O malabarismo necessário ao jornalismo de oposição

Brincando com números.
Como transformar um crescimento de 9% em uma retração de – 1%?
Suponhamos que, neste Natal, o volume financeiro das vendas em shoppings tenha crescido 9% em relação ao montante de 2014. Nada mal, considerando-se momento que vivemos, diga-se de passagem. A inflação de 2015 está estimada em torno de 10%.
Agora, junte as duas informações.
“As vendas de Natal nos shoppings tiveram queda de 1% em 2015 em relação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação do período”.
É assim que a Folha apresenta os resultados divulgado pela Alshop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping.
Será que entendi?
9 – 10 = -1.
Aritmética barata, subtraíram do valor das vendas de 2015 o valor das vendas de 2014 corrigido pelo índice de inflação?
O que a inflação tem a ver com o retorno financeiro das vendas de natal nos shoppings? Na prática, nada. Muito menos com o lucro obtido com as vendas natalinas. Que pode ter sido muito bom.
Mas dá uma manchete legal: “Shoppings têm pior Natal dos últimos dez anos”.
Brincando com fatos.
Como fazer com que 18 anos de história desapareçam?
Entregue a missão para José Ribamar Ferreira – articulista dominical da Folha de São Paulo no caderno “Ilustrada”.
No seu artigo de 27 de dezembro de 2015, “Fim de uma etapa”, ele comenta a situação atual da política sul-americana e as recentes vitórias do campo da direita na Argentina e Venezuela. Traçando um perfil histórico, sai-se com esta:
“O fim dessas ditaduras [as ditaduras militares na América do Sul], por sua vez, abriu caminho para esse novo populismo [os governos de esquerda (socialismo bolivariano, na sua definição); no Brasil, iniciados com Lula], que se apresentou como o oposto dos regimes militares, anticomunistas por definição”.
No Brasil, o último governo militar é de 1985 e Lula chega ao poder em 2003. Ou seja, José Ribamar, sumiu com Sarney, Collor e, principalmente, FHC. Na América do Sul, além de FHC, Menem na Argentina e Fujimori no Peru, jamais existiram.
O que colocou os governos de esquerda no poder na América do Sul não foi o fim das ditaduras, foi o fracasso do neoliberalismo dos anos 90. Esse sim, sucessor das ditaduras. Mas José Ribamar, que é um cristão novo do capitalismo selvagem, não vai se ater a esses detalhes.
Delirando.
O professor Elio Gaspari acredita que encontrou a fórmula para que a presidente Dilma conduza a economia brasileira ao nível da americana, pelo menos nos que se refere ao “custo Brasil”.
Basta que ela passe a lavar as suas calcinhas no banheiro.
Talvez seja interessante um conhecido mais chegado alertar a família… de Gaspari.
PS 1: atenção antenados, ser a favor do impeachment ficou démodé. O elegante, agora, é apoiar Dilma para garantir liberdade para o Ministério Público lutar contra a corrupção.
PS2: totalmente na moda, a Oficina de Concertos Gerais e Poesia apoia o Movimento Golpe Nunca Mais.

Anna Dutra
27 de dezembro de 2015 5:33 pmT
Sergio,
taxativo, terminante, tenso, talhado e temperado à moda.
Tergiversar, trampolinar, trapacear.
Técnica e tática.
Série “sinônimos”.
Anna.
Sergio Saraiva
27 de dezembro de 2015 5:51 pmFalando nisso,
“temperado à moda”, acrescentei um post scriptum ao post:atenção antenados, ser a favor do impeachment ficou démodé. O elegante, agora, é apoiar Dilma para garantir liberdade para o Ministério Público lutar contra a corrupção.
Anna Dutra
27 de dezembro de 2015 6:05 pmAinda mais T
Travesso, trasgo, traquinas.
Mas gosto mesmo é de mordaz.
Excelente PS. Como, de resto, tudo o mais.
NRA
28 de dezembro de 2015 2:18 pmAritmética barata, subtraíram
Aritmética barata, subtraíram do valor das vendas de 2015 o valor das vendas de 2014 corrigido pelo índice de inflação?
O autor do post poderia ter lido no mesmo artigo da folha o seguinte:
“Em 2014, as vendas desse mesmo período tiveram crescimento real de 3% em relação ao Natal do ano anterior.”
Então, na comparação Natal 2014 x Natal 2013, também foi levado em conta o índice de inflação, Portanto, qual exatamente o espanto?
NICKNAME
28 de dezembro de 2015 2:53 pmNRA, o que fica é a manchete, as letras grandes
e a mídia sabe que é insignificante (diante da população ) os que lêem o corpo de uma matéria. Noutro dia, o Diário de Pernambuco numa nota pequena , entre várias outras notas, afirmava que o governador de pernambuco não apoiava o impeachment, até assinou um documento.
Mas… na página seguinte em letras grandes, o mesmo jornal estampava “Paulo Câmara não apóia DIlma ” (notou? por o governador e todo o mundo… ter alguma restrição ao governo Dilma !!…).
( P.S. – O D P tá definhando, mudou de dono pra muito pior ).
