4 de junho de 2026

Produção menor da Petrobras já é compensada pelo pré-sal

 
Enviado por R. Moraes
 
 
Por Luciana Magalhães
 
Associated Press
 
 
Quando a Petrobras SA revelou a maior descoberta de reservas de petróleo da sua história, em 2007, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva brincou que a descoberta havia provado que Deus é brasileiro.
 
Novos dados de produção estão levando muitos na indústria a compartilhar esse otimismo. Segundo a Petrobras, os campos do pré-sal estão produzindo mais de 500.000 barris de petróleo por dia, cerca de três vezes mais que em 2012, e já representam perto de 25% da produção total da empresa, de dois milhões de barris por dia.
 
É um crescimento rápido para a Petrobras em uma das regiões petrolíferas mais desafiadoras do mundo. Os depósitos se encontram a cerca de 320 quilômetros longe da costa sudeste do Brasil, enterrados no solo oceânico sob uma grossa camada de sal, o que dá nome aos campos.
 
“Em termos de produtividade e da velocidade com que a Petrobras saiu de uma produção zero para 500.000 barris por dia é [algo] meio sem precedentes”, diz Ruaraidh Montgomery, analista da firma de pesquisa Wood Mackenzie.
 
Os ganhos de produção nos campos do pré-sal são extremamente necessários para compensar a queda de desempenho dos campos mais antigos da Petrobras. A produção total da empresa caiu de 1,98 milhão de barris equivalentes de petróleo por dia em 2012 para 1,93 milhão no ano passado. Em 2014, com o pré-sal, a produção total aumentou. Em junho, foi de 2,008 milhões de barris diários.
 
A empresa divulga hoje seus resultados do segundo trimestre.
 
Com o pré-sal, o Brasil pretende ser um dos cinco principais produtores de petróleo do mundo até 2020, quando a produção deve chegar a quatro milhões de barris por dia. Mas, para atingir essa meta ambiciosa, a Petrobras terá que superar desafios financeiros, técnicos e políticos.
 
A lucratividade da empresa foi esmagada pelo governo brasileiro, que forçou a Petrobras a vender gasolina importada a um preço abaixo do custo para combater a inflação.
 
Ela também fez muitos empréstimos para financiar a exploração e o desenvolvimento dessas reservas, transformando-se na petrolífera mais endividada do mundo. A Petrobras estima gastar US$ 102 bilhões na região do pré-sal até 2018. E outras dezenas de bilhões de dólares serão necessários para sua exploração total.
 
O desafio é maior porque a Petrobras está praticamente sozinha nessa empreitada.
 
As duras regras de partilha de produção do governo brasileiro exigem que a Petrobras seja o único operador de todos os projetos do pré-sal, com uma participação mínima de 30%. Esses termos afastaram a maioria das grandes petrolíferas globais. No primeiro — e até agora único — leilão de campos do pré-sal, houve apenas uma oferta, de um consórcio liderado pela própria Petrobras.
 
Os ganhos com o petróleo do pré-sal brasileiro estão indo de certa forma no caminho oposto ao dos gerados pelo boom do petróleo de xisto dos Estados Unidos. Nos EUA, a porta está aberta para todos. Os proprietários de terras aceitam receber royalties baixos, mas o resultado tem sido um aumento massivo na produção e na segurança energética americana.
 
Ainda assim, não há dúvida que a descoberta do pré-sal remodelou a indústria de petróleo do Brasil. Agora, mais plataformas de exploração em águas profundas, navios de abastecimento e unidades de armazenamento flutuantes estão operando no país que em qualquer outro lugar no mundo, de acordo com a firma IHS.
 
As duas principais bacias têm cerca de 50 bilhões de barris de petróleo recuperável. O maior campo atualmente em produção, o Lula, possui estimados oito bilhões de barris de petróleo — quase oito vezes mais que o maior campo do Golfo do México.
 
