
Historicamente, o grande embate econômico em um país se dá em torno do orçamento. Políticos populistas tratarão de utilizá-lo para atender às suas demandas de curto prazo; movimentos sociais disputarão recursos para as políticas sociais; empresários disputarão seu pedaço através de subsídios; mercadistas através dos juros da dívida pública.
Para legitimar suas demandas, cada setor tentará provar que os benefícios que recebe ajudarão no desenvolvimento geral.
***
É por aí que se deve analisar a entrevista do responsável pelo plano econômico de Marina Silva, Eduardo Gianetti, ao jornal O Valor.
Gestão fiscal responsável é princípio básico de política econômica – não se discute. E se configura uma falta de respeito para com o país entregar um cargo-chave a pessoas despreparadas, assim como montar políticas de subsídios sem clareza sobre os impactos fiscais, como foram os últimos anos de governo Dilma.
***
Posto isto, voltemos às duas linhas de pensamento econômico dominantes: os denominados neoliberais (representados por Gianetti) e os chamados neodesenvolvimentistas responsáveis.
Ambos defendem políticas fiscais sólidas. Ambos defendem políticas sociais, inclusão, investimentos em educação, saúde, infra-estrutura etc.
A prova do pudim é como pretendem tratar o orçamento.
***
Hoje em dia, a maior conta fiscal é a de juros. Não se trata de uma necessidade do Tesouro para conseguir colocar títulos. A razão é uma excrescência teórica que amarra a maior parte do custo da dívida aos movimentos da taxa Selic – e esta a um suposto combate à inflação. Essa política tem mais de doze anos e até agora não há comprovação teórica de que seja eficaz.
O correto, então, seria substituir o modelo de metas inflacionários por outras formas de articulação das expectativas empresariais e deixar de se utilizar os juros como tal.
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Gianetti – e a equipe de Marina – passam ao largo dessa visão. O projeto econômico que defendem é claro:
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Espaço total para a elevação dos juros, como instrumento de combate à inflação.
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Equilibra-se o orçamento cortando outros gastos, especialmente subsídios.
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Por subsídios, entenda-se a diferença, por exemplo, entre a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), aplicada nos financiamentos aos investimentos pelo BNDES, e a Selic. A TJLP segue padrões internacionais; já a Selic é uma excrescência, a taxa de juros mais alta do planeta. Para Gianetti, Selic é taxa correta e a TJLP é taxa errada. Então toca colar a TJLP na Selic.
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Cortem-se então os subsídios aos investimentos e às políticas sociais. Haverá recursos para as políticas sociais só depois de se cobrir a conta juros e haver sobra fiscal.
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O governo Dilma manteve a prioridade para as políticas de subsídios econômicos e sociais, mas agiu da pior forma possível.
Saiu distribuindo subsídios sem um plano de ação articulado, seguindo exclusivamente a vontade da presidente, descuidou da transparência fiscal, criou insegurança macroeconômica e não enfrentou a questão do custo da dívida pública.
Seria relevante que, no decorrer da campanha, Dilma fosse mais explícita sobre como pretende atuar nessa área, na eventualidade de um segundo governo.
Antero
10 de setembro de 2014 9:17 amNessa linha é de suma
Nessa linha é de suma importância saber os candidatos a ministro da economia num eventual segundo mandato.. o Nelson Barbosa, um dos cotados também defende, por exemplo, um realinhamento da TJLP, aproximando-a mais da SELIC (vide o artigo abaixo).
As justificativas podem ser nobres (não onerar demais o tesouro e, em consequência, o contribuinte), mas como fica o crescimento e o desenvolvimento (que também são importantes pro contribuinte)?
http://brasildebate.com.br/uma-proposta-de-ajuste-de-medio-prazo-da-tjlp/
Ivan de Union
10 de setembro de 2014 10:11 am“mas como fica o crescimento
“mas como fica o crescimento e o desenvolvimento (que também são importantes pro contribuinte)?”:
Ambos afundam.
Milton Friedman
10 de setembro de 2014 10:52 pmAfinal os incentivos estão
Afinal os incentivos estão dando tão certo agora, pois o investimento subiu … Epa!
