
Por Odonir Oliveira
https://www.youtube.com/watch?v=DH3D7us47Pg]
BACIA DO RIO DOCE
Informações da Cemig
Desde quando o explorador português Sebastião Fernandes Tourinho realizou a sua primeira missão na nova colônia portuguesa, o Brasil, em 1572, os relatos já indicavam um lugar repleto de natureza exuberante, diversidade e com as tão esperadas pedras preciosas.
O bandeirante não teve sucesso na busca do ouro, mas sua trajetória, em canoas, de Porto Seguro até a “origem do Rio Doce”, na região de Ponte Nova, despertou interesse de outros que encontraram as primeiras reservas auríferas, entre 1693 e 1695, e aqueles que então habitavam a região: os índios botocudos, pataxós e crenaques.
No final do século XVIII, com a decadência do ciclo do ouro em Minas Gerais, foi realizada uma exploração mais detalhada do rio e de seus afluentes, que caracterizaria o rio como via comercial de extrema importância e fonte invejável de minério e pedras preciosas. Tanto que, na Segunda Guerra Mundial, a Tríplice Aliança identificou as riquezas da região como estratégicas para o conflito e conseguiu grande quantidade de matérias-primas, principalmente o ferro.
FONTE: CEMIG
https://www.youtube.com/watch?v=ptXd5FSqfGg]
ANDANDO SOBRE AS ÁGUAS
Qual no episódio bíblico
caminha sobre as águas,
à revelia da fé em Deus
o desapego dos homens.
Sequestrando vida
sugando o sumo
esgotando o futuro
esmolando misericórdia.
Do milagre antigo,
não se precisa agora
caminhar sobre as águas.
Requisita-se apego
Implora-se atenção
Solicita-se empenho
Exige-se intervenção.
Milagres mudam de direção
Milagres eternizam-se
entre homens,
na natureza,
por signos, símbolos,
por ações humanas
conscientes
consistentes
protetoras
defensoras.
Milagres eternos.
Odonir Oliveira
BACIA DO RIO DOCE
Informações da Cemig 3 [ 3 ]
Rio Doce e principais afluentes
O Rio Doce percorre uma extensão de 853 km, da nascente até o Oceano Atlântico. Seus rios formadores são o Piranga e o Carmo, cujas nascentes estão situadas nos municípios de Ressaquinha e Ouro Preto, respectivamente, nas serras do Espinhaço e da Mantiqueira, onde as altitudes chegam a 1.200 m.
Seus principais afluentes são, pela margem esquerda, os rios Santo Antônio, Piracicaba e Suaçuí Grande, em Minas Gerais, Pancas e São José, no Espírito Santo, e, pela margem direita, os rios mineiros Manhuaçu, Casca, Caratinga-Cuieté e Matipó, e o capixaba Guandu.
Localização
A bacia hidrográfica do Rio Doce confronta ao sul com a bacia do Rio Paraíba do Sul, a oeste com a bacia do Rio São Francisco, ao norte, com a bacia dos rios Jequitinhonha e Mucuri, a noroeste com a bacia do rio São Mateus e, em uma pequena área a sudoeste, com a do Rio Grande. A Bacia está na região Sudeste, entre os paralelos 18°45′ e 21°15′ de latitude sul e os meridianos 39°55′ e 43°45′ de longitude oeste.
FONTE
https://www.youtube.com/watch?v=TUXSDMYkMiE
BACIA DO RIO DOCE
Informações da Cemig 2 [ 3
A bacia hidrográfica tem uma grande extensão territorial, com cerca de 83.400 km2, sendo 86% pertencente a Minas Gerais e o restante ao Espírito Santo. São 228 municípios abrangidos, sendo 202 em Minas e 26 capixabas. A região tem uma população da ordem de 3,1 milhões de habitantes, sendo 68,7% na área urbana, com destaque para as cidades de Governador Valadares e Ipatinga.
O clima predominante é o tropical de altitude, com uma precipitação média anual que varia de 1.500 mm a 900 mm. Originalmente coberta por Mata Atlântica, a exploração da região restringiu o revestimento florístico originário basicamente à área do Parque Estadual do Rio Doce.
