4 de junho de 2026

Exército acaba com mensagem que comemora golpe militar

Embora maioria das Forças tenha apoiado Bolsonaro, comandante afirma que mensagem “não deveria existir” e tenta pacificar relações

O Exército não irá ler a Ordem do Dia referente ao dia 31 de março, data que marca o golpe militar no Brasil.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

A decisão partiu do comandante do Exército, general Tomás Paiva – que acredita que a mensagem sobre a data não deveria existir, segundo fontes ouvidas pela jornalista Carla Araújo, no UOL.

A mensagem seguiu sendo divulgada à sociedade mesmo após o fim da ditadura militar, em 1985, e só deixou de ser lida efetivamente em 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Não existem registros da leitura no governo Dilma Rousseff e nem mesmo na passagem de Michel Temer (MDB) pelo Planalto. Por outro lado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) retomou a leitura da mensagem sobre o golpe militar logo no primeiro ano de seu mandato, em 2019.

Ao mesmo tempo, Paiva tenta diminuir o impacto de um áudio que vazou recentemente onde afirma que “infelizmente” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito.

Saiba Mais

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Rui

    2 de março de 2023 9:38 am

    Em artigo intitulado “Encontro Adiado”, a Miriam Leitão escreveu em 31 de dezembro de 2012: “Parece uma maluquice que, quase 50 anos depois do golpe militar que fechou o Congresso, suspendeu direitos constitucionais, prendeu, cassou exilou, torturou, matou e ocultou cadáveres, ainda seja preciso explicar que isso não se comemora”.

Recomendados para você

Recomendados