4 de junho de 2026

Líderes judeus reportam onda de ataques antissemitas na Europa

Policiais antimotim francesa montam guarda em frente à sinagoga em Sarcelles, um subúrbio ao norte de Paris, em 20 de julho de 2014 depois de confrontos após uma manifestação pró-palestino denunciando a campanha militar de Israel em Gaza e mostrar apoio ao povo palestino.  Políticos da UE falar após onda de ataques anti-semitas

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Na França, policiais montam guarda em frente à sinagoga em Sarcelles

Enviado por jns

Do The Telegraph

Políticos da União Europeia comentam a onda de ataques antissemitas

Líderes judeus reportam uma crescente onda de racismo em toda a Europa Ocidental após o ataque de Israel à Faixa de Gaza

JUSTIN HUGGLER , BERLIM  

Os ministros das Relações Exteriores da Alemanha, da França e da Itália se manifestaram contra uma preocupante onda de violentos ataques antissemitas em toda a Europa, na esteira da crise de Gaza.

Em Berlim, a polícia teve que intervir para proteger um casal de turistas israelenses no fim de semana, depois de os manifestantes se voltaram contra eles quando avistaram o solidéu do homem. Manifestantes teriam cobrado do casal gritando “judeu, vamos pegar você!”

Em Paris, centenas de manifestantes atacaram sinagogas, quebraram as janelas de lojas e cafés judeus, e cercaram vários acessos, incluindo uma mercearia kosher que teria sido completamente queimada.

Na Holanda, a casa do rabino-chefe foi atacada com pedras por duas vezes em uma semana.

“A retórica antissemita e a hostilidade contra os judeus, os ataques contra as pessoas da crença judaica e sinagogas não podem ter lugar em nossa sociedade”, disseram os ministros das Relações Exteriores, francês e italiano em um comunicado conjunto.

Na cidade alemã de Essen, 14 pessoas foram presas sob suspeita de planejar um ataque à Velha Sinagoga da cidade.

Há relatos de manifestantes na Alemanha cantando “judeus para as câmaras de gás” e a polícia em Berlim proibiu que os manifestantes usem o outro slogan popular: “judeu, judeu, porco covarde, saia e lute sozinho”.

A polícia abriu uma investigação sobre o imã de uma mesquita de Berlim, depois que ele supostamente pediu aos muçulmanos para matar judeus em um sermão.

O embaixador israelense na Alemanha comparou os recentes ataques à situação dos judeus na Alemanha nazista em 1930.

“Eles perseguem os judeus nas ruas de Berlim, como se estivéssemos em 1938”, escreveu Yakov Hadas-Handelsman, em artigo para o jornal Berliner Zeitung. “E se continuar assim, temo que seja apenas uma questão de tempo antes que o sangue inocente seja derramado.”

O embaixador afirmou que os protestos estão atraindo uma “aliança profana” dos islâmicos, neonazistas e esquerdistas radicais. Nós, nunca em nossas vidas, pensamos que ainda é possível que as opiniões antissemitas do tipo mais desagradáveis e mais primitivas podem ser cantadas nas ruas alemãs”, disse Dieter Graumann, chefe do Conselho Central dos Judeus na Alemanha.

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, condenou os ataques como “intoleráveis”.

“Atacar uma sinagoga e uma mercearia kosher é simplesmente antissemitismo e racismo”, disse ele.

“Eles não estão gritando ‘morte aos israelenses’ nas ruas de Paris. Eles estão gritando “morte aos judeus”, disse Roger Cukierman do Conselho Representativo das Instituições Judaicas da França.

* * * * *

“O Sionismo é, a priori, a suposição de que Israel tem o direito de existir como um estado sionista, ou seja, um estado exclusivamente judeu.

Infelizmente, há muitas consequências negativas provenientes deste pressuposto e uma das principais é a seguinte: não é possível criar um estado para um grupo exclusivo no meio de uma grande população de outros, não pertencentes ao grupo de pessoas, sem a criação de um ambiente discriminatório. A soberania do Estado exige a institucionalização desse ambiente através de leis que criam populações superiores e inferiores com base em quem está ou não está no grupo favorecido que o estado está projetado para servir. Isto irá, quase inevitavelmente, provocar a segregação, as disparidades econômicas extremas e, muito possivelmente, a limpeza étnica.

