O tenente-coronel Mauro Cid perdeu mais um advogado: Bernardo Fenelon deixou o caso do militar antes da operação realizada pela Polícia Federal na última sexta-feira (11/08).
Na ocasião, os policiais cumpriram quatro mandados de busca, e um dos alvos era o pai de Mauro Cid, o general Mauro Cesar Lourena Cid, além do advogado Frederick Wassef (que já defendeu a família Bolsonaro) e de Osmar Crivelatti, que também foi assessor do ex-presidente.
O primeiro advogado a abandonar a defesa do militar foi o criminalista Rodrigo Roca, que alegou foro profissional – sabe-se que Roca é próximo da família Bolsonaro.
Ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, Mauro Cid é suspeito de adulteração de certificado de vacinação, além de ser apontado como suspeito de integrar esquema de desvio e venda de joias e presentes oficiais recebidos pela Presidência da República.
Com Metropoles e Rede Brasil Atual.
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