5 de junho de 2026

A grande notícia saiu a público: a verdade sobre o Pré-sal!

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Por Rogério Maestri

O setor de petróleo é formado por verdadeiros paranoicos da segurança da informação, pois qualquer notícia pode significar alguns Bilhões de Libras (o dólar está desvalorizado). Devido a isto todas as pessoas tratam qualquer informação como informação privilegiada, com isto não dizem nem o que tomaram no café da manhã.

Felizmente a ANP resolver sair a público e através de do Instituto Nacional de Óleo e Gás (INOG), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro os pesquisadores deste Instituto revelaram um verdadeiro segredo de polichinelo que todas as grandes petroleiras já sabiam (as concorrentes!) e somente o público geral não tinha conhecimento (http://www.ocafezinho.com/2015/08/13/pre-sal-poderia-abastecer-mundo-inteiro-por-5-anos/#more-31134).

Estimativas conservadoras do INOG, quer dizer com 90% de chance de dar certo o Pré-sal na região já explorada tem provavelmente uma reserva QUATRO (4) vezes maior do que até aqui estimada, ou seja, 176 bilhões de barris de petróleo, o que corresponde o consumo do MUNDO INTEIRO DURANTE CINCO ANOS, ou seja, é petróleo prá-caramba.

Eu já em discussão anterior neste blog escrevi não o número, mas a importância do depósito há uma semana atrás (https://jornalggn.com.br/comment/708856#comment-708856) e lá chamei a atenção que:

Logo há duas coisas, a ANP deveria ter uma transparência maior e divulgar o que realmente é o pré-sal, e deveríamos ter a total certeza que a Petrobras pode até ter um problema de caixa para levar todo o pré-sal, mas tecnologicamente NÃO PRECISAMOS NENHUMA OUTRA GRANDE EMPRESA PARA AJUDAR A PETROBRÁS, e olha digo isto porque também pesquisei para outras GRANDES empresas de petróleo.” (agora já estou fora há mais de dois anos).

E fiquei satisfeito com a conclusão final da ANP posta na sua divulgação: “O Brasil tem sido descuidado por não tornar esses números públicos”, disse John Forman, um ex-diretor da ANP. Ele adicionou que a estimativa do INOG é a única estimativa pública confiável que está disponível e que usa métodos aceitáveis pela indústria.

Agora como não sou membro da ANP, não trabalho para a indústria do petróleo, não preciso emitir estimativas públicas confiáveis, nem preciso dizer ou confirmar meus dados para estimativa nenhuma, eu vou fazer a minha pequena previsão:

PODEM MULTIPLICAR ESTES VALORES POR DOIS (estimativa conservadora), ou seja, coisas da ordem do que a Arábia Saudita declara.

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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31 Comentários
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  1. João Maria Fernandes de Sousa

    15 de agosto de 2015 6:46 pm

    Nós

    petroleiros, já desconfiávamos da imensidão desses acumulados de hidrocarbonetos desde o início, desde o dia em que Lula anunciou e o PIG começou a dizer que era um golpe eleitoreiro e que o Pre-Sal era uma fantasia dos geólogos e geofísicos brasileiros, em particular os da Petrobrás; entrei na empresa em 1982 e desde essa data eu escuto a falácia de que as reservas nossas não duram mais que 6 ou 8 anos… de lá pra cá, 32 anos depois, esse papo furado só se atualiza, evidentemente com o fim escroto de acabar com a Petrobrás e entregar essas “reservas insignificantes no cenário mundial dos grandes players do petróleo” (como eles tucanamente adoram dizer) a gente competente… como os executivos da Chevron ou Halliburton por exemplo.

    Esses caras vão ter um troço é no dia que se constatar que o Pre-Sal tem uma ligação umbilical com a Bacia de Campos… ai eles vão surtar mesmo.

    1. Andre Araujo

      16 de agosto de 2015 12:31 pm

      O pre-sal existe e tem

      O pre-sal existe e tem petroleo mas é obvio que foi vendido como nova Arabia Saudita, o que não é.

      1. rdmaestri

        17 de agosto de 2015 12:54 pm

        Felizmente para meus filhos e netos é uma nova Arábia Saudita.

