
Enviado por Assis Ribeiro
Da Deutsche Welle
Morte de Campos muda corrida eleitoral
Perto do início da campanha na TV, PSB tem que correr para definir substituto. Escolha provável é Marina, que já chegou a ficar à frente de Aécio nas pesquisas. Ela, porém, teria que conquistar eleitores pernambucanos.
A trágica morte do candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, torna o resultado das eleições ainda mais indefinido. Segundo especialistas, a ex-senadora e candidata a vice-presidente na chapa do partido, Marina Silva, deve ser escolhida para assumir o comando da campanha.
“Não há outra pessoa na coligação que possa substituí-lo, não dá para inventar alguém agora”, diz o professor de ética e filosofia política da Universidade de São Paulo Renato Janine Ribeiro.
A opção pela candidatura de Marina tem potencial para alterar a corrida eleitoral. Para os analistas políticos, a ex-senadora é um nome mais forte que o ex-governador de Pernambuco e pode até disputar um possível segundo turno com a candidata à reeleição Dilma Rousseff.
Dez dias para apontar candidato
Em outubro de 2013, uma pesquisa do Ibope apontou que Marina teria 21% das intenções de voto, à frente de Aécio Neves, do PSDB, com 13%. Dilma liderava com 39%. Já Campos aparecia atrás do candidato tucano.
“Nas ultimas eleições, em 2010, Marina teve cerca de 20 milhões de votos. Campos tinha uma liderança mais regional, principalmente em Pernambuco. Fora do estado ele não era tão conhecido”, afirma o cientista político Pedro Fassoni, da PUC-SP.
Apesar de Marina ser mais conhecida a nível nacional, não há certeza de que votos de Campos irão para ela
Segundo a lei eleitoral, o PSB tem até dez dias para escolher um novo candidato. “É facultado ao partido político ou à coligação substituir candidato que tiver seu registro indeferido, inclusive por inelegibilidade, cancelado ou cassado, ou, ainda, que renunciar ou falecer após o termo final do prazo do registro”, diz a resolução do Tribunal Superior Eleitoral.
A decisão, entretanto, deve ser tomada ainda antes do prazo de dez dias, aposta o cientista político da Unicamp Valeriano Costa: “Estamos a uma semana da campanha eleitoral na televisão, que é o principal elemento de divulgação no Brasil. A Marina não tinha propaganda gravada, por isso, eles têm pouco tempo para correr atrás do atraso.”
Ele afirma ainda que a opção por Marina não será fácil. Antes de se unir a Campos, a ex-senadora tentou lançar a sua própria candidatura à Presidência pela Rede, projeto de partido que não obteve o registro a tempo.
“Ela é candidata pelo PSB, mas está montando uma nova legenda e vai claramente jogar a favor da Rede. Além disso, ela tem uma relação complicada com os quadros partidários do PSB. Diferentemente da que mantinha com Campos, mais equilibrada e tranquila. Sem ele, Marina vai ter que enfrentar diretamente os quadros do partido”, acredita Costa.
Vazio na liderança do partido
Outra dificuldade que será enfrentada, segundo especialistas, é o vazio que a morte do ex-governador de Pernambuco deixará na liderança política do PSB. “Isso vai desencadear uma disputa interna no partido, porque Campos tinha um projeto hegemônico, que outros grupos vão tentar substituir”, diz Antonio Carlos Mazzeo, cientista político da Unesp e da PUC-SP.
Segundo especialistas, morte do ex-governador de Pernambuco deixará vazio na liderança do PSB.
Apesar de Marina Silva ser mais conhecida a nível nacional, não há certeza de que os votos de Campos migrariam para ela. “O ex-governador de Pernambuco construiu toda uma base empresarial, mas os empresários não gostam da Marina”, afirma Janine Ribeiro, da USP.
Já Costa lembra que o eleitorado de Campos está muito concentrado em Pernambuco e pode não transferir o voto para Marina. “A ex-senadora não é muito famosa no Nordeste. Então esses eleitores podem voltar a votar no PT, como faziam antes”, argumenta.
Mesmo se não herdar os votos de Campos, o potencial eleitoral de Marina é maior, o que aumenta a probabilidade de um segundo turno com Dilma. Segundo os especialistas, Marina deve atrair os indecisos, que buscariam uma mudança no cenário político.