Djijo
28 de dezembro de 2015 3:18 pmE
E a mídia também sabem o que é significante, o título da matéria. Nessa era de frases curtas de facebook pretendendo explicar o mundo, só precisa plantar uma ideia e deixar ela se desenvolver, de maneira direcionada, como um vírus que contamina todo um programa bem feito, mas vulnerável pelas crenças (programas implantados intencionalmente pelo dono), outro programa que fica alojado num cando do cérebro a espera de ser ativado.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 5:19 pmVendas no Natal têm pior resultado desde 2003, diz Serasa
Essa era a manchete de 26/12/2014.
http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/12/vendas-no-natal-tem-pior-resultado-desde-2003-diz-serasa.html
Brincando com números, sempre.
Flaviano
28 de dezembro de 2015 7:06 pmEntão é só esperar..
Lá no fim de 2016 o natal de ontem terá tido um crescimento real de 3%…
Andre Araujo
28 de dezembro de 2015 2:32 pmNinguem vê a crise pelas
Ninguem vê a crise pelas estatisticas de jornal, as pessoas SENTEM a crise por sua vida cotidiana, que coisa sem nexo discutir numeros de jornal, como se isso revertesse a crise.
rdmaestri
28 de dezembro de 2015 2:50 pmAndré, até pensava que a crise na construção civil era imensa!
Estava pensando igual ao tua forma de interpretar a crise, principalmente na construção civil, porém comecei uma reforma numa casa de um parente muito próximo e esperava mão de obra abundante e custo de materiais de construção em queda, entretanto não está sendo bem assim.
Numa olaria que procurei as telhas iguais a que existia na casa, falei com o proprietário que é o mesmo a mais de 50 anos, ele me falou que no início do ano de 2015 houve realmente uma grande contração, porém a partir daí as vendas começaram a recuperar não como no ano passado mas na média histórica que ele estava acostumado. Não havia um aquecimento como em 2013-2014 quando simplesmente não possuía nenhum estoque, todo o produto produzido era vendido instantaneamente. A crise segundo o mesmo não era como crises anteriores, quando o ritmo de vendas era inferior ao nível histórico, mas sim uma perda no superaquecimento da economia.
Parece que a interpretação é correta do oleiro, pois ela se reproduziu nos diversos materiais e mão de obra requeridos, as pessoas não estão nadando a braçadas, mas o consumo se adaptou ao nível de investimentos existente, e parece que esta é a tônica da atual crise, a falta de investimentos no setor produtivo nos anos anteriores gerou um superaquecimento no consumo sem o acompanhamento da produção.
Poderíamos dizer que o país não está pronto para políticas que levem a um grau de ociosidade dos diversos setores de produção próximo de zero, e era o que ocorria nos últimos anos.
Poderíamos dizer com clareza é que o que falta é maior capacidade produtiva no país e não maior demanda, pois na presença de um superaquecimento simplesmente gera-se uma sensação de desenvolvimento, quando na realidade há uma alavancagem dos setores produtivos à sua capacidade máxima de produção, sem a mínima capacidade ociosa.
João de Paiva
28 de dezembro de 2015 5:24 pmCompartilho essa visão; e
Compartilho essa visão; e outro setor vital, termômetro de atividade econômica e investimentos, diretamente ligado à construção civil, que é o imobiliário, apresenta diagnóstico semelhante.
João de Paiva
28 de dezembro de 2015 5:13 pmAndré,
Em que pese haver, de
André,
Em que pese haver, de fato, uma crise – muito mais política do que econômica, como você, um consultor e conhecedor do mundo empresarial e dos negócios sabe com mais propriedade que a maioria dos leitores e comentaristas do blog – não se pode fechar os olhos à influência negativa que o noticiário da mídia empresarial exerce sobre as decisões que os cidadãos tendem a tomar, seja em relação a investimentos, seja em relação à aquisição de bens duráveis. Esse catastofrismo, esse golpismo e esse partidarismo descarado da imprensa, aliado à atuação de uma polícia federal, um ministério público e certos juízes midiáticos (como sérgio moro), com o auxílio luxuoso de um congresso nacional cheio de delinqüentes e golpistas como Eduardo Cunha, Aécio Neves e similares, são responsáveis por mais de dois terços da queda da atividade econômica em nosso País.
Portanto essa crise SENTIDA pelas pessoas na vida cotidiana é, em boa medida, fruto do catastrofismo diuturnamente plantado pela mídia comercial nas mentes e corações com pouca consciência social crítica. Discutir estatísticas de jornal pode sim, abrir os olhos dos incautos e ingênuos, alertando-os para a manipulação e desinformação contínua a que são submetidos. E com olhos e mente abertos e esclarecidos as pessoas serão capazes de perceber que a intensidade da crise político-econômica é amplificada pela mídia empresarial, que aliou-se aos setores mais reacionários da política, da burocracia do Estado e ao poder legislativo mais corrupto, reacionário e conservador da história republicana brasileira, com o único fim de derrubar um governo, aniquilar um partido político (o PT) e um espectro da política brasileira (a esquerda). Minimizar ou desprezar a influência negativa da mídia empresarial e suas estatísticas forjadas e manipuladoras é grave erro.
