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O Ministério da Defesa afirmou que as Forças Armadas não pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “acesso diferenciado” aos resultados das urnas para uma suposta checagem paralela de votos das eleições de outubro. O Tribunal também nega a ação.
A pasta comandada pelo general Paulo Sérgio se manifestou por meio de nota, divulgada no final da noite de ontem (12) pela coluna de Carla Araújo, no Portal Uol.
O texto vai na contramão da reportagem do jornal Folha de S. Paulo que informou que os militares fariam uma apuração paralela em tempo real com 385 urnas, como desejaria o governo de Jair Bolsonaro (PL).
A Defesa, no entanto, garante que os militares “não solicitaram qualquer permissão de acesso diferenciado em tempo real aos dados enviados para a totalização do pleito eleitoral pelos TRE (Tribunais Regionais Eleitorais), cuja realização é competência constitucional da Justiça Eleitoral”.
“Com base na resolução nº 23.673-TSE/2021, as Forças Armadas têm atuado como uma das entidades fiscalizadoras, legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização do sistema eletrônico de votação”, diz a nota.
Ainda, segundo a pasta, os militares “permanecerão pautando a sua atuação pela estrita observância da legalidade, pela realização de um trabalho técnico e pela colaboração com o TSE”.
O TSE também negou o possível acordo sobre a apuração paralela e o ministro Alexandre de Moraes, presidente da Corte, cancelou uma reunião programada com Nogueira nesta terça-feira (13).
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AMBAR
13 de setembro de 2022 2:09 pmDo Ministro da Defesa para a Folha: – “hum, que mau-cheiro!” – ´”É, alguém peidamos” -respondeu a Folha.
Tampando o nariz com a toga, Xandão abre a porta do elevador e bota os dois pra fora.