
Jornal GGN – Na última quinta-feira (28), a presidente Dilma Rousseff esteve em Salvador para cumprir compromissos oficiais e realizar novas gravações de seu programa eleitoral. Na ocasião, ela aproveitou para rebater críticas da candidata Marina Silva sobre o incentivo à produção de petróleo no País.
No dia anterior, quarta-feira (27), Marina havia afirmado, em encontro com produtores de açúcar e etanol, que era preciso “corrigir políticas equivocadas que incentivaram o uso de combustíveis fósseis em vez dos renováveis”.
Dilma afirmou que as críticas são um “desconhecimento da realidade”, e voltou a defender os investimentos realizados na extração de petróleo no pré-sal. “Quem acha que o pré-sal tem que ser reduzido não tem uma visão real do Brasil”, disse.
A presidente explicou que nem o etanol, nem o biodiesel são alternativas concretas ao petróleo. “Elas complementam, mas não substituem”.
Ela comparou os biocombustíveis às matrizes alternativas de energia elétrica, como a eólica e a solar. “No Brasil, quem não investir em hidrelétricas está alienando uma das fontes de competitividade do País”.
A presidente ressaltou que a fonte hidrelétrica é limpa e que energia eólica e solar não produziriam o bastante para substituí-la. “A alternativa à hidrelétrica é a energia de origem do petróleo, as usinas térmicas a gás e a carvão, ou, no pior dos casos, a óleo combustível”, explicou.
Além disso, ela lembrou que 75% dos royalties e 50% do fundo social do pré-sal, serão destinados à educação. “Isso representa, em 35 anos, R$ 1,3 trilhão”.
Fernando Elias Reis
17 de setembro de 2014 10:50 pmTanta coisa meio certa e meio errada que fica difíciu comentar..
O PROBLEMA DA “VONTADE POLÍTICA”: numa sociedade fraca como a nossa, as decisões políticas não são tomadas com base no interesse nacional, mas no interesse econômico de “investidores” (e A CULPA É NOSSA, dos que têm “diproma”, chabições que vomitam o veneno que engolem na comida estraga da mídia manipuladora, enfraquecendo nossos representantes na tomada de posições mais vantajosas para o país – e nem vou usar a palavra “nacionalismo” para não ser linchado, pois virou palavrão…). Daí que, como ainda não existem fabricantes de painéis de aquecimento solar de água com ações na bolsa de valores (ou seja, sem nível de governança que permita a credibilidade por investidores de mercado), o Governo nunca vai levar a sério esta questão.
E assim vamos nós, discutindo o sexo dos anjos enquanto Bizâncio é tomada pelas Cruzadas dos “investidores”.