4 de junho de 2026

“O Grande Presidente”, com Martinho da Vila

Samba enredo da Mangueira em 1956; autoria de Padeirinho

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

5 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. MANREL

    24 de agosto de 2014 10:59 pm

    LULA LÁ

    Quantos passaram  por isso?

     

    O Pequeno Burguês

     

    Martinho da Vila

    Felicidade!
    Passei no vestibular
    Mas a faculdade
    É particular
    Particular!
    Ela é particular
    Particular!
    Ela é particular…

    Livros tão caros
    Tanta taxa prá pagar
    Meu dinheiro muito raro
    Alguém teve que emprestar
    O meu dinheiro
    Alguém teve que emprestar
    O meu dinheiro
    Alguém teve que emprestar…

    Morei no subúrbio
    Andei de trem atrasado
    Do trabalho ia prá aula
    Sem jantar e bem cansado
    Mas lá em casa
    À meia-noite
    Tinha sempre a me esperar
    Um punhado de problemas
    E criança prá criar…

    Para criar!
    Só criança prá criar
    Para criar!
    Só criança prá criar…

    Mas felizmente
    Eu consegui me formar
    Mas da minha formatura
    Não cheguei participar
    Faltou dinheiro prá beca
    E também pro meu anel
    Nem o diretor careca
    Entregou o meu papel…

    O meu papel!
    Meu canudo de papel
    O meu papel!
    Meu canudo de papel…

    E depois de tantos anos
    Só decepções, desenganos
    Dizem que sou um burguês
    Muito privilegiado
    Mas burgueses são vocês
    Eu não passo
    De um pobre coitado
    E quem quiser ser como eu
    Vai ter é que penar um bocado
    Um bom bocado!
    Vai penar um bom bocado
    Um bom bocado!
    Vai penar um bom bocado
    Um bom bocado!
    Vai penar um bom bocado…

     

  2. Jair Fonseca

    24 de agosto de 2014 11:33 pm

    “Retrato do velho”, marchinha

    “Retrato do velho”, marchinha de Haroldo Lobo e Marino Pinto, de 1951, com Francisco Alves, antecipou a volta de Gegê à presidência, o que também levou à sua morte trágica.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=eVgOODBrCMc%5D

     

  3. Almeida

    25 de agosto de 2014 12:10 am

    Ele Disse, de Edgar Ferreira, canta Jackson do Pandeiro

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=zXRO38e6W7A%5D

    Ele disse muito bem:
    “O povo de quem fui escravo
    Não será mais escravo de ninguém”

    Para todo operário do Brasil
    Ele disse uma frase que conforta:
    “Quando a fome bater na vossa porta
    O meu sangue é capaz de vos unir
    Meus amigos por certo vão sentir
    Que na hora precisa, estou presente
    Sou o guia eterno dessa gente
    Com meu sangue o direito eu defendi”

    Ele disse com toda consciência:
    “Com o povo eu deixo a resistência
    O meu sangue é uma remissão
    A todos que fizeram reação
    Eu desejo um futuro cheio de glória
    Minha morte é bandeira da vitória
    Deixo a vida pra entrar na história
    E ao ódio eu respondo com perdão”

  4. implacavel

    25 de agosto de 2014 3:43 am

    Aula de Samba

    [video:http://youtu.be/0ulAWomBcWc%5D     

    Escutando esse samba, me lembrei desse projeto da Martinália.

    Mart’nália reproduz aula de samba de Martinho

    Blog do Mauro Ferreira

     Resenha de CD
    Título: Aula de Samba
    – A História do Brasil através do Samba-Enredo
    Artista: Alcione, Chico Buarque, Dona Ivone Lara,
    Emílio Santiago, Fernanda Abreu, Leci Brandão, Lenine,
    Maria Rita, Moska, Simone, Toni Garrido e Zélia Duncan
    Produção: Mart’nália
    Gravadora: Biscoito Fino
    Cotação: * * *

    Um dos mestres do samba-enredo, Martinho da Vila o tornaria menos caudaloso e arrastado nos anos 60 sem descaracterizar o gênero, cujas tradições soube reverenciar ao gravar em 1980 o álbum Samba Enredo. Mart’nália aprendeu a lição em casa e a seguiu com fidelidade ao produzir o bom CD Aula de Samba, idealizado por seu irmão Martinho Filho. A boa idéia foi fazer um disco de caráter educativo com regravações inéditas de sambas-enredos que (re)contem em suas letras passagens da História do Brasil. Para tal, a filha de Martinho convocou time de intérpretes formado por Chico Buarque, Maria Rita, Moska, Simone e outros.

