
Jornal GGN – Nesta terça-feira (26), após 50 dias de conflitos na Faixa de Gaza, negociadores palestinos e de Israel acordaram um cessar-fogo ilimitado. Segundo o governo egípcio, que mediou as negociações, a trégua entrou em vigor as 19 horas (13 horas no horário de Brasília). O Egito intermediou o diálogo.
O acordo envolve a derrubada do bloqueio à Faixa da Gaza” imposto por Israel desde 2006. Essa era a principal condição dos palestinos para firmar o acordo. Isso permitirá o envio de ajuda humanitária e materiais de construção ao território. Além disso, ficou decidido uma ampliação da área permitida para pescadores palestinos atuarem.
“O acordo determinou também que as questões pendentes das negociações entre palestinos e israelenses serão discutidas no prazo de um mês após a vigência da trégua por meio de negociações indiretas no Cairo”, informa o Estadão.
O conflito entre Israel e o Hamas deixou 2.138 palestinos, a maioria civis, e 69 israelenses, a maioria militares, mortos.
Ivan de Union
27 de agosto de 2014 8:31 pm“”O acordo determinou também
“”O acordo determinou também que as questões pendentes das negociações entre palestinos e israelenses serão discutidas no prazo de um mês após a vigência da trégua por meio de negociações indiretas no Cairo”, informa o Estadão”:
Mentira. Israel negou se a TODOS os acordos desde 2006, eh agora que eles viram que fabricaram uma favela em Gaza e vao “aceitar” alguma coisa?
vera lucia venturini
27 de agosto de 2014 9:03 pmSerá? Derrubada do bloqueio a
Será? Derrubada do bloqueio a Faixa de Gaza.. Então o Hamas ganhou a guerra?
Se isso acontecer milagres existem.
DeBarros
27 de agosto de 2014 9:13 pmSe o bloqueio cair, o Hamas
Se o bloqueio cair, o Hamas parar de disparar foguetes e a paz realmente acontecer, ambos, Israel e Palestina terão saído vencedores dessa.
junior50
27 de agosto de 2014 10:54 pmNão creio
Terminal portuario de cargas: Israel recusa ; Terminal aereo: Israel recusa; Bloqueio: É possivel que o Egito libere a passagem de Rafah, desde que com fiscalização.
junior50
27 de agosto de 2014 10:51 pmUS$ 20.000.000,00 por dia
Infelizmente, espero estar errado, mas ambos os lados apenas “cansaram”.
O valor acima, é quanto custa, diariamente, apenas em fase direta, a mobilização do Exército Israelense, não entrando no calculo outros custos diretos, como: lançamento de misseis Iron Domme ( US$ 70 mil cada), ou os aumentos das taxas de seguro, a retirada de profissionais de linhas de produção quando convocados, queda do PIB etc..
Do HAMAS: Perda de lideranças *, queda dos estoques nos arsenais, atritos internos, perda momentanea de apoio da Siria e Irã – MAS ganhou bastante, afinal causou muitas baixas no Exército Israelense, e cada vez mais se distancia, da posição passiva e subserviente demonstrada pelos “laicos” da ANP.
* “Perda de lideranças”: É fato que varias lideranças militares do Hamas, foram mortas ao final desta operação israelense, aliás casos bastante noticiados pela midia como uma “vitória israelense”, chamadas no jargão de “cuthead actions” ( corta-cabeças), o que NÃO é falado, é que tais ações são improdutivas, são midiáticas e populistas, ou alguem acredita que o Shinbet, e seu parceiro Mossad, não poderiam ter as realizado antes ? Realizaram no final para dar uma “resposta” a sociedade israelense.
Todos os lideres que foram abatidos, sabiam, há anos, que eram “alvos”, não viviam, tinham um espaço de sobrevida operacional e politica, portanto como em qualquer organização terrorista ou não, moderna, que traça objetivos macro, estes lideres já tinham substitutos treinados, no minimo 2, tão competentes e preparados, militarmente e politicamente, como eles, talvez, o que ocorre na maioria das vezes – melhores, pois aprenderam mais com o erro de seus antecessores.
Diego M.
28 de agosto de 2014 5:44 amQuem venceu? Queremos sangue!
A construção do porto e do aeroporto que eram as principais reinvindicações do Hamas foram deixadas para uma segunda rodada. Ninguém ganha com a guerra, os dois lados sofrem perdas financeiras e de vidas. Pela reportagem da impressao que os pacifistas querem ver mais guerra e mortes só para celebrar que um dos lados ganhou. A guerra trás benefícios para os que não querem ver a paz e a coexistência e e usam os outros para sua ambição pessoal.