        André, não teime, é sim uma nova Arábia Saudita, com mais uma vantagem, quem domina a tecnologia do pré-sal é a Petrobras.

        1. Luiz Carlos Conté

          19 de agosto de 2015 9:32 pm

          Uma nova Arábia Saudita? Nem sim, nem não, mais ou menos.

          Rdmaestri, bom ler teus comentários. Aliás o nivel do debate nessa página está bem acima da média, inclusive de muitos jornalistas que deveriam entender mais do assunto. Olha, dizer que  o Pré-sal é uma nova Arábia Saudita não é correto a meu ver, pois naquele país se prospecta água e jorra óleo, com custo de produção irrisório. Claro que ao longo do tempo os custos de produção baixarão, para quanto é difícil prever. 

          Para a turma que se fixa no preço do crudo como condicionante para , cuidado, o preço do crudo sempre foi ditado pelas oligarquias internacionais, a turma do papel, Londres, Wall Street, Bush, etc. Tudo pode mudar, muito de repente. 

          Quanto aos desafios tecnológicos do Pré-sal, hmm, saibam que nesse exato momento a Shell e outras gigantes estão partindo com grandes plataformas de produção para o Ártico, onde a brincadeira é bem cara e complexa também. Prêmio alto, risco alto. É mais ou menos por ai. E não se iludam, tem petroleira grande, grande mesmo, só esperando uma flexibilização da lei da partilha para entrar com tudo no pré-sal. Não se iludam, essa turma do petróleo tem o desafio na alma, desde os tempos do Barão Rockfeller. 

          Quanto aos gringos já saberem tudo sobre o Pré-sal, essa foi a piada do ano. Vai demorar uns 40 anos para dominar plenamente o brinquedo, como aconteceu na Arábia desde a descoberta dos campos gigantes na década de 50. Tríplice abraço.  

          1. rdmaestri

            14 de setembro de 2015 2:15 pm

            Só uma informação que deveria ter dado há mais tempo.

            O petróleo em terra na Arábia Saudita já está se esgotando, pois simplesmente eles estão retirando petróleo do mar, não tão profundo como o pré-sal, mas já estão utilizando plataformas, o que indica que o em tera já não é tão abundante assim.

  2. sergio martins pinto

    15 de agosto de 2015 7:05 pm

    Alguém aí se lembra de um

    Alguém aí se lembra de um notebook que sumiu em um dos barcos da Petrobrás? Quem será que tem as informações que estavam nesse equipamento?

    1. Andre Araujo

      15 de agosto de 2015 8:22 pm

      Roubaram um notebook de um

      Roubaram um notebook de um dos barcos da Petrobrás e lá estavam todos os segredos? Vai ver que foi a Maga Patalogika mas é cada historia de Pato Donald, cruz credo.

  3. Severino Januário

    15 de agosto de 2015 7:09 pm

    Precisamos atravessar este

    Precisamos atravessar este momento terrível de um golpismo que nem Getúlio sofreu. Se a atravessarmos, com nossas instituições inteiras apesar do golpe curitibano, ninguém poderá mais segurar o Brasil no rumo de seu grande destino. Inclusive, vamos dar de oito a zero na Alemanha.

  4. José Djamar

    15 de agosto de 2015 7:13 pm

    Pré-sal

    Quer dizer que todo o mundo da industria do petróleo sabe o quanto o Brasil é rico em petróleo e em tecnologia de petróleo, manda o congresso alterar a lei de partilha e, a brasileirada não conhece um miléssimo do assunto!!!??

    1. Andre Araujo

      15 de agosto de 2015 8:20 pm

      Lenda, papo de leigos, teoria

      Lenda, papo de leigos, teoria da conspiração, não há segredos na industria de petroleo.

      1. Francy Lisboa

        15 de agosto de 2015 9:33 pm

        Se não há segredo, por que

        Se não há segredo, por que espionar?