Para Fassoni, é possível também que a ex-senadora roube votos dos candidatos do PT e do PSDB. “Alguns eleitores que pretendiam votar na Dilma podem votar na Marina. E é um sinal vermelho para o Aécio, que pode perder a vaga que tinha quase garantida no segundo turno”, diz o especialista da PUC-SP.
Costa concorda que Marina pode prejudicar o desempenho dos outros candidatos, ainda que considere este cenário mais improvável. “É preciso ver se ela vai conseguir reconstruir a sua imagem, que ficou desgastada com a tentativa fracassada de lançar a Rede nestas eleições”, diz o cientista político.
Já Mazzeo acredita que Marina só tem o potencial de conquistar os votos de Aécio, mas não os de Dilma. “Para a atual presidente, muda pouco”, afirma.
Alianças em xeque no segundo turno
A entrada de Marina também pode afetar as alianças em caso de um segundo turno entre Dilma e Aécio. Segundo os especialistas, Campos e o PSB tendiam a apoiar o candidato do PSDB, unindo forças contra a candidata do PT.
Marina veio do PT e tem trajetória de oposição histórica ao PSDB, de Aécio Neves
Com Marina, afirmam, essa possibilidade é remota. “Ela veio do PT e tem uma trajetória de oposição histórica ao PSDB. A ex-senadora vem forçando uma separação clara entre PSB e PSDB desde que entrou para a chapa”, defende Costa.
Para alguns especialistas, a trágica morte de Campos poderá ser usada com fins eleitorais. “Será feito um apelo emocional na campanha. Isso é ruim, mas é inevitável”, assegura Mazzeo.
Outros acreditam que a figura de Campos não tinha a relevância política necessária para uma estratégia desse tipo. “Não vai haver uma grande comoção nacional, como ocorreu com a morte do Tancredo Neves. Campos não estava tão cotado nas eleições e não era tão conhecido. Então vai ser difícil explorar isso para fins eleitorais”, aponta Fassoni.



CB
15 de agosto de 2014 12:09 pmA direita está eufórica, mas
A direita está eufórica, mas tem um pequeno “pobrema”: Dilma está consolidada na liderança, restará a disputa pela vaga de perdedor do segundo turno, se houver. E aí a pancadaria “de altíssimo nível” vai rolar solta entre a campanha do neto de Tancredo e a campanha da “Mulher do Xale” porque ela será ameaça séria a tirar o psdb de um eventual segundo turno. Batendo em Dilma, a direita político-midiática já levou seu menino até onde podia, portanto resta saber quantos votos ainda poderiam ser conquistados com esta tática e Marina será a opção dos anti-PT que só escolhem o neto de Tancredo por exclusão. Em 2010, a ex-petista (sua “maior qualidade” para parte do eleitorado) não foi incomodada porque não era ameaça a serra, desta vez será diferente.
Ivan de Union
15 de agosto de 2014 12:12 pm“A trágica morte do
“A trágica morte do candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, torna o resultado das eleições ainda mais indefinido”:
Quem ta espalhando isso desde o primeiro minuto mesmo?
A media brasileira… Ate parece que todos os eleitores de Dilma vao subitamente mudar de ideia!
Ora, ta “mais indefinido” PARA QUEM?
So ha uma resposta. Bem vindo ao terceiro lugar, Aecio.
sergio ferreira
15 de agosto de 2014 12:23 pmA total ausência de
A total ausência de alternativas para substuir Campos dentro do PSB só revela o quão personalista era o seu projeto e o seu partido.
Assim como será a REDE quando constituída.
Tanto o partido do Campos quanto o partido da Marina são instrumentos para aventuras pessoais.
E olha que eu gosto da Marina.
Sergio Saraiva
15 de agosto de 2014 12:27 pmEduardo Campos – a tragédia definindo a estratégia política.
Se, em vida, a trajetória de Eduardo Campos, nestas eleições, não demonstrava poder de alterar o quadro eleitoral, sua morte pode produzir uma reviravolta considerável.
