4 de junho de 2026

O protesto em apoio aos palestinos em frente à Casa Branca

Manifestantes pró-palestinos trocam insultos com um pequeno grupo de judeus ortodoxos perto da Casa Branca em 2 de agosto de 2014

Enviado por Demarchi

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Milhares de pessoas se reuniram neste sábado diante da Casa Branca, em Washington, em apoio aos palestinos de Gaza, exigindo o fim da ofensiva militar israelense, constatou um jornalista da AFP.

Exibindo cartazes pedindo o “fim da ajuda dos EUA ao Estado judeu” ou “Punição a Israel, um estado terrorista”, os manifestantes ocuparam pacificamente boa parte da Lafayette Square, situada do outro lado da residência presidencial.

Um cartaz mostrava uma suástica e outro indicava o “gueto de Gaza”, comparando o território palestino com o Gueto de Varsóvia na II Guerra Mundial.

Um pequeno grupo de judeus ortodoxos, protegido pela polícia, também realizou um ato no mesmo local, trocando insultos com os manifestantes pró-palestinos, mas sem descambar para a violência.

Essa manifestação pela população de Gaza é a maior já realizada em frente à Casa Branca desde o início da ofensiva israelense contra o grupo radical islâmico Hamas, que já custou a vida de 1.810 palestinos, a maioria civis. Do lado israelense, 63 soldados e três civis morreram.

Neste sábado, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o Exército vai manter suas operações contra o Hamas na Faixa de Gaza “pelo tempo que for necessário”.

Logo depois, um porta-voz do Hamas anunciou que o grupo seguirá lutando contra Israel na Faixa de Gaza até “cumprir seus objetivos”.

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12 Comentários
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  1. jns

    3 de agosto de 2014 9:28 am

    agredido brutalmente

    O adolescente americano Tariq Abu Khdeir foi agredido e preso quando assistia a confrontos em Jerusalém.

    [video:http://youtu.be/JhFa_kgB1cc%5D

    Os Estados Unidos pediu uma investigação rápida do incidente em que Tariq Abu Khieder parece [ expressão cunhada pelo Washington Post ] ter sido espancado por policiais israelenses.

    Tariq Abu Khieder, 15 anos, é escoltado por guardas prisionais israelenses, durante uma aparição em um Tribunal de Jerusalém. Khieder foi condenado a nove dias de prisão domiciliar, depois que autoridades israelenses o acusaram de ser parte de um grupo de palestinos que atacaram policiais [ Ronen Zvulun / Reuters ]

    A captura de tela de uma imagem de 16-year-old Mohammed Abu Khdair exibido no telefone de sua mãe no dia 2 de julho de 2014.

    Mohammed Abu Khdeir, 16 anos – primo do americano Tariq Abu Khieder, que foi detonado pela Patrulha de Fronteira de Israel –  foi sequestrado e assassinado por colonos israelenses no leste de Jerusalém.

    [video:http://youtu.be/AKdvlcKTJwI%5D

    O Washington Post informou que Tariq Abu Khdeir ‘teria sido agredido e preso quando”…

  2. jns

    3 de agosto de 2014 9:41 am

    “Livre, livre, Palestina! Matar crianças é crime!”

    Milhares de pessoas de todo país protestaram em apoio aos palestinos perto da Casa Branca

    Washington Post | Karen Chen | 02/08/2014

    A manifestação de pessoas para a Casa Branca e as ruas do centro de Washington na tarde de sábado, quando participantes de todo o país pediram o fim da violência continuada entre Israel e os palestinos na Faixa de Gaza.

    “Livre, livre, Palestina! Matar crianças é crime!”, a multidão gritava, segurando bandeiras palestinas, caixas de papelão decoradas como caixões e cartazes com imagens gráficas dos feridos.