        1. nosde

          15 de agosto de 2015 11:17 pm

          Boa, sempre é tempo a se

          Boa, sempre é tempo a se responder a estes genios de blog que vem postar aqui, muito boa sua resposta . . . .  Minha vizinha acha que é muito mau pro Brasil ter tanto petroleo, ela diz que do petroleo se tira a gasolina e que muita gasolina é mais perigo de haver explosões nas cidades . . . . . petroleo é ruim, o Brasil nao tem condições de explorar, eu ja estou mudando meu nome para Rich Bill . . . .  and nobody pode to say coisa nenhuma, eu canto o sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor, tenho um poster do Bill Cinton . . . .

          1. Andre Araujo

            16 de agosto de 2015 12:30 pm

            Tem tanto petroleo que a

            Tem tanto petroleo que a conta petroleo em 2014 ficou negativa em 20 bilhões de dolares, a diferença entre o que o Brasil produz e o que o Brasil consome, faltaram 20 bilhões de dolares, ainda importamos combustiveis em grande escala.

          2. Gilson Raslan

            16 de agosto de 2015 4:01 pm

            André Araújo, o assunto é

            André Araújo, o assunto é ALHO, mas você vem com BUGALHO. O assunto aqui é óleo bruto – produto que o Brasil é auto suficiente – não derivados refinados, que não atendem toda a demanda nacional, mas que em breve estarão sendo produzidos aqui, quando as novas refinarias entrarem em operação. 

          3. rdmaestri

            17 de agosto de 2015 12:51 pm

            Agora aqui, estás fazendo uma análise porca do assunto.

            Desculpe-me André, mas esta intervenção que colocaste é uma bobagem sem tamanho e espero de ti críticas mais consistentes.

            Entre a descoberta de petróleo em águas profundas e a extração do mesmo há um GAP de cinco a dez anos, e para que esta extração se dê de forma plena poderemos contar com no mínimo 15 anos. 

            Não se chega no “boteco” que vende sondas, plataformas e outros “pequenos equipamentos” e se diz:

            – Eu quero duas plataformas, três navios, mais mil quilômetros de dutos, e…..

            Tem que se saber o tipo, as dimensões, a quantidade e depois que se entra na fila para a construção das mesmas, isto não se faz de um dia para outro, inclusive a avaliação correta dos depósitos é importante para dimensionar o investimento e o tipo das estruturas, é algo interativo.

            Logo, por favor André, NÃO ME FAÇA MAIS COMENTÁRIOS DESTE TIPO QUE IREI COMEÇAR A DESACREDITAR DE TUA CAPACIDADE TÉCNICA (NÃO POLÍTICA).

          4. SHIMBANSKY

            18 de agosto de 2015 7:50 pm

            CARO ANDRÉ,
            PELO QUE LI, A

            CARO ANDRÉ,

            PELO QUE LI, A PETROBRÁS TEVE UM PREJUISO DE 44 BIHÕES, NÃO DE 21 BI. TEVE O LANÇAMENTO DE 6 BI, REFERENTES A 3% DOS INVESTIMENTOS RECENTES (AINDA NÃO RECUPERADOS), ASSUMIDOS COMO DESVIOS, POIS QUE OS DELATORES AFIRMAM QUE A PROPINA ERA DE 3% DOS INVESTIMENTOS. TEVE MAIS 38 BI, REFERENTES A DETERIORAÇÃO DOS PREÇOS INTERNACIONAIS DO BARRIL DE PETRÓLEO, E REDUÇÃO NA ESPECTATIVA DE RECUPERAÇÃO DO CAPITAL INVESTIDO (IMPAIMENT, EM INGLÊS).

            MAS, OPERACIONALMENTE, DESCONTADOS DO FATURAMENTO TOTAAL OS CUSTOS TOTAIS, A PETROBRÁS TEVE UM LUCRO DE 23 BI. ESTE, SIM, É REAL. É OPERACIONAL. AS DUAS PARCELAS ANTERIORES SÃO MERAMENTE CONTÁBEIS. 44 – 23 = 21. APRESENTOU-SE UM “PREJUISO DE 21 BI”, QUANDO, NA VERDADE, HOUVE UM LUCRO OPERACIONAL DE 23 BI. PARECE LOUCURA, MAS ISTO É PURAMENTE CONTABILIDADE.

