4 de junho de 2026

Empresa de Pesquisa Energética disponibiliza relatório nacional do setor

Enviado por Roberto São Paulo

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da Empresa de Pesquisa Energética – EPE

EPE disponibiliza o Relatório Final do Balanço Energético Nacional – BEN 2014  
 
A Empresa de Pesquisa Energética – EPE disponibiliza, para consulta e download, o Relatório Final do Balanço Energético Nacional – BEN, Edição 2014, que apresenta em detalhes a contabilização da oferta, transformação e consumo final de produtos energéticos no Brasil, tendo por base o ano de 2013. No documento, os dados são apresentados em tabelas com os últimos 10 anos.

Em 2013, a oferta interna de energia (total de energia demandada no país) atingiu 296,2 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (MTep), um aumento de 4,5% em relação à oferta de 2012 (283,6 Mtep), ante o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da ordem de 2,3%, segundo o último dado divulgado pelo IBGE.

Gás natural, petróleo e derivados responderam por 80% deste incremento. Isto se deveu basicamente à redução na oferta interna de hidroeletricidade, com consequente aumento de geração térmica, seja gás natural, carvão mineral ou óleo.  O setor de transportes foi o grande responsável por esse aumento em 2013, puxado também pelo etanol, que ao contrário de 2012 cresceu no ano passado. O consumo agregado do setor de transporte registrou alta de 5,2%.
A produção e o consumo de etanol cresceram respectivamente 17,6% e 19,9% em relação ao ano anterior. A partir de maio de 2013, o governo determinou o aumento da proporção da mistura de etanol na gasolina de 20% para 25%. Com o maior consumo do biocombustível, o consumo de gasolina teve queda de 0,2% em 2013.

No ano passado, o total de emissões antrópicas associadas à matriz energética brasileira atingiu 459 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (Mt CO2-eq), alta de 6,9% em relação a 2012, sendo a maior parte (215,3 Mt CO2-eq) gerada no setor de transporte.

Mesmo assim, a economia brasileira continua sendo, em média, 1,25 vezes menos intensa em carbono que a economia europeia, 2 vezes menos que a economia americana e 4 vezes menos que a economia chinesa.

Pelo segundo ano consecutivo, devido às condições hidrológicas desfavoráveis, houve redução da oferta de energia hidráulica. Em 2013, a queda foi de 5,4%, depois de ter cedido 1,9% em 2012. Com isso, houve também queda na participação da energia renovável na matriz hidrelétrica brasileira, de 84,5% em 2012 para 79,3% em 2013, apesar da adição de 1.724 MW na potência instalada do parque hidrelétrico.

A energia eólica se destacou em 2013, com salto de 30,2% da capacidade instalada, fechando 2013 com potência de 2.202 MW.

Tanto o Relatório Final do BEN 2014 quanto as séries completas estão disponíveis no site do BEN na internet, que pode ser acessado pelo endereço eletrônico:

https://ben.epe.gov.br/default.aspx.
 

URL:

http://www.epe.gov.br/Estudos/Paginas/Balan%C3%A7o%20Energ%C3%A9tico%20N…

BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL 2014 | ano base 2013 PDF 288 páginas

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Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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  1. Assis Ribeiro

    10 de agosto de 2014 1:10 pm

    Esse é o Brasil que eu quero.

    Esse é o Brasil que eu quero.

  2. Roberto São Paulo-SP 2014

    10 de agosto de 2014 2:26 pm

    Biodiesel

    Nova mistura de biodiesel no diesel teve desempenho comprovado pelo Cenpes
    Petrobras – Fatos e Dados—-19.Jul.2014
    Nossas pesquisas indicaram boa estabilidade no desempenho dos veículos com misturas de biodiesel no diesel em até 7% (B7). Os testes, promovidos pelo nosso Centro de Pesquisas (Cenpes), nos prepararam para o momento atual em que se inicia a oferta, em todos os postos do Brasil, da nova mistura obrigatória no diesel – de 5% para 6% a partir deste mês, e para 7% do dia 1º de novembro em diante.

    As análises foram realizadas no Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), localizado em Curitiba (PR). A entidade, ligada à Rede Temática Desenvolvimento Veicular, é nossa parceira em pesquisas, incluindo ensaios de emissões de gasolina e diesel e com misturas de biodiesel.

