O influenciador social Felipe Neto alerta para o aprofundamento das fake news disseminadas pelos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas redes sociais, em um sinal de “tudo ou nada” na disputa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Estou verdadeiramente preocupado com o que vai acontecer em função disso. A coisa é muito mais séria do que a gente vê em Twitter e Facebook”, disse Felipe, em thread no twitter a respeito do assunto.
Ao listar imagens de notícias falsas disseminadas pela máquina bolsonarista, Felipe Neto diz que “provavelmente” o medo de Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), falou mais alto no primeiro turno.
“Isso mudou RADICALMENTE agora. E a coisa está como eu nunca vi antes, nem sequer em 2018”, diz o influencer, ressaltando que eles perderam ou medo “porque agora é tudo ou nada”.
“A criação de vídeos fakes está a todo vapor, de maneira criminosa e nojenta. E eles não deixarão rastros sobre isso”, ressalta Felipe Neto.
“Existe uma verdadeira “deepweb bolsonarista das fakenews” funcionando por Telegram, Whatsapp e emails. O que vemos em Twitter, Face e Youtube é NADA”.
Crime eleitoral em andamento
Um exemplo citado por Felipe Neto foi um e-mail que ele recebeu questionando se o vídeo do “Lula bêbado confessando tudo” era real.
“O vídeo é uma sequência de cortes de falas do Lula numa entrevista, montando os cortes de forma criminosa. Parece que ele confessa crimes e xinga a Dilma”, diz Felipe Neto.
“As fakenews que a família Bolsonaro e seus apoiadores estão postando nas suas redes sociais são apenas cortina de fumaça pro PT perder tempo. O q está acontecendo agora na “deepweb bolsonarista de fakenews” é, na minha opinião, o maior escândalo de crime eleitoral da história”, afirma Felipe Neto.
Leia abaixo a thread publicada por Felipe Neto sobre o avanço das deep fakes bolsonaristas na disputa do segundo turno das eleições presidenciais.
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Edivaldo Dias de Oliveira
9 de outubro de 2022 1:34 pmAssim fica difícil fazer campanha eleitora em favor da democracia. O crime está sendo cometido nas barbas do TSE e não acontece, nenhuma medida preventiva.
Melhor jogar a toalha, quem sabe renunciar a campanha.
Não da para competir contra isso.
Continuar é chancelar essa prática.