Este é exatamente o resultado prático de colocar a reivindicação do direito de Israel a existir como um estado sionista. O outro lado da moeda desse processo é um pedaço da realidade (não outra suposição) que, todavia, não é permitido no mundo sionista o direito legítimo da população discriminada de resistir.” – Lawrence Davidson

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36 Comentários
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  1. alessandroduarte

    29 de julho de 2014 1:59 pm

    (Sem título)

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=Qtx1u8Bv5_I%5D

    1. Frederico69

      30 de julho de 2014 12:13 am

      ótima produção

      faz acreditar que possa haver bom senso entre os israelenses, ainda que reduzidos a uma minoria.

      só achei um certo vies racista quando o cara fala que um negro, vendo um negro e um judeu na rua, prefere assaltar um judeu por ser uma presa fácil. afinal, conclui, nunca se sabe o negro pode estar armado com um revolver ou uma faca. começa lá pros 24 minutos.

  2. JoselitoSN

    29 de julho de 2014 2:03 pm

    Acho que isso é só uma reação

    Acho que isso é só uma reação à postura arrogante de Israel atacando gaza.

     

    Numa visão dos extremista, Israel = judeu,  assim como na visão de Israel palestino=hamas.

  3. Luiz Antonio Antunes Machado

    29 de julho de 2014 2:03 pm

    Escalada

    É isso que se deve evitar, a escalada da violência, ressentimento, coisas que o mundo já presenciou muitas vezes e das quais não resultou nada de construtivo ou útil. Daí a preocupação de muitos países, inclusive o Brasil, de se movimentar , condenar a violência e tentar reverter o processo de destruição crescente que vem acumulando vítimas e dor. É a típica coisa que não devemos “importar”, deixar bem longe. Devemos tentar colaborar sim, pela paz numa região constantemente conflagrada, mesmo estando em outro continente e distante da disputa, mas não importar o ódio latente que existe infelizmente na região. É um equívoco sem justificativa.

  4. adauto

    29 de julho de 2014 2:19 pm

    Racismo..?

     

    O que não entendo é porque este povo, o judeu, tem o privilégio de que, quando alguém é contra ele, poder chamá-lo de racista.

    Então todos os que atacam uma embaixada são racistas, todos que agridem alguém de uma determinada etnia por uma questão de causa efeito(irracional), são racistas.

    Então os judeus são racistas também, pois atacaram outro povo para vingar a morte de alguns adolescentes.

    Simples..?

    1. alexis

      30 de julho de 2014 7:22 am

      Estratégia

      É uma estratégia elaborada por judeus depois da 2a guerra. de criminalizar a pessoa que opina ou age contra eles, e não a opinião ou a atitude propriamente dita. Na prática, conseguiram embarcar esta situação esperta por trás do problema dos negros, colocando-se como assunto racial. Deste modo, você é anti-semita e também racista, tipificado em Leis que punem a sua cultura, criação e livre pensamento, e não necessariamente algum delito em particular, pois, o mesmo delito não seria grave (às vezes nem delito sequer) se cometido contra alguém que não está nesta lista de privilegiados.

      Segue pelo mesmo caminho a homofobia, onde você é criminalizado pelo que você pensa (embora, em tese, tenha todo o direito a pensar) e não pelos seus atos. Certas atitudes suas contra um cidadão comum, não serão tão relevantes se as mesmas atitudes são contra um homossexual, pois aí o crime passa a segundo plano e o protagonista é apenas você e sua suposta homofobia.

      Judeu faz algo errado –> você age ou reclama  –> você é anti-semita e racista –> você é o culpado

  5. MRE

    29 de julho de 2014 2:30 pm

    Com a globalização e a

    Com a globalização e a instantaneidade das notícias e também a repercussão de sentimentos gerados se tem uma resposta imediata e,  como neste caso, condenatória das atitudes anticristãs geradas pelos judeus – o povo escolhido, não para matar e sim através de seus muitos gênios representarem a vontade superior no desenvolvimento da humanidade.

     

    Doravante as guerrilhas contra os mais fortes e arrogantes mundiais serão desta forma, meio racistas e descriminatórias, utilizando faces, twittes para demonstrar desagravos as atitides anticristãs das potências mundiais,  que fará o agressor pensar duas vezes, ou ter que se recolher e ficar solitário em seus domínios.

     

  6. joe

    29 de julho de 2014 2:40 pm

    “O Brasil passou dos limites

    “O Brasil passou dos limites em relação a Israel”

     

     

     

     

     

    Por Andres Oppenheimer

     

    Enquanto a maioria dos países condenou a violência em Gaza, na maior parte dos casos culpando ambos os lados e dirigindo críticas em variados níveis a um e a outro, o Brasil passou dos limites ao simplesmente endossar a versão do grupo terrorista Hamas para o conflito — indo além até mesmo de países como o Egito e a Jordânia em suas ações contrárias a Israel.