Aleandro Chavez
28 de dezembro de 2015 2:34 pmSe não for para descontar a
Se não for para descontar a inflação, o melhor período do Brasil de aumento de vendas foi em 1988, quando a inflação anual chegou a 1.037,53%. O aumento das vendas no Natal de 1988 deve ter aumentado uns 1000% em relação a 1987.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 5:10 pmLembro bem da época.
Foi quando mais se brincou com números.
Bastava transferir o dia do pagamento dos funcionários do dia 30 para o dia 1º e já se tinha um desconto de uns 2% na folha de pagamento.
Marco St.
28 de dezembro de 2015 2:42 pm(Sem título)
Quintela
28 de dezembro de 2015 5:39 pmMarcos, fui ao shopping com
Marcos, fui ao shopping com minha esposa passei pela Saraiva na seção de smartphone só tinha as plaquinhas nos aparelhos “ESGOTADO”… só tinha linha TOP, a linha low profile praticamente ZERADA!
Uma semana antes do NATAL estivemos no SAMS CLUB para comprar enfeites de natal que minha esposa viu na semana passada.
Faltando uma semana para o NATAL o SAM CLUB de Salvador não tinha um único enfeite de NATAL para vender.
Quebrou a cara quem caiu no conto da REDE GLOBO.
Muitas lojas ficaram sem estoque a ntes do NATAL e outras tantas no dia do NATAL.
Sergio Navas
28 de dezembro de 2015 6:35 pmAqui em Jundiái no dia 24,
Aqui em Jundiái no dia 24, fui em uma pequena fábrica de chocolates, com diversos produtos e cestas com temas natalinos, os proprietários estavam com sorriso de orelha a orelha, disseram que as vendas bombaram, pode ser caso isolado, porém acredito mais que o cartel midiático continua a trabalhar contra o País.
Jorge Rebolla
28 de dezembro de 2015 2:51 pmMínimas
Ao ler a manchete do Zero a esquerda Hora, de Porto Alegre, Comércio do RS tem o pior natal em 14 anos, conclui: retornamos aos anos FHC… o quê não é de se estranhar com tantos tucanos no ministério, o Zé Cardoso e o Berzoini abrem a lista.
Na Falha de São Paulo, Ala petista do governo quer barrar alta da taxa de juros no próximo ano, dizer o quê dos “barristas”? Parabéns! Aumentar os juros com -3% do PIB neste ano e previsão de -2% no próximo não terá efeito sobre a taxa de inflação, cadê a demanda a ser contida?
Continuando no item anterior: se o COPOM aumentar a SELIC só uma pergunta é válida: quanto o Tombini e asseclas estão recebendo de comissão dos rentistas?
Retornando ao início. No ministério da Dilma apenas o Aldo não é emplumado.
P.S. Realmente a crise é sentida pelas pessoas, não na apresentação dos números, por isto a única que realmente será interessante é quando os consumidores de trufa branca, caviar e outros produtos básicos como estes forem obrigados a enfrentar um prato de angu, quiabo e carne moida, de segunda, continuando até o domingo. Indefinidamente.
Jossimar
28 de dezembro de 2015 4:21 pm“Continuando no item
“Continuando no item anterior: se o COPOM aumentar a SELIC só uma pergunta é válida: quanto o Tombini e asseclas estão recebendo de comissão dos rentistas?”
Nesta aqui eu concordo com você. Não há outra explicação para o fato.
Porque o BC do Tombini quer impedir o CADE de investigar a manipulação do dólar sendo que alguns bancos ja admitiram ter feito esta manipulação?
Será outra comissão$$$$$$$?
Wellington Lima
28 de dezembro de 2015 2:55 pm.
“O elegante, agora, é apoiar Dilma para garantir liberdade para o Ministério Público lutar contra a corrupção.”
Plagiando um comentário no DCM: parece que a moça que militava pelo impeachment, fez aplicação de neurônios… botox também tá démodé. *rsrs
Bonna
28 de dezembro de 2015 2:57 pmQuem não entendeu fui eu
O iluminado acredita que se deva desprezar a inflação na apuração das vendas ???
Eu li isso mesmo ???
Ele acha mesmo que as vendas para serem iguais não deveriam pelo menos acompanhar a inflação ???
Será que ele acredita também que os trabalhadores de shoppings que receberem um aumento de 9% nos salários devidos à inflação terão tido um aumento real de 9% e não uma perda de poder de compra de 1% ?
Por favor. É preciso ter um mínimo de capacidade de raciocínio lógico.
Djijo
28 de dezembro de 2015 3:11 pmãããã? Didadicamente, como
ãããã? Didadicamente, como professor corrigindo um aluno que escreve um trabalho escolar, o senhor poderia explicar o que entendeu e nos alertar o que deveria estar condido no trabalhinho?
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 5:01 pmAcredito que os trabalhadores de shopping
foram demitidos quando as vendas caíram e que temporários, este ano, não foram contratados.
Acredito que os que ficarm aceitaram não receber aumento para conservar o emprego.
Acredito que os lojista apertaram os fornecedores para obter descontos e que meteram a inflação mais algum nos preços ao consumidor.
Acredito que compraram menos, tiveram menos custos, inclusive trabalhistas e, embora tenham vendido menos, ganharam mais.
Aliás, do lucro ninguém falou nada.