MarcoPOA
10 de setembro de 2014 10:02 amCarta ao Povo Brasileiro 2.0
Candidata Dilma a economia está parando e logo irá parar completamente.
Alguma outra solução além do que estamos vendo nos últimos anos? O problema será somente Mantega ‘et caterva’?
Vai continuar a propaganda eleitoral ‘inclusiva’ direcionada ao nicho eleitoral ceivado durante os ‘anos petistas’ ou os novos anos Dilma valerão para todos?
Que tal uma “Carta ao Povo Brasileiro 2.0” para acalmar o ‘mercado’ e as pessoas que votaram naquele projeto, hoje descrentes, cansadas e não mais dispostas a avalizar o caminho que está sendo seguido. Não votei no formato que aí está, completamente diferente do prometido…e a descrença não vem de hoje…
Explique pra ‘nois’ Presidenta candidata! Os ministros continuarão a ser totens de eunucos no seu governo?
Marcos Pinto
10 de setembro de 2014 11:14 amExcelente
Fico frustrado (embora entendo que faz parte do clima de torcida que dominou a eleição) quando esse tipo de crítica é desqualificada como sendo “coxinha” ou PIG. O que os militantes mais fervorosos não entendem (ou fazem de conta que não é com eles) é que com a condução atual da política fiscal, é uma questão de tempo para o governo ter que começar a ter que fazer cortes nas políticas sociais – sem contar na dificuldade em se retomar o crescimento do PIB. E antes que digam que as pessoas “não comem PIB”, é a alta nesse indicador que tem promovido o aumento real no salário mínimo nos últimos anos.
A determinação de tirar o Mantega já é um alento, mas é se entrar outro poste? E o Arno, como fica? Essas respostas é que poderiam me fazer votar na Dilma Rousseff com um pouquinho mais de motivação.
Vitor Carvalho
10 de setembro de 2014 10:29 amSomente uma pergunta.
Como a Dilma ira devolver transparência e plano de gestão das contas públicas? Esperar que os investimento por si só resolverão tudo, trazendo mais recursos ao tesouro não dá. Voto em Dilma, mas até agora não sei a resposta para a única pergunta que tenho nesta campanha.
Vitor Carvalho
10 de setembro de 2014 10:29 amSomente uma pergunta.
Como a Dilma ira devolver transparência e plano de gestão das contas públicas? Esperar que os investimento por si só resolverão tudo, trazendo mais recursos ao tesouro não dá. Voto em Dilma, mas até agora não sei a resposta para a única pergunta que tenho nesta campanha.
Jossimar
10 de setembro de 2014 10:48 amMe desculpe Nassif. Mas,
Me desculpe Nassif. Mas, tenho a impressão que a Dilma tentou uma política para reduzir o peso do juros nas contas públicas, quando há uns doi anos baixou a selic até chegar a 7,25%.
Neste ponto, o governo foi alvo de uma campanha incessante na mídia que afirmava a volta da inflação dia e noite, a ponto de uma apresentadora de televisão usar colar de tomates para anunciar a volta da inflação.
Infelizmente, o governo cedeu porque permite que representantes do mercado comandem o Banco Central. Imagine se a Marina ganhar a eleição este ano?
Concordo com você quando afirma que a SELIC não ajuda em nada no combate a inflação. Serve apenas para engordar os ganhos dos banqueiros. Viu como os lucros deles aumentaram no primeiro semestre deste ano em comparação primeiro semestre do ano passado?
Juliano Santos
10 de setembro de 2014 12:43 pmAcho a mesma coisa, Jossimar.
Acho a mesma coisa, Jossimar. A Dilma tentou acabar com a praga dos juros altos no Brasil. E mais, foi direto no embate ao spread bancário, usando como arma os juros da Caixa e o BB. Creio que foi aí que os bancos resolveram que “Dilma não!”. E qual a arma para começar? O pig claro.
Começou o terrorismo econômico sobre “volta da hiperinflação”, cujo momento que pegou mesmo para a dona de casa foi a Ana Maria Brega usando aquele ridículo colar de tomate. Aí a Dilma errou feio, era para ter feito o contraponto. Ido a TV explicar didaticamente que aquilo era sazonal. Lula teria feito. Aí está a diferença.
