
Jornal GGN – Reuven Rivlin, presidente de Israel, telefonou na tarde de segunda-feira (11) para a presidente Dilma Rousseff, se desculpando pelas declarações de Yigal Palmor, porta-voz da chancelaria, que disse que o Brasil era um “anão diplomático”. De acordo com nota distribuída pelo Palácio do Planalto, o presidente de Israel afirmou que as “expressões usadas por esse funcionário não correspondem aos sentimentos da população de seus país em relação ao Brasil”. A nota diz que os dois presidentes conversaram sobre a situação na Faixa de Gaza. O embaixador em Israel, Henrique Sardinha, que havia sido chamado para consultas, deverá voltar a Tel-Aviv nos próximos dias.
Do Estadão
Presidente de Israel telefona para Dilma e pede desculpas
Segundo a nota distribuída pelo Palácio do Planalto sobre o telefonema, “o chefe de Estado israelense apresentou desculpas pelas recentes declarações do porta-voz de sua Chancelaria em relação ao Brasil” e “esclareceu que as expressões usadas por esse funcionário não correspondem aos sentimentos da população de seu país em relação ao Brasil”.
Os dois presidentes também conversaram sobre a grave situação atual na Faixa de Gaza, segundo a nota. A presidente Dilma afirmou que o Brasil “condenara e condena ataques a Israel, mas que condena, igualmente, o uso desproporcional da força em Gaza, que levou à morte centenas de civis, especialmente mulheres e crianças”. Dilma fez questão de reiterar “a posição histórica do Brasil em todos os foros internacionais de defesa da coexistência entre Israel e Palestina, como dois Estados soberanos, viáveis economicamente e, sobretudo, seguros”.
O presidente de Israel, por sua vez, também de acordo com informações do Planalto, destacou que seu país estava defendendo-se dos ataques com mísseis que seu território vinha sofrendo do Hamas. Na conversa, a presidente Dilma disse que tem “esperança de que a continuidade do cessar-fogo e as negociações atuais entre as partes possam contribuir para uma solução definitiva de paz na região”.
Para Dilma, “a crise atual não poderá servir de pretexto para qualquer manifestação de caráter racista, seja em relação aos israelenses, seja em relação aos palestinos”. A presidente lembrou ainda os “laços históricos que unem os dois países há várias décadas”.
Na semana passada, o Brasil já havia decidido que o embaixador em Israel, Henrique Sardinha, deveria retornar nos próximos dias a Tel-Aviv. O entendimento do Planalto era que a convocação para consultas sobre a ofensiva israelense na Faixa de Gaza já cumpriu o gesto político que o governo federal queria.
Assis Ribeiro
12 de agosto de 2014 10:25 amMais um fora dos
Mais um fora dos comentaristas urubulólogos dos blog que se aproveitaram para mais uma vez copiar a grande mídia e bovinamente reproduzir que a politica externa do PT é um horror.
Só erram em suas análises, por isso perderam todas as últimas eleições, inclusive no reduto fechado da capital paulista.
LACosta
12 de agosto de 2014 11:46 amNão é só isso Assis,
algo me diz que (não dão tiros em vão (ops…)) a alta cúpula israelense já trabalha com a informação de que a eleição tá decidida. Porque se falaria com alguém, perdendo a eleição, que não teria nenhuma relevância?
alexis
12 de agosto de 2014 11:56 amConcordo
No caso contrário, estariam agradecendo ao Aecim pela solidariedade e não pedindo desculpas a Dilma
João Maria Fernandes de Sousa
12 de agosto de 2014 12:22 pmAbelhas assassinas
Assis, os escribas de extrema direita e da direita do esgoto e de suas sucursais (folha, globo, estadão…) jogam os clichês (a tática semântica manjada de todas as direitas mundiais, vide agora no Velho Mundo a cantilena racista contra pretos e estrangeiros em geral, que “roubam nossos empregos”) que prontamente são assimilados e propagados pelos “súditos”; foi assim com o “não vai ter copa”, foi assim com “aeroportos nos farão vergonha”, tem sido assim com o “apagão elétrico” e foi assim com esse episódio do “anão diplomático”, a óia estampou na capa a sua visão do Brasil atual, jogando o Itamarati numa lixeira repleta de ratos, e seus leitores e comentaristas engoliram sem nem ao menos ter o trabalho de fazer um comparativo das mortes (em torno de 1900 palestinos para cerca de 70 israelenses).