Quer que eu desenhe ou desconte a inflação?
Bonna
28 de dezembro de 2015 5:56 pmE eu acredito
Que você não entende ABSOLUTAMENTE NADA de comércio.
Aliás, pela sua lógica, os comerciantes estariam torcendo por queda constante nas vendas para que lucrem mais. KKKK
É o ó do borogodó.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 7:11 pmNão, comerciantes defendem seus lucros.
Falar do volume de vendas, sem mencionar o volume de compras e a lucratividade é truque.
Que as vendas seriam menores todos sabiam, que foram piores é outro assunto.
E sim, por vezes, vender menos por um preço maior e com menor custo operacional é mais interessante que vender mais por um preço menor.
Os empresários brasileiros são especializados nisso desde o tempo da hiper-inflação. Quem trabalha com escala é americano.
Bonna
28 de dezembro de 2015 7:41 pmCruz-credo
Para de fazer conta de boteco, homem.
Estamos falando de negócios.
Só em 2015 foram inaugurados 20 novos shoppings, mais de 30000 vagas de emprego diretas novas geradas.
Como um franqueado, a grande maioria. coloca mais margem ou compra menos, gênio ???
Como as grandes lojas de roupa chegam pro seu fornecedor na China, no Vietnã ou na Malásia e diz que quer comprar menos e pagar também menos.
Você nãotem a menor idéia do que é o comércio. Pensa que tudo é boteco de beira de praia.
NRA
28 de dezembro de 2015 7:43 pmSério isso?
Falar do volume de vendas, sem mencionar o volume de compras e a lucratividade é truque.
Que as vendas seriam menores todos sabiam, que foram piores é outro assunto.
Ahh, tá…..economia em recessão, desemprego aumentando e, claro, segundo a lógica do autor do post, é possível que os lucros nas vendas estejam aumentando…….todo comerciante deve, então, adorar quando a economia entra em recessão……
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 7:54 pmNão, é mais fácil vender quando muita gente está comprando.
Comprando e não olhando para o preço ou para os juros embtidos no crédito.
Mas quando o comércio cai, o empregado, o fornecedor e o cliente vão pagar a conta antes do comerciante.
O Natal de 2015 foi pior do que o de 2014?
Sim.
Sim para quem?
NRA
29 de dezembro de 2015 12:33 amSim para quem?
Para todo
Sim para quem?
Para todo mundo meu caro, comerciante, trabalhador e consumidor……
Marco Abi
28 de dezembro de 2015 3:11 pmNassif??
Espantoso é o Nassif, que entende de economia, ter dado cartaz a uma aberração dessas.
Renato Soares Furtado
28 de dezembro de 2015 3:16 pmAprendeu com Belluzzo e Assis…
Quer dizer que NESTE CASO a inflação NÃO DEVE SER DESCONTADA ????…rsrsrsrsrsrsrs…Quero ver se na hora de pedir aumento de salário…rsrsrsrsrsrs…Os patrões poderão dizer que levar em conta a inflação é bobagem???????????….rsrsrsrsrsrsrs…Esse aprendeu(??????) economia com o Belluzzo e o Assis…rsrsrsrsrsrsrs…PIADA…
VAI ESTUDAR SARAIVA…rsrsrs…
alfredo machado
28 de dezembro de 2015 3:59 pmdemanda
Renato,
Quanto o comércio vendeu em 2014, e quanto vendeu em 2015 ? Pergunto por números, que por algum motivo não aparecem em lugar nenhum.
Quanto $$$$ de e-commerce em 2014 e quanto em 2015 ? Quantos $$$ vendeu em shopping em 2014 e quanto em 2015?
Esta é a análise correta, podendo a variação do somatório acima ser maior ou menor que a taxa de inflação dos últimos doze meses. Quanto aos funcionários, são e sempre serão regidos por uma palavra mágica, demanda.
Bonna
28 de dezembro de 2015 6:27 pmEm 2014 se vendeu nos
Em 2014 se vendeu nos shoppings 143,5bi. Em 2015, 145bi.
O e-commerce brasileiro faturou em 2015 7,4 bi sobre 6bi de 2014.
Como se vê, os propagandeados 25% de aumento no virtual correspondem a mísero 1% no comércio de shoppings.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 7:15 pmOutra vez você esquece dos custos.
Qual o custo do virtual? Qual o custo da venda em loja?
Lembra?
Faturamento – custo – imposto = lucro.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 4:52 pmVocê, pelo visto, nunca esteve atrás de um balcão.
Não é quanto vendeu, o que importa.
É se vendeu tudo o que se comprou para o Natal.
Até, porque, prevendo a crise, podem ter comprado menos. E deviam.
Limparam as prateleiras? Isso importa.
Quanto ganharam?
É do lucro que se fala atrás do balcão.
O restante é continha de chegar.
Outra coisa, já viu comerciante que não reclama que este ano as coisas foram ruins?
Vá para trás do balcão e verá.
Sergio Navas
28 de dezembro de 2015 6:23 pmCaracterística facista, são
Característica facista, são incapazes de discordarem sem a tentativa de desqualificar o adversário e abusarem da “rsrsrsrsrsrsrsrsrsr…… ????????????……. além dos gritos representados pelas maiúsculas, não é mesmo Renato?