Não é a primeira vez em nossa história recente que a tragédia pessoal acaba sendo fator de mudança radical na estratégia político eleitoral. Getúlio e Tancredo mudaram a história brasileira com suas mortes.
Quais os desdobramentos da tragédia com Eduardo Campos para as próximas eleições?
Com certeza esse não é o momento mais apropriado para uma discussão desta. Mas ela é inevitável.
Existem, pelo menos, três pontos a se analisar.
Marina Silva e o PSB – uma encruzilhada.
Não é tão simples a substituição de Eduardo Campos por Marina Silva. Por vários motivos, o principal deles – Marina Silva é Rede, não é PSB. Marina Silva não quer ser PSB.
Eduardo Campos era o avalista da presença de Marina no PSB e algodão para os vários atritos provocados pelo jeito marineiro de ser de Marina Silva.
O PSB não tem substituto natural para Eduardo Campos. Adotar Marina Silva como candidata resultará em um maior protagonismo eleitoral. Mais intenso, sem dúvida, até do que era com Eduardo Campos.
Mas seria o Rede que estaria no comando, não o PSB. E ser comandado por Marina Silva é dizer sim o tempo todo. Com políticos veteranos com os do PSB, isso seria possível?
Com Marina Silva, creio ser improvável uma aliança com PT ou com PSDB. Sem Marina, o quadro muda de figura.
Antes desta definição, poderá ocorrer uma guerra surda entre PSB e Rede – o que resultar ou sobrar dessa guerra, prosseguirá a campanha.
Dilma perde muito.
Supondo Marina Silva com o apoio do PSB, o segundo turno passa a ser quase uma realidade. Marina cai como uma luva para os eleitores indecisos. Hoje, formam uma parcela considerável do eleitorado. Já, o eleitorado nordestino de Eduardo Campos pode, pelo menos em parte, migrar para Dilma.
Para Dilma, um segundo turno não é derrota, longe disso, mas é a perda da oportunidade de levar já no primeiro. E isso é perder muito.
Aécio pode perder tudo.
Aécio não deslanchou. Patina há meses na casa dos 20%. No entanto, nas pesquisas, cresce muito no segundo turno, como crescia Eduardo Campos. Isso porque agregariam o voto anti-PT.
Com Marina, esse voto pode ter destino já no primeiro turno. O que significaria Marina deslocando Aécio para o terceiro posto.
E terceiro, para Aécio, é menos do que nada, significa estar fora das eleições menor do que entrou.
O poderoso dispositivo midiático de oposição teria de decidir se parte para o ataque contra Marina ou se cristianiza Aécio Neves.
Com certeza esse não é o momento mais apropriado para uma discussão desta. Mas ela é inevitável.
João Paulo Reis
15 de agosto de 2014 12:53 pmA palavra de ordem da direita e rentistas é: Tudo contra o PT
Vale qualquer coisa contra o PT, já vi esse filme quando elegeram Maluf
Jorge Luis
15 de agosto de 2014 12:30 pmNão sei o que seria mais
Não sei o que seria mais perigoso para o desenvolvimento do Brasil: Aécio ou Marina.
Alguém governa sem o congresso? Claro que não.
Imagine vários projetos de infraestrutura importantíssimos sendo paralizados porque o GreenPeace disse que eles não são “ecológicos”.
Mal conhecíamos o programa de governo do Eduardo Campos, o que saberemos então do programa da Marina, que discordava dele em diversos pontos, faltando tão pouco tempo para a eleição?
Quem consegue traduzir os discursos “enrolation” da Marina para algo prático? Nem Caetano entende o que ela fala.
Qual a experiência administrativa da Marina? Foi ministra do meio ambiente e acabou demitida porque não fazia nada, só atravancava o desenvolvimento, como na história dos bagres de Belo Monte.
Voto na Marina é temerário.. Eduardo Campos não era meu candidato, mas ele passava muito mais confiança que a Marina.
João Paulo Reis
15 de agosto de 2014 12:50 pmA direita quer Marina
A direita e os rentistas querem Marina pq sabem que ela seria uma presidente facilmente dominada pela bancada conservadora do Congresso e governadores, simples assim. O que os rentistas não querem é o PT, pois sabem que com Dilma não podem tudo
juarez.j.j.