    Em nota emitida em 23 de julho, o governo da presidente brasileira Dilma Rousseff declarou: “Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis”.

    E acrescentou que seu embaixador em Israel foi chamado ao Brasil para consultas — algo que nem mesmo países árabes como o Egito ou a Jordânia fizeram até este momento em que escrevo.

    Tal comunicado alinha o Brasil com Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países que automaticamente tomam o partido de ditaduras militares e violadores dos direitos humanos em todo o mundo. Agora, há rumores de que o Brasil pretende se manifestar contra Israel na Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 29 de julho.

    Muitos outros países condenaram o “uso desproporcional da força” por Israel, contudo a maioria deles — inclusive a Argentina, que normalmente acompanha os posicionamentos do Brasil — condenou simultaneamente o Hamas pelos ataques sistemáticos de foguetes contra alvos civis israelenses, que segundo Israel deflagraram o atual ciclo de violência.

    Ademais, os Estados Unidos e os 28 membros da União Europeia, que consideram o Hamas um grupo terrorista, condenaram-no especificamente pelo uso de civis como escudos humanos.

    Em 17 de julho, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, conhecida pela sigla UNRWA, anunciou ter encontrado 20 foguetes do Hamas escondidos numa escola da ONU em Gaza. Poucos dias depois, a UNRWA anunciou outra descoberta idêntica em outra escola da ONU.

    Após a crítica do Brasil, dirigida unicamente a Israel, o ministro das Relações Exteriores israelense emitiu uma declaração, afirmando que a atitude do Brasil “demonstra a razão pela qual o gigante econômico e cultural continua sendo politicamente irrelevante” no cenário internacional. Representantes de Israel esclareceram que a reação incomumente enérgica foi provocada pela decisão do Brasil de convocar seu embaixador para consultas.

    Em contraste, os Estados Unidos e os 28 integrantes da União Europeia iniciaram suas declarações sobre o conflito em Gaza destacando o direito de Israel a se defender.

    O Conselho da União Europeia, que inclui a França, a Bélgica e vários outros países com populações muçulmanas numerosas, manifestou-se no dia 22 de julho no sentido de que “a União Europeia condena firmemente o disparo indiscriminado de foguetes pelo Hamas contra Israel”.

    E completou: “A União Europeia condena veementemente a convocação (do Hamas) da população civil de Gaza para atuar como escudos humanos. Embora reconheça o legítimo direito de Israel a se defender contra quaisquer ataques, a UE enfatiza que a operação militar israelense deve ser proporcional e em consonância com a legislação humanitária internacional”.

    O Brasil pode ter chamado seu embaixador por razões políticas internas, bem como pelo desejo de agradar aos estados radicais árabes e africanos, em sua busca pela obtenção de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

    José Miguel Vivanco, responsável pela divisão das Américas da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, ressalta que o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva — mentor político de Rousseff — posicionou-se consistentemente em favor dos piores violadores dos direitos humanos do mundo nos anos em que ocupou a presidência.

    Mais recentemente, com Dilma Rousseff, o Brasil melhorou significativamente sua participação nas votações sobre o tema no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém o mesmo não ocorreu em outros fóruns diplomáticos. Na América Latina, por exemplo, o Brasil permaneceu em silêncio em relação às inúmeras violações aos direitos humanos cometidas pelas forças de segurança da Venezuela, relata Vivanco.

    “O Brasil está fazendo a coisa certa ao protestar com veemência contra Israel pelo uso desproporcional da força, que resultou num grande número de mortes de civis, mas ao mesmo tempo não podia deixar de condenar os ataques indiscriminados e constantes de foguetes do Hamas contra a população civil israelense”, disse-me Vivanco.

    Minha opinião: Israel pode ser acusado de falhar ao evitar a morte de civis em casos específicos durante o conflito de Gaza, e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pode ser culpado por não fazer o bastante para acelerar a tão necessária criação de um Estado palestino, porém Israel não pode ser condenado por se defender.

    Não se pode esperar de nenhum país no mundo que fique inerte enquanto um grupo terrorista dispara milhares de foguetes contra suas maiores cidades e, depois, usa civis como escudos humanos. E menos ainda quando, diferentemente do Al Fatah e outros grupos palestinos mais moderados, o Hamas conclama à aniquilação de Israel e ensina às crianças palestinas que matar judeus é uma prestação de serviço a Alá.

    Se o Brasil quer ser levado a sério como uma democracia moderna e um ator internacional responsável, deveria agir como tal.

    1. ana s.