Para chegar ao petróleo, a Petrobras investiu bilhões de dólares em pesquisa, novas tecnologias de imagem em 3-D, uma frota marítima potente e helicópteros maiores para levar funcionários e equipamentos até os campos. Novas técnicas de perfuração foram necessárias para atingir as reservas, que podem estar a até 6.000 metros abaixo da superfície do oceano. Só a camada de sal, que muda constantemente, pode ter 2.000 metros de espessura.
 
Os buracos perfurados na camada de sal podem se fechar sozinhos, então um tipo especial de lama tem que ser usado para conservá-los abertos. O gás nos campos do pré-sal é muito corrosivo, o que torna necessário o uso de canos de aço especiais. “Ninguém no mundo produziu nessas condições”, diz Edmundo Marques, um ex-executivo da Petrobras que hoje é chefe de exploração da petrolífera Ouro Preto Oléo e Gás.
 
O próximo desafio da Petrobras está em seus antigos poços de petróleo, onde a produção está caindo rapidamente. No campo de Roncador, o maior produtor do país, a produção passou de 395.000 barris diários em 2010 para atuais 256.200 barris. Isso tem gerado mais pressão para a Petrobras continuar suas atividades nos campos do pré-sal para que a empresa atinja suas metas de produção.
 
“É uma corrida, já que os antigos gigantes estão em declínio”, diz Bob Fryklund, diretor de estratégias de exploração e produção de petróleo da IHS.
 
“A Petrobras trabalha constantemente para compensar o declínio natural na produção de seus campos antigos”, disse uma porta-voz da Petrobras em uma nota. “A companhia está investindo muito em novos projetos e iniciando a operação de um grande número de sistemas de produção nas [áreas] do pré-sal e do pós-sal.”

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  1. Petro Leiro

    9 de agosto de 2014 2:57 pm

    A difusão da ignorância e o desgaste da Petrobrás pela míRdia

    Os medíocres opositores e sua míRdia precisam saber que a produção, assim como o faturamento e o lucro são variáveis. A maioria das petroleiras internacionais tem aumentos e reduções devido a fatores técnicos e de mercado.

    A Shell por exemplo (maior empresa do mundo no ano passado) reduziu seu faturamento em cerca de 6%.

    Petróleo é ofertado em grande parte por traders destas companias, que jogam com oferta, demanda e oportunidade, podendo tanto vender quanto segurar, sempre com o objetivo de maximizar ganhos.

    Dentre as variáveis adicionais temos problemas de manutenção, guerras, rigores climáticos, desgaste de equipamentos, acidentes de campo ou externos, esgotamento gradual de reservas, interesses políticos e tantos outros.

    A míRdia, assessorando o escuso interesse em privatizar a Petrobrás (e seus lucros e royalties) só enxerga as cavas das ondas, escondendo os seus picos, ignorando que os ventos e marés mantem a arrebentação.

    Aumentos de produção são ignorados, mas um normalíssima queda de lucros em um trimester vira manchete.

    Como uma empresa que além de SEMPRE dar lucro (a privados e ao país), financiará parte importante de nossa saúde e educação, tal campanha contra ela é simplesmente nojenta.

    É uma campanha contra brasileiros.

  2. altamiro souza

    9 de agosto de 2014 3:45 pm

    certamente, um período

    certamente, um período heróico para a petrobrás.

  3. Sandrotec

    9 de agosto de 2014 5:27 pm

    Aumento de produção da Petrobrás no governo FHC foi recorde

    Um amigo me apresentou esses dados e eu não achei a explicação, alguém poderia me ajudar a explicar como isso aconteceu. Obrigado!

    “Segundo dados do “Valor Data” – segmento de pesquisa do jornal “Valor Econômico” -, nos oito anos sob a gestão de Fernando Henrique Cardoso, a estatal passou de uma produção diária de 716 mil barris, em 1995, para 1,5 milhão de barris/dia, em 2002, ou seja, um crescimento de 109%.

     

    1. Petro Leiro

      9 de agosto de 2014 6:53 pm

      FHC surfou em onda de óleo … tão privatizada quanto pôde

      Não sei os números exatos mas as explicações e os fatos são os seguintes:

      1) A Petrobrás tinha uma produção merreca, baseada eminentemente em terra.