15 de agosto de 2014 12:31 pmO certo é ninguem substituir
O certo é ninguem substituir ninguem. Trata-se de uma chapa, Eduardo e Marina, e assim as coisas deveriam continuar. Se a chapa vencer, assume a vice.
Ivan de Union
15 de agosto de 2014 12:57 pmUma coisa que nao muda eh a
Uma coisa que nao muda eh a mentirada do PIG:
“PT pressiona para tentar rachar o PSB de Eduardo Campos
Interlocutores petistas pressionam líderes socialistas em estados onde as siglas são próximas”
Entao ta…
jota
15 de agosto de 2014 1:10 pmE se as novas pesquisas,
E se as novas pesquisas, feitas sob encomenda para emparedar o PSB, mostrarem que Marina tira mais votos de Aécio que de Dilma, como fica esse frenesi todo da mídia, hein?
Porque, SE houver segundo turno, Dilma estará nele, fato. Já Aécio…
João Paulo Reis
15 de agosto de 2014 1:12 pmA direita quer Marina
Emir Sader, na Carta Maior
http://www.cartamaior.com.br/?/Blog/Blog-do-Emir/A-direita-quer-que-Marina-seja-sua-tabua-de-salvacao/2/31605
Roberto São Paulo-SP 2014
15 de agosto de 2014 1:25 pmPartido Socialista Brasileiro – PSB—-Executiva Nacional
Presidente de Honra Ariano Vilar Suassuna
Presidente Eduardo Henrique Accioly Campos
Primeiro Vice-Presidente Roberto Átila de Amaral Vieira
Segundo Vice-Presidente Luiz Roberto de Albuquerque
Terceiro Vice-Presidente João Alberto Rodrigues Capiberibe
Quarto Vice-Presidente Fernando Bezerra de Souza Coelho
Quinto Vice-Presidente Rubens José França Bomtempo
Secretário-Geral José Renato Casagrande
Primeiro-Secretário Nacional Carlos Roberto Siqueira de Barros
Segundo-Secretário Nacional Antônio Carlos Valadares
Primeiro Secretário Nacional de Finanças Márcio Luiz França Gomes
Segundo Secretário Nacional de Finanças Severino Nunes de Araújo
Secretários Especiais
Luiza Erundina de Sousa
Luciano Leitoa
Sérgio Maurício Brito Gaudenzi
Rodrigo Sobral Rollemberg
Cássio Coelho Andrade
Jonas Donizetti Ferreira
Mari Elisabeth Trindade Machado
Wilma Maria de Faria
Milton Coelho da Silva Neto
Wilson Nunes Martins
Ricardo Vieira Coutinho
Carlo Camilo Góes Capiberibe
Aluísio Sérgio Novais Eleutério
Júlio César Delgado
Walfrido Silvino dos Mares Guia Neto
Kátia Born Ribeiro
Secretária Nacional de Mulheres Auxiliadora Maria Pires Siqueira da Cunha (Dora Pires)
Secretário Nacional de Juventude Bruno da Mata e Souza Carvalho
Secretário Nacional Sindical Joilson Antonio Cardoso do Nascimento
Líder na Câmara dos Deputados Beto Albuquerque
Líder no Senado Federal Rodrigo Rollemberg
Coordenadora Nacional do Movimento Negro Maria Cristina do Rosário Almeida Mendes
Coordenadora Nacional do Movimento Popularn Maria de Jesus Matos (Natividade)
URL:
http://www.psb40.org.br/fixa.asp?det=7
morallis
15 de agosto de 2014 2:14 pmDilma tem que continuar na
Dilma tem que continuar na mesma linha e deixar a briga ( feia..)
entre a Aécio e Marina “rolar.Não se assustem se Marina “cair de
pau” em Aécio, questão de sobrevivência.
Augusto Soares
15 de agosto de 2014 2:49 pmMistérios da política brasileira
PSB faz o que fez com Ciro – 2010: não lança candidato (entre outras porque Marina não é PSB).
Imprensa surta e Marina, turbinada pelas manchetes, volta como Janio Quadros não conseguiu após a renúncia: salva-pátria.