Marco St.
28 de dezembro de 2015 3:18 pmEnquanto isso….
Essa notícia foi escondidinha pelos jormais, tvs e portais.
Achei apenas na mídia especializada em tecnologia.
E-commerce brasileiro fatura R$ 7,4 bilhões nas vendas de Natal
IDGNow Faturamento alcançou crescimento de 26% na comparação com 2014. Eletrodomésticos e celulares estão entre os itens mais comprados, segundo E-bit/Buscapé
O varejo online brasileiro registrou aumento nas vendas de Natal nesse ano. Segundo dados do E-bit/Buscapé, o faturamento das lojas virtuais alcançou crescimento nominal de 26% na comparação com 2014, chegando a R$ 7,4 bilhões.
O número superou a expectativa para o setor no período que antecede o dia 25 de dezembro (de 15/11 a 24/12), quando eram esperados crescimento nominal de 22% e faturamento de R$ 7,2 bilhões.
De acordo com o levantamento, as três categorias que mais venderam foram: Eletrodomésticos, Moda e Acessórios e Telefonia e Celulares.
“A cada ano o e-commerce ganha novos consumidores e a quantidade de pedidos no Natal cresce neste período por conta da conveniência da entrega em casa e a possibilidade de pesquisar e encontrar boas ofertas sem ter de enfrentar lojas cheias e longas filas”, comenta o diretor executivo da E-bit/Buscapé, André Ricardo Dias.
“Para o e-commerce foi um final de ano positivo, impulsionado também pelas vendas da Black Friday”, acrescenta.
A quantidade de pedidos chegou a 17,6 milhões, um aumento de 16% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que foi de R$ 420, um crescimento de 8,4%.
No total, 9,3 milhões de consumidores compraram pela Internet, 17,2% a mais que em 2014. O mobile commerce (compras feitas em smartphones e tablets) também aumentou, representando 13,6% das transações nas compras dos presentes, índice acima do registrado em todo primeiro semestre, de 10%.
Confira as cinco categorias que mais venderam:
1. Eletrodomésticos: 13,5%
2. Moda e Acessórios: 12,3%
3. Telefonia/Celulares: 11,4%
4. Livros/Assinaturas e Revistas: 10,7%
5. Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde: 9,8%
raphac
28 de dezembro de 2015 3:53 pm“O que a inflação tem a ver
“O que a inflação tem a ver com o retorno financeiro das vendas de natal nos shoppings? Na prática, nada. Muito menos com o lucro obtido com as vendas natalinas. Que pode ter sido muito bom.”
Quer dizer então que se eu faturo a mesma coisa que o ano anterior, com uma inflação de 10%, meu lucro será o mesmo? Aff….. sem comentarios.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 7:02 pmSe você investiu 10% a menos, sim.
Se investiu 15% a menos, seu lucro será maior.
Quanto você investiu, afinal?
Sem essa informação, é brincar com números.
Bonna
28 de dezembro de 2015 7:43 pmPara de fazer conta de
Para de fazer conta de boteco, homem.
Estamos falando de negócios.
Só em 2015 foram inaugurados 20 novos shoppings, mais de 30000 vagas de emprego diretas novas geradas.
Como um franqueado, a grande maioria. coloca mais margem ou compra menos, gênio ???
Como as grandes lojas de roupa chegam pro seu fornecedor na China, no Vietnã ou na Malásia e diz que quer comprar menos e pagar também menos.
Você nãotem a menor idéia do que é o comércio. Pensa que tudo é boteco de beira de praia.
raphac
29 de dezembro de 2015 2:31 amSe tivesse acreditado na
Se tivesse acreditado na campanha da Dilma……..
Reduzi o custeio em 11%.
Investimento zero em 2015.
O faturamento caiu 45%.
Minha sorte é nao trabalhar com estoque
Snaporaz
28 de dezembro de 2015 4:44 pmEsqueceram de mencionar o
Esqueceram de mencionar o crescimento do “e-commerce’ em 23%. Hotéis lotados,Miami continua recebendo bazucas e por aqui as estradas congestionadas pela crise. Quem afunda de verdade é o PIG e o Instituto Millenium que não conseguem emplacar uma pêta sequer.
NNN
28 de dezembro de 2015 5:08 pmTruque barato…
Quando as manchetes eram sobre “crescimentos” ninguém falava nada.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 7:40 pmAo contrário, o truque é sofisticado.
Trata-se de mostrar só uma das variáveis.
Faturamento em 2014 = $12 e faturamento em 2015 = $ 10.
Manchete : “Faturamento do comércio é 20% menor em 2015”.
Mas, agora considere que algo que não foi apresentado.
2014 = faturamento $12 – investimento $ 10 = lucro $ 2.
2015 = faturamento $ 10 – investimento $ 7 = lucro $ 3.
Onde está a manchete “Lucro do comércio é 50% maior em 2015”?
Vê? Não é difícil brincar com números.
NRA
28 de dezembro de 2015 7:52 pm2014 = faturamento $12 –
2014 = faturamento $12 – investimento $ 10 = lucro $ 2.
2015 = faturamento $ 10 – investimento $ 7 = lucro $ 3.