      2) Passou a buscar desenvolver-se na plataforma marítima, tornando-se líder mundial até hoje nesta modalidade.

      3) Prospectou, descobriu e desenvolveu a Bacia de Campos, um novo patamar de reservas para o Brasil.

      3) Pronta para produzir (e ganhar), depois de todo o esforço e investimento pré-produção, o sr. FHC, cinica e traíramente, quebrou o monopólio da empresa, que passou a cter de ompartilhar os resultados da descoberta (que ela investiu sozinha).

      4) Lembrando que não havia necessidade de se quebrar o monopólio, pois desde muito ela já podia ceder (e cedia) áreas de exploração em contratos de risco com qualquer petroleira mundial.

      5) Como a área recém descoberta (bacia de Campos) era muito maior do que tudo que já tiveramos antes, Mr. FHC surfou na onda dizendo que a produção (que a Petrobrás estava no ponto de beneficiar-se sozinha) só “aumentou porque houve a quebra do monopólio”. Vai para o trono da cretinice cínica ou não vai?

      6) Ao mesmo tempo, começou a desconstruir a Petrobrás, privatizando-a pelas beiradas com ações adicionais à quebra de monopólio (tais como: terceirizações, venda de ações preferenciais no exterior, diminuição do controle do governo nas ordinárias, preferência à indústria estrangeira (incapacitação nacional), etc.

      Aproveitar o duro fim dos vultosos esforços e investimentos estatais, sugá-las e entregá-las bem no início da fase operacional que traz os retornos é uma marca de FHC, que fez o mesmo com a telefonia, quando desconstruiu a telefonia fixa, de altos investimentos infraestruturais e entregou o iniciante e explosivo filé de mercado de celulares (que viria a explodir em todo o planeta) à privadas (estrangeiras).

      Pior é que estes golpes de mestre sequer são de sua autoria, por sua intrínseca incapacidade de engendrá-los.

      Ma com uma enorme capacidade de servir.

      E de trair.

       

      PS: Dizem por aí que nem seu pai, tio e primo confiavam nele…

      1. serralheiro 70

        9 de agosto de 2014 8:58 pm

        Inocente! Seu amigo sabe

        Inocente! Seu amigo sabe nada! 

      2. Sandrotec

        9 de agosto de 2014 11:07 pm

        Obrigado! Eu fiquei avaliando

        Obrigado! Eu fiquei avaliando essa situação e achei estranho isso nunca ter sido usado como bandeira pelo PSDB. 

  4. Roberto São Paulo-SP 2014

    9 de agosto de 2014 6:34 pm

    ANP—-Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural

    Produção de petróleo aumenta 6,9% e a de gás natural 8,2% em junho
    AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS—-Atualizado em 07/08/2014 16:17:34
    A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de junho atingiu 2,79 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo 2,246 milhões de barris diários de petróleo e 86,6 milhões de metros cúbicos de gás natural. O volume é superior ao do mês anterior, quando a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,721 milhões de barris de óleo equivalente por dia. A produção de petróleo também superou o recorde anterior de 2,231 milhões de barris por dia, alcançado em janeiro de 2012.——Houve aumento de 2,6% na produção de petróleo em relação a maio de 2014 e de 6,9% na comparação com junho de 2013.
    A produção de gás natural superou em 2,4% a do mês anterior, de 84,5 milhões de metros cúbicos por dia, e em 8,2% a de junho de 2013. As informações são do Boletim da Produção da ANP, disponível em
    http://www.anp.gov.br/?pg=71248.

    Pré-sal
    A produção no pré-sal aumentou 6,2% em relação ao mês anterior, totalizando 583,2 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 478 mil barris diários de petróleo e 16,7 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 33 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e na área de Iara. Os poços do “pré-sal” são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010.