        2. Andre Araujo

          16 de agosto de 2015 12:43 pm

           Quem faz o mapeamento

           Quem faz o mapeamento geofisico das reservas é a Schlumberger, empresa franco-americana e quem presta serviço de perfuração é a Halliburton americana, eles tem todos sobre o pre-sal, espionar o que?

          1. rdmaestri

            17 de agosto de 2015 2:33 pm

            De novo, há alguns senões que não tornam as coisas tão simples.

            Uma Shulumberger faz o mapeamento geofísico, porém este mapeamento geofísico não diz muita coisa antes de que se perfure os poços, e mesmo depois de perfurado há a necessidade de se interpretar os resultados.

            Uma sísmica bi ou tridimensional sinaliza as mudanças de material em várias camadas, por exemplo o vídeo abaixo (não sei se ele vai rodar direito)

            <iframe width=”854″ height=”480″ src=”https://www.youtube.com/embed/KEFGkEizkBI” frameborder=”0″ allowfullscreen></iframe>

            Ou seja, se tem linhas, no caso de sísmica bidimensional, ou planos,  no caso tridimensional, que indicam variações de reflexão da onda de som no meio, pois a cada material tem-se um coeficiente de reflexão e refração diferente, agora se a cada mudança de material se sabe qual o material que existe em cada camada isto é outra coisa,

            Os dados que são fornecidos pela sísmica estão léguas de distância de indicarem qual o material que estes contém.

            A partir destas sísmicas são feitas hipóteses pelos geólogos, dizendo que é assim ou é assado, e escolhido um determinado ponto são perfurados poços para retirar amostras. Com estas amostras são verificados várias características das rochas reservatório. Além disto são realizados ensaios de produção dos poços. Caso se tenha somente um poço, os resultados ainda são restritos, pois não se sabe qual é o grau de interligação entre o reservatório. Para isto deve ser perfurado mais de um poço para testá-los em conjunto.

            Os resultados são cumulativos, e na verdade só se vai saber com 100% de certeza como é o reservatório quando ele “era” um reservatório, ou seja no esgotamento do campo.

            O que quero dizer que para se conhecer com um mínimo grau de certeza como é um campo e a sua capacidade de produção tem-se que operar este campo, e a sísmica que a Shulumberger possuía no início era 5% da informação.

            É importante destacar que no pré-sal temos uma rocha selante (no caso os evaporitos) bem como a rocha reservatório com características inéditas que não existem semelhanças a outros campos,

      2. rdmaestri

        17 de agosto de 2015 6:13 pm

        André, esta foi de matar.

        Não há segredos na indústria de petróleo!

        Estás ficando louco ou possesso, a indústria de petróleo depois da indústria de armamentos é a que tem mais síndrome de espionagem. 

        Tu vais a um congresso qualquer internacional ou nacional, o trabalho dos pesquisadores das empresas são intercortados em partes inteiras que são consideradas sigilosas. O sujeito apresenta um feijão com arroz e daqui a pouco ele sai com um resultado de determinação impossível pela metodologia apresentada. Silêncio geral na platéia, aí um só para ouvir sempre a mesma coisa pergunta:

        – Como voces obtiveram este resultado, se por este método não é possível, patati …patata…?

        A resposta é sempre a mesma:

        – Nós utilizamos um procedimento desenvolvido pela empresa e que não pode ser apresentado.

        Isto é um saco, todo o pessoal da academia fica P…. da vida e deixa de assistir estas paletras.

        Já estive em alguns congressos nacionais e internacionais de petróleo e gás (dá uma olhadinha no meu curriculo), e a história é sempre a mesma.

  5. Andre Araujo

    15 de agosto de 2015 7:17 pm

    Nonsense; Reservas com 90% de

    Nonsense; Reservas com 90% de certeza são PROVEN RESERVES   (IP), de acordo com a classificação universalmente aceita da Society of Petroleum Engineers. As reservas do pre-sal NÃO são  “proven reserves”, as quais exigem um nivel

    muito elevado de comprovação que essas reservas do pre-sal não tem. Podem ser PROBLABLE RESERVES, POSSIBLE RESERVES ou OIL IN PLACE, que são niveis de comprovação muito menor. Varios poços perfurados no pre-sal não tem oleo, o que prova que as reservas não tem 90% de grau de certeza. A propria PETROBRAS teria todo interesse, especialmente na situação em que se encontra, de colocar em seu relatorio aos acionistas esse volume de PROVEN RESERVES, o que daria enorme lastro às suas ações MAS só se pode colocar no relatorio aos acionistas PROVEN RESERVES, que para a PETROBRAS são 14 bilhões de barris, é o que está em seu relatorio.