Mas também chega de falar que a comunicação do governo foi uma procaria. Agora, bola para frente. Creio que o que o Nassif quer, uma clareza sobre política de juros não será colocado pela Dilma agora. É um debate complicado para o eleitor. Ela penas mostrará que a inflação está sobre controle e que a Marina é risco de juros extorsivos. Mas aprendeu a lição e deve ter melhorar estratégia para enfrentar os bancos num eventual segundo mandato
Milton Friedman
10 de setembro de 2014 10:48 pmVocé acha que o Pombini é
Vocé acha que o Pombini é representante do mercado financeiro? Imagine se não fosse! A SELIC caiu e a taxa de juro real está em 5%, abaixo dos 8% do final do governo Lula. E Dilma já esclareceu que não gosta de BC indenpendente, o BC deve ser mandado, como parece ser o atual.
jo lima
10 de setembro de 2014 11:06 amSó votarei na Dilma porque
Só votarei na Dilma porque tenho a esperança de que o Lula vai colar na Dilma para evitar que ela faça bobagem. É incrível como ela fez tanta lambança na economia – e por isso vai vencer essa eleição por pouca margem. Pois se ela seguir o padrão do primeiro mandato, o país quebra – pois política social tem que ser financiado pelo crescimento econômico.
drigoeira
10 de setembro de 2014 11:48 amCês tão brincando com coisa séria!!!
Precisa esclarecer melhor o programa de governo da Marina, pois ela tem grande chance de ganhar a eleição.
Existe milhares de brasileiros, como eu, que começamos a pagar o financiamento da casa própria. Muitos já possuem 30% da renda familiar comprometida por no mínimo 10 anos.
Se a política economica da mesma se concretizar neoliberal, este povo pode quebrar de vez.
A coisa é séria!
vera lucia venturini
10 de setembro de 2014 11:57 amEntão tá…
A Dilma mantendo
Então tá…
A Dilma mantendo os juros lá em cima já assiste a adesão em aberto do Itaú (aqui representando o capital e todo o seu poder) aos outros dois candidatos que defendem a tomada definitiva do poder pela banca. E o que estiver na frente é o candidato do coração. E do outro lado esta lá o Instituto Millenium para fuzilar qualqer governo que não ceda o suficiente (lembra quando Dilma baixou os juros e tivemos a inflação do tomate).
Até parece que é fácil assim enfrentar o poder das corporações financeiras. Ou como disse Lampedusa “algo deve mudar para que tudo continue como está”. Aliás, o livro O Leopardo é lapidar na análise da tomada do poder por outra classe social.
RONALD
10 de setembro de 2014 12:11 pmINCRÍVEL
Industria NAVAL bombando, bancos tendo lucros astronomicos, mercado automobilistico estabilizado, quase pleno emprego, o mundo se desmanchando e o BRASIL é que está em crise????????
RONALD
10 de setembro de 2014 12:21 pmParágrafo do PH/CAF falando
Parágrafo do PH/CAF falando de economia e da agência de RATING moodys:
:
Mas vamos em busca de críticas construtivas nesse texto?
A Moody’s acredita que níveis fracos da confiança do empresariado e do investimento irão impor obstáculos para uma recuperação econômica, diante de prospectos limitados de uma reversão no sentimento dos investidores [parece até aquela candidata falando…]. Na ausência de investimento privado mais forte é improvável que se desenvolva uma recuperação sustentada da atividade econômica.
Então, a agência classificadora concorda com a presidenta Dilma Rousseff que em diversas ocasiões também criticou o pessimismo sobre a economia do Brasil, e o comparou ao pessimismo com relação à Copa do Mundo, que ao final das contas não se concretizou. Parece ser uma espécie de jogo combinado: a oposição e parte da grande imprensa tentam construir um quadro de incertezas e pessimismo, enquanto o mercado rebaixa parâmetros de perspectivas, tentando dar substância a esse quadro.
E por falar em concreto/volátil, nunca é demais lembrar que, durante as eleições de 2002, diante da perspectiva – real – de Luiz Inácio da Silva vencer o pleito e tornar-se o primeiro metalúrgico presidente do Brasil, todas as agências internacionais de risco rebaixaram a nota do Brasil. O dólar chegou a valer R$ 4,00, por causa das “alta dívida pública aliada às incertezas eleitorais”. No final das contas, o quadro não passou de especulação especulação. Vale seguir observando para verificar se o desfecho da história também vai se repetir.
