Comboios de ajuda humanitária começam a chegar em direção à Faixa de Gaza, ao mesmo tempo em que o exército israelense intensifica os bombardeios à região.
Neste domingo, cerca de 17 caminhões cruzaram a barreira após outros 20 veículos levarem socorro médico, alimentos, remédios e água para o enclave sitiado após o ataque do grupo extremista Hamas.
Porém, nenhum combustível está entrando na região palestina, o que é crucial para o funcionamento das operações.
As agências humanitárias destacaram ainda a necessidade de se manter o envio de mantimentos constante, uma vez que as necessidades de 2,3 milhões de pessoas que moram em Gaza podem não ser atendidas por completo.
Novos ataques
O exército de Israel realizou novos ataques aéreos em Gaza durante a noite, segundo informações do grupo Hamas.
Segundo a agência Al Jazeera, autoridades palestinas afirmam que pelo menos 55 pessoas foram mortas e 30 casas foram destruídas enquanto as forças israelenses preparam uma ofensiva terrestre na região.
Dados das Nações Unidas afirmam que 40% das habitações de Gaza foram destruídas ou danificadas pelos ataques israelenses, enquanto o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deixou claro que pretende eliminar o Hamas após os ataques realizados em 07 de outubro.
Enquanto isso, palestinos dizem ter recebido novos avisos dos militares israelenses para se retirarem da região norte para a região sul de Gaza, e que poderiam ser identificados como simpatizantes de “organização terrorista” caso insistam em continuar na região.
Rui Ribeiro
23 de outubro de 2023 10:47 amOu os Palestinos do Norte da Faixa de Gaza deixam tudo para trás e se mandam para o Sul, porque os $ionistas assim o querem, ou poderão ser identificados como simpatizantes de “organização terrorista” caso insistam em continuar na região. E quem não tem prá onde ir?
Rui Ribeiro
23 de outubro de 2023 10:51 amCaso desocupem o norte da Faixa de Gaza para Usrael ocupá-lo, os Palestinos talvez minem a região.