Digo sempre pra alguém que vem com essa conversa de “li na Veja” ou Jornal Nacional também noticiou:
Meus pêsames meu amigo(a), suas fontes não merecem minha confiança, pesquise mais.
alexis
12 de agosto de 2014 10:33 amDesculpe seu anão….por agora!
ruyacquaviva
12 de agosto de 2014 1:58 pmAnalogia sintomática…
Nesse seriado, quem matou quem no último episódio da temporada?
alexis
12 de agosto de 2014 2:20 pmE ainda
Sentado no banheiro.
carlos afonso quintela da silva
12 de agosto de 2014 10:40 amO Brasil deveria aproveitar
O Brasil deveria aproveitar esta oportunidade e alinhar-se definitivamente aos que condenam o nazi-facismo praticado por Israel na Palestina. Exigir da ONU a imediata criação do Estado palestino e apuração internacional dos crimes de gierra praticados contra esse povo indefeso. Sem essa de tira que eu quero p*idar. Se quiser p*ida pelo lado…
Avelino de Oliveira
12 de agosto de 2014 10:49 amCaro Nassif e demais
Santader
Caro Nassif e demais
Santader pediu desculpas, Israel pediu desculpas, Folha reconheceu que emprestou carros para a ditadura militar.
Não é a toa, que o grupo de Wall Street, via mídia, Aécio, entra em pânico.
Saudações
stanilaw Calandreli II
12 de agosto de 2014 11:17 amNem precisaria pedir
Nem precisaria pedir desculpas, a opinião internacional já condenou Israel.
CB
12 de agosto de 2014 11:17 amResta saber o que os “anões
Resta saber o que os “anões do jornalismo” dirão ou escreverão sobre isso.
Luciano GM
12 de agosto de 2014 11:22 amO Rola-Bosta e os
O Rola-Bosta e os representantes da Casas de Magnoli e de Mainardi vai ficar irados com o novo Presidente de israel.
Como pode isso, pedir desculpas à Búlgara!
Não se fazxem mais Presidentes de Israel como dantes.
alexis
12 de agosto de 2014 11:28 amNa contramão
O Aecim, dias atrás, pedeu desculpas a israel pela retirada do nosso Embaixador.
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/07/27/interna_politica,552290/diplomacia-e-alvo-de-aecio.shtml
Joao Faustino
12 de agosto de 2014 11:31 amcoisas de anão
O anão até agora não disse uma palavra humanitaria contra os massacres no iraque. Realmente o itamaraty é guiado pelas ideologias do turno.
Celio Mendes
12 de agosto de 2014 12:49 pmFalou sim, não se lembra? O
Falou sim, não se lembra? O “anão” junto com a ONU se posicionou fortemente contra a invasão estadounidense do país, porém o “gigante” não deu ouvidos a ninguem, agora que o caldo entornou há muito pouco que se pode fazer, e olha que já perdemos um grande diplomata tentando consertar a cag*da estadounidense.
Ugo
12 de agosto de 2014 11:35 amfalta de assunto e massa cinzenta
Vou correndo para o Planalto e escrever na Wikipédia sobre o cérebro de ruminantes dos colunistas políticos e econômicos da globo.
Celio Mendes
12 de agosto de 2014 12:28 pmOra vejam, o
Ora vejam, o Dilmolulopetismo vermelho é realmente diabólico, conseguiu infiltrar um agente no governo de Israel, CPI já.
Avelino de Oliveira
12 de agosto de 2014 2:56 pmCaro Celio
Concordo com você,
Caro Celio
Concordo com você, cade o “deputado” Carlos Sampaio, para encaminhar essa CPI?!