    O aumento da mistura do biodiesel no diesel para 7% deve permitir um aumento de 40% na produção de biodiesel no país. Segundo o Ministério de Minas e Energia, com a mudança, será possível reduzir as importações de diesel em 1,2 bilhão de litros ao ano.

    URL:
    http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/nova-mistura-de-biodiesel-no-diesel-teve-desempenho-comprovado-pelo-cenpes.htm

  3. Roberto São Paulo-SP 2014

    10 de agosto de 2014 2:29 pm

    Adição de biodiesel ao diesel aumenta para 6 por cento

    Ministério de Minas e Energia—Assessoria de Comunicação Social—Data 28/05/14

    Em novembro, índice passará para 7%, tornando diesel menos poluente e alavancando agricultura familiar
     
    A Presidenta Dilma Rousseff assinou nesta terça-feira, 28 de maio, Medida Provisória que aumenta, a partir de julho, de 5% para 6%, a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel vendido ao consumidor final, e para 7%, em novembro.  A medida, que será encaminhada ao Congresso Nacional, foi assinada durante evento no Palácio do Planalto, que contou com a presença dos Ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e de Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto.
    “Saímos de uma situação em que, na escala dos países produtores de biodiesel, não existíamos, para ocupar, hoje, o terceiro lugar no mundo”, comemorou a Presidenta Dilma Rousseff.
     
    O ministro Edison Lobão disse que a medida vai permitir o pleno uso da capacidade de produção de biodiesel no país e beneficiar agricultores familiares com geração de renda. Ele citou também os ganhos ambientais. O Brasil dispõe hoje de 57 unidades em condições de processar cerca de 7,5 bilhões de litros de biodiesel por ano. Cerca de cem mil famílias são contempladas pelo Programa Nacional de Biodiesel, que completa dez anos.
     
    “A elevação desse percentual está perfeitamente integrada à política brasileira de diversificação energética, com ênfase em energia renovável e limpa. Essa ampliação possibilitará redução da emissão de 23 milhões de toneladas de gás carbônico até 2020, posicionando melhor o Brasil nas metas com as quais se comprometeu diante da ONU [Organização das Nações Unidas],” disse o ministro ao anunciar os novos percentuais. Ele acrescentou que, com a mudança, o país deixará de importar 1,2 bilhão de litros de diesel por ano.
     
    O presidente da Câmara Setorial de Biodiesel, Odacir Klein, discursou durante a cerimônia e disse que a decisão beneficia o setor. “Essa decisão é um gesto do governo com reflexo em todas as áreas, como saúde, geração de emprego, no PIB [Produto Interno Bruto] e praticamente sem reflexos na inflação. Estávamos ansiosos”, disse.
     
    O Programa Nacional de Biodiesel instituiu o percentual de 2% da mistura, em 2008, e, em 2010, subiu para 5%, depois disso não haviam ocorrido mudanças. Segundo o Ministro de Minas e energia, cada ponto percentual a mais de biodiesel na mistura evita a importação de aproximadamente 600 milhões de litros de óleo diesel por ano, o que, a preços atuais, representa uma economia direta de quase US$ 500 milhões.
     
    O Ministro Lobão lembrou em seu discurso que foi o relator da Medida Provisória 227/2004 que aprovou o modelo tributário para o uso do biodiesel no País, instrumento que também contribuiu para fortalecer a indústria.

    URL:
    http://www.mme.gov.br/mme/noticias/lista_destaque/destaque_999113.html
     
     

  4. Roberto São Paulo-SP 2014

    10 de agosto de 2014 2:36 pm

    Petrobras Biocombustível

    Lideramos o setor de biodiesel
    Blog Petrobras –  Fatos e Dados—-02.Jun.2014

    Com quase 50% da sua matriz energética representada pelas fontes renováveis, o Brasil tem o biodiesel como importante provedor de energia. Adotado em 2007, já colocou o país como terceiro produtor mundial, atrás somente dos Estados Unidos e da Argentina, de acordo com dados da Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio). Com a nova mistura no diesel – de 5% para 6% a partir de 1º de julho, e para 7% do dia 1º de novembro em diante, o Brasil deve se tornar o 2º maior produtor, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

    Participamos deste segmento desde 2007, quando já oferecíamos o B2 (mistura de 2% de biodiesel no diesel) em todos nossos postos antes mesmo da fase obrigatória do programa, que começou em 2008. Também entramos na produção por meio da nossa subsidiária Petrobras Biocombustível que, atualmente, lidera o setor com a capacidade de 821 milhões de litros/ano (usinas próprias e em parceria).

