Com novas suspeitas de ataques às cidades do Rio Grande do Norte e frota de ônibus e serviços comerciais paralisados por diversas cidades, o governo Lula iniciou uma intervenção federal nos presídios do estado.
Os ataques começaram na madrugada de segunda-feira (13) e se repetiram na madrugada de terça e de quarta-feira, quando cerca de 10 episódios foram registrados na região.
Na quarta, a cidade de Touros amanheceu com um incêndio no prédio do INSS, e a capital Natal também teve ataques, com o incêndio de uma garagem de ônibus, de caminhões e tratores e a paralisação das frotas de transporte público e das escolas.
Também nesta quarta, as forças de Segurança informaram que prenderam 43 suspeitos de envolvimento com os atentados e a morte de um dos apontados como líder de facção, que estava na Paraíba. Foram detidos 12 armas de fogo, 39 artefatos explosivos, 9 galões de gasolina, 5 motos, 2 carros, quantias de dinheiro e drogas.
Novos ataques
Na manhã desta quinta (16), um ônibus foi incendiado em Natal, na continuidade dos ataques, por volta das 6h. A previsão do município era retornar a circulação de 47 ônibus, por um período restrito, na capital. Mas após o episódio, a frota foi novamente retirada de circulação.
No bairro Alecrim, também em Natal, comércio e serviços foram fechados após boatos locais darem conta de novos ataques e arrastão. O mesmo ocorreu em Parnamirim, cidade vizinha a Natal, também fechando os estabelecimentos.
A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) de Natal desmentiu os boatos e afirmou que os arrastões não ocorreram. Policiais militares, do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) e choque fazem o patrulhamento das áreas.
Intervenção do governo Lula
Diante da continuidade do temores e suspeitas de ataques, o ministro da Justiça, Flávio Dino, determinou a Intervenção Penitenciária, dos presídios do Rio Grande do Norte.
De acordo com as apurações, as ações violentas são respostas de facções criminosas a violações de direitos humanos nas penitenciárias do estado. Denúncias de tortura e maus tratos foram feitas por esposas de detentos.
O anúncio da intervenção foi feito ontem (15), com o objetivo de coordenar “as atividades dos serviços de guarda, de vigilância e de custódia de presos”, em um esforçom colaborativo com os órgãos da administração estadual, de penitenciária e de segurança pública.
Dino autorizou o envio de 100 agentes e 30 viaturas de segurança para Natal, nesta terça, e outros 220 policiais nesta quinta, para conter novos ataques.
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Célio Ferreira Facó
16 de março de 2023 4:22 pmHá tanto que fazer Brasil a dentro! Aí um demente tornado Presidente pelas oligarquias gasta quatro anos flertando com milicianos, corrompendo-se, aviltando, mentindo, desonrando – impunemente!
Romeu Bezerra
16 de março de 2023 4:49 pmHá um estranhamento muito forte nesses ataques. O que está ocorrendo, nas cidades onde estão ocorrendo… me parece que há um aproveitamento por outros setores. Só uma séria e profunda investigação dirá. Mas que fede, há isso fede.
José de Almeida Bispo
16 de março de 2023 7:14 pmGolpistas novamente. Não deu certo em Brasília; agora vão continuar pontualmente estressando o país. Ou desmantela essa célula de sedição e cizânia logo, ou esses bandidos vão tumultuar o país até conseguirem o que querem. E~eles sabem o que querem e, a menos que sejam contidos vão continuar. São bandidos; são determinados; não desistem nunca.
Rindo Muito
16 de março de 2023 9:22 pmKkkkkkkkk Flávio Dino manda 100 kkkkkkkkk
Carlos Lima
17 de março de 2023 12:31 amA intervenção, deve ser feita em um raio maior, pois os estados nordestinos são muito próximos, quiçá, incluir o estado de SP, pelas características dos ataques, assemelham as do PCC. Outra hipótese, não deve ser descartada, as milicias combinadas com o crime organizado, para desestabilização politica.
roberto damasceno
17 de março de 2023 3:07 amEstado governado por uma mulher e do PT. Prédios públicos como alvos principais. Armas, drogas e dinheiro apreendidos com os presos.
Quem está patrocinando? Sinto o cheiro de terrorismo bolsonarista