5 de junho de 2026

Aumentando as fichas caídas em relação ao estilo Dilma

Está causando reboliço o cavalo de pau da Vênus Platinada em relação às aspirações pró-impedimento da presidente Dilma Rousseff. Também, a FEBRABAN e sua inquestionável força, somou-se ao que vem sendo chamado de voz da razão. Esse contexto fez refluir o líder do movimento apartidário e sem lideranças (?) que pretende levar às ruas a indignação justa contra a corrupção do PT, e só dele. Agora, a ideia não é mais o impedimento, mas a renúncia.

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Mas, como assim renúncia? É preciso aprender com o adversário, mas os inimigos de Dilma parecem não ter aprendido “chongas” com a maior campanha contra um presidente democraticamente eleito desde a redemocratização do país, há trinta anos. Muita gente já havia levantado a bola sobre a resiliência de Dilma Rousseff quando ela passou a apanhar quase que diariamente também na chamada blogosfera, incluindo neste Blog.

Hoje há certa recomposição de mentalidade que vem buscando atribuir à teimosia de Dilma sua maior virtude. Bem, mais uma vez a adjetivação teimosa entre em cena. Entre em cena porque a teimosia de Dilma, a ineptidão, a mudez, a falta de combatividade, e todas aos outras atribuições referentes à baixa inabilidade política aos olhos dos críticos, só agora parecem confluir para um ponto central: o deslocamento partidário da presidente, e isso vêm timidamente sendo reconhecido como trunfo.

Dilma não fez a vontade da torcida que pedia um jogador que matasse no peito e saísse driblando as cascas de banana oposicionistas e da mui amiga base aliada pemedebista. Isso suscitou furor na torcida que pedia raça, inclusive em mim. Os pedidos de raça vinham através de artigos e mais artigos pedindo a derrocada de piares que representavam a falta de combatividade e criatividade, como os espantalhos Zé Cardoso e o outrora badalado Mercadante.

Mas queremos ver gol! Queremos ver gol! Não precisa ser de placa, não precisa nada disso. Dilma faz qual o volante burocrático trabalhando sem alarde para que o time vença. O sebastianismo, que exige camisas 10, líderes capaz de levantar a torcida, como o Papa Francisco, vem aos poucos cedendo para a visão de que uma gerente suprapartidária pode ser mais valiosa para a formação do Brasil como nação do que os picaretas que, infelizmente, representam boa parte da mesquinharia popular que vem invadindo casas, bares, e locais públicos sobre o lema do quanto pior, melhor.

A verdade é que a ficha não caiu somente para Globo, FEBRABAN e o mundo empresarial que tem todos os motivos para não querer a derrocada econômica do Brasil. Caiu também para os devotos de Sebastião. No fundo, parece que todos são e foram torcedores sedentos por camisa 10 ao demorarem tanto tempo para enxergar a habilidade política de não ser político.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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