CONCLUINDO: mesmo com o PRÉ-SAL na visão dos liberais a PETROBRAS vai quebrar.
altamiro souza
10 de setembro de 2014 1:05 pmnuma economia de pleno
numa economia de pleno emprego e sucessivos aumentos de salários,
estámais do que clara essa questão do orçamento.
ou continua nesse pique privilegiando a estbilização do mercado interno
ou recai-se nessa economia retrógrada já viveniada na época do fhc,
quando o país quebrou tres vezes.
com marina poderá bem pior,
porque o dinheiro do orçamento, ao invés de ser usado
para manter o mercado aquecido e os salários estabilizados pelo menos,
irá para os bncos privados através dos aumentos da selic,
como querem os jenios da equipe economica da dona marina.
será o sonho marinático realizado –
finalmente o mercado assume o poder político
como ocorre na europa,
onde a crise zera o crescimento economico (crescimento bnegativo)
e cria desemprego impressionante e suicida,
como na espanha, onde 50 por cento dos jovens não conseguem emprego.
IV AVATAR
10 de setembro de 2014 1:46 pmO povo entenderá que votar em Marina é mudança prá pior
O povo entenderá que votar em Marina é mudança prá pior e que por isso Dilma fica
Marina não tem equipe e sim quadrilha
A equipe economica de Marina tá mais pra quadrilha
http://www.lexometro.blogspot.com.br/2014/09/isso-nao-e-uma-equipe-e-sim-uma.html
Dilma tem as mãos limpas. E que o PT é um grande partido mas lanterninha no ranking da corrupção. Já o PSB de Marina Silva é um pequeno partido mas grande no ítem corrupção
http://www.lexometro.blogspot.com
Últimas notícias
http://www.josecarloslima85.blogspot.com
Ricardo CP
10 de setembro de 2014 2:34 pmE a infra-estrutura?
Acho que faltou analisar o crescimento inevitável por conta das obras de infra que estarão prontas. Em particular, vejam o que diz o Wanderley Guilherme dos Santos na seguinte entervista:
http://www.viomundo.com.br/politica/wanderley-guilherme-dos-santos-2.html
Trechos: “Quando todos os investimentos estiverem operando, o PIB vai ser uma enormidade; a oposição quer colher o que não plantou”; “Para o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, o Brasil investe desde 2007 em infraestrutura e políticas públicas historicamente vetadas pelas elites. Alguns frutos já colhe. Outros estão por vir”
Rui Daher
10 de setembro de 2014 5:00 pmTERRA MAGAZINE – BLOG DO RUI DAHER
http://terramagazine.terra.com.br/blogdoruidaher/blog/2014/09/10/politica-economica-no-proximo-governo/
Altran Gomes da Silva
10 de setembro de 2014 5:04 pmExcelente Nassif,
A Dilma
Excelente Nassif,
A Dilma tem que acenar logo sobre o tipo de reorientação ela quer dar a equipe econômico. Tem nomes excelente para serem incluídos na lista, como Beluzo, Bresser e Delfim, dessa linha neodesenvolvimentista. COmo ela mesmo se institula, mais ou menos, dessa corrente, fica fácil a aproximação.
O que não dá é a manutenção da dupla de birutas: Guido-Arno. O nível de incompetência é estratosférico. AQuem já viu de perto, ficou assustado
Ricardo Santos
10 de setembro de 2014 6:37 pmEu penso que a questão
Eu penso que a questão principal é auditoria da Dívida Pública, como bem lembrado pela entidade: Auditoria da Dívida Cidadã.
Quando falamos sobre orçamento público, o primeiro ponto é a perda da metade do pudim.
Então podemos afirmar que os mercadistas através da dívida pública e seus juros de cara são donos da metade do pudim e, continuam brigando por mais pedaços! (são egoístas, não é mesmo? – A gula é pecado bíblico, não é mesmo, blábláblá?)
A mídia e os bancos são os mercantilistas…
Portanto: Dilma tem que incluir em seu programa de governo a auditoria da divida publica brasileira.
