10 de junho de 2026

Vitorioso, Eduardo Paes diz que Rio derrotou o preconceito e o extremismo

"Nós aceitamos todos os credos, todas as orientações, todas as cores. O Rio é uma cidade de diversidade", diz o prefeito eleito que derrotou o bolsonarista Marcelo Crivella

Jornal GGN – Eleito com 64% dos votos válidos no Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) afirmou na noite deste domingo (29) que a derrota de Marcelo Crivella (Republicanos), apoiado por Jair Bolsonaro, representa a derrota do “preconceito” e do “extremismo”.

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A jornalistas, Paes fez um discurso a favor da diversidade. “Acho que os cariocas deram um sinal muito claro. O Rio é uma cidade ampla, aberta, diversa. O grande papel hoje é celebrar que o governo preconceituoso e omisso vai terminar. O Rio é uma cidade de diversidade”, disse. “Nós aceitamos todos os credos, todas as orientações, todas as cores”, acrescentou.

Crivella foi derrotado com 35% dos votos válidos.

Paes afirmou que anunciará na segunda (30) suas prioridades para a gestão que começa em 2021. Ele apontou a crise do coronavírus como o maior desafio.

 

Redação

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3 Comentários
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  1. Igor Tkaczenko

    29 de novembro de 2020 8:27 pm

    O carioca jogou na lata de lixo da história os falsos moralistas religiosos e preconceituosos que, na verdade, representam o anticristianismo. Só a esquerda ateísta militante que não entende isso, que deus é disputa de retórica e Jesus foi socialista. Isso é a nesciedade ateísta.

  2. Oseias

    30 de novembro de 2020 7:41 am

    Independente do candidato vencedor, o grande derrotado, mais uma vez, é o Rio de Janeiro. Pode-se questionar qual das opções seria a pior derrota, mas isso não muda o fato de que é mais uma derrota para a cidade. Bom dia a todos.

  3. Carlos Elisioc

    30 de novembro de 2020 10:21 am

    Como diria qualquer esquartejador: “vamos por partes”.
    O primeiro passo foi dado, que era afastar o prefeito mais incompetente que o RJ já teve.
    O segundo passo, que espero ocorra até o fim de dezembro, será destituir dos cargos aqueles que, claramente, trabalharam para igrejas, não para o município (tipo Marta, guardiães, ONGs religiosas e pessoas ou coisas similares). Tem que valer a separação entre religião e estado, e serve tb para a câmara municipal.
    A partir de Janeiro, o povo deve executar a gestão da rotina fiscalizando o mandato que foi concedido ao Paes.

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