      29 de julho de 2014 5:17 pm

      Orgulho

      No momento, que orgulho eu sinto de ser brasileira! Essa é uma das grandes conquistas dos governos do PT: a adoção de uma política externa de não alinhamento automático aos EUA. Pooodem chiar.

      1. ruyacquaviva

        29 de julho de 2014 6:18 pm

        Concordo

        Concordo plenamente com você e também tenho orgulho do posicionamento brasileiro, que é independente, justo e corajoso.

        O que ocorre em Gaz é uma massacre da população civil inocente em retaliação às ações armadas de um pequeno grupo que não está ameaçando de forma alguma o Estado de Israel.

        O combate aos guerrilehiros do Hamas poderia e deveria ser feito sem massacrar centenas de civis inocentes, boa parte crianças, que não tem para onde fugir.

        Assim como o Brasil atuou com protagonismo na decisão da ONU que determinou a criação do Estado de ISrael e do Estado Palestino (e Israel deve essa ao Brasil), que por sinal foi desrespeitada por Israel que nunca deixou que o Estado Palestino fosse formado, agora ele se coloca contra esse massacre crual e inútil de pessoas inocentes.

        Massacre inútil porque a morte das mulherers e crianças palestinas em nada aumenta a segurança de Israel, sendo um caso evidente de limpeza étnica e retaliação contra população civil, ambos considerados crimes de lesa-humanidade.

         

        1. Yane

          30 de julho de 2014 2:15 am

          Hamas

          “pequeno grupo que não está ameaçando de forma alguma o Estado de Israel.”

          A reação de Israel é desproporcional e o governo brasileiro está certo em se posicionar,  mas essa frase acima é simplesmente mentirosa e você sabe disso. Há túneis feitos pelo Hamas com saídas a poucos metros de escolas e creches e um massacre estava com os dias contados para acontecer. Você certamente falará que isso é peça de propaganda do IDF, mas, ao contrário, é factual. Também é factual que o terrorismo palestino já matou quase 4000 israelenses, então dizer que o terrorismo não é ameaça é outra bobagem ou ingenuidade sua.

    2. luizmattos

      29 de julho de 2014 7:04 pm

      O miami herald passou dos limites

      Eta jornalzinho tendencioso esse miami herald

      Causa espamto a atitude dos nossos parceiros sul-americanos. Nenhuma nota de apoio.

      O Brasil criticou o uso excessivo, pois quem está sofrendo são os civis.

      Daqui a pouco eles vão se julgar no direito de usar armas de destruição em massa (bombas nucleares) que eles negam ter mas todo mundo sabe que eles tem.

      Quanto à Venezuela, o artigo do “mimi herald” não fala dos agentes da CIA presos por incentivar os rebeldes.

      E vejam o que está acontecendo aqui.

      Isso porque os EUA são parceiros. Imagina se fossem inimigos

    3. veranis

      29 de julho de 2014 7:42 pm

      O que já passou do limite é

      O que já passou do limite é essa constante choradeira israelita contra as parcas reações palestinas. Israel espreme a Palestina, traz miséria e desalento e reclama das bombinhas… e mata mais crianças e reclama das bombinhas… Resultado: os mortos já se contam aos milhares na Palestina. Já deu, ninguém liga mais para israelita reclamando.

  7. Tom

    29 de julho de 2014 3:02 pm

    Boa oportunidade

    Para judeus de todas as nacionalidades, principalmente israelenses, se juntarem aos protestos contra os massacres indiscriminados de mulheres, crianças e civis em geral em Gaza por parte desse governo israelense.

    Se a vida e a honra dos palestinos parece não importar muito para esses governantes, pelo menos a honra do povo judeu precisa ser defendida, mostrando que também condena esses ataques.

  8. janes salete

    29 de julho de 2014 3:14 pm

    Os bandidos utilizando da

    Os bandidos utilizando da velha tática: vitimização. Desumano é quem acredita, ainda, que o governo de israel, é humano. É o capitalismo selavagem. É o mesmo que impera na Índia, só que, na ìndia, o governo, deixa morrer seus próprios cidadãos(os não abastados) , eternamente excluídos da sociedade indiana., Democracia no capitalismo, só para o dinheiro de poucos. A fixação pelo capital como salvador do mundo, é muito pobre. Ter poder só através do dinheiro, cria dementes, bajuladores, puxa-sacos. Tem “cidadãos” piores, mais podres, pobres que esses? Não conheço.

    1. Motta Araujo

      29 de julho de 2014 5:27 pm

      Não tem nada a ver com

      Não tem nada a ver com capitalismo, o comunismo foi invenado por um judeu e o Estado de Israel nasceu sob a bandeira socialista.

