
Jornal GGN – A Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas está negociando com a Sudene a possibilidade de exportar leite em pó para a China. As entidades se reuniram na quarta-feira (13) para discutir a questão. A expectativa inicial é que sejam exportadas 600 toneladas de leite em pó por mês, quantidade que eventualmente deve chegar a 1,5 milhões de toneladas.
Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos
Da CPLA
CPLA e Sudene negociam exportação de leite em pó com companhia chinesa
O presidente da Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA), Aldemar Monteiro, esteve em Recife/PE, na última quarta-feira,13, participando de uma videoconferência com representantes da AL Trade e superintendente da Sudene, Sérgio Alencar, para negociar futuras exportações de soro de leite em pó.
O encontro foi realizado na sede da companhia, dando continuidade às atividades da missão empresarial Brasil-China. Segundo informações de Aldemar Monteiro, a expectativa é de que sejam exportadas, inicialmente, 600 toneladas/mês de leite em pó, quantidade pode ser ampliada gradativamente até atingir a marca de 1,5 milhão de toneladas/mês.
“A parceria com a Sudene será fundamental para concretizar o objetivo de expandir os negócios da CPLA, que prestigie, além da exportação, o projeto da Unidade de Beneficiamento do Leite. A ideia é exportar, também, leite condensado e outros laticínios”, informou.
Com o fechamento da exportação do soro de leite em pó, segundo o consultor da CPLA, Fábio Teles, a fábrica da CPLA terá maior valor agregado à sua produção. “A parceria terá grande impacto econômico e social para o Alagoas, uma vez que o projeto está focado na inclusão produtiva e na resolução de problemas do semiárido’’, incluiu.
Apoio
A CPLA contará com apoio da Superintêndencia do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para articular suas ações em beneficio da reativação da antiga fábrica da Camila, em Batalha.
Além de articular a parceria entre os dois países, a Sudene, segundo Aldemar Monteiro, se comprometeu em apoiar o projeto com incentivos fiscais e estimular investimentos privados.
Lionel Rupaud
19 de maio de 2015 1:16 pmNão conheço o ramo leiteiro, nem
a estrutura alagoana em questão.
Mas pensei assim: não há nada melhor que um cambio realista.
Mas vai fazer entender isto aos burocratas do Banco Central (dos bancos) do Brasil!
Severino Januário
19 de maio de 2015 1:28 pmUma coisa é tentar conviver
Uma coisa é tentar conviver com a seca buscando a introdução de técnicas singelas que proporcionem condições de sobrevivência. Outra muito diferente é investir em técnicas avançadas que proporcionem no semiárido uma determinada produção econômica importante, com demanda externa garantida.
José de França
20 de maio de 2015 11:33 amAlguém aí viu notícia
Alguém aí viu notícia parecida sobre negociação entre industriais paulistas e os chineses?
A FIESP estabeleceu parcerias com a China?
A Embraer não vale. Ela apenas está instalada em SP. Não é exatamente ´´paulista´´.