Ahh…gênio….
2014: 10/12 = 0,83 ==> 83% de investimento sobre o faturamento
2015: 7/10 = 0,7 ==> 70% de investimento sobre o faturamento
Resta só você explicar como o comerciante conseguiu reduzir o investimento e, por consequência, aumentar o faturamento……será que ele chegou para o fornecedor dele e disse: “vou te fazer um pedido menor e por isso você pode me dar um desconto maior?” rsrsrsrs
Brincar com números é fácil. Difícil é brincar com números factíveis….
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 7:58 pmPor aí.
Isso se não forçou venda em consignação.
Bonna
28 de dezembro de 2015 8:19 pmKKKKKKK
Consignação ???
Se não vender devolve ???
KKKKKKKK
Durvalino Ferreira
28 de dezembro de 2015 7:09 pm@@@
,,, um porcento a menor é mais importante que os 99% mantidos.
isso é a folha de sao paulo.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 9:31 pmCara, você matou a pau.
Grosso modo, 99% do poder aquisitivo de quem compra em shopping está mantido.
Considerando que a queda prevista do PIB é de -3,7 %, não é um mal resultado.
Estou apreensivo é com outros números, o volume de vendas em supermercados.
Mesmo o volume de vendas natalinas no comércio popular não será muita surpresa se cair, o povo assustado com o noticiário resolveu não gastar.
Se for assim, é só melhorar o nível de confiança em 2016 e a tendência será de normalização.
Mas queda em venda de supermercado me preocupa.
Aí vai ficar claro quem está pagando a conta.
Andre B
28 de dezembro de 2015 9:52 pminflação e receita de vendas: vou desenhar…
Não li a matéria da FSP, não leio essa coisa. Mas é meio obvio o que a inflação tem a ver com o valor das vendas. Vou explicar como se explica para um estudante de primeiro semestre de economia. Suponhamos que em 2014 eu vendi 1000 reais em produtos. Com esses 1000 reais eu poderia comprar 10 cestas básicas. Agora em 2015 eu vendi 1200 reais de produtos. Oba, minhas vendas cresceram 20% em termos nominais. Então eu feliz da vida vou comprar cestas básicas, achando que tendo mais dinheiro fiquei mais rico. Mas descubro que agora só posso comprar 90 cestas básicas. Ou seja descobri que o valor real das minhas vendas, o quanto elas valem em outros produtos diminuiu 10%. Tenho mais dinheiro, mas descubro que fiquei mais pobre pois o dinheiro vale menos do que antes, compra-se menos produtos com a mesma quantidade ou quantidade maior de dinheiro. ÉNo caso de uma empresa os outros produtos são salários, material de fornecedores, alugueis etc, que são pagos com o dinheiro das vendas. É isso que a inflação tem a ver com o valor das vendas.
Isso é alfabetização básica em economia, não depende de posição teórica, politica ou partidária. Mas ao que parece agora tudo é partidário, até a verdade: se é do goveno ou afeta o governo é absolutamente bom ou absolutamente ruim, dependendo de quem se quer defender. Parece que não é só a oposição de direita ao governo que está brincado com fatos e numeros. O delirio parece ser geral…
PS: lamentável esse post com um erro crasso, obvio e que dissemina a ignorância em lugar do conhecimento em um blog como esse.
Sergio Saraiva
28 de dezembro de 2015 11:47 pmAo mestre, com carinho.
Prezado professor, tenho uma teoria.
A de que esta crise é mais política que econômica.
Toda a agitação produzida em torno da insubordinação aos resultados das urnas, em torno de se a Lava Jato iria pegar o Lula, as chantagens do Eduardo Cunha, impeachment e pauta bomba, rebaixaram as expectativas racionais do empresariado. Nessa situação, o empresariado tomou medidas preventivas. Essas medidas consistem basicamente em prever, ou buscar prever, o impacto futuro no tamanho da economia e ajustar antecipadamente o seu nível de atividade a essa previsão.
Como a previsão é de queda, corta-se e adia-se investimentos, minimiza-se estoques, compras e planos de produção, renegocia-se contratos que não puderem ser simplesmente cancelados e demite-se pessoal e não são concedidos aumentos de salário aos que se mantiverem empregados.
Isso provoca entre outras coisas um choque de oferta negativa e a inflação nos preços ao consumidor é consequência. Mas, inicialmente, não necessariamente ao produtor.
A recessão, daí para frente, trata-se, por óbvio, de uma profecia que se auto-cumpre.
O empresário não é um suicida, apenas alguém que tem de tomar decisões que envolvem riscos. Que procura minimizar ao não corrê-los.
Caso essa teoria esteja correta, apesar da crise, o empresariado está protegido, sua lucratividade está preservada, ainda que, em termos absolutos o seu faturamento seja menor. Isso porque seus custos também estão reduzidos, no mínimo, nos mesmos percentuais. As aplicações financeiras desse lucro podem complementar o que a queda da produção tirou do faturamento.
Assim, é o trabalhador quem paga a conta. E em dobro, perde o emprego e paga mais caro pelos produtos e pelo crédito. Perdurando essas condições por tempo suficiente, milhares, se não milhões são alijados do mercado consumo, passando para o de sobrevivência.