      1. Patricinho

        29 de julho de 2014 7:49 pm

        Necas.

        O comunismo, que é uma forma de entendermos o socialismo, pertence à classe proletária. Não tem um criador. É um anseio da Humanidade, que antecede ao capitalismo e outras formas de opressão de uma classe pela outra. Se você se refere ao comunismo que nasce do Manifesto Comunista, cem anos antes da fundação do torpe estado sionista, ainda assim a afirmação é falsa. Marx, embora judeu e uma das maiores inteligências que o mundo conheceu, era ateu e portanto não professava a religião de seus antepassados. Todas as formas de socialismo renegam a visão de mundo a partir das raças. O racismo aliás, é uma invenção das classes dominantes. O socialismo preconiza o fim das classes sociais. Por isso mesmo não pode jamais ser reivindicado como inspiração do sionismo, um dos mais horrendos sistemas racistas que se tem notícia.

        Se se refere aos fundadores do sionismo, pode ser que entre eles houvessem socialistas sinceros. Mas ao abraçar o sistema de classes, os sionistas abandonaram qualquer possibilidade de serem socialistas. Se se refere aos kibutzim, também errou. O sistema de trabalho socializado do kibutz é como qualquer forma de divisão de trabalho capitalista. A produção sempre é socializada, em qualquer sistema. A repartição dos frutos do trabalho, não sendo socializada – mas servindo para alimentar a máquina de guerra de Israel – jamais poderia resultar socialista.

         

  9. gaúcho

    29 de julho de 2014 3:39 pm

    O recado que Israel passa ao

    O recado que Israel passa ao mundo é o seguinte: se nós podemos simplesmente atirar um míssel numa aglomeração humana matando de uma vez só centenas de pessoas porque nós não podemos atacar os judeus.

    Ou seja, quem está botando gasolina na fogueira do anitssemistismo é o governo direitista e belicista de Israel.

    1. ruyacquaviva

      29 de julho de 2014 6:04 pm

      Concordo

      Concordo com você.

      O ódio só estimula mais ódio.

      O racismo só estimula mais racismo.

      A violência só provoca mais violência.

      E o Estado de Israel tem uma política sistemática de estímulo ao ódio racista e pratica a violência contra os palestinos.

      Só não podemos cair nessa prática execrável.

      Porque é o que os que lucram com a violência querem.

  10. Alan Souza

    29 de julho de 2014 3:52 pm

    Israel perdeu seu capital histórico

    Vítima desde sempre de perseguições na Europa – principalmente na Europa oriental – e massacrado irracionalmente na 2ª Guerra Mundial, o povo judeu dispunha de um incrível capital histórico, capaz de despertar a simpatia do mundo todo a seu favor.

    É sabido que ninguém (exceção, talvez, de uma parcela da população dos EUA…) gosta de valentões, e todos tendem a ficar do lado dos oprimidos. Israel nasceu em 1948 em parte graças a esse capital histórico. O relatório da UNSCOP (Comissão Especial das Nações Unidas sobre a Palestina), que sugeriu a criação do estado judaico apontou, por exemplo, que era “responsabilidade internacional” a existência de refugiados judeus, devido à 2ª Guerra Mundial.

    Mas com suas atitudes virulentas e o massacre dos palestinos Israel perdeu esse capital. O povo massacrado na 2ª Guerra Mundial agora é o tirano massacrador. A simpatia do mundo, compreensivelmente, vem acabando – se é que não se esgotou.

    E a perda desse capital parece vir acompanhada, aqui e ali, de um outro efeito: uma rediscussão (tardia, a meu ver) da possibilidade existência de Israel como estado. Parece crescer a opinião em alguns setores da mídia e entre várias pessoas de que a solução para o fim do conflito no Oriente Médio não é o fim do Hamas, do Hezbollah ou do Fatah, e sim o fim de Israel…

  11. JB Costa

    29 de julho de 2014 4:19 pm

    Atitudes extremadas como

    Atitudes extremadas como essas só dão mais munição para a face oportunista do movimento vitimista judeu; aquele que acha que qualquer crítica a um judeu ou ao Estado de Israel é automaticamente antissemita.

    Não coonesto de forma alguma violência em nenhum dos seus aspectos. E é razoável se supor que na onda desses protestos contra as ações genocidas de Israel pegue carona os racistas miseráveis e que jamais queria ao meu lado nesses protestos e críticas contra os assassinatos de inocentes na Palestina. 