Aécio inesperadamente sobe e muito (eleição para senador em São Paulo 2010 o candidato da direita, Aloysio) saiu do quinto ou sexto lugar para a vitória, após morte de Quércia e Tuma). Eleitor anti-PT é muito fiel aos princípios.
PSB vira PMDB apoia de maneira protocolar qualquer um oficialmente e nos bastidores faz acordo com todo mundo (que é o que já estava acontecendo nos estados).
Porém . . .
PT vence porque é o único que tem algo a dizer concretamente ao longo do horário político.
Se fosse um projeto ruim, vá lá, nem com a melhor oratória ateniense.
Mas não é ruim nem fraco.
Reeleição é isso aí.
Roberto São Paulo-SP 2014
15 de agosto de 2014 2:55 pmA nova perspectiva do PSB
Creio que precisamos lembrar que agora o PSB passa a ter uma perspectiva totalmente diferente, que vai altera a forma de atuação nas próximas eleições.
A aliança com a Rede e Marina Silva se deu muito em função de fatores circunstanciais, do que função de proximidades políticas e ideológicas.
Sem uma liderança nacional do peso de Eduardo Campos, o mais provável é que o PSB volte a fazer alianças com o PT, nos municípios, nos estados e principalmente a nível nacional, o que pode ser determinante na decisão sobre o substituto de Eduardo Campos.
Creio que a maioria da atual direção do PSB vai optar por um nome do PSB para disputar o cargo de presidente e manter Marina Siva para a vice presidência, já visando o rompimento com a rede e uma reaproximação com o PT, após as eleições.
Lucinei
15 de agosto de 2014 3:03 pmMeu primeiro comentário aqui
Meu primeiro comentário aqui após a morte de Eduardo Campos.
Os tais compromissos de campanha e com aliados – os famosos palanques – significam arrecadação e distribuição de fundos de campanha. Os acordos que o campos vinha fazendo não necessariamente são os que marina desejava ou apoiava. É isso que faz com que a decisão pela vice da chapa não seja tão “natural” assim.
Não se trata somente da viabilidade eleitoral de marina; trata-se também do cumprimento dos acordos.
Toda essa comoção que que estamos vendo ser explorada tem esse conteúdo de pressão não só “por” marina, mas também “sobre” marina; para que ela não se rebele.
Acho que vai funcionar. Repito: não só porque é uma escolha “natural”.
Jofran Oliva
15 de agosto de 2014 4:22 pmO mais provável é Marina tirar votos de Aécio. . .
O mais provável é Marina tirar votos de Aécio, considero pouco provável tirar votos de Dilma, ainda assim acredito que Marina não conseguirá ter mais votos que Aécio Neves. DILMA vencerá novamente ou no primeiro ou no segundo turno.
João Maria Fernandes de Sousa
15 de agosto de 2014 5:41 pmA fôia se move…
A calhrordice no PIG não mede esforços; a morte, trágica, inesperada e estúpida, de Eduardo Campos está se tranformando não tão sonhada “bala-de-prata” dos sonhos deles para abater Lula, Dilma e o PT>
Olhem só o que miss massa-cheirosa escreveu:
“Dilma Rousseff e Aécio Neves, tremei. No rastro da comoção nacional pela morte estúpida de Eduardo Campos, apoios da família dele à sua vice serão avassaladores. O irmão, Antônio, já se manifestou publicamente. E quando a mulher, Renata, ladeada pelos cinco filhos, inclusive o bebê Miguel, lançar Marina? E quando a mãe, Ana Arraes, apadrinhar a candidatura aos prantos?”
Não é mesmo uma pérola de desfaçatez e oportunismo mórbido?
Daytona
15 de agosto de 2014 7:38 pmEu concordo que, para a
Eu concordo que, para a Dilma, a situação muda pouco. Da maneira agressiva com que a mídia apresenta a política brasileira – radicalmente polarizada entre os que odeiam o PT e aqueles que não são manipulados pela imprensa – quem vota na Dilma vota na Dilma, e não vai mudar seu voto por causa da Marina.
Creio que Dilma ganhe votos em PE,e Marina tire votos de Aécio no sudeste, talvez até com mudança na segunda e terceira colocação, com Dilma inalterada, quiça com mais votos do NE.
Qual seria o impacto disso nas eleições estaduais?Aécio em terceiro lugar?