    Queima de gás
    O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95,1%. A queima de gás natural em junho foi cerca de 4,3 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 9,9% em relação ao mês anterior e aumento de 14,7% em relação a junho de 2013.

    Campos produtores
    Em torno de 90,4% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 92,4% da produção de petróleo e 73,5% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 256,2 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Mexilhão, na bacia de Santos, com média diária de 6,6 milhões de metros cúbicos.

    A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 14 poços a ela interligados, cerca de 134 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 108,8 barris diários de petróleo e 2,3 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Dentre esses campos, Bom Lugar, operado pela Alvopetro, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 40,1 barris de óleo equivalente por dia.

    A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 171,4 Mboe/d, sendo 141,4 Mbbl/d de petróleo e 4,8 MMm³/d de gás natural. Desse total, 4,1 Mboe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 332 boe/d no Estado de Alagoas, 2,.025 boe/d na Bahia, 33 boe/d no Espírito Santo, 1.424 boe/d no Rio Grande do Norte e 262 boe/d em Sergipe.
    Outras informações

    Em junho, 303 concessões, operadas por 24 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 82 são concessões marítimas e 221 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concessões produtoras, duas encontram-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD), e outras sete são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais.

    O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,5°, sendo que 10 % da produção é considerada óleo leve (>=31°API), 59% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 31% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000.

    A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.060 poços, sendo 799 marítimos e 8.261 terrestres.
    O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, bacia Potiguar, com 1.115 poços.
    Marlim, localizado na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 60 no total.

    URL:
    http://www.anp.gov.br/?pg=71862&m=&t1=&t2=&t3=&t4=&ar=&ps=&cachebust=1407607490486

    Boletim da Produção de Petróleo e Gás Natural – Junho 2014-pdf-26 páginas
    AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS—Superintendência de Desenvolvimento e Produção–SDP—1o de agosto de 2014

    Lista de Abreviaturas
    m3: metros cúbicos
    bbl: barris (1 m3 ≈ 6,29 bbl)
    boe: barris de óleo equivalente (1.000 m3 de gás ≈ 6,29 bbl)
    M: milhares
    MM: milhões
    d: dia
    TLD: Teste de Longa Duração
    UEP: Unidade Estacionária de Produção
    GASA: Gás natural associado
    GASN: Gás natural não associado

    http://www.anp.gov.br/?dw=71850

  5. Roberto São Paulo-SP 2014

    9 de agosto de 2014 7:21 pm

    Alta na produção de petróleo ajudou exportações, diz ministério

    01/08/2014 18h07—Brasília—-Mariana Branco – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

    O aumento nas exportações de petróleo bruto, que contribuíram para o superávit de US$ 1,575 bilhão da balança comercial em julho, teve relação com oportunidades comerciais e crescimento da produção brasileira, disse hoje (1°) o diretor do Departamento de Estatísticas e Apoio às Exportações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Roberto Dantas.  ——-As vendas do produto cresceram 276%  ante o mesmo mês do ano passado, atingindo US$ 2,6 bilhões.

    Dantas citou dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), segundo os quais, em maio deste ano, a produção cresceu mais de 9% sobre o mesmo período de 2013 e quase 8% no acumulado do ano. O diretor ressaltou que há, ainda, uma tendência de alta no preço anteriormente em queda. “As empresas vêm detectando oportunidades e veem qual o momento de fazer embarques”, disse, destacando que “não é apenas o principal exportador [Petrobras]”, mas que “outras empresas também aumentaram essa produção [de petróleo bruto]”.

    Apesar da alta nas vendas, a conta-petróleo continua deficitária no acumulado do ano. O saldo negativo recuou de US$ 15,4 bilhões nos sete primeiros meses do ano passado para US$ 9,9 bilhões em igual período de 2014. Segundo Dantas, a conta pode alcançar mais equilíbrio, mas continuará no vermelho. “A nossa produção não vai ser autossuficiente a curto e médio prazo. [O petróleo que o Brasil importa] é um petróleo leve. O nosso [produzido localmente] é pesado, destinado mais a óleos combustíveis que à produção de gasolina”, disse, ressaltando que as compras serão em menor volume do que em 2013, quando houve parada para manutenção de plataformas.