    É difícil dissociar Aula de Samba do disco em que Martinho da Vila regravou 12 sambas-enredos históricos em todos os sentidos. Mesmo porque cinco dos onze sambas selecionados por Mart’nália estiveram no repertório do LP lançado por Martinho em 1980. Foi copiando a lição de seu pai que Mart’nália tirou do baú jóias comoBenfeitores do Universo, o samba defendido em 1953 pela escola Cartolinhas de Caxias, uma das agremiações de Caxias (município da Baixada Fluminense, RJ) que deram origem à Grande Rio, hoje no Grupo Especial. Coube a Zélia Duncan gravar o obscuro samba.

    Muito desanimado, Chico Buarque abre o disco com Exaltação a Tiradentes (Império Serrano, 1949), dando uma aula de como nãose cantar samba-enredo. Faltou a Chico o entusiasmo que regeu as boas gravações de Leci Brandão (Dona Beja, a Feiticeira de Araxá- Salgueiro, 1968) e de Moska (Dia do Fico – Beija-Flor, 1962) para citar apenas dois exemplos de faixas mais empolgantes. Contudo, Chico não é o único culpado por sua aula ser bastante enfadonha. Mart’nália parece ter produzido o disco sem pressão… Até mesmo nomes que já gravaram sambas-enredos com animação soam sem a força habitual. Casos de Fernanda Abreu, que defende Os Sertões(Em Cima da Hora, 1976) – aliás, uma aula de como se fazer samba-enredo – e de Simone, intérprete de Aquarela Brasileira (Império Serrano, 1964), samba que está mais para uma aula de geografia…

    Mestre dos sambas de enredos históricos, Silas de Oliveira (1916 – 1972) é não por acaso o compositor mais presente no repertório. Além de Aquarela Brasileira, Silas tem seu nome entre os autores de Heróis da Liberdade (Império Serrano, 1969) – um clássico do gênero revivido por Maria Rita – e de Os Cinco Bailes da História do Rio (Império Serrano, 1965), que reaparece na voz nobre da co-autora Ivone Lara (em dueto com um deslocado Toni Garrido).

    Nem todos os compositores, entretanto, eram mestres como Silas. E o fato é que alguns sambas, embora sejam irretocáveis do ponto de vista melódico, esboçam versões idealizadas de passagens da História do Brasil. Exemplo é o retrato retocado de Getúlio Vargas (1882 – 1954) esboçado em O Grande Presidente (Mangueira, em 1956), samba de Padeirinho revivido na voz de Alcione. Outro é a visão simplista da abolição da escravidão apresentada em Sublime Pergaminho (Unidos de Lucas, 1968) pelo sempre afinado Emílio Santiago. No todo, o CD é oportuna aula de como fazer um samba-enredo que já não se faz mais. Basta (re)ouvir com Lenine Onde o Brasil Aprendeu a Liberdade (Unidos de Vila Isabel, 1972), belo clássico de Martinho da Vila, para comprovar que Mart’nália nem precisou sair de casa para aprender a sua lição de samba-enredo… 

     

  5. Jossimar

    25 de agosto de 2014 11:00 am

    NUNCA VI NADA SER FALADO EM

    NUNCA VI NADA SER FALADO EM 2:03 MINUTOS. ESTA FIGURA DESENVOLVEU A ARTE DE FALAR SEM FALAR NADA.

    E TEM GENTE QUE ACREDITA NO NADA.

    A SORTE DELA É SÓ TER DOIS MINUTOS DE PROGRAMA.

     

Recomendados para você

Recomendados