Os setores que mais trazem dividendos à região, que gera 15% do PIB de Minas, são a siderurgia (no Vale do Aço, está o maior complexo siderúrgico da América Latina), metalurgia, reflorestamento, álcool, mecânica, química, alimentícia, têxtil, curtume e agricultura, com destaque para o café. O trabalho artístico com pedras preciosas e semipreciosas, o artesanato e as esculturas em pedra-sabão também são marcantes. Tanto quanto a cultura, o folclore, que deriva de um sincretismo de crenças afro-brasileiras, componentes religiosos e naturais.
FONTE: CEMIG
LEGADO
De meu pai mineiro,
nascido em Alto Rio Doce,
recebi um rio.
Guardei de suas palavras
o doce do nome,
a vida das águas,
o sublime barulho de seu correr
em meus ouvidos.
De meu pai mineiro,
herdei suas margens verdes
seus passarinhos cantores
suas pedras limadas nas águas
suas nascentes e foz.
De meu pai mineiro,
aprendi a beber água limpa de mãos em concha
ao dedilhar seu nome, doce rio Doce.
De meu pai mineiro,
guardo um grito
uma revolta
uma revolução.
– Filha, não deixe.
Não aceite.
Lute, busque, altere
Interfira.
Ah, doce rio Doce,
legado de meu pai!
Odonir Oliveira
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5k5AhWDGhx8
Vamos multiplicar nossos esforços?
Vamos compartilhar essas denúncias?
jns
13 de outubro de 2015 2:35 pmAGONIZA RIO
Tudo isso acontecendo
E eu aqui nas praças
Canto obviedades
e perfumarias
[video:https://youtu.be/XLGghpZQyGk width:600]
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 12:27 amComentário de João de Paiva para o post “RIO DOCE não desagua
mais no Atlântico”
Jornal GGN – O Rio Doce, que nasce em Minas Gerais e vai até o Espírito Santo, deixou de correr na sua foz original e não desagua mais no Oceano Atlântico. A gravidade da seca e do assoreamento fizeram com que a foz recuasse 60 metros para dentro do continente, e agora é uma lagoa. O Rio Doce é considerado o 10o mais poluído do país, de acordo com o IBGE, e sofre com descargas químicas, desmatamento e despejo de esgoto nos 86 mil quilômetros quadrados de sua bacia.
Nasci na região das ….
seg, 13/07/2015 – 13:05
Nasci na região das cabeceiras dos rios que, depois, formam o Rio Doce. Desde 1975, que é o ano a partir do qual tenho as primeiras recordações da minha infância, o Rio Santo Antônio (ou Rio Água Suja, como também é conhecido) teve a vazão reduzida em mais de 75% (isso mesmo: setenta e cinco por cento, ou seja, a vazão atual é inferior a 1/4 da vazão média que se verificava naquela época), o leito encontra-se assoreado, ficando à mostra os bancos de areia e cascalho (além, é claro, do lixo sólido – formado sobretudo por essa praga, que se chama PET e outros plásticos). Nessa região quase não há indústrias, de modo que o esgôto doméstico, aquele proveniente de granjas e os pesticidas (usados à larga nas lavouras comerciais) são os principais agentes poluidores das águas. A partir da década de 1980, vários proprietários rurais passaram a captar água dos afluentes desse rio para irrigar as lavouras; essa é, sem dúvida, a principal causa do colapso observado na vazão do rio, nas últimas décadas. O desmatamento das margens e a erosão das montanhas também contribuíram para o estado crítico em que se encontra não só esse rio, mas maioria dos que compõem a Bacia Do Rio Doce. Nas propriedades vizinhas a nosso pequeno sítio havia cerca de 400 hectares contínuos de mata atlântica secundária (mata densa, que se regenerou após corte a machado e sem queimada, com árvores de até 30 metros de altura, de espécies como braúna, vinhático, angico, garapa, cedro-rosa, tamboril e outras raras ou em extinção, na qual eram encontradas espécies de animais como paca, lobo-guará, cachorro-do-mato, tatus de três espécies distintas, jacus e centenas de outras aves, etc.); hoje toda essa reserva foi devastada, sendo a madeira usada para fazer carvão; no lugar da mata há hoje pastagens de braquiária. O solo pobre e desprotegido já começa a ser levado pela erosão. Em 1979 ocorreu o mais longo período de chuvas contínuas na região, registrado no século XX; no verão 1978/1979, choveu TODOS os dias; o Rio Santo Antônio, que possuía uma largura média de 10m e 1,5m de lâmina d’água, subiu cerca de 6m e se espraiou pela várzea, atingindo quase 100m de largura, asssim ficando por mais de dois meses. Como todo processo se deu de forma gradual, não foram grandes os danos ambientais, materiais ou humanos nas regiões e cidades inundadas pelo rio. Em 31 de dezembro de 2014 uma forte chuva que caiu na região provocou uma enchente que inundou a cidade de Itaverava, causando enorme destruição e prejuízos (os interessados podem ver imagens de como ficou a cidade, na internet); a chuva concentrada em pouco tempo e toda a devastação ambiental aumentaram o potencial destruidor da enchente. As águas, antes retidas e absorvidas pelas matas e pelo solo poroso, hoje ràpidamente correm pelo solo compactado e alcançam o leito dos córregos e rios que, já assoreados, não comportam o volume e transbordam. A fúria das águas sai varrendo tudo o que encontra pela frente. E os órgãos ambientais do estado, o que fizeram? E o governo de MG o que fez, para evitar ou minimizar a devastação ambiental? Os que elegeram e reelegeram Aécio e, depois, Anastasia, devem saber.
