Jair Bolsonaro voltou a trabalhar nesta quarta-feira (23), no Planalto, após 20 dias recluso no Palácio do Alvorada. A ida de Bolsonaro ao gabinete presidencial ocorre a acusação de abandono de cargo público na Procuradoria-Geral da República (PGR).
A última vez que Bolsonaro havia ido ao Palácio do Planalto foi no dia 3 de outubro, quando cumprimentou o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, sem, contudo, trabalhar naquele dia, retornando ao Alvorada.
Acusação de abandono
Parlamentares do PSOL protocolaram uma notícia-crime contra Jair Bolsonaro, nesta terça (22), na PGR, alegando abandono de cargo público. Na peça, eles afirmam que o presidente da República “tem apresentado exagerada ausência do cargo e de suas funções”.
Pelos cálculos feitos por meio de sua agenda oficial, Jair Bolsonaro trabalhou somente 22 horas em dias úteis desde que foi derrotado nas eleições presidenciais para Lula.
Segundo os parlamentares, há indícios “explícitos” de “abandono de função, sem permissão ou regularização” e poderá estar cometendo “ato de improbidade administrativa”.
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Bolsonaro foi diagnosticado comerisipela na semana seguinte à eleição e vem sustentando a sua ausência no tratamento da doença. Durante o período, recebeu poucas pessoas e delegou algumas funções ao vice-presidente Hamilton Mourão.
Supostamente quebrando a reclusão, Bolsonaro se dirigiu ao Planalto nesta quarta e tem em sua agenda oficial um compromisso com o senador eleito Rogério Marinho (PL-RN), ex-ministro de Desenvolvimento Regional.
joão ribeiro leite
23 de novembro de 2022 1:55 pmeste cara nunca gostou de trabalha tar igual os barneiro tapando as estradas tirando o direite de ire e vim dos seres omano este tipo de gente é da ir pramais nos tomos num pais democrata quem ganha leva eles só quer que assume só quem eles quer não é ditadura não cei o que eles quer entervisão militar tem que ter motivo mais não tem e estos bozos só atrapalha .
Anônimo
23 de novembro de 2022 5:09 pmMilitar