    Prosseguimos com a estratégia de crescimento e planejamos investir US$ 2,3 bilhões até 2018 para ampliar nossas atividades na produção de biocombustíveis. Trabalhamos tanto para atender a nova mistura quanto para investir em novos empreendimentos, como o projeto Belém, desenvolvido em parceira com a Galp Energia, cujo objetivo é a entrada no mercado europeu de biocombustíveis.

    O biodiesel – em mistura com diesel – vem contribuindo com a segurança e a diversificação energética, e com o meio ambiente, por reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Também traz benefícios econômicos e sociais por consolidar mercados agrícolas e desenvolver a agricultura familiar.

    URL:
    http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/lideramos-o-setor-de-biodiesel.htm

  5. Roberto São Paulo-SP 2014

    10 de agosto de 2014 2:47 pm

    Energia solar

    –O presidente da EPE também falou sobre iniciativas para alavancar a produção de energia solar no Brasil, e adiantou que está em fase final a preparação de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o setor. De acordo com Tolmasquim, recursos do Fundo Clima devem ser usados para baratear o financiamento.

    “A diretoria deve apreciar isso brevemente, e eles vão anunciar a política para que as empresas interessadas possam saber se estão habilitadas, ou não, para o nível de financiamento”, disse Tolmasquim. Para ele, a questão é progressiva, e esse tipo de ajuda é um primeiro passo para criar mercado e, com isso, estimular a fabricação de equipamentos no país.

    “É claro que, no primeiro leilão, não se pode exigir que os empreendedores comprem equipamentos com alto conteúdo nacional, porque não vai ter. No entanto, começa-se lentamente e vai-se progredindo ao longo do tempo”, concluiu Tolmasquim.—-

    Hidrelétrica do Tapajós pode ser leiloada no fim deste ano
    25/07/2014 16p5—-Rio de Janeiro—Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco

    A construção da Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, pode ser leiloada no fim deste ano, se não houver problemas com o licenciamento ambiental, informou hoje (25) o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim. Segundo ele, para definir a construção e a operação do empreendimento, será realizado um leilão exclusivo.

    É uma usina estruturante e vai ser um leilão só para ela, como foi no Rio Madeira e com Belo Monte. É claro que temos que aguardar, porque tem todo um processo de análise dos autos ambientais, parecer da Funai [Fundação Nacional do Índio], audiências públicas. Todo um rito que tem que ser respeitado. E é claro que a palavra final é da área ambiental, mas esperamos que tudo corra bem.”

    Apesar disso, Tolmasquim considera viável falar em leilão ainda neste ano: “Está andando. É viável sair neste ano, mas eu acredito que mais para o final. Certamente, no último trimestre”, detalhou.

    O presidente da EPE também falou sobre iniciativas para alavancar a produção de energia solar no Brasil, e adiantou que está em fase final a preparação de uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o setor. De acordo com Tolmasquim, recursos do Fundo Clima devem ser usados para baratear o financiamento.

    “A diretoria deve apreciar isso brevemente, e eles vão anunciar a política para que as empresas interessadas possam saber se estão habilitadas, ou não, para o nível de financiamento”, disse Tolmasquim. Para ele, a questão é progressiva, e esse tipo de ajuda é um primeiro passo para criar mercado e, com isso, estimular a fabricação de equipamentos no país.

    “É claro que, no primeiro leilão, não se pode exigir que os empreendedores comprem equipamentos com alto conteúdo nacional, porque não vai ter. No entanto, começa-se lentamente e vai-se progredindo ao longo do tempo”, concluiu Tolmasquim.

    URL:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-07/hidreletrica-do

     

    1. Athos

      10 de agosto de 2014 7:38 pm

      Só acho curioso o
      Só acho curioso o momento.

      Repare só:
      China esta instalando uma Itaipu por ano de painéis.
      China enxugou o mercado dos seus produtores de painéis que UM DIA inundaram o mundo com preços altamente competitivos.

      Europa por sua vez está saturada de painéis. Não há mais telhados nem espaço físico disponível para instalação.

      Então, CURIOSAMENTE, o Brasil faz seu programa.

      Eu só gostaria de saber quando o Brasil fará sua agenda.
      Só esta saindo agora pro pressão externa.