  12. Patricinho

    29 de julho de 2014 4:28 pm

    Era previsível

    A porta do inferno escancarada por Israel começa a chamuscar quem não tem culpa. 

    Os judeus verdadeiros que estão espalhados pelo mundo (inclusive por mais incrível que pareça, na Palestina ocupada) mantem sagrado silêncio diante da sanha israelense. O rito de obediência é mais forte que eles. Parte deles, é verdade, gritam como podem, mas o silêncio dos demais parece agir como um tipo de esponja que absorve a indignação. Os obedientes, para não usar um termo pesado, com sua mudez recolhida ainda não sacaram a fria que significa calar-se diante da covardia sionazista. 

    A Federação Israelita de São Paulo põe ainda mais lenha ao lançar um vídeo rasteiro que pretende cimentar a lenda mentirosa do “palestino covarde diante do pobre coitado israelense” – como se a inversão dos fatores fosse verdade. Usa o símbolo da identidade judaica para falar em nome dos seus afiliados. E seus afiliados consentem. Quem cala… 

    A manobra do jogo tinha uma conseqüência prevista. Os racistas da Europa estavam aguardando a movimentação dessa pedra para jogarem as suas. O ódio racial enrustido nas culturas ocidentais precisava de uma desculpa para abrir a mesma porta do inferno, do lado ocidental. Na Ucrânia, os neonazistas já tinham aprontado um bocado com os judeus residentes e a mídia vendida não se pronunciou à altura. Claro, apoia os golpistas, como sempre. Agora a fúria anti-judaica foi chamada a entrar em marcha. Vamos ter a vergonha de ver repetido o espetáculo imundo do nazi-fascismo?

    Estava na hora dos anti-sionistas virem a público e dizerem que não apoiam essas manifestações. Ou seja, fazer o que os judeus não fazem quando o estado de Israel massacra a população palestina civil em nome deles.

  13. altamiro souza

    29 de julho de 2014 4:44 pm

    a única atitude razoável – de

    a única atitude razoável – de razão, se é que ainda existre essa palavra no dicionário de uns ede outros – é a luta pela paz…e que esse masscre isrelense pare logo para manterr a sobrevivência do que pretendem ainda chamar de humanidade…

    o resto é apenas violência que leva a mais violência – não  basta um holocausto?

  14. Orlando Soares Varêda

    29 de julho de 2014 5:27 pm

     
    …”Atacar uma sinagoga e

     

    …”Atacar uma sinagoga e uma mercearia kosher é simplesmente antissemitismo e racismo”, disse ele.”…

     

    Então tá certo, seu Yakov Hadas-Handelsman.

    O Estado de Israel, ora governado pelo Primeiro-ministro (chanceler?) Adolfo, ops, digo, O lider, Benjamin Netanyahu. Este gajo, tem carta branca pra matar. Pode mandar bombardear, explodindo: prédios residenciais, escolas, hospitais. Tudo com gente dentro. Mais, cachorro, gato, papagaio e o diabo. Todo esse terror, nem crítica pode receber. Do contrário, é antissemitismo e racismo. Ora muito bem.

    Ah! Quase esquecia.

    Ressalte-se que os palestinos, são oponetes de grande poder bélico/destrutivo. Todas, terroristas. Mesmo assim, recebem por parte de suas vítimas israelitas, tratamento humanitário. Sendo avisados por telefonema pessoal, onde um oficial nazista, digo, israelita, comunica ao desgraçado do terrorista palestino, que, ele e família  terrorista, terão seus bens, incluindo ai a própria vida, e a dos seus terroristas filhos menores de idade, tudo devidamente despedaçado e torrado em poucos minutos . Vigorosamente anuciam: “Vocês terão xx minutos para sumir. Caso não debandem imediatamente, abandonado tudo para trás, explodirão junto. Que deus seja louvado. Amém!

    De fato, como costumam dizer os rebolativos reacionários locais. O Netanyahu e seus 30 ministros do Estado Terrorista de Israel, seguramente, trata-se de um bando de democratas e humanistas. Diria melhor, tratamos de homens escolhidos. São uns santos, estes genocidas.

    Orlando

    1. Lina

      30 de julho de 2014 9:50 pm

      Um agravante a toda esta

      Um agravante a toda esta história de horror, Orlando.  Nesta segunda-feira, os israelenses enviaram SMS aos palestinos do norte de Gaza alertando-os e “orientando-os” a irem para o centro de Gaza. Os palestinos foram. Então, na madrugada de segunda para terça, os israelenses bombardearam o centro de Gaza. Inclusive uma Escola da ONU.  Um “campo de refugiados”. 