Qeuissominhagentem.
Saudações
Álvaro Noites
12 de agosto de 2014 3:19 pmO Carlos Sampaio deveria
O Carlos Sampaio deveria entrar com representação no STF contra esse presidente de Israel.
O Álvaro Dias convocava os jornalistas para dizer que isso é “anti-ético”.
Ou o Franceschini “Lava Jato” poderia publicar alguma piadinha pelo faceburro, coisa da qual ele, ou sua equipe, parecem se ocupar o tempo inteiro.
armandolo
12 de agosto de 2014 12:56 pmNão há nenhuma relevancia no
Não há nenhuma relevancia no pedido de desculpas. O cargo de presidente em Israel é meramente simbólico. Quem manda de fato e quem deveria fazer um pedido de desculpas é o primeiro ministro Netanyahu .
Sergio Saraiva
12 de agosto de 2014 6:09 pmHer Magesty.
Realmente, cargo puramente simbólico.
Por exemplo, se se tratasse da Inglaterra, quem teria pedido desculpas seria a Rainha.
ruanda
12 de agosto de 2014 11:19 pmEh tao importante o cargo de
Eh tao importante o cargo de presidente, que o mesmo manda seu preposto, Nentaniahu conversar com Obama, Na realidade o premie nao manda nada, tanto eh que para a Dilma o presidente importante pediu perdao pessoalmente. Eh que a Dilma eh mais importante que Obama, neh.
Edsonmarcon
12 de agosto de 2014 1:17 pmReinaldo Azevedo contra israel
Ele não se conforma por Israel ter pedido desculpas ao Brasil
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-erro-do-estadao-e-o-dia-em-que-discordei-de-uma-autoridade-israelense/
Orlando Soares Varêda
12 de agosto de 2014 7:33 pmMeu caro Edsonmarcon, me
Meu caro Edsonmarcon, me desculpe, mas não convém mexer com um rola-bosta do calibre desse merda. O melhor é proteger o nariz do odor desse bicho. É muito fedorento.
Orlando
Juliano Santos
12 de agosto de 2014 1:49 pmOs dois episódios, o desaforo
Os dois episódios, o desaforo e o pedido de desculpa, são demonstrações de que o Brasil está longe de ser um anão diplomático. Se fosse, Israel não teria ficado contrariado quando o Brasil chamou o embaixador. E nem teria pedido desculpas depois que o chanceler falou merda. Não se daria ao trabalho
O pig adorou quando o nazi-sionista se referiu aos 7 X 1. O que prova que o Brasil é um grande país com uma imprensa anã
joao
12 de agosto de 2014 2:00 pmnao vira lata anao
Nao aceitava nenhuma desculpa tao facilmente.
Nao aceito. Nao em diplomacia e sempre o Brasil esteve em comum com Israel.
A primeira critica ficam nervosos.
Estao errados nesta forma e guerra sim. Ha criancas e civis. Nao podem com este ministro fazer o que bem querem com as terras e os povos .
Nao somos um povo vira lata nao senhores.
Fica bom na classe e nos distinto de um passado do PIG. Gosto de respeito e educacao como sempre os brasileiros demostracao,em acao e apoio, aos judeus e ao estado de israel que ficou muito pequeno para brasileiro como eu.
A historia do Brasil e Israel serah cobrada apartir deste episodio infeliz e declaracao desta casa diplomatica aos amigos brasileiros. Podemos ser “Anao” mais nao cao vira lata e uma pancada homem e animal nao esquece. Quem bate esquece!
Nao senhor, sem desculpa por favor e foi muito tarde. A Ignes esta morta.
PauloBR
12 de agosto de 2014 2:05 pmCondicionante
O governo brasileiro deveria condicionar a aceitação do pedido de desculpas de Israel à ida do Reinaldo Azevedo e do Rodrigo Constantino à faixa de Gaza, como “jornalistas” ou “observadores neutros”.