      1. Roberto São Paulo-SP 2014

        10 de agosto de 2014 11:20 pm

        Paineis fotovoltaicos tem um espaço a ser ocupado no Brasil

        O Brasil tem as maiores reservas de silício, e certamente com a fabricação de paineis fotovoltaico no Brasil será possivel reduzir ainda mais os preços.

        Certamente não será possível possivel depender apenas da energia elétrica produzida por paineis fotovoltaicos, mas há um espaço a ser ocupado pelos paineis fotovoltaicos na matriz energéica,  que podem fornecer pelo menos 20% da energia elétrica no Brasil.

         

        1. Athos

          11 de agosto de 2014 1:56 pm

          Isso é obvio.
          Isso é obvio.

          O que estou dizendo é que:

          O Brasil faz agora porque a Europa mandou.

  6. Athos

    10 de agosto de 2014 7:42 pm

    Alguma palavra sobre os 2.5
    Alguma palavra sobre os 2.5 milhoes de metros cúbicos de gás queimados por dia apenas na bacia de campos?

    Opa, isso não tem nada a ver com o assunto.
    Foi mal aí.
    Esta semana mesmo saiu artigo aqui elogiando o aproveitamento de 94% do gás pela Petrobras.

    Tá vendo estes 2.5 mi diários? Estão nos 94%. Queimados em flares.

    1. Roberto São Paulo-SP 2014

      11 de agosto de 2014 12:08 am

      A queima de parcela do gás natural

      ——A queima de parcela do gás natural produzido é inerente à indústria do petróleo e ocorre por motivo de segurança (piloto da tocha das facilidades de produção), no início de operação de plataformas (durante a fase de comissionamento de sua planta de compressão e do gasoduto de exportação) e em paradas para manutenção, assim como em situações temporárias de emergência ou de limitações operacionais.——–

      Queima de gás natural: carta ao Globo
      Blog Petrobras –  Fatos e Dados—-22.Mai.2014

      Leia a carta que enviamos ao jornal O Globo nesta quinta-feira (22/5), sobre reportagem que aborda a queima de gás natural nas plataformas:
      “Sobre a matéria ‘’Desperdício’ de gás cresce 10,5% este ano’, de 22/5, a Petrobras esclarece que não há desperdício nas suas operações de produção de petróleo e gás. Prova disso é que, em 2013, foi atingido o recorde anual de 92,6% de aproveitamento de gás associado nas atividades de exploração e produção. Se considerada a produção total de gás natural da Petrobras, esse índice de aproveitamento em 2013 foi de 95,1%.

      A queima de parcela do gás natural produzido é inerente à indústria do petróleo e ocorre por motivo de segurança (piloto da tocha das facilidades de produção), no início de operação de plataformas (durante a fase de comissionamento de sua planta de compressão e do gasoduto de exportação) e em paradas para manutenção, assim como em situações temporárias de emergência ou de limitações operacionais.

      O nível de queima de gás nos primeiros meses de 2014 já era previsto no planejamento da companhia, devido à entrada em produção de novos sistemas de produção antecipada no pré-sal da Bacia de Santos e pelo início das operações das plataformas P-63, P-55 e P-58. Em relação à infraestrutura para escoamento de gás, ela tem sido desenvolvida pela Petrobras de acordo com a entrada em operação dos projetos de produção, não havendo portanto gargalos de infraestrutura que levem à queima de gás.

      A Petrobras reitera que a reinjeção de gás nos reservatórios é um método largamente utilizado na indústria e faz parte da estratégia de aumento do fator de recuperação dos campos produtores.

      Sobre a oferta de gás natural, a Petrobras garante, mais uma vez, que tem condições de atender a 100% do volume contratado com todas as distribuidoras. A companhia assegura o abastecimento para a indústria e demais consumidores, além do próprio mercado termelétrico. O volume de gás natural atualmente retirado pelas distribuidoras de gás é inferior ao total contratado por elas.

      A Petrobras informa ainda que a oferta doméstica de gás natural vai crescer de 47 milhões de m3/dia, em 2014, para 75 milhões de m3/dia, em 2018, como resultado do aumento da produção de petróleo e gás e do incremento da participação do gás do pré-sal. Além disso, já estão em operação três terminais de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL), com capacidade total de até 41 milhões de m3/dia.”