O empresariado, então, recalibra seu nível de atividade e realimenta o círculo vicioso.
Só uma reversão de expectativas levaria a retomada do crescimento, que inicialmente se daria pela recuperação dos níveis de emprego e de oferta, inclusive reduzindo a inflação, por paradoxal que pareça.
Como essa minha teoria é mais complexa que a sua explicação, deve estar errada. O universo é elegante e elegância significa simplicidade.
Assim, aceito e agradeço antecipadamente o seu desenho.
Bonna
29 de dezembro de 2015 12:20 amUfa
Muito obrigado pela explicação.
E eu aqui, bobão, acreditando que a causa da nossa recessão eram os fatores externos, os preços da comodities, a desaceleração chinesa, etc.
Acreditei na Dilma. Que burro que eu sou.
Enfim, extingua-se a imprensa e tudo estará resolvido. Sem notícias, todos viverão felizes para sempre.
Você não quer se candidatar a presidente ? Juro que voto em você.
Sergio Saraiva
29 de dezembro de 2015 1:32 amVocê já ouviu falar em doença da Holanda?
Muitos dólares entrando, pode ser muito bom e muito ruim.
Tudo depende do que se faça com ele. Eram sem duvida uma garantia para os investidores externos. Ganhamos o tal investiment grade.
Mas quanto investimento produtivo realmente entrou?
Perdemos uma oportunidade única, nessa fase, a de ter aproveitado as vacas gordas para levarmos os juros a níveis civilizados e oferecermos investimentos em infra-estrutura. Juros altos e câmbio apreciado, um paraíso para especuladores.
Mas isso foi no governo Lula.
Dilma cometeu seus erros também, mas foram de outra ordem. Ter feito uma desoneração fiscal e de custos trabalhistas de setores econômicos sem o comprometimento dos beneficiados com a contra-partida em investimentos. Depois, ter voltado a elevar os juros que, ela sim, tinha conseguido derrubar. O que aconteceu para isso? Mistério.
Mas não foram os responsáveis pelo rebaixamento das expectativas racionais. Esse tem um momento bem identificado, o período compreendido entre o imediato pós eleições e a eleição de Eduardo Cunha para presidente da Câmara. Início de novembro de 2014 a início de fevereiro de 2015. Não mais que um trimestre. E a imprensa teve parte nisso. Acreditou em uma queda rápida de Dilma. A dona é osso duro de roer e a queda não veio.
Tudo mais foi consequência.
Um ano perdido, até aqui. Mas será, pelo menos, um ano e meio até a normalização e retomada da economia. Na melhor das hipóteses.
Andre B
29 de dezembro de 2015 4:25 amposso ‘desenhar’ o erro da sua teoria em um gráfico.
não discuti causas da crise, só o obvio: as receitas reais das vendas diminuem, quando a inflação aumenta. Isso é tão óbvio que sua resposta não foi capaz de contestar. E como eu disse, o lucro é uma coisa a receita de venda é outra – algo também bastante óbvio. Como eu disse não li a matéria da FSP, não sei se ela se refere aos lucros. Mas sua citação fala das receitas de venda. Enfim a falácia do espantalho, atacar um coisa quando se trata de outra, parece ser lugar comum por aqui.
Quanto a sua teoria ela não é complexa é somente inconsistente e eu posso desenhar isso em um gráfico de oferta e demandas agregadas.
Vejamos o que você diz em seu comentário:”Como a previsão é de queda corta-se e adia-se investimentos, minimiza-se estoques, compras e planos de produção, renegocia-se contratos que não puderam ser simplesmente cancelados e demite-se pessoal e não são concedidos aumentos de salários aos que se mantiveram empregados.Isso provoca entre outras coisas, um choque de oferta negativo e inflação nos preços ao consumidor que é consequencia.”
Supondo-se que sua premissa esteja correta, o que eu duvido, havendo um choque de oferta negativo por reversão de expectativas haveria um excesso de demanda ao nivel inicial de preços. Os preços subiriam e a demanda se contrairia para o mercado ‘se equilibrar’ a um nivel de preços maior e um nivel de produto menor. Tudo de acordo com os ‘desenhos’ das curvas estáticas e independentes de oferta e demanda dos manuais de economia.
Acontece que a realidade é mais ‘complexa’ que os manuais e nela oferta e demanda não são curva estáticas independentes, mas são interdependentes. Sua explicação para a inflaçao depende da demanda se manter constante ao nivel inicial de preços. Mas por sua explicação o choque negativo de oferta foi feito com corte de investimentos e diminuição de empregos e salários, tudo isso fonte de demanda agregada. Ou seja por sua explicação o choque de oferta negativo foi feito por meio de uma contração da demanda agregada. Ou seja, a demanda não continua a mesma no nivel inicial de preços. E isso é consequencia de sua teoria, não sou eu que estou dizendo.