jns
14 de outubro de 2015 11:35 amCaça Predatória no Perd
Os vídeos mostram a penúria dos rios.
As imagens dos vídeos falam por si só: os rios estão agonizando.
Imediatamente após o encontro dos dois rios, o Doce pode ser atravessado, por uma pessoa adulta, com água até os joelhos.
A situação não está assustando a maior parte da população, que não está informada sobre a gravidade dela.
Ví, pessoalmente, no dia dez de outubro, um homem avançar da margem esquerda para alcançar a margem direita do rio, carregando algumas tralhas.
Ele caminhava para entrar na área pertencente ao Parque Estadual do Rio Doce; uma imensa área de preservação ambiental, em Minas Gerais.
Quando “o atravessador” subiu no barranco, para sair da água – apesar da distância para a captura de imagens, que foram gravadas, mas são difíceis de identificar -, ouví os latidos de cães do outro lado do rio.
Tornou-se, então, evidente que aquele sujeito era um predador da vida selvagem.
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 2:56 pmPor e-mail
De: Eurico B. Filho
Para: Odonir Oliveira
DataHoje Qua. 11:02 Em Goiás fica o único rio de água quente do mundo, de aproximadamente 14 Km, que foi morto pela especulação, pelo descaso, e pela ganância da Cia Thermas do Rio Quente que explora o Resort. E todo mundo de olhos fechados, mais uma riqueza que se vai em nome do lucro de uns poucos.
jns
14 de outubro de 2015 7:48 pmO Velho Canoeiro
[video:https://youtu.be/_AtIzcNKHR0 width:600]
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 9:10 pmLamento
O rio lamenta …
quer ser acolhido
quer ser abraçado
quer se saber rio de novo
que grande
que vivo
que servil
que essencial
que eterno.
Quer um guia
que o filtre
que o acompanhe
que o registre
que o vocaliize
que o verseje
em sua dor.
Odonir Oliveira
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 9:59 pmMargeando os rios
[video:https://www.youtube.com/watch?v=rUe1sWEvhj8%5D
“Clareia a manhã, é o dia marcado na margem do rio. Um trem ruma ao largo do rio. Um céu se abre em plumas e faíscas ao curso do rio. Umas ilhas de areia no curso, uma ponte, uma estação, outra estação. O sol se abre maior, a tepidez das águas de longe escorre pelos vidros do vagão. Imagens conhecidas desconhecidas congeladas nas telas das retinas eclipsadas por marchas de trilhos. O rio gêmeo ao trem segue em pedras, seixos, plumas e, no céu, nuvens quentes perseguem os vagões, qual anjos de guarda a encaminhar fadas e tapetes voadores em naus de velas e ventos eclipsados de dor. Que cheguem rios, lagos, lagoas perpassando ramais secos e caminhos férteis por águas mínimas de flores campestres e árvores nativas. Não há tempos tardios, sempre é cedo que o dia começa e estará ao meio. Nenhum traço de chuva, tempestade, raio, trovão. O rio corre. O trem corre. A manhã corre. O dia ao meio chegando. A hora seguinte no rumo, no sumo, no prumo, na água corrente, na vida corrente, no cavalo encilhado, galopando serras de viúvas, de moças solteiras, de virgens em transe. O rio costeiro, a tralha na garupa do cavalo baio acompanhando o tropeiro de olhar incomum serranamente contemplativo. Rio que vive, que segue, que escorre, rio que vai, rio que encontra o mar ainda que tarde.”