  15. Horridus Bendegó

    29 de julho de 2014 5:48 pm

    Brigada Internacional

    Por mim, já formava uma Brigada Internacional e iria lutar pela causa palestina.

  16. veranis

    29 de julho de 2014 6:27 pm

    O que esperavam? Segundo as

    O que esperavam? Segundo as últimas notícias 95% da população israelita aprovam o massacre palestino. Diferente da população de judeus por exemplo em SP que estão já horrorizados. Então agora só resta aos israelitas                   colherem os frutos que certamente serão bem amargos.

  17. Maria Luisa

    29 de julho de 2014 6:31 pm

    Eh

    E se Israel continuar massacrando Gaza, a coisa tende a piorar para os judeos na Europa. Espero que ainda exista um rasgo de sensatez no governo israelense e acabem logo com esse genocidio, pois o troco vira.

  18. jns

    29 de julho de 2014 7:09 pm

    DIA DOLOROSO

    [video:http://youtu.be/u9lqmdEqvaw%5D

    Hoje, no limiar do dia, agências internacionais transmitiam, ao vivo, a aproximação de mísseis israelenses buscando alvos em uma cidade na Faixa de Gaza.

    Mapa de Gaza

    Adivinhem o que aconteceu, quando as explosões ocorreriam em poucos segundos e o espetáculo televisivo macabro seria mostrado ao mundo?

    As transmissões, realizadas pelos canais que registravam o evento dantesco ao vivo, foram bloqueadas.

    Vejam a cena em progresso de uma das imagens publicadas, hoje, pela BBC.

    Flares forças israelenses 'iluminar o céu noturno da cidade de Gaza no início terça-feira julho 29, 2014

    É esta imagem assustadora que me perseguiu durante todo o dia.

    Logo no início desta terça-feira, aviões israelenses dispararam contra a casa desocupada do ex-primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniyeh, enquanto uma estação de TV e estações de rádio do Hamas também foram atingidas.

    Três foguetes foram disparados a partir de Gaza, com um foguete interceptado com sucesso e dois explodindo em espaços abertos no centro de Israel, disse um militar de Israel.

    Pelo menos 10 pessoas – oito delas crianças – foram mortas em explosões na Cidade de Gaza na segunda-feira à tarde, disseram autoridades de saúde palestinas. Não está claro se eles foram mortos por um ataque israelense ou por falha de um foguete dos militante.

    Cinco soldados israelenses foram mortos na segunda-feira, quando militantes infiltraram na fronteira, enquanto um morteiro matou quatro mais cedo e um décimo morreu em um confronto no sul de Gaza, informaram as Forças de Defesa de Israel (IDF).

    Netanyahu descreveu a segunda-feira como um “Dia Doloroso”. “Vamos continuar a agir de forma agressiva e responsável até que a missão seja concluída para proteger os nossos cidadãos, os soldados e as crianças”, disse ele.

    Na segunda-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon criticou ambos os lados, por disparar em áreas civis, e apelou para um cessar-fogo humanitário imediato e incondicional em Gaza durante o feriado muçulmano de Eid al-Fitr

    Fumo sobre Cidade de Gaza, 29 de julho

    Palestinos assistir o rastro de fumaça de um míssil disparado por militantes palestinos a partir do interior norte da Faixa de Gaza, 28 de julho de 2014

    Palestinos inspecionar a parede destruída de Shifa hospital após um ataque aéreo, em Gaza, no norte da Faixa de Gaza, 28 de julho de 2014

    Mais informações: http://www.bbc.com/news/world-middle-east-28538385

  19. Tagutti

    29 de julho de 2014 7:25 pm

    Ironia das ironias

    Alguns europeus, com a desculpa de serem anti-sionistas, deixam a focinheira de lado e descambam para o anti-semitismo puro e simples.

    Ignoram que tiveram participação decisiva no surgimento do sionismo, pois seus primeiros adeptos eram judeus ashkenazi’s não aceitos nos seus respectivos Estados.

    Os sionistas, originariamente, só queriam ser cidadãos franceses, alemães, russos. Alguns europeus nunca precisaram do Estado de Israel para detestar judeus.

    O triste é que quem paga a conta são os palestinos, que sempre viveram em relativa paz com judeus.

  20. zanuja castelo branco

    29 de julho de 2014 7:26 pm

    Quem semeia vento colhe

    Quem semeia vento colhe tempestade. E esta está vindo com granizo.