      A reportagem foi publicada pelo veículo nesta quinta-feira (22/5) (versão online).
      URL:
      http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/queima-de-gas-natural-carta-ao-globo.htm

      1. Athos

        11 de agosto de 2014 1:54 pm

        Blá blá blá de sempre.
        O que
        Blá blá blá de sempre.
        O que VC acha de Petrobrás divulgar o gás queimado como utilizado e SIC aproveitado?
        Alguma palavra sobre isso?
        Se é tão normal, porque mentem ?
        Eu mesmo respondo, mente porque queima demais.. Queima demais porque não tem qualquer interesse na produção de gás.

        A verdade é que a Petrobrás visa SEMPRE o óleo(corretamente) e POR ISSO não temos um mercado de gás.

        A Petrobras TEM que ser cindida para o bem do Brasil.
        Vende a BR e cria-se a Gasbra.

        Simples assim.

    2. Roberto São Paulo-SP 2014

      11 de agosto de 2014 12:09 am

      Queima de gás natural

      –em 2010, foi solicitado pela Petrobras e autorizado pela ANP a elevação de produção do TLD (Teste de Longa Duração) de Tupi, que tem o objetivo de coletar importantes informações sobre os reservatórios de petróleo do pré-sal, e que possibilitará o desenvolvimento apropriado dessa concessão, contribuindo para reduzir incertezas, e determinar parâmetros fundamentais para a elaboração dos futuros projetos. Como se trata de TLD, não existe infraestrutura de escoamento de gás. Tal infraestrutura é prevista nos projetos definitivos que irão operar em Tupi;—

      Esta foi a razão da maior queima em 2009, na Bacia de Campos, uma vez que a partir do mês de fevereiro de 2009, entraram em operação três novas plataformas: a P-51, no campo de Marlim Sul, e a P-53 e o FPSO Cidade de Niterói, no campo de Marlim Leste. Estas plataformas, que ao longo de 2009 acrescentaram cerca de 170 mil barris por dia à produção de petróleo e 4 milhões m3/d à oferta de gás, estavam na etapa de instalação e testes dos seus sistemas de compressão e escoamento e, por esta razão, o gás produzido não podia ser totalmente aproveitado nos seus primeiros meses de operação. Vale ressaltar que este é um procedimento normal no início de operação de unidades de produção;—–

      Queima de gás: respostas à Folha
      Blog Petrobras –  Fatos e Dados—-11 de agosto de 2010 / 15:03 Respostas à Imprensa
      Leia abaixo as respostas encaminhadas ao jornal Folha de São Paulo. A matéria Devido a testes no pré-sal, Petrobras desperdiça gás foi publicada nesta quarta-feira (11/8).

      Pergunta: Pelos dados do Boletim Mensal de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural do MME, a queima de gás natural está em 7,33 milhões de metros cúbicos/dia na média de janeiro a maio de 2010, abaixo da média de 2009 (9,38 mi), mas acima da de 2008 (5,97 mi). Em 2009, a Petrobras alegava que a queima era maior por causa da crise, que reduziu o consumo.

      Resposta: Sobre esta afirmação é importante esclarecer que a Petrobras, em nenhum momento, alegou que aumentos na queima de gás em 2009 fossem conseqüência de retração no consumo durante a crise econômica. Ao contrário, sempre afirmamos que não há relação entre variações na demanda do mercado e a queima de gás. Para esclarecer o assunto, a Petrobras destacou em diversas ocasiões os motivos que levaram a uma elevação da queima de gás natural em 2009:

      • a queima do gás, produzido junto com o petróleo, é inerente ao processo de produção em todas as empresas operadoras. Em primeiro lugar, por questão de segurança: a chama-piloto das plataformas realiza a queima para evitar que o excesso de gás circule em ambiente impróprio e cause danos graves como incêndios, intoxicações ou explosões. Ocorre também por ocasião do início de operação de novas unidades de produção, até que elas sejam estabilizadas e termine a fase de testes de todos os sistemas. Esta foi a razão da maior queima em 2009, na Bacia de Campos, uma vez que a partir do mês de fevereiro de 2009, entraram em operação três novas plataformas: a P-51, no campo de Marlim Sul, e a P-53 e o FPSO Cidade de Niterói, no campo de Marlim Leste. Estas plataformas, que ao longo de 2009 acrescentaram cerca de 170 mil barris por dia à produção de petróleo e 4 milhões m3/d à oferta de gás, estavam na etapa de instalação e testes dos seus sistemas de compressão e escoamento e, por esta razão, o gás produzido não podia ser totalmente aproveitado nos seus primeiros meses de operação. Vale ressaltar que este é um procedimento normal no início de operação de unidades de produção;

