O submergível Titan da empresa OceanGate desapareceu no domingo (18) durante uma expedição ao local do naufrágio do Titanic no Atlântico Norte.
Cinco pessoas estavam a bordo do veículo: o empresário britânico Hamish Harding, o empresário paquistanês Shahzada Dawood e seu filho Suleman; o ex-comandante da Marinha Francesa, Paul-Henry Nargeolet; e o CEO da Ocean Gate, Stockton Rush.
Ainda não se sabe o que aconteceu com o submergível, que perdeu contato com o navio de superfície menos de duas horas após iniciar o mergulho. Uma equipe internacional envolvendo as Guardas Costeiras dos Estados Unidos e do Canadá está envolvida na busca. O prazo para o término do oxigênio do submergível é nesta quinta-feira às 9h.
O Titan é feito de fibra de carbono e titânio e tinha um espaço limitado para os ocupantes se sentarem ou ficarem em pé. O veículo era pilotado pelo fundador e CEO da OceanGate, o engenheiro aeroespacial Stockton Rush.
A empresa enfrentava críticas de especialistas da indústria desde 2018 por não seguir as diretrizes de segurança aceitas pelo setor e pela falta de supervisão de responsáveis por verificar as estruturas dos submarinos.
O passeio era comercializado por US$ 250 mil (mais de R$ 1 milhão) por pessoa. No Brasil, o pacote para a viagem era comercializado pela Agência Marcos Pontes Turismo de Aventuras, de propriedade do senador bolsonarista e ex-ministro Astronauta Marcos Pontes (PL).
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