Se voce quiser que eu desenhe, as curvas se deslocam simultaneamente para a esquerda. Se os custos tivessem diminuido como voce disse, os empresários poderiam oferecer o mesmo nivel de produto a um preço menor do que antes da diminuição de custos e portanto a curva de oferta não se deslocaria tanto para a esquerda quanto o faria se os custos não tivessem diminuido. Quanto elas se deslocam? ora é uma questão empírica, mas a geração de um excesso de demanda que leve a aceleração da inflação – ou seja, a sua teoria – depende extamente disso. Em tese, dependendo da diminuição dos custos e do efeito multiplicador(negativo no caso) da demanda poderia haver até desaceleração da inflação com recessão. Você tem uma boa explicação para a recessão – o que não quer dizer que eu concorde com ela – mas não para a inflação.
Então como podemos ter aceleração da inflação se a demanda se retrai quando os empresários geram um choque negativo de oferta cortando investimentos e empregos, e ao mesmo tempo seus custos diminuem? ora, porque os custos não diminuiram, mas aumentaram: energia que é um custo básico de qualquer empresa, aluguéis, insumos importados por causa da alta do dólar. E isso é facilmente demonstravel empiricamente, não é preciso desenhar. Uma porção de economistas com muito mais tarimba que esse ‘simples professor’ acha que temos uma inflação de custos e não provocada por um excesso de demanda, seja lá qual for a origem deste. A evidencia mais óbvia é a retração da demanda e a elevação dos juros simultaneas ao aumento da inflação que vimos ocorrer no Brasil nesse ano fatídico.
Ma concordo com você em uma coisa: se em lugar de investir na produção os empresários pegarem seus lucros e os utilizarem para aplicação financeira, com certeza ganharão mais em termos reais. Então conclui-se que sendo politica ou não a origem da crise – e eu sinceramente discordo que seja politica pois todos os dados mostram que ela já se anunciava desde de 2013 além de não ser só brasileira – , a politica de juros do governo até agora só serviu para levar a economia real para o buraco.
rita scaramuzzi
28 de dezembro de 2015 11:35 pmeu nao vi crise. outro dia
eu nao vi crise. outro dia fui num supermercado e o caixa parou. havia um casal com um carrinho lotado… de cadeiras de praia..
nesse mesmo dia fui no shopping. queria comprar um livro. só para estacionar, e ainda pagando estacionamento, levei 45 minutos na fila. no estacionamento livre nao havia vagas de jeito nenhum…
o shopping estava lotado. a loja mais disputada? uma operadora de turismo..
Sergio Saraiva
29 de dezembro de 2015 12:08 amDeus te ouça.
Se
Deus te ouça.
Se supermercados e feiras-livres estiveram lotados já dou-me por satisfeito.
É o sinal que eu preciso para me tranquilizar para esse início de 2016.
Depois é só esperar pela não aceitação do impeachment e da confirmação da diplomação da chapa Dilma-Temer no TSE.
Aí, então, o governo começa. Teremos perdido um ano e meio, mas entraríamos em rito de retomada da normalidade e, com ela, da recuperação. Crescimento, só a partir de 2018, dependendo das expectativas eleitorais. Mas normalidade e recuperação já estão de bom tamanho até lá.
rita scaramuzzi
29 de dezembro de 2015 1:26 amo supermercado estava cheio.
o supermercado estava cheio. mas é do tipo que vende de tudo.. podia dizer que é um hipermercado? desde gente comprando alimentos, eletronicos, itens de viagem, eletrodomesticos . as lojas vendendo roupas e perfumes… pneus… e vamo nois.
Anna Dutra
29 de dezembro de 2015 12:10 amSergio, a meu ver …
KKKKKKK !
Rsrsrsrsrs, Rsrsrsrsrs, Rs.
??????????
O ó, o ó, o ó !
ME ENSINA SARAIVA !
Entendeu Sergio?
PS1: Se você estiver precisando de uma sócia, me chama. Metade do Plano de Negócio já foi feito por alguns comentaristas aqui. Veja que beleza.
PS2: Ah, você estava falando do efeito nefasto e ENGANADOR da mídia sobre os negócios e do quanto este efeito foi mitigado pela economia real? Então posso voltar para o T ? Talentoso, tormentoso, tânico, tirânico, tântrico !
Boas Vendas ! : )
Sergio Saraiva
29 de dezembro de 2015 12:12 amAnna, pode me chamar de louco,
mas eu adoro esses caras.
Anna Dutra
29 de dezembro de 2015 12:17 amLouco nada !
Talentoso, turbinado, terrível !
Post bacana demais.
Um abraço, Sergio! Que 2016 seja SLP!
altamiro souza
29 de dezembro de 2015 12:10 amo inegável é que a crise é
o inegável é que a crise é mesmo política e
não exatamente só economica.,…
altamiro souza
29 de dezembro de 2015 12:16 ampitaco individual:
1) estou
pitaco individual:
1) estou consumindo muito mais e melhor, com o mesmo salário,
proporcionalmente, em relação a não só ano passado
como há quatro, cinco anos, ou mais….
2) guardo hoje mais dinheiro na poupanlça do que há tempos,
com o mesmo salário, proporcionalmente….
cada com sua crise?
Douglas Santiago
30 de dezembro de 2015 12:48 amSaraiva, eu posso falar por
Saraiva, eu posso falar por que lhe conheço profissionalmente, Você é muito ruim de indicadores. Números não são seu forte.
Continue com as palavras, essas você domina bem.
Essa você se deu mal.