      • outro fator que influenciou fortemente a queima de gás natural em junho e julho de 2009 foi a parada conjunta programada para substituição de equipamento submarino (manifold) no campo de Roncador, necessária para viabilizar o maior escoamento de gás das novas unidades de produção, e das instalações de processamento de gás no Terminal de Cabiúnas, para renovação das certificações de segurança. Nesta parada programada, foi impactado o escoamento de gás de 5 plataformas de produção (P-50, P-51, P-52, P-54 e FPSO Brasil)

      Pergunta: O que fez a queima não voltar ao patamar anterior à crise já que o consumo voltou a crescer?

      Resposta: Em primeiro lugar, conforme frisado, não existe relação entre a queima de gás da Petrobras e o consumo de gás no Brasil. A queima ocorrida foi devida a razões técnicas: em 2009 entraram em operação três grandes sistemas, elevando a produção de gás e, conforme explicado anteriormente, existe uma queima intrínseca a esses projetos durante a fase de comissionamento e testes, que se prolongou pelo início de 2010. Os outros motivos que levaram a queima, no início de 2010, a patamares superiores ao de 2008 foram:

      • em 2010, foi solicitado pela Petrobras e autorizado pela ANP a elevação de produção do TLD (Teste de Longa Duração) de Tupi, que tem o objetivo de coletar importantes informações sobre os reservatórios de petróleo do pré-sal, e que possibilitará o desenvolvimento apropriado dessa concessão, contribuindo para reduzir incertezas, e determinar parâmetros fundamentais para a elaboração dos futuros projetos. Como se trata de TLD, não existe infraestrutura de escoamento de gás. Tal infraestrutura é prevista nos projetos definitivos que irão operar em Tupi;

      • outra parcela da queima em 2010 é referente ao TLD do pré-sal do campo de Jubarte na Bacia de Campos, cuja importância é a mesma que foi destacada para o campo de Tupi. A infraestrutura de escoamento está em fase de instalação, e iníciará operação junto aos projetos definitivos.

      • em 2010, também foi iniciada a produção do TLD de Tiro/Sidon, na Bacia de Santos, que também tem o objetivo de coletar informações para o desenvolvimento do projeto definitivo, quando será instalada a infraestrutura de escoamento.

      É importante ressaltar que, para o correto dimensionamento dos gasodutos e dos sistemas de produção, é necessário realizar os TLDs, uma vez que as informações obtidas possibilitam determinar os materiais adequados para as características do fluido produzido e dimensionar corretamente os gasodutos e sistemas de produção.

      Descontando-se as queimas relativas aos TLDs do Pré-Sal de Tupi e Jubarte e de Tiro/Sidon, a Petrobras teria queimado de janeiro a maio de 2010 cerca de 5,6 milhões m³/dia, o que representaria um aproveitamento de 87% da produção total de gás. Ou seja, desconsiderando os TLDs, que têm queima de gás presumida, o aproveitamento de gás da Petrobras, nos primeiros meses do ano, é o maior registrado pela Companhia nos últimos 5 anos. É importante ressaltar que a queima de gás total da PETROBRAS foi reduzida de 7,1 milhões m³/dia em maio/2010 para 5,8 milhões m³/dia em junho/2010, dados que ainda não foram disponibilizados pelo MME. Essa redução da queima é fruto das ações implementadas pela Companhia, conforme destacado na resposta seguinte.

      Pergunta: Quais ações a estatal tem tomado para evitar a queima?

      Resposta: Entre 1999 e 2008, período no qual a produção de petróleo e gás da Companhia cresceu mais de 60% – de aproximadamente 1,3 milhão para 2,15 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boepd) – o volume de gás queimado, em boepd, foi reduzido de 2,9% para 1,7%. Ou seja, a empresa diminuiu a queima de gás enquanto aumentava a produção de petróleo, com investimentos de cerca de US$ 400 milhões, realizados no período, com o objetivo de melhorar o aproveitamento de gás natural.

      O aproveitamento do gás natural produzido pela Petrobras foi de aproximadamente 84% nos anos de 2007 e 2008, percentual acima da média mundial. Entre 1999 e 2008, a produção de gás associado da Petrobras cresceu cerca de 50%, enquanto o seu aproveitamento melhorou dez pontos percentuais, saltando da faixa de 75% para 85%, com uma redução na queima contínua na faixa de 3,5 milhões de m³/dia.

