhe os bons resultados. De um pico de 62 mortes em julho hoje, nesses primeiros 15 dias de outubro apenas 3 mortes.

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