Cabe Ressaltar que no governo do Itamar os tucanos representavam os mercantilistas e, com ajuda de washington implantaram o programa monetário chamado plano real(que nada mais é um sistema que torna a dívida pública em uma espiral infinita, isto ocorre por causa do seu famoso “TRIPÉ”.
Vejam a representação do pudim em forma de gráfico de pizza.
Ricardo Santos
10 de setembro de 2014 6:46 pmO caminho jó foi
O caminho jó foi dado:
[video:http://www.youtube.com/watch?v=qNosb8vdoMQ%5D
Têm coisas absurdas em nossa dívida.
Milton Friedman
10 de setembro de 2014 10:44 pmVocê propõe o confisco da
Você propõe o confisco da poupança de todos indíviduos que aplicam em Títulos Públicos? É para dar calote em todo o Tesouro Direto e todos os fundos de investimento doméstico em títulos públicos? Calote em todos os poupadores nacionais que ainda aplicam seus recursos no Brasil? Pode ser mais específico?
Miguel A. E. Corgosinho
10 de setembro de 2014 6:50 pm“A prova do pudim é como
“A prova do pudim é como pretendem tratar o orçamento.”
Vejamos como o orçamento (projeção) de valor engendra o orçamento como forma de desenvolvimento para o governo transformar e distribuir dinheiro.
Extingue-se mutuamente:
Títulos públicos por gestão.
Preço do dinheiro (investimento) por valor da riqueza.
Intermediários do desenvolvimento da riqueza (bancos de financiamento) por polos de um mesmo processo de gestão.
financiamento externo por projeção do movimento interno da economia.
Políticas fiscais por engendramento dos polos do processo (valor do trabalho X produção) = VALOR no dinheiro.
Finalmente, gestão do valor do desenvolvimento extingue o preço do dinheiro no mesmo campo do movimento interno da economia, e a projeção exclui o juro que se apodera da riqueza, no longo prazo; então, devido ao processo simultâneo da gestão (pudim) podemos levar a dádiva da partilha do orçamento a transformar o dinheiro público (falta de especulação financeira) em forma da sociedade.
Fabiana C;
10 de setembro de 2014 7:34 pmRedução da Selic para 7%a.a.
Redução da Selic para 7%a.a. o mais rápido possível e um ajuste parcial no fator previdenciário para beneficiar os milhões de aposentados/pensionistas que ganham mais de um salário mínimo que estão perdendo o poder de compra ano a ano. A economia vai dar um impulso extraordinário, juro menor, aposentado consumindo mais, arrecadação maior de impostos, maiores investimentos, provocando um círculo virtuoso na economia. Basta de sanguessugas/rentistas que estão dilapidando o orçamento federal em detrimento de melhores condições de vida para a população brasileira.
Milton Friedman
10 de setembro de 2014 10:42 pmIsso já foi tentado e não deu
Isso já foi tentado e não deu certo. O salário mínimo cresceu 7,5% em 2012. O problema atual não é falta de demanda.
Carlos Garcia
10 de setembro de 2014 8:25 pmDesindexação
Nassif:
Acompanho suas colunas há anos e gosto muito de suas ponderações. Não seria melhor deindexar a economia e acabar de vez com a Selic. Gostaria que você falasse mais sobre o assunto..
Alexandre Weber - Santos -SP
11 de setembro de 2014 1:58 amO Planeta está uma bagunça, perder tempo aqui é perigoso
Têm muito poeta e diletante dando palpite aqui no blog, mas na boa, a maré lá fora vai de mal a pior, se ficarmos aqui arrumando tudo, enquanto chutam o balde lá fora, vamos perder o trem da história.
O negócio é não remar contra a maré, o Brasil têm de dançar conforme a música e onde der emplacar nossos interesses.
Se o pudim for de anjos tenho certeza que a coisa desanda por aqui.
Na minha humilde opinião é um olho no gato e outro no peixe – um no Dólar e outro nas condições aqui dentro – na hora que o Dólar claudicar é ai que a onça bebe água…
Uma ação cirurgica, rápida, sem remorso, acaba com a mamata deste povo que só ferra o povo e a nação.