      Atualmente, o Plano de Negócios da Petrobras prevê investimentos adicionais em projetos de redução de queima de gás na ordem de US$ 320 milhões, com objetivo de alcançar 92% de aproveitamento de gás até o final de 2012.

      Pergunta: A queima está dentro dos limites estabelecidos pela ANP?

      Resposta: A Petrobras segue os limites de queima estabelecidos pela ANP. Para os casos nos quais, devido a situações emergenciais e para garantia de segurança, não há possibilidade de cumprimento dos limites acordados, a PETROBRAS segue os procedimentos definidos na Lei e Regulamentos, solicitando autorização extraordinária de queima, por motivo de força maior. Tais solicitações são analisadas pela Agência, e autorizadas sempre que se justificam tecnicamente.

      Pergunta: Com a antecipação do sistema de produção antecipada de Tupi (para 100 mil barris em setembro), a previsão é que a queima aumente? De quanto será a queima em Tupi com o novo sistema?

      Resposta: Com relação ao sistema de produção FPSO Cidade de Angra dos Reis, o gás produzido será tratado, comprimido, e transportado para as instalações da Petrobras em terra para venda ou reinjetado no reservatório, justamente com o objetivo de evitar a queima de gás. Vale ressaltar que as instalações que permitirão o escoamento e processamento do gás de Tupi em Caraguatatuba já estão em fase final de construção.

      Sendo assim, após seu período de comissionamento e estabilização da produção, o FPSO Cidade de Angra dos Reis terá como queima apenas as vazões necessárias para garantia da segurança operacional da plataforma.

      Pergunta: A Petrobras já tem autorização da ANP para eventualmente aumentar a queima em Tupi?

      Resposta: Conforme ressaltado, não há previsão de elevação da queima contínua de gás em Tupi.

      Pergunta: Qual é, hoje, o preço médio do gás vendido pela Petrobras?

      Resposta: O preço médio de venda de gás natural da Petrobras, para as distribuidoras, foi, em junho de 2010, R$ 0,57/m³ (US$ 8,51 /MMBtu) para contratos de fornecimento de longo prazo (acima de três anos) de suprimento ao mercado não termelétrico. Esse preço inclui o transporte até o ponto de entrega para as distribuidoras concessionárias estaduais de gás (city gate) e não considera os tributos incidentes, que têm alíquotas diferenciadas por estado.

      Já nas modalidades de curto prazo, as distribuidoras adquiriram gás, em junho de 2010, ao preço médio de R$ 0,31/m³ (US$ 4,60 /MMBtu) no leilão de seis meses e R$ 0,29/m³ (US$ 4,37 /MMBtu) nos pregões semanais promovidos pela Petrobras. Ao incluir estas vendas de curto prazo, o preço médio do gás natural no Brasil, em junho de 2010, foi reduzido para R$ 0,51/m³ (US$ 7,54/MMBtu), mantidas as condições de entrega citadas no parágrafo anterior.

      Comercialização de Gás Natural de Curto Prazo – Definições

      Leilões de Curto Prazo – modelo de comercialização de gás natural da Petrobras, junto às distribuidoras locais, por meio de contratos com período de fornecimento de um a seis meses. Os leilões são realizados em uma plataforma eletrônica na qual as distribuidoras realizam lances sucessivos de volume e preço para aquisição do gás natural, para o período. São atendidos os pedidos que, ao final do leilão, tenham preços superiores ao custo mínimo de atendimento da Petrobras e seus volumes somados não superem o volume ofertado. Este volume é calculado considerando a previsão de despacho do mercado termelétrico para o período de fornecimento e os volumes provenientes dos contratos de longo prazo, com as distribuidoras, que não estão sendo retirados.

      Pregões Semanais – modelo comercial no qual, a cada semana, as distribuidoras de gás podem adquirir volumes, para um período de uma a quatro semanas, para o atendimento de seus clientes. As compras são realizadas por meio de solicitações de volumes e preços feitas pelas distribuidoras em uma plataforma eletrônica no período de segunda a quinta-feira. Na sexta-feira, a Petrobras confirma as transações aceitas, tendo em vista os custos de suprimento de gás em função do despacho termelétrico confirmado pelo Operador Nacional do Sistema (ONS).
      URL:
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