  21. jns

    29 de julho de 2014 7:40 pm

    crianças

    Após o redecrudescimento do conflito entre israelenses e palestinos, apesar de um importante feriado muçulmano, o ataque desencadeado sobre um parque de Gaza matou, nesta segunda-feira, 10 pessoas, sendo que nove delas eram crianças.

    A crise em Gaza

    A figura informa que 1.050 palestinos foram mortos desde o dia 8 até o dia 28 de julho de 2014 na Faixa de Gaza.

    As mortes contabilizadas por região são listadas no interior dos círculos distribuídos no mapa geográfico.

    No mesmo período foram mortos 43 soldados e 7 civis israelenses.

    Mais informações: http://news.yahoo.com/attack-park-gaza-war-kills-10-most-children-163544271.html

  22. alexis

    29 de julho de 2014 9:57 pm

    Manifestantes desinformados?

    “Eles não estão gritando ‘morte aos israelenses’ nas ruas de Paris. Eles estão gritando “morte aos judeus”, disse Roger Cukierman do Conselho Representativo das Instituições Judaicas da França.

    Grande parte dos habitantes de Israel (israelenses) é chegada de outros lugares, pois Israel surge apenas depois da 2ª guerra mundial. Então, trata-se de judeus que resolveram viver a sua religião / raça em plenitude, em território próprio, como uma nação (coisa que antes da 2ª guerra nunca pensaram, em séculos de vida hospedados em outros povos). Em poucos anos de vida, Israel apresenta-se hoje ao mundo como uma nação extremamente desenvolvida e bem aparelhada, até com armas nucleares, coisa que a maior parte das nações do mundo não tem.

    Esse enorme desenvolvimento é devido, então, ao apoio que judeus do mundo têm dado e continuam dando ao seu estado nacional, pois, embora convivendo no seio de outros povos, eles continuam, em alguma proporção significativa, sendo fundamentalmente judeus e não cidadãos convictos da nação onde moram.

    São milhares de jovens de origem judaica, inclusive no Brasil, que viajam para Israel a prestar serviço militar ou morar em determinados acampamentos (não sei o nome), por exemplo, comprovando esta situação de dupla nacionalidade. Também, não podemos fingir que Hollywood, bancos globais e outros grandes centros de poder judaico não têm nada a ver com Israel.

    Hoje, cobrados na Europa pela sua dualidade mal explicada, acusam aos seus detratores como anti-semitas e racistas. Não cabe a estes explicar apelidos ou adjetivos colocados unilateralmente por judeus, mas sim cabe aos judeus uma explicação bem melhor sobre esta dualidade raça / religião.

    É difícil explicar às pessoas que um judeu é, mas não é. Que uns são sionistas e outros não são tanto assim, que judaísmo é uma religião e que israelense é apenas um cidadão de Israel, que por acaso é judeu. Tem alguns que trocaram o sobrenome (assim como Silvio Santos e outros), ajudando a criar esta situação. Eu, particularmente, tenho muita confusão com isso e, por essa causa, posso – equivocadamente – extrapolar e generalizar, mas, no caso aqui discutido, não existe um aparelho do tipo “bafômetro” para saber se o individuo pertence a esta ou a outra categoria.

    Acho que cabe a eles esta explicação e, pela atitude assumida da Federação Israelita de São Paulo (o filminho que circulou aqui no blog) parece que assumiram uma postura equivalente a quem é mesmo cidadão israelense.

     

  23. jns

    29 de julho de 2014 10:39 pm

    Eu acredito

    O Estado de Israel está atacando apenas os militantes fortemente armados do Hamas.

    [Image]

    "Fumaça e fogo subir a partir de um ataque de míssil israelense em Rafah, terça - feira, julho 8, 2014."  (AP / Eyad Baba) "

    A bandidagem cruel se defende usando, principalmente, crianças como escudos humanos.

    [Image]

    Incorporado permalink imagem

    Incorporado permalink imagem

    [Image]

    [Image]

    Percebe-se, claramente, que esta desalmada senhora está desesperada por não ter colocado o filho na barricada montada contra os morteiros israelenses disparados em Gaza.

  24. sergioo

    30 de julho de 2014 4:59 am

    Depois do massacre que estão

    Depois do massacre que estão promovendo na Palestina, com a morte de crianças e mulheres  inocentes, eles esperavam o quê? Medalhas de honra ao mérito?

  25. Reinaldo Del Dotore

    30 de julho de 2014 11:16 am

    O sangue dos palestinos

    O sangue dos palestinos inocentes (crianças, inclusive), que vem sendo derramado sistematicamente em Gaza, não incomoda o polido embaixador. Já o eventual sangue derramado de inocentes judeus é “preocupante”.

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