4 de junho de 2026

Amigos do PT

Um ano depois da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, a Petrobras fez outra aquisição polêmica. A estatal pagou por uma petroquímica três vezes mais do que a empresa valia no mercado. Uma corretora de valores do Uruguai foi investigada por suspeita de ter lucrado com informações privilegiadas envolvendo o negócio.

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Por trás de mais este negócio bilionário da Petrobras, estava o ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, um dos presos pela Polícia Federal na Operação Lava a Jato. Costa ocupou um cargo estratégico na Petrobras durante a administração de José Sérgio Gabrielli.

Com o aval do conselho de administração da estatal, então presidido por Dilma Rousseff, que era ministra chefe da Casa Civil de Lula, a Petrobras foi às compras. O primeiro alvo, em 2007, foi a Suzano Petroquímica.

Avaliada na bolsa de valores de São Paulo em R$ 1,2 bilhão, ela foi comprada pela Petrobras por R$ 2,7 bilhões.

Deste total, R$ 2,1 bilhões foram para a família Feffer, capitaneada por Daniel. Os demais R$ 600 milhões foram para acionistas minoritários.

Além disso, a estatal assumiu uma dívida da Suzano de R$ 1,4 bilhão. O custo total foi de R$ 4,5 bilhões. Mais de R$ 2,8 bilhões de diferença entre  o preço de mercado e o que a Petrobras desembolsou.

Na mesma época, outra movimentação no mercado acionário levantou suspeitas: a corretora uruguaia Vailly Sa, que nunca tinha negociado ações da Suzano, comprou papéis da companhia antes do fechamento do negócio bilionário. A corretora, ligada ao grupo Safra, foi investigada pelo Ministério Público e a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, e para não ser processada, fez um acordo e pagou multa. Mas, até hoje, ninguém explicou como a Vailly teve acesso às informações privilegiadas do negócio.

Pouco tempo depois de ser comprada pela Petrobras, a Suzano petroquímica foi incorporada pela Braskem, que hoje detém a maioria do mercado petroquímico do Brasil.

Em 2009, o senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, pediu à Procuradoria Geral da República investigação para apurar possíveis irregularidades no negócio. Até hoje não recebeu resposta.

Em nota a Braskem informou que não teve qualquer participação na aquisição da Suzano pela Petrobras. Ela afirma, ainda, que a incorporação da empresa foi feita a preço justo, com base em avaliação de um banco independente sem, porém, informar os valores da transação.

A Petrobras, os grupos Suzano e Safra e Daniel Feffer foram procurados, mas não quiseram se pronunciar.

Por trás de mais este negócio bilionário da Petrobras, estava o ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, um dos presos pela Polícia Federal na Operação Lava a Jato. Costa ocupou um cargo estratégico na Petrobras durante a administração de José Sérgio Gabrielli.

Com o aval do conselho de administração da estatal, então presidido por Dilma Rousseff, que era ministra chefe da Casa Civil de Lula, a Petrobras foi às compras. O primeiro alvo, em 2007, foi a Suzano Petroquímica.

Avaliada na bolsa de valores de São Paulo em R$ 1,2 bilhão, ela foi comprada pela Petrobras por R$ 2,7 bilhões.

Deste total, R$ 2,1 bilhões foram para a família Feffer, capitaneada por Daniel. Os demais R$ 600 milhões foram para acionistas minoritários.

Além disso, a estatal assumiu uma dívida da Suzano de R$ 1,4 bilhão. O custo total foi de R$ 4,5 bilhões. Mais de R$ 2,8 bilhões de diferença entre  o preço de mercado e o que a Petrobras desembolsou.

Na mesma época, outra movimentação no mercado acionário levantou suspeitas: a corretora uruguaia Vailly Sa, que nunca tinha negociado ações da Suzano, comprou papéis da companhia antes do fechamento do negócio bilionário. A corretora, ligada ao grupo Safra, foi investigada pelo Ministério Público e a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, e para não ser processada, fez um acordo e pagou multa. Mas, até hoje, ninguém explicou como a Vailly teve acesso às informações privilegiadas do negócio.

Pouco tempo depois de ser comprada pela Petrobras, a Suzano petroquímica foi incorporada pela Braskem, que hoje detém a maioria do mercado petroquímico do Brasil.

Em 2009, o senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, pediu à Procuradoria Geral da República investigação para apurar possíveis irregularidades no negócio. Até hoje não recebeu resposta.

Em nota a Braskem informou que não teve qualquer participação na aquisição da Suzano pela Petrobras. Ela afirma, ainda, que a incorporação da empresa foi feita a preço justo, com base em avaliação de um banco independente sem, porém, informar os valores da transação.

A Petrobras, os grupos Suzano e Safra e Daniel Feffer foram procurados, mas não quiseram se pronunciar.

Uma mega transação da Petrobras está passando batida nas investigações da Lava Jato, a compra por tres vezes o valor da SUZANO PETROQUIMICA, da familia Feffer, pela qual a Petrobras pagou à vista R$2,7 bilhões e assumiu dividas de R$ 1,4 bilhões, o que significou

o TRIPLO do valor  atribuido pela BOVESPA a empresa. Essa compra foi um ano depois de Pasadena e não tem qualquer justificativa como negocio para a Petrobras. Se for vender hoje não chega perto do valor pago.

A Suzano depois de comprada pelo Petrobras foi incorporada à Braskem, onde a Petrobras tem 36% das ações. Não ficou claro porque sendo a Braskem controlada pela Odebrecht .,

não foi a Braskem quem comprou a Suzano. A compra pela Petrobras significa que a Odebrecht não teve que desembolsar nada, todo custo da compra foi só da Petrobras mas a compra beneficiou a Odebrecht apesar desta não ter colocado nenhum dinheiro na compra.

A registrar que os Feffer fazem parte do “Conselhão”, aquele grupo formado no governo Lula com basicament amigos do PT.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

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