    1. rdmaestri

      17 de agosto de 2015 12:40 pm

      André, a referência do trabalho técnico sobre o assunto é ….

      André, a referência técnica do trabalho que originou o press released sobre este assunto é: Assessment of yet-to-find-oil in the Pre-Salt area of Brazil, JONES, Cleveland M.., CHAVES, Hernani A. F..  in Fourteenth International Congress of the Brazilian Geophysical Society,  Rio de Janeiro, 3-6 August 2015, que pode ser encontrada num paper não oficial em http://m2comunicacoes.com.br/sbgf/trabalhos/trabalhos/sbgf_29.pdf .

      Ou seja, o trabalho é tão recente que ainda não foi colocado nem na Petrobras nem na Agência Internacional de Energia como reservas provadas.

      É importante destacar que o trabalho é recente, porém estes dois autores vinham utilizando esta metodologia desde 2011, mas somente para este congresso que atualizaram os dados.

      Ou seja, isto tudo não é produto de achômetro, se leres o trabalho verás que os dois empregam uma metodologia consagrada na Noruega.

  6. Andre Araujo

    15 de agosto de 2015 7:51 pm

    Todas as reservas de petroleo

    Todas as reservas de petroleo comprovadas do planeta constam nas tabelas de dois organismos mundialmente

     referenciadores, a Agencia Internacional de Energia das Nações Unidas e a Agencia de Informação de Energia do

    Departamento de Energia dos EUA. Os paises tem interesse em ter suas reservas planilhadas nesses dois organismos

    porque isso significa credito e importancia economica. O Brasil consta das duas tabelas com 14 bilhões de barris, se tivesse dez ou doze vezes mais já estaria nessa estatisticas, porque não está?

    Não existe petroleo escondidinho no mundo, até nos cafundós do Cazaquistão se sabe quais são as reservas.

    Pode sim existir mais petroleo do que nessas tabelas, MAS não são reservas comprovadas, geralmente é OIL IN PLACE

    (indicios de petroleo). Ver os sites abaixo?

     

    http://www.eia.gov (Agencia de Informação de Energia) e ww.iea.irg (Agencia Internacional de Energia) e só ir lá e conferir

    .

  7. Pedro Mundim

    15 de agosto de 2015 8:36 pm

    Viabilidade técnica não é o mesmo que viabilidade econômica

    A Petrobrás tem capacidade para extrair do pré-sal? Muito bem! Mas… a que preço?

    A exploração do pré-sal pode ser tecnicamente viável, mas só é economicamente viável se o preço do barril for o triplo do atual. Menos que isso é prejuízo. O preço do barril vai chegar novamente a esse patamar? Não sei, ms se chegar, o melhor é partir logo para outra fonte de energia. Por este motivo que nenhum outro país se interessou por desenvolver a tecnologia do pré-sal.

    1. José Muladeiro

      16 de agosto de 2015 7:43 am

      Você não sabe ler?
      A própria ANP reconheceu que o petróleo do pré-sal pode ser extraído por cinco dólares o barril

      1. Pedro Mundim

        16 de agosto de 2015 9:49 pm

        Sei ler mas…

        Mas como diz o adágio, quando a esmola é muita, o santo desconfia…

        1. rdmaestri

          17 de agosto de 2015 2:01 pm

          Pedro, o que conheces de rocha

          Pedro, sabes a diferença entre rocha geradora, reservatório e selante, pois se não souber isto e as características dessas no pré-sal, tudo que disseres é mera especulação.

           

    2. rdmaestri

      17 de agosto de 2015 3:13 pm

      O conceito de viabilidade econômica ….

      O conceito de viabilidade econômica para petróleo é algo muito mutável e não serve para um planejamento nacional do investimento em petróleo.