(Trecho de Um sábado e um rio, de Odonir Oliveira)
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 12:19 amÀs vezes é tão mais difícil entender o que está perto
[video:https://www.youtube.com/watch?v=4p93gmt5KXU%5D
O Tejo é mais belo que o rio da minha aldeia
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o tejo não é o rio que corre pela minha aldeia,
O Tejo tem grande navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
Jadir Rocha
14 de outubro de 2015 10:56 amÉ muito triste ver um rio tão
É muito triste ver um rio tão importante está nesta situação. Sabemos muito bem que, o ser humano está acabando com a natureza.
jns
14 de outubro de 2015 11:54 amA morte anunciada
Caro Jadir,
Não existe, o que seria esperado, um caudaloso curso d’água, após o encontro de dois grandes rios.
Confira as imagens da “mixaria de água”, que flui no ponto de encontro dos rios Santo Antônio e o Doce, no município do Naque (40 km distanciado do Vale do Aço), onde ocorre, antes, o encontro do Piracicaba com o Doce.
[video:https://youtu.be/h-Nuhwnms3U width:600]
Revisitei, recentemente, vários grande lagos da minha região e, de forma alarmante, eles também apresentam níveis de água muito baixos.
O “Ribeirão do Boi”, um não muito grande, mas famoso rio, apreciado por pescadores amadores, localizado entre Ipatinga e Revés do Belém, está seco.
Vou “dar um pulo” até o local, para gravar algumas imagens do Ribeirão do Boi e, mais tarde, apresentar neste post.
Abs!
Jadir Rocha
14 de outubro de 2015 10:56 amÉ muito triste ver um rio tão
É muito triste ver um rio tão importante está nesta situação. Sabemos muito bem que, o ser humano está acabando com a natureza.
antonio francisco
14 de outubro de 2015 12:10 pmComo se faz para secar um rio
http://www.altinomachado.com.br/2015/10/isenta-de-icms-agrocortex-vai-faturar-r.html
Agrocortex, no Acre: produção anual de 150.000 m³ de toras de 42 espécies.
Foto: Sérgio Vale / Secom
jns
14 de outubro de 2015 12:41 pmEscassez Hídrica na Bacia do Rio Doce.
FUNDAÇÃO RELICTOS | 12 / 04 / 2015.
Durante a 23ª Reunião Extraordinária do CBH-Doce foi discutida e analisada a situação hídrica que estamos vivendo.
Reservatório Pureza em Itabira – MG
No trabalho, sobre o Monitoramento da estiagem na bacia do rio Doce, apresentado pela hidróloga Elizabeth Guelman Davis do Serviço Geológico do Brasil – CPRM ficou evidenciada a situação hídrica critica que estamos vivendo.
Demonstrou que na Bacia do Doce estamos vivendo a pior seca em 70 anos de monitoramento no Alto Rio Doce, Carmo, Casca, Piracicaba e que esta é uma dentre as 10 piores secas em 70 anos de monitoramento no Santo Antônio, Suaçuí Grande, Manhuaçu, Guandu e Baixo Rio Doce. Em relação ao período out/14 a mar/15 que:
· As precipitações, acumuladas desde outubro de 2014, estão 60% abaixo da média histórica na bacia do rio Doce.
· As precipitações verificadas em março de 2015 foram abaixo de 80% da média histórica
· Já atingiram o estado de atenção definido pela DN49/2015, vazões entre 100% a 200% da Q7,10, o rio Doce a jusante de Cenibra, o rio Piracicaba em Nova Era e o rio Suaçuí Grande em Vila Matias.
· Em todas as estações indicadoras as vazões em março de 2015 foram inferiores do que 50% da média histórica.
Concluindo: se repetir o padrão de atraso do início das chuvas de 2014, a situação poderá ser mais crítica.