    Os manifestantes começaram a chegar por volta das 13:00 para o evento, que foi organizado por um conjunto diversificado de mais de 40 grupos. Os organizadores disseram que muitos chegaram de ônibus de cidades como Chicago e Nova York, e muitos outros dirigima de tão longe como a Flórida para participar do evento. A polícia bloqueou várias ruas, incluindo 15th Street NW em frente dos escritórios do The Washington Post, para a movimentação dos manifestantes.

    “É um número excepcionalmente grande de manifestantes”, revelou Araz Alali, porta-voz da polícia de Washington DC, que não houve distúrbios durante o protesto.

    Sab Sab, 25 anos, pegou um ônibus de Ohio para contribuir com sua voz aos cânticos.

    “Eu tenho protestado toda sexta-feira em Cleveland, então eu queria participar do protesto nacional”, disse Sab, caminhando com esposa e o primo.”Estou aqui para pedir o fim da guerra e o cerco de Gaza”.

    Mounia Bounkenafet, 38, de Falls Church, Va., marchou com seus quatro filhos, com idades entre 3, 5, 7 e 12 anos.

    “Às vezes, as notícias sobre Gaza, fazem eles começarem a chorar na frente da TV”, disse Bounkenafet. “Eu nem quero que eles possam assistir, mas eles são curiosos, e quando eles perguntam eu digo-lhes a verdade: Este é um grande crime'”

    Bounkenafet disse que acha que os Estados Unidos devem parar de financiar Israel, quando uma de suas filhas ergueu o punho no ar e gritou junto com os manifestantes.

    Israel afirmou que está respondendo a foguetes disparados a partir de Gaza e está tentando destruir túneis através dos quais os militantes realizaram ataques contra Israel. Além disso, os israelenses disseram que emitiram avisos antes dos ataques e acusaram os militantes de esconder armas em meio a instalações civis.

    O termo mais utilizado durante o protesto foi “genocídio” para classificar a violência com foco no retorno da paz para ambos os lados. Muitos judeus americanos estavam entre a multidão, disse Shelley Cohens Fudge, 57, de Silver Spring, Maryland. Ela é a coordenadora metropolitana da Voz Judaica para a Paz em Washington.

    “Nós temos os árabes americanos, judeus americanos, pessoas do Paquistão, as pessoas de todas as esferas da vida aqui”, disse ela. “Existem muitos judeus americanos que estão preocupados com a situação muito desproporcional – não é uma guerra, é uma agressão e uma invasão.”

    Caya Cagri, 60, de Kensington, Maryland, e sua irmã, Beyhand Trock, 59, de Bethesda, Maryland, não concordam em todos os seus pontos de vista sobre o conflito, mas ambas compareceram para apoiar a paz em Gaza.

    “Nossa mãe é judia e o nosso pai é muçulmano”, disse Cagri, explicando as raízes turcas da família. “Eles tiveram três filhas; uma se casou com um judeu, uma casou com um muçulmano e a outra é casada com uma católica”.

    O marido de Cagri é católico e de Trock é judeu.

    “Eles nos ensinaram a aceitar as outras pessoas, estamos todos em um mesmo mundo – devemos tratar as pessoas com humanidade”, disse Cagri.”Existem tantos pontos em comum, se as pessoas aproveitassem o tempo para entender…”

    “As pessoas têm que deixar o racismo na porta”, disse Trock. “Os palestinos têm o direito de existir como seres humanos e não sob a ocupação (israelense)”.

    As irmãs disseram que o lado muçulmano da família estava presente no sábado, mas o lado judeu não apareceu. Eles disseram que, mesmo na sua família, as discussões sobre o conflito eram difíceis de sustentar, sem se tornar emocional.

    “Ambos os lados se sentem vítimas”, disse Trock. “Nós também temos as nossas divergências”, acrescentou, apontando para a irmã, “mas nós não atiramos uma na outra.”