Free Walker
12 de agosto de 2014 2:14 pmAssim com as palavras de La
Assim com as palavras de La Reina del Kingdom não valem nada, as palavras do presidente do Israel valem menos ainda para a geopolítica internacional.
Mas…
Tanto quanto representantes “morais” de seus povos, tanto palavras de Elizabeth II e do Presidente do Israel valem muito.
Daytona
12 de agosto de 2014 9:44 pmImagine então quanto vale a
Imagine então quanto vale a palavra de vagabundo profissional contratado para postar mensagens na internet!
C. Khosta y Alzamendi
12 de agosto de 2014 2:33 pmTá bom, seu presidente…
Mas quinze dias depois que o “sub do sub” disse aquela asneira? Isso é que é nanismo diplomático…
P.S.: os srs. Aécio e Bolsonaro também praticam o (o)nanismo diplomático…
Flavio Martinho
12 de agosto de 2014 2:35 pmEspero que a Dilma não se
Espero que a Dilma não se apequene como aquele outro. Deve deixar o embaixador na geladeira por pelo menos mais um ano a contar do pedido de desculpas. E enquanto isso trabalhar – mostrando que não é anã – para que Israel NUNCA MAIS aja de forma tão desproporcional e permita que os palestinos de Gaza a reconstruam e tenha mais liberdade.
wendel
12 de agosto de 2014 4:46 pmInvasão e posse…………..
Há que ponto se chega, para menospreza a cultura e os governos de outros países, quando o próprio, não está merecendo nenhum respeito!
Quando os próprios judeus dizem que a palavra de seu Presidente, ou de Israel não vale nada, que consideração podem ter para com o dos outros!
Mostram bem de que estirpe são feitos esses……………..
Quanto às desculpas ora solicitadas, serão aceitas , sem dúvidas, mesmo porque, não iremos nos igualar ao nível daqueles que nem deviam fazer parte do corpo diplomático de qualquer país que se preze!
As relações do Brasil com Israel,, irão continuarem, pois independente do que dizem ou fazem seus governantes, os interesses maiores entre os povos os suplantam, pois os governos são da hora, mas os povos e os países, permanecem.
É isto que poucos judeus, muitos nem israelesnses são, não conseguem entender, e ficam dando apoio a este governo genocida, que está levando o mundo todo a mudar de opinião quanto aos judeus, lamentavelmente!
Sobre ao que foi dito, pelo sub, sub, sub, do sub, que nem merece ser citado o nome, esquece ele, e muitos que o defende, que foi o voto daquele que pratica “diplomacia anã”, que possibilitou a ele, e a muitos terem um lar, ainda que no inóspito deserto do OM, e que de la prá cá, vive a invadir as terras palestinas, apesar das inúmeras condenações da ONU, para anexa-las!!
Orlando Soares Varêda
12 de agosto de 2014 7:24 pmO Brasil deveria
O Brasil deveria aproveitar
ter, 12/08/2014 – 07:40 – Diz : carlos afonso quintela da silva.
Prezado Carlos, será mesmo? O fato do Estado palestino não ter sido criado em ato concomitante à criação de Israel, deixa patente a má fé reinante entre os que comandam as ações desses organismos internacionais emasculados.
Na verdade, a ONU nunca conseguio ultrapassar a condição de um cabide de empregos de luxo para premiar puxa-sacos e apadrinhados das elites internacionais. Veja se o Lula, que teve o nome aventado para presidir aquela sinecura, iria se deixar castrar para posar de Mamulengo em Nova Iorque. Tal figurino, por certo, funcionaria como uma luva ao perfil do professor Cardoso. Homem chegado a cumprir postura subalterna frente a cidadãos de língua estrangeira.
Não obstante, não fosse pela pouca vergonha endógena dos governantes ocidentais, concordaria em que o Brasil desempenhasse com vigor essa luta pela imediata criação do Estado da Palestina.
