O Exército cancelou o certificado de CAC (caçador, atirador e colecionador) obtido por integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital) que, após obter o documento, comprou legalmente uma série de armamentos.
Embora o anúncio tenha sido feito nesta sexta-feira (22/07), os militares não informaram quando o cancelamento ocorreu de fato, e que já instaurou procedimento para a apuração de responsabilidades.
“Em consonância ao normativo legal que regula o assunto, o CR foi imediatamente suspenso após o recebimento das informações sobre o caso e, posteriormente, definitivamente cancelado”, disse o Exército em nota, segundo o jornal Folha de São Paulo.
O integrante da facção criminosa obteve seu CAC em junho de 2021, quando Jair Bolsonaro (PL) já era presidente. Os armamentos obtidos foram duas carabinas, um fuzil, duas pistolas, uma espingarda e um revólver, no valor acima de R$ 60 mil.
Leia Também
Registro de armas na Amazônia Legal salta 219% em três anos
MPF instaura inquérito para apurar armamento destinado à segurança pública
Brasil registra 46 milhões de permissões para compra de armas
ze sergio/sorocabanoburaco
23 de julho de 2022 1:33 pmConheceis a Verdade. E a Verdade Vos Libertará. Mais uma das razões para que seja liberada a venda, posse e porte de armas. Das milhares e milhares de armas que as Facções e Crime Organizado possuem, só se tem conhecimento de 1, pela possibilidade implantada pelo atual Governo. Todo restante vai continua fazendo a festa da Indústria da Bandidolatria.
Salbar
24 de julho de 2022 9:07 amO estrago já foi feito e de várias formas. Quem vai ser responsabilizado para que isso não se repita? Quem vai se encarregar de reaver as armas? Quem vai reparar os crimes que já foram cometidos com o uso dessas armas? Por isso defendo que armas devam estar somente em posse das forças de segurança e que sejam somente imobilizadoras e não letais.