    Zainab Chaudry, 32, de Columbia, Maryland, a diretora de divulgação para o Conselho de Relações Islâmico-Americana, em Maryland, disse que o adolescente Tariq Abu Khieder , 15, da Flórida, que chamou a atenção nacional para um vídeo onde apareceu para mostrar os soldados israelenses batendo nele enquanto estava em uma viagem com a família, na Cisjordânia, estava entre aqueles no meio da multidão. Khieder postou uma foto em sua conta Instagram mostrando seu rosto, agora curado, em registro na frente à Casa Branca no sábado.

    http://www.washingtonpost.com/local/thousands-from-across-country-protest-in-support-of-palestinians-near-white-house/2014/08/02/0e733a9a-1a7c-11e4-9e3b-7f2f110c6265_story.html?hpid=z1

    Zainab Chaudry

    Zainab Chaudry – https://twitter.com/zainabnc

  3. jns

    3 de agosto de 2014 11:02 am

    impotência

    Por que ninguém reage contra o massacre israelense?

    feature image number two

    ‘Telegenic’? Palestinian girls mourn before the funeral of their uncle, who died in an Israeli airstrike in Gaza City.

    Link permanente da imagem incorporada

    “Quando você vê os médicos chorando é que todas as linhas vermelhas foram cruzadas” – Dr. Babar Kahn

    As cenas horripilantes tornam impossível anexar imagens das crianças palestinas trucidadas em Gaza.

    Quem tem coragem pode acessar a Internet.

    1. Alan Souza

      3 de agosto de 2014 1:36 pm

      E a Direita brasileira…

      Fica em regozijo permanente pela morte dessas crianças. Reinaldo Azevedo é o ser mais asqueroso que já vi na vida!

    2. Sta. Catarina

      4 de agosto de 2014 12:53 am

      Algo precisa ser feito urgentemente.

      Quem irá apagar o trauma desta geração de palestinos? Como estas crianças irão esquecer seus pais, irmãos morrendo sob fogo cerrado de um país covarde e mesmo assim apoiado por uma potência que teria condições de evitar tal tragédia?

  4. João Sabóia Jr.

    3 de agosto de 2014 11:22 am

    São Paulo

    A todos os paulistanos que se indiguinados com as ações genocídas do Governo Israelense. Manifestação nesta segunda-feira, dia 04, às 18 horas na Praça Ramos de Azevedo!

    1. João Sabóia Jr.

      3 de agosto de 2014 11:25 am

      Correção

      INDIGNADOS

  5. jorge paula

    3 de agosto de 2014 1:47 pm

    Quem vai por fim nesses

    Quem vai por fim nesses crimes de guerra, ate aonde vai esses insanos sionistas? Não vai demorar muito e esses criminosos vão ser caçados do mesmo modo que os nazistas.

  6. wendel

    3 de agosto de 2014 2:51 pm

    E então………………

    E o povo brasileiro?????????????????

    Onde estão????????????????????

    Agora é que era hora de se dizer ” VEM PRA RUA, VOCÊ TAMBÉM”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Cadê vocês???????????????????????

    Ouvamos pra rua ou iremos ficar aquí protestando sentados comodamente atrás de nosso computador????????

    Cadê os humanistas???????????????

    Cadê os defensores dos direitos Humanos??????????????????????

    Será que precisa mais, mais asasssinatos de crianças ????????????????

    1. Sta. Catarina

      4 de agosto de 2014 12:45 am

      Concordo

      Concordo com o desabafo e iria à manifestação, caso ocorresse.

      Mas na opinião de muitos vale o ditado: pimenta na bunda do vizinho é refresco!

  7. mauricio moreira

    3 de agosto de 2014 8:41 pm

    BOICOTE ISRAEL/SIONISTAS !!!

    A sociedade civil / internet vai mostrar sua forca contra esses genocidas, que o mau que estao fazendo retorne em dobro para eles.

  8. jose alves pereira

    5 de agosto de 2014 5:54 pm

    Porque o Brasil Não Interfere Na Guerra ?

    Já Morreram más de 500 crianças inocentes em gaza , porque o governo Brasileiro não manda ajuda !

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