      Mais correto é se tratar com o índice físico EROI (Energy return on invested), ou seja, quanto de energia eu recupero para a energia que eu utilizo para a extração.

      Por que este conceito é importante? Simplesmente porque se não levarmos em conta a energia necessária para extrair todo o óleo que há nos reservatórios hoje em dia as reservads mundiais seriam capazes de abastecer todo o consumo por mais duzentos anos, porém a maior parte do petróleo nos mais diversos tipos de reservatórios não é viável em termos energéticos, pois por exemplo, gastaríamos 1MW de energia para extrair 0,5MW, ou seja, tudo que for produzido seria utilizado somente para a extração.

      Com este índice se mostra que petróleo que tiver um EROI próximo de 1 são inviáveis independente do preço que tenha o petróleo.

      O que importa no momento de avaliar um depósito a longo prazo é o EROI do mesmo, se ele é maior do que 5 a 10 depende só do preço no momento em que se deve extraí-lo, e como o petróleo é um recurso que tem um limite de extração no mundo, daqui a pouco tempo o preço chega no valor que se torna econômico e se extrai.

  8. José Carlos Brandes

    16 de agosto de 2015 1:20 am

    Pois é

    A reserva é tão grande, mas tão grande que, perfurando lá na costa da África, que tem a mesma formação da costa brasileira e onde todas as grandes petroleiras estão trabalhando ( inclusive acharam lá o primeiro petróleo no pré-sal na década de 80 ) vão acbar chegando na mesma reserva. KKKKKKK

    Só que tem que ter cuidado, quando as vacas dão muito, muito, muito leite, os produtores costumam jogar um pouco no esgoto porque não vale a pela o trabalho de pasteurizar para vender. Se pudessem, deixavam dentro da vaca mesmo.

     

    1. rdmaestri

      17 de agosto de 2015 1:42 pm

      Infelizmente para os Africanos não é exatamente a mesma coisa.

      José, se olhares simplesmente a costa brasileira e comparares com a costa africana, verás que a formação da plataforma não tem exatamente a mesma proporção, isto resulta do tipo de deriva que ocorreu de cada lado do Atlântico quando da separação dos continentes. Esta velocidade e o ponto de separação entre os dois, talvez tenha determinado que as reservas não são as mesmas.

      Não é tão simples como pensas, pois a Shell, por exemplo, que tem uma forte inserção na Nigéria, está programando investimentos bilionários no Brasil e não na África!

       

  9. rdmaestri

    17 de agosto de 2015 2:40 pm

    O que angustia o Serra e seus compadres…

    O que angustia o Serra e seus compadres é que a cada notícia sobre o pré-sal ele vai ficando com um valor tão alto que mais dois anos não tem empresa de petróleo com capacidade econômica de comprá-lo.

    O petróleo é tanto que as multinacionais ficarão satisfeitas em entrar no pré-sal com as regras atuais e talvez o único receio que elas tem é que somente os chineses tenham bala na agulha para entrar rachando no pré-sal.

  10. Francisco Siqueira

    30 de outubro de 2017 10:06 pm

    PRE SAL (verdade ou mentira)

    Inicialmente, acreditava que a exploração no pré-sal não decolara em razão da incapacidade financeira e econômica da Petrobrás que, hoje, é mais do que evidente. Mas, quando se constata que ninguém mais no planeta se interessa pelo nosso pré-sal, mesmo com atrativos benefícios fiscais, percebe-se a existência de “algo de podre no reino da Dinamarca”. E, o que será???

    Na verdade, quanto mais pesquiso a respeito, menos encontro respostas concludentes e com embasamento técnico a respeito da existência dessas reservas de petróleo e, pior, a respeito da viabilidade econômica da exploração nessa profundidade.

    O que já foi possível apurar é que, em 1999, os EUA realizaram estudo extremamente técnico, na camada pré-sal sob o Golfo do México, e concluíram que por maior que sejam as reservas, sua exploração é economicamente inviável. E, nenhum outro país do mundo explora nessa profundidade. Por que com o Brasil será diferente???

    Tenho um forte receio de que esse “pré-sal” seja um enorme e perigoso engodo que, agora, não pode ser mais desfeito ou revelado.    

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