Bancos de areia no Rio Doce em Colatina – ES
Os Comitês de Bacias afluentes do Rio Doce em Minas Gerais preocupados com a situação estão se mobilizando para a construção dos Planos Emergenciais de Controle de Quantidade e Qualidade de Recursos Hídricos das respectivas Bacias conforme determinado pela Lei 13.199, de 29 de janeiro de 1999.
Esses Planos estabelecerão as ações emergenciais para o período de estresse hídrico ou de cheias na área de planejamento contendo as relações setoriais que devem ser criadas para que os projetos se desenvolvam corretamente, bem como as possíveis fontes de financiamento para cada ação.
Visa, também, complementar as ações já desenvolvidas, tanto pela Defesa Civil e outras organizações, dando suporte operacional, abrangendo além da sociedade civil os setores produtivos (indústria, irrigação e energia), de abastecimento e saneamento, e demais usuários de água.
http://www.relictos.org.br/index_arquivos/Page11498.htm
lucianohortencio
14 de outubro de 2015 1:02 pmOnde eu nasci passa um rio…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=z06bTdMcHIY%5D
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 1:14 pmCambaio
[video:https://www.youtube.com/watch?v=BcW_HUHYSzw%5D
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 5:49 pmQual o rio,
hoje estou doente.
drigoeira
14 de outubro de 2015 1:46 pmPois é!!!
Enquanto isto, todas as empresas que perfuram poços artesianos estão trabalhando em força máxima…
Quando acabar a água será em todas as frentes…
jns
14 de outubro de 2015 7:07 pmPoços artesianos
Os poços artesianos causam prejuizos ao lençol freático.
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 7:47 pmÉ preciso agir
Sopro de morte
Morre-se em vida
Vive-se morrendo
O tempo é um vento
O vento é um sopro
A vida é um verso
Mas em que ritmo ?
Odonir Oliveira
[video:https://www.youtube.com/watch?v=0k4_aVOKesY%5D
jns
14 de outubro de 2015 7:53 pm– Blackfoot :
“O que é vida?
É a luz de um vaga-lume na noite;
é o sopro de um búfalo no inverno;
é a pequena sombra que corre pela grama
e se perde com o pôr do sol.”
Anna Dutra
14 de outubro de 2015 3:53 pmÉ de partir o Coração !
Dói ver o que acontece às Águas de Minas!
Teu post, Odonir, além de oportuno, deve servir de alerta e, acredito, tem um caráter também educativo.
Onde floresce a ignorância e a violência contra a Natureza, ela simplesmente se retira e viceja alhures. Deixa, como vimos nos comentários todos, o Homem na mais absoluta miséria: material, por impor um impacto econômico incontestável, mas também, e de não menor monta, moral, porque contribui para a degradação do ambiente e das relações entre os homens, quando deveria ser fator de agregação.
JNS relatou o episódio em que viu atravessadores na barranca do Rio. Ora, o que isso pode ter causado a JNS? Provavelmente, uma impressão negativa, deixando marcada em sua lembrança a violência potencial daquela presença ameaçadora. É como vemos sempre nos documentários sobre vida selvagem ou comunidades primitivas: os caçadores, os mercenários, os comerciantes montando acampamentos clandestinos em terras de terceiros ou públicas e devastando a Vida em nome dos seus interesses. E assim, os homens deixam suas marcas uns nos outros, quando se manifestam predatoriamente frente a Natureza.
Odonir, belíssimo post. Te agradeço pela dedicação à construção – ou renovação – de um mundo sempre mais habitável e aos cuidados ao que nos é tão Caro.
Abraço rimado da Anna.
Odonir Oliveira
14 de outubro de 2015 9:15 pmA terceira margem do rio
[video:https://www.youtube.com/watch?v=C5vLOtefkPg%5D
jns
14 de outubro de 2015 10:14 pmEla
Tentou salvar o Rio Doce!
The Lost Gardens of Heligan
Odonir Oliveira
15 de outubro de 2015 6:38 pmLINDAS
Como há olhares diferenciados sobre as mesmas paisagens, né.
Que magníficas.
Encantam-me olhares diferentes para panoramas tão pouco explorados, tão pouco conhecidos.
Arte é contemplação da natureza, de pessoas, do lirismo…
Pessoas assim tão particulares …
Muito lindo.