O IPCA de abril foi de 0,61%, perfazendo 4,18% em 12 meses.

Saúde e Cuidados Pessoais registrou a maior elevação – de 1,49% – no Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) e também o maior impacto – de 0,19. O segundo maior impacto foi Transportes, com 0,56% de alta e 0,12 de impacto.
Sem Saúde, o IPCA teria sido de 0,41%.

Mesmo assim, o IPCA acumulado de 12 meses continua em queda: fechou em 4,18 contra 4,65% de março.


Em 12 meses, é interessante ver que o único subgrupo a registrar deflação foi o de Transportes. E as maiores altas foram Vestuário (puxado pelo preço do algodão) e Saúde.

Pela tabela de difusão das altas de todos os produtos percebe-se que os produtos em alta passaram de 229 para 251.

Entre os subgrupos, a alta atingiu 38 deles contra 34 de março.

josé Oliveira de Araújo
12 de maio de 2023 3:53 pmSe os economistas que fazem previsões na economia fossem remunerados pelo índice de acertos, a maioria estaria na miséria ou já teriam desistido da profissão. O curioso, é que tais especialistas que não conseguem acertar a inflação do próximo, mês, apoiam as decisões “técnicas” do BCB, sobre as taxas de juros com base em projeções futuras que costuneiramente eles erram. Não é atoa, que nos 23 anos de sua existência, o BCB nunca acertou o centro da meta, excetuando um acerto que ocorreu, salvo engano, no mês de Setembro de 2009. É importante ressaltar, que o BCB utiliza, as previsões destes oráculos para calibrar sua política de juros que eles apelidam de decisões técnicas. Eles não sabem ou finjem que não sabem, que o controle da inflação é um processo complexo que envolvem várias instância e que não podem ser resumidas apenas a questão dos juros.
Carlos Lima
12 de maio de 2023 11:32 pmEsse dado Nassif, mostra que a área médica, incluindo laboratórios, planos de saúde, hospitais e etc., continuam surfando, com ou sem crise, é uma transferência de renda brutal para este setor. Por isso fiz um cometário sobre socorro as Santas Casas novamente, é um poço sem fundo, em minha cidade que é referencia na área de saúde, e que foi o ensaio para a criação do SUS, não tem pediatra, simplesmente não tem pediatra na rede pública, é um calvário para os pais, principalmente os mais pobres, que não tem como deslocar de um lado para outro. A cidade deveria sofrer uma intervenção federal na saúde para resolver isso, pois Montes Claros faz parte do Saúde Plena, recebe muitos recursos federais.