    O diretor disse que o resultado da balança em julho não foi melhor em função do início da desaceleração dos embarques de soja, que têm seu pico em maio e junho. Em julho, as vendas somaram US$ 3,2 bilhões, contra US$ 3,1 bilhões em julho deste ano e US$ 3,6 bilhões no mês passado. Nos sete primeiros meses do ano, a quantidade embarcada e a receita com a commodity bateram recorde. A partir de agosto, a tendência é que haja uma redução nas exportações.

    O superávit da balança comercial em julho foi o segundo melhor resultado do ano, perdendo apenas para junho, quando o saldo ficou positivo em US$ 2,365 bilhões. Trata-se do quinto resultado positivo consecutivo este ano. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior não faz previsão numérica para o fechamento da balança no ano, mas estima resultado superavitário.
    URL:
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-08/Alta-na-produ%C

     

  6. Mauricio C. Pinheiro

    13 de março de 2015 2:45 pm

    Verdade sobre o pré-sal

    Para alcançar o pré-sal temos que gastar US$ 600 bilhões de dólares na frente para lá nos anos de 2020 a 2030 estarmos produzindo óleo ESTIMADO, de API 38 (comercial), se houver de verdade e os custos forem de no máximo  US 80 dolares o barril.  Por que serão antieconomicos.  O problema é que precisaremos ter brocas que cheguem a ter 7 quilometros de comprimento para ir do nivel do mar até as jazidas que estão estão nessa profunidade. Com o pequeno detalhe que precisarão ter até 70 polegadas no inicio para chegar lá em baixo com até 10 polegadas.  Com o pequeno detalhe de estarem perfurando a 200 quilometros das costas ou mais. Precisaremos de brocas que ainda não temos e nem existem, aprovadas, no mercado.   E mais, verdadeiras usinas de energia flutuantes para apoio, helicopeteros para levar e trazer fiuncionários e equipamentos de altissimo custo,  especiais, navios tanques gigantescos para transportar o produto.  Estamos construindo um gigantesco castelo de cartas  e envolvendo a Petrobras num custo gigantesco para termos até lá, se o petróleo ainda estiver sendo usado como fonte de energia, pois os outros países já estão implantando hoje, 2015, enormes parques eólicos conjugados com plantas de energia foto-voltaica (solar) no mesmo espaço, o que dá enorme economia de escala e energia mais barata do que a que usa combustiveis fósseis e com prazo de termino.    O Sol existe e existirá por bilhões e bilhões de anos !!!!!  Os ventos também !! Já temos no mundo veiculos rodando com baterias eletricas que também já tem um peso muito menor e com carga mais duradoura o que viabiliza a sua utilização e fabricação em massa.     No Brasil o petróleo que temos é de qualidade “pesada” ou API entre  22 graus ou menos o que nos coloca na posição de vender o petróleo extraido com preços de 10% menores que o preço do barril padrão comercial API 38 (Brent ou WTI) para poder comprar petróleo melhor para finalidades mais nobres.   Se quisermos utlizar o nosso pesado, o custo de refino aumenta !!!  Criamos um Fundo Soberano de 5 bilhões de barris ao preço estimado de US$ 15 dolares o barril e emitimos títulos que lançamos no mercado para capitalização da Petrobras que pagam juros acima do mercado, ou inflação, mais juros que alcançam até 19% no mercado especulativo.   A Petrobras já se endividou em cerca de US$ 300 bilhões por conta dessa verdadeira volupia uma verdadeira miragem. E se lá na frente, pois é um jogo, não der resultado economico e viabilidade esperados ?????   Quem vai assumir culpa e pagar os estragos ????? E considerando que em cima dessa expectativa já apareceram escândalos, os maiores de nossa história com desvio dessas obras e compras em conju7nto com as maiores empreiteiras para locupletação e uso politico para manter o dominio do poder.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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