Autoridade moral, não nos falta. Naturalmente, após enterrar com solenidade pública as cagadas criminosas de nossas forças armadas nas guerras: contra o Paraguay, na guerra de Canudos e do Contestado. Sem esquecer o vergonhoso papel de capitão do mato levado a cabo, para servir aos empresários da FIESP e do Departamento de Estado dos USA, no golpe de 64.
Quanto à apuração dos crimes de guerra perpetrados pelos fanáticos soldadinhos telecomandados do exército terrorista de Israel. Entendo ser de pouca eficácia, de nenhuma serventia humanitária. Não sendo possível levar junto ao banco dos réus, os verdadeiros mandantes. Os manda-mísseis do Pentágono.
Estes sim, são os criminosos de maior responsabilidade pelo massacre recente da população civil palestina, sobretudo, das crianças e dos idosos, os entes mais vulneráveis da fúria sionista. Vale lembrar que não havia ONU quando os aliados instituíram o tribunal de Nuremberg.
Pois bem, estando, por assim dizer, homiziados nos USA, os verdadeiros mandantes com assento na ONU, cujo poder de vetar qualquer resolução que venha contrariar os rentáveis negócios de guerras das nações poderosas (detentoras de artefatos nucleares). Constata-se, não haver ainda, viabilidade para ato civilizatório de tamanha envergadura.
Israel não. A rigor, aquilo não! Parece, mas, infelizmente não é um estado de verdade. Rigorosamente, ali nas terras palestinas, foi plantado um ardiloso simulacro. Até população civil arregimentaram através de portentoso, inteligente e caríssimo projeto de marketing. Ao cabo, temos a magia de uma Walt Disney World da Fé, que, combinado a uma poderosa infraestrutura militar, viabilizou o estratégico esquema para servir como “cabeça de ponte” permanente das forças norte americanas no Oriente Médio.
Agora, imagine à quantos megatons atingiria a ira de Moises, o profeta que a própria Bíblia denomina como “o homem mais manso da Terra” creio que, mesmo assim, ao constatar a que ponto chegaram os chefes miseráveis, escolhidos pelo povo hebreu, para ao fim, envolvê-los todos em tramoias tenebrosas, e cometer tantas barbaridades contra os demais filhos do mesmo Deus.
Para os crentes de boa fé, não sobram dúvidas, os eleitos chefes sionistas obram em total desrespeito aos trabalhosos 10 mandamentos. Conjunto das Leis elaboradas por Moises em parceria com o Senhor Jeováh, ou, criadas pelo Senhor em parceria com o Profeta. Pra mim, nenhuma diferença faz, o que importa é que foram entregues, táboas de madeira de lei ao próprio colaborador Moises, para controlar aquele destrambelhado rebanho de semitas.
Sabe-se que, ao descer do cume do monte Sinai carregando as pesadas taboas sagradas debaixo do sovaco, o velho Moises foi surpreendido por tremenda aleivosia de seus subordinados há evocar loas há um belo bezerro de ouro. Imagine como ficou transtornado o santo homem, após um longo caminhar de aproximadamente 2. 285 m ladeira abaixo, suado que nem um cuscuz, morto de cansaço e com os quartos que não aguentava mais, com uma fome desgraçada…nesse estado, observar aquela cena de pecaminoso furdunço.
Deve ter sido de lascar! Parece, ainda ecoar com força o ruído de sua raiva: “Vá gostar do vil metal assim, nas profundas dos infernos” . Presume-se, tenha sussurrado em profundo desalento, o velho ancião, aos botões de seu poído camisolão.
Com todo respeito aos amigos religiosos, sejam judeus, católicos e seguidores do pastor Edir Macedo. Aliás, esse homem de comércio, digo, de fé, acaba de inaugurar um mega Shopping da fé, se não me falha a memoria, em S. Paulo. Parabéns pra ele e para seus negócios..
Aos amigos que gozam de liberdade para professarem suas crenças em paz. Requeiro o direito de manifestar livremente o que penso. Se até ao senhor Reuven Rivlin, presidente de Israel, é franqueada a oportunidade de dizer o que quer e pensa